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Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil apresenta a maior prevalência de depressão da América Latina e, até 2030, a previsão é de que a depressão seja a primeira causa específica de incapacidade funcional no mundo. Apesar disso, frequentemente a depressão é subdiagnosticada e consequentemente subtratada (Brasil, 2025). Nesse contexto,
apesar da alta prevalência, os efeitos sociais são mitigados pelo acesso aos serviços de saúde.
embora cause sofrimento individual, a depressão não tem relação comprovada com risco aumentado de suicídio.
a Política Nacional de Saúde Mental busca consolidar um modelo de atenção apoiado em evidências e de base comunitária.
os sintomas cognitivos da depressão costumam ocorrer nos casos mais graves.
São atribuições da Atenção Primária à Saúde (APS) a detecção e o encaminhamento ao especialista, visto que a APS não realiza o acompanhamento de casos de depressão.
Leia o caso a seguir.
Uma adolescente de 17 anos, primigesta, encontra-se no 10º dia pós-parto. Relata labilidade emocional, choro fácil, irritabilidade, maior sensibilidade a críticas e sensação de estar sobrecarregada. Nega ideação de morte ou sentimentos de rejeição ao recém-nascido. Dorme pouco em razão das demandas do bebê, mantém apetite preservado e nota melhora do humor com apoio familiar. Ao exame, apresenta-se orientada, cooperativa e sem sinais de delírios ou alucinações.
O quadro clínico desse caso representa:
depressão pós-parto.
blues puerperal.
psicose puerperal.
transtorno de ansiedade generalizada pós-parto.
Um usuário de 46 anos, acompanhado na Atenção Primária, apresenta humor deprimido há mais de dois meses, anedonia, fadiga, ideação de inutilidade, lentificação psicomotora e prejuízo funcional significativo. À luz da Enfermagem em saúde mental e dos critérios diagnósticos atuais, assinale a alternativa correta.
O diagnóstico de transtorno depressivo maior exige obrigatoriamente a presença de ideação suicida.
A duração mínima dos sintomas para caracterização do transtorno é de seis meses.
A anedonia e o humor deprimido são sintomas centrais para o diagnóstico.
O quadro é compatível apenas com transtorno de ajustamento.
A Enfermagem limita-se à administração do antidepressivo prescrito.
Em uma Unidade Básica de Saúde, um usuário de 35 anos procura atendimento relatando insônia persistente, irritabilidade e sensação constante de cansaço. Durante o acolhimento, demonstra dificuldade em se expressar e refere estar “sem vontade de fazer nada”, embora negue ideação suicida no momento. O técnico de enfermagem, ao perceber mudanças no padrão habitual de comportamento do usuário em comparação com atendimentos anteriores, deve
priorizar a avaliação clínica de possíveis causas orgânicas, deixando a abordagem emocional para outro momento propício.
considerar a ausência de ideação suicida como indicativo de baixo risco, reduzindo a necessidade de acompanhamento imediato.
orientar o usuário a aguardar avaliação médica, evitando aprofundamento de questões subjetivas.
focar na queixa principal de insônia, sugerindo medidas gerais sem necessidade de articulação com a equipe.
realizar escuta qualificada, acolhê-lo e compartilhar as informações com a equipe para definição de condutas.
Leia o fragmento a seguir.
A Enfermeira, durante o atendimento a um paciente com transtorno depressivo, permaneceu atenta ao relato, evitou interrupções e retomou algumas falas para demonstrar compreensão do que estava sendo expressado.
Com base no caso descrito, assinale a opção que indica, corretamente, a técnica de comunicação terapêutica adotada.
Empatia
Validação
Clarificação
Escuta ativa.
Comunicação diretiva.
A depressão é um dos transtornos mentais mais frequentes na população e pode estar relacionada a fatores biológicos, psicológicos e sociais, incluindo situações de perdas importantes e eventos estressantes. Quando não identificada e tratada adequadamente, pode comprometer significativamente a qualidade de vida e o desempenho das atividades diárias. Diante disso, como pode ser definida a depressão?
É um transtorno mental caracterizado por episódios de euforia intensa alternados com períodos de humor normal.
Trata-se de um transtorno mental grave, que pode apresentar curso recorrente ou persistente, causando prejuízos nas áreas psicológica, social, familiar, ocupacional e comportamental.
Condição de saúde que inclui sintomas de esquizofrenia de humor.
Consiste em uma condição marcada por autoestima excessivamente elevada, sensação permanente de superioridade e necessidade constante de admiração.
