

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Paciente L., 68 anos, portadora de diabetes mellitus (DM) tipo 2 há 10 anos, comparece à Unidade Básica de Saúde para sua consulta de enfermagem. Ela relata que tem se esforçado para seguir a dieta e usar os medicamentos conforme o prescrito, mas que às vezes se sente cansada. A enfermeira, ao consultar o prontuário, verifica que o registro da última dosagem de HbA1c, realizada há 3 meses, foi de 8,2%. A paciente L. também informa que foi hospitalizada há 7 meses devido a um infarto agudo do miocárdio (IAM) e que tem realizado acompanhamento cardiológico. Ela vive com seu esposo e recebe apoio familiar. Considerando as diretrizes do protocolo de enfermagem sobre hipertensão e diabetes do COREN-RS para estratificação de risco de usuários com DM na Atenção Primária à Saúde, quanto à classificação de risco e à periodicidade de consultas de enfermagem recomendada para o acompanhamento anual da paciente L., assinale a alternativa CORRETA.
Baixo risco; 1 consulta ao ano.
Médio risco; 2 consultas ao ano.
Alto risco; 3 consultas ao ano.
Risco muito alto; 4 consultas ao ano.
Uma paciente diabética, com amputação recente de pé direito, apresenta dor intensa, classificada como 8 de 10 na escala de dor, acompanhada de náuseas persistentes e fadiga. O enfermeiro, após investigação criteriosa, identifica que a dor é de origem mista (nociceptiva e neuropática) e conclui que a conduta mais adequada para o manejo dessa situação é
utilizar, primeiramente, terapias não farmacológicas, como fisioterapia e massagens, e fazer uso de medicamentos somente se a dor se tornar mais intensa.
iniciar tratamento com analgésicos opioides fortes, como a morfina, sem considerar o uso de coanalgésicos ou adjuvantes, pois estes são ineficientes em dores fortes.
iniciar com o controle das náuseas e fadiga, adiando o manejo da dor até que os sintomas secundários sejam resolvidos, para não haver piora do quadro.
contraindicar o uso de opioides devido ao risco de dependência, optando somente por analgésicos não opioides e terapias alternativas.
implementar uma abordagem integrada que inclua o uso de analgésico opioide forte, como a morfina, associado a adjuvantes e a terapias não farmacológicas.
Sra. Antônia, 65 anos, foi admitida no hospital devido a complicações de diabetes Mellitus tipo 2 descontrolada. Precisou passar por uma cirurgia de amputação do pé direito em virtude de complicações com o pé diabético. A ferida apresentou infecção grave e necrose tecidual. Durante a avaliação de enfermagem, foram identificados os seguintes dados:
“Histórico: Hipertensão arterial, diabetes Mellitus tipo 2 há 17 anos. Diagnóstico médico: Amputação transtibial. Sinais vitais: PA: 150/90 mmHg, FC: 78 bpm, FR: 17 rpm, Temperatura: 37,8°C. Aspecto da ferida: curativo oclusivo sobre a ferida cirúrgica, sem sinais de infecção no pós-operatório imediato. Relatos da paciente: Dor local de moderada intensidade, dificuldade de deambulação e medo de dependência física. Condições atuais: dependência para realizar higiene pessoal, necessidade de monitoramento rigoroso dos níveis de glicemia, uso de insulina”.
São diagnósticos de enfermagem para o paciente enunciado:
I- Dor aguda relacionada ao procedimento cirúrgico, evidenciada por relato de dor moderada.
II- Mobilidade física prejudicada relacionada à amputação, evidenciada por dificuldade de deambulação.
III- Medo relacionado ao procedimento cirúrgico, evidenciado por relato de insegurança em relação ao procedimento.
IV- Risco de infecção relacionado à incisão cirúrgica e hiperglicemia.
Os diagnósticos que estão CORRETOS são apenas:
I, II e III.
I, II e IV.
III e IV.
II e IV.
I e IV.
Em uma internação hospitalar, o técnico em enfermagem acompanha um paciente com diabetes mellitus tipo 2. Sobre os cuidados e complicações mais frequentes da doença, marque verdadeiro (V) ou falso (F) nas afirmativas abaixo:
(__)Hiperglicemia não tratada pode evoluir para complicações graves como cetoacidose diabética e síndrome hiperosmolar.
(__)Pacientes com diabetes não devem praticar atividades físicas para evitar hipoglicemia.
(__)Monitorar sinais de infecção é fundamental, pois diabéticos têm maior risco de complicações infecciosas.
(__)O controle da pressão arterial é desnecessário em pacientes diabéticos sem diagnóstico de hipertensão.
Assinale a sequência CORRETA de cima para baixo.
F, V, F, V.
V, F, V, F.
V, V, F, F.
F, F, V, V.
Em relação ao atendimento do técnico de enfermagem a um indivíduo com diagnóstico de hipertensão arterial e diabetes mellitus tipo 2, é correto afirmar:
A aferição da pressão arterial (PA) pode ser feita assim que o indivíduo chegar para atendimento, pois novos estudos indicam que a realização de atividade física, o consumo de café e o uso de cigarros imediatamente antes do procedimento não interferem na PA.
A verificação da glicemia capilar em pacientes com diabetes controlada não é indicada, pois seu resultado é importante somente para o rastreamento e diagnóstico. Além disso, para que o resultado do exame seja confiável, realiza-se a antissepsia com álcool 70% no local da punção e coloca-se o sangue na tira reagente enquanto o dedo estiver bem úmido do álcool utilizado.