A humanização em saúde é componente fundamental da atenção básica que deve considerar a integralidade do ser humano, incluindo aspectos físicos, emocionais e sociais. Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do setor público no Estado do Pará, o Técnico de Enfermagem atende paciente que relata tristeza persistente, falta de interesse em atividades que antes gostava, dificuldade de concentração, alterações de sono e isolamento social há mais de duas semanas. O paciente questiona se esses sintomas são normais ou se indicam algum problema de saúde. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, deve reconhecer esses sinais como possíveis indicadores de sofrimento psíquico e oferecer orientação apropriada conforme diretrizes de humanização e saúde mental. Assinale a alternativa que identifica CORRETAMENTE a abordagem apropriada do Técnico de Enfermagem frente a suspeita de transtorno mental.
Reconhecer sinais de possível depressão, comunicar ao enfermeiro para avaliação, oferecer acolhimento humanizado e orientar sobre importância de avaliação profissional.
Prescrever medicações antidepressivas conforme experiência pessoal do Técnico de Enfermagem.
Informar ao paciente que seus sintomas são normais e que desaparecerão naturalmente sem necessidade de intervenção profissional.
Evitar abordar temas de saúde mental, deixando essa responsabilidade exclusivamente com psiquiatras.
Durante uma consulta de enfermagem de pós-parto com puérpera no 40° dia de pós-parto, o acompanhante demonstra preocupação e relata que a gestante está muito triste, sem conseguir se alimentar adequadamente, dormindo muitas horas do dia e sem interesse em cuidar do bebê. Diante desse relato, o enfermeiro deve
descartar depressão pós-parto e orientar sobre o quadro de baby blues ou tristeza puerperal.
encaminhar para a maternidade para avaliação e tratamento em âmbito hospitalar.
alertar o acompanhante de que a depressão pós-parto é uma condição transitória que desaparece espontaneamente, sem a necessidade de tratamentos ou terapias psicológicas.
aplicar a escala de Depressão Pós-parto de Edimburgo (EPDS) para identificação de sinais de depressão pós-parto, para posterior encaminhamento para um especialista.
diagnosticar depressão pós-parto e encaminhar para psicoterapia de acordo com o protocolo da unidade básica.
Com base nos sinais e sintomas relacionados aos distúrbios psicológicos, avalie as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) Alterações persistentes no sono, apetite, humor e rendimento funcional podem indicar distúrbios psicológicos e devem ser investigadas.
( ) Tristeza passageira por um evento específico é um sinal claro de transtorno depressivo maior.
( ) Ansiedade só é considerada um transtorno quando acompanhada de sintomas físicos como taquicardia ou sudorese.
As afirmativas são, respectivamente,
V – F – V.
F – F – F.
V – F – F.
F – V – F.
V – V – V.
Usuário do Centro de Atenção Psicossocial – CAPS diz ao enfermeiro, durante consulta de saúde mental: “Sinto que não sirvo para nada e minha família estaria melhor sem mim”.
Utilizando técnicas de comunicação terapêutica, qual das alternativas a seguir representa uma resposta baseada em boas práticas na interação com o usuário?
“Você não deveria pensar assim, sua família ficaria triste. Tente focar nas coisas positivas que você tem em sua vida hoje”.
“Tente não falar disso, vamos pensar em coisas positivas. Quais são as três coisas que você mais ama sobre a sua vida”.
“Entendo que você está se sentindo dessa forma, pode me contar mais sobre o que tem passado e como esses pensamentos surgem?”.
“É importante esquecer isso e se ocupar com outras atividades. De quais grupos você gostaria de participar?”.
“Você precisa ser forte, não pode deixar que esses pensamentos dominem sua vida. Faça um exercício de respiração para mudar o foco”.
“Existem diversos transtornos mentais, com apresentações diferentes. Eles geralmente são caracterizados por uma combinação de pensamentos, percepções, emoções e comportamento anormais, que também podem afetar as relações com outras pessoas.”
A respeito dos transtornos mentais mais recorrentes na sociedade, assinale a alternativa CORRETA:
A depressão consiste tipicamente em episódios de mania e depressão, separados por períodos de humor normal. Os episódios de mania envolvem humor elevado ou irritado, excesso de atividade, pressão de fala, autoestima inflada e uma menor necessidade de sono.
O transtorno afetivo bipolar é caracterizado por tristeza, perda de interesse ou prazer, sentimentos de culpa ou baixa autoestima, sono e apetite alterados, cansaço e falta de concentração. Quem sofre com essa condição pode também ter múltiplas queixas físicas sem nenhuma causa aparente.
Demência é uma condição é geralmente crônica ou progressiva, na qual há deterioração da função cognitiva para além do que se poderia esperar no envelhecimento normal.
A esquizofrenia é um transtorno mental leve caracterizada por distorções no pensamento, percepção, emoções, linguagem, consciência do “eu” e comportamento. As experiências psicóticas comuns incluem alucinações e delírios.
A saúde mental está relacionada à qualidade de vida cognitiva, emocional e social de um indivíduo. Nesse contexto, o exame do estado mental, realizado por meio de entrevista clínica e observação, permite identificar sinais de alterações psíquicas que podem estar ligadas a transtornos das funções mentais. A respeito desse assunto, quais são as funções mais afetadas nos transtornos do humor e da personalidade?
Conduta, juízo crítico e percepção sensorial.
Sensopercepção, pensamento e juízo de realidade.
Nível intelectual, linguagem e atenção.
Nível de consciência, orientação e memória.
Afetividade, vontade e psicomotricidade.
Paciente de 32 anos, sexo masculino, é admitido no serviço de emergência após tentativa de suicídio por intoxicação medicamentosa. Segundo a família, ele vinha apresentando sinais de depressão grave nos últimos seis meses, com isolamento social, insônia e perda de interesse em atividades que antes apreciava. Além disso, a família relatou que o paciente verbalizou pensamentos suicidas várias vezes, mas não procurou ajuda especializada. No hospital, o paciente está consciente, porém agitado, e apresenta sinais de intoxicação, como vômitos e tontura. Ele foi encaminhado para a equipe de saúde mental para avaliação e cuidado contínuo.
Considere as alternativas como cuidados de enfermagem:
I- O paciente deve ser encaminhado para espaço seguro, com vigilância constante, a fim de evitar novas tentativas de autolesão.
II- É prioridade da equipe de enfermagem avaliar os sinais vitais e intervir no suporte à vida, como controle de vias aéreas e monitoramento cardíaco.
III- É recomendado fornecer alta ao paciente após estabilização física, já que houve controle da intoxicação e o paciente encontra-se consciente.
IV- O acompanhamento do paciente deve incluir monitorização da ingesta de líquidos e alimentos para prevenir desidratação e desnutrição, já que apresenta sinais de vômito e pode haver recusa alimentar relacionada ao quadro depressivo.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I, II e IV.
II e IV.
IV.
I e IV.
I e III.
Os transtornos mentais apresentam diferentes sinais e sintomas que podem auxiliar no diagnóstico clínico.
Assinale a opção que apresenta sinais e sintomas típicos desses transtornos.
Febre alta, aumento da pressão arterial e vômitos persistentes.
Tristeza persistente, alterações no apetite, insônia ou hipersonia e sentimento de culpa.
Dores musculares difusas, aumento da frequência cardíaca e dificuldades respiratórias relacionadas a esforços físicos.
Convulsões frequentes, sintomas gripais e perda de peso repentina sem causa identificável.
Desequilíbrios hormonais, náuseas e ganho de peso contínuo relacionados ao ciclo menstrual.
Em emergências psiquiátricas, a segurança do paciente e da equipe depende de condutas padronizadas. Analise as afirmativas.
I – Em risco de autoagressão, utilizar ambiente protegido, vigilância direta e retirar objetos perfurocortantes próximos.
II – Na agitação psicomotora grave, organizar contenção física proporcional sob prescrição e supervisão, com registro do tempo, monitorização e reavaliações periódicas por profissional responsável.
III – Na abordagem de ideação suicida, registrar fala espontânea com fidelidade, informar a equipe de referência e estimular acompanhante de confiança.
IV – Em episódio depressivo maior com lentificação, monitorar sinais vitais, prover suporte básico e manter vínculo terapêutico.
Estão corretas as afirmativas:
I, II e IV, apenas.
I, II, III e IV.
II e III, apenas.
II, III e IV, apenas.
A avaliação de um paciente com suspeita de transtorno depressivo maior exige conhecimento dos sinais clínicos. O enfermeiro observa o comportamento durante uma consulta. Sobre os sinais e sintomas clínicos da depressão, relacione corretamente os termos da Coluna A com as descrições da Coluna B.
Coluna A (termos):
1.Anedonia.
2.Ideação suicida.
3.Fadiga crônica.
Coluna B (descrições):
(__)Sensação persistente de cansaço, mesmo após repouso, impactando as atividades diárias.
(__)Pensamentos recorrentes sobre morte ou suicídio, com ou sem planejamento.
(__)Perda de interesse ou prazer em atividades anteriormente agradáveis.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência da associação correta dos itens acima, de cima para baixo:
3, 2, 1.
2, 1, 3.
2, 3, 1.
1, 2, 3.
1, 3, 2.
A enfermeira da Equipe de Saúde da Família faz uma visita domiciliar à Dona Diva de 40 anos. Ela tem dois filhos (17 e 14 anos) e vive em área de alta vulnerabilidade social. Seu filho mais velho trabalha e destina 90% de seu salário para pagar as contas e compras da família. O filho mais novo frequenta a escola. Dona Diva relata que foi demitida e que não consegue sair de casa “para nada” desde que seu esposo faleceu, há seis meses. Há dois meses, começou a fazer crochê em panos de prato, que seu filho mais novo tenta vender na porta da igreja próxima. Além de uma pequena renda extra, o crochê “distrai da tristeza”. Dona Diva solicita antidepressivos à enfermeira. Qual deve ser a sua conduta?
Solicitar consulta e prescrição de antidepressivo para o médico de família.
Fazer uma reunião de equipe sobre sofrimento mental comum e planejar intervenções.
Encaminhar imediatamente para o psiquiatra do serviço de referência.
Mudar de assunto, verificando a pressão arterial, para distraí-la do luto.
Prescrever práticas alternativas e complementares que tratam a depressão.
Na Atenção Primária à Saúde, o enfermeiro da Estratégia Saúde da Família acompanha um homem de trinta e dois anos com histórico de transtorno depressivo, em uso de antidepressivo há três meses, que passa a relatar insônia, falta de apetite, desesperança e pensamentos de que "a vida não vale a pena", sem plano definido de autoagressão. A família demonstra medo do estigma e solicita que o caso não seja registrado como problema de saúde mental. À luz da assistência integral à saúde da pessoa com sofrimento mental e dos fundamentos de psicopatologia e psicofarmacologia, indique, entre as alternativas abaixo, a única que corresponde à conduta correta do enfermeiro.
Suspender, por conta própria, o uso do antidepressivo, orientando o paciente a interromper a medicação imediatamente para verificar se os sintomas desaparecem.
Realizar escuta qualificada, avaliar gravidade dos sintomas e risco de autoagressão, registrar o quadro como sofrimento mental, orientar a família, articular acompanhamento conjunto com a equipe e, se necessário, encaminhar para serviço especializado, mantendo os princípios de sigilo e de respeito à dignidade do usuário.
Minimizar os relatos do paciente, atribuir os sintomas apenas a "falta de força de vontade" e orientar o retorno somente se houver tentativa de autoagressão consumada.
Atender exclusivamente a família, evitando contato direto com o paciente, a fim de não reforçar o "rótulo" de doença mental no prontuário e no território.
Deixar de registrar qualquer informação relacionada a sofrimento mental no prontuário, anotando apenas queixa inespecífica, para preservar o paciente de possíveis discriminações.
Sobre cuidados de enfermagem em saúde mental, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O enfermeiro deve realizar avaliação contínua do risco de suicídio, considerando fatores como histórico familiar, alterações de humor, isolamento social e uso de substâncias psicoativas, mesmo em pacientes internados voluntariamente.
( ) O cuidado em saúde mental centrado na pessoa exclui a família do processo terapêutico, pois a autonomia do paciente deve ser absoluta.
( ) Técnicas de comunicação terapêutica, como escuta ativa, validação de sentimentos e perguntas abertas, são essenciais para estabelecer vínculo e promover adesão ao tratamento.
( ) Para pacientes com transtornos de ansiedade severa, o enfermeiro pode prescrever medidas farmacológicas emergenciais caso o paciente relate pânico intenso, sem necessidade de avaliação médica prévia.
( ) A abordagem psicossocial recomenda a reintegração do paciente na comunidade, promovendo atividades ocupacionais, grupos de apoio e estratégias que valorizem a autonomia e autoestima do indivíduo.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – V – F – F – V.
V – F – V – F – F.
F – V – V – V – F.
F – F – F – V – V.
V – F – V – F – V.
A violência autoprovocada, incluindo o suicídio (pensado, tentado ou consumado), é um problema de alta relevância no campo da saúde pública, em especial, da saúde mental. A gravidade do problema exige políticas e programas específicos de prevenção.
No âmbito das estratégias de manejo desse grave problema, os profissionais de saúde precisam compreender que se trata de uma situação multifatorial, e devem estar preparados para lidar com pessoas que apresentem comportamentos suicidas.
Nesse contexto, assinale a opção que apresenta a conduta adequada para abordagem e comunicação com o paciente em risco de suicídio, considerando princípios de segurança, acolhimento e escuta terapêutica
Reduzir a percepção da gravidade do caso, por ser clinicamente irrelevante.
Garantir verbalmente que a situação do paciente irá melhorar, infundindo um sentimento de otimismo.
Demonstrar envolvimento afetivo e empatia com o paciente, manifestando intensa reatividade emocional.
Indagar a respeito dos fatores de stress do paciente e explorar as estratégias que ele tem utilizado para enfrenta-los.
Evitar questionamentos diretos ao paciente sobre a presença de ideação suicida durante a avaliação clínica.