O indivíduo deve ser orientado quanto aos cuidados com a alimentação, que precisa ser restrita em relação às verduras e legumes, e sobre a importância de evitar a atividade física, visto que ela eleva a PA e aumenta o risco de hiperglicemia.
Os cuidados para prevenir o surgimento do pé diabético têm de ser ressaltados pelo profissional, Dentre eles, podemos citar: andar descanso sempre que possível, para evitar atrito com os calçados; lavar os pés com água bem quente; e utilizar cremes hidratantes entre os dedos, para deixar o local úmido.
Para evitar erros na aferição da pressão arterial, é preciso que o profissional estime o nível da pressão sistólica pela palpação do pulso radial, que definirá até quando o manguito deve ser inflado (20 a 30 mmHg acima do nível estimado). Contudo, o valor da pressão sistólica será determinado pela ausculta do primeiro som (fase I de Korotkoff).
O Diabetes Mellitus tipo 2 é uma das doenças crônicas mais prevalentes no Brasil. Em relação aos cuidados de enfermagem e sinais clínicos, assinale a alternativa correta.
A polidipsia, polifagia e poliúria são manifestações clássicas do quadro.
A enfermagem deve orientar o paciente a evitar completamente atividades físicas.
A monitorização da glicemia capilar não é indicada em pacientes diabéticos controlados.
O tratamento baseia-se apenas no uso de insulina, sem alternativas farmacológicas orais.
Uma enfermeira da Estratégia de Saúde da Família (ESF) atende um paciente de 65 anos, obeso, sedentário e com histórico familiar de Diabetes Mellitus. Nos últimos exames de rotina, a glicemia de jejum e a hemoglobina glicada (HbA1c) vieram alteradas, indicando o diagnóstico de diabetes.
Assinale a alternativa correta sobre esse caso.
Considerando o possível diagnóstico de DM 2, o tratamento de primeira escolha deverá ser a insulinoterapia.
A hemoglobina glicada (ou HbA1c) é um importante parâmetro de avaliação pois sua medida reflete a média dos níveis de glicose no sangue nos últimos 3 meses.
Possivelmente o caso descrito acima trata-se de uma DM do tipo 1 tardia, por ser o tipo mais comum e estar associado a fatores de risco como obesidade e sedentarismo.
A hemoglobina glicada (ou HbA1c) não deve ser levada em consideração para fins de diag - nóstico uma vez que seu resultado retrata um perfil momentâneo e recente da glicemia.
O caso acima descreve o DM tipo 2 causado por destruição das células beta, geralmente autoimune, o que leva a uma deficiência grave da secreção de insulina.
Diabetes mellitus é uma síndrome de etiopatogenia múltipla considerada um problema de saúde pública global. A classificação do diabetes mellitus (DM) permite o tratamento adequado e a definição de estratégias de rastreamento de comorbidades e complicações crônicas.
(LAMOUNIER et al, 2023.)
Sobre o diabetes mellitus tipo 2, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O diabetes mellitus tipo 1 é mais comum do que o diabetes mellitus tipo 2.
( ) Está frequentemente associado à obesidade e ao envelhecimento.
( ) Tem início insidioso, sendo caracterizado por resistência à insulina e deficiência parcial de secreção de insulina pelas células ß-pancreáticas, além de alterações na secreção de incretinas.
( ) É causado por destruição das células ß, geralmente autoimune, o que leva a uma deficiência grave da secreção de insulina.
A sequência está correta em
F, V, V, F.
V, F, F, V.
F, V, F, V.
V, F, V, F.
Situação hipotética: Um paciente internado com diabetes mellitus necessita de administração de insulina subcutânea antes das refeições. O técnico de enfermagem observa que o paciente possui uma área de lipodistrofia no abdome, local frequentemente utilizado para as injeções. Assertiva: O técnico de enfermagem deve alternar os locais de aplicação, evitando a área de lipodistrofia, para garantir a absorção adequada da insulina e prevenir complicações locais.
Certo
Errado
O diabetes mellitus gestacional (DMG) é definido como uma intolerância à carboidratos de gravidade variável, considerado um problema relevante porque compromete a saúde do binômio mãe-feto. Diante do caso de M.C.A., assinale a alternativa que apresenta corretamente os critérios diagnósticos atuais de DMG, segundo o Ministério da Saúde brasileiro.
Com a glicemia de jejum (GJ) na primeira consulta de pré-natal apresentada no caso de GJ ≥92 mg/dL, diagnosticar diabetes mellitus identificada na gestação (DMDG), diabetes prévio.
Com a glicemia de jejum (GJ) na primeira consulta de pré-natal apresentada no caso de GJ 98 mg/dL, diagnosticar diabetes mellitus gestacional (DMG).
Para M.C.A., deve-se solicitar o teste oral de tolerância à glicose (TOTG) com 75 g, entre 20 e 28 semanas, com avaliação também da GJ, G1h e G2h.
No caso da realização do TOTG-75g, para o diagnóstico de DMG, considerar os limites de 98 mg/dL, 200 mg/ dL e 140 mg/dL, respectivamente.
Caso: O Sr. J. S. A., de 56 anos, sexo masculino, casado, ex-caminhoneiro, procurou UBS, após ser orientado por sua esposa devido à perda de peso de aproximadamente 6 kg nos últimos dois meses, mesmo mantendo a alimentação habitual. Refere à enfermeira “sede constante, urina em grande quantidade e com frequência aumentada, além de fadiga ao realizar pequenas atividades, como caminhar até o mercado, e visão turva ao final do dia”. Seus antecedentes pessoais: hipertensão arterial sistêmica há 10 anos, em uso irregular de losartana, sedentarismo, alimentação rica em carboidratos simples e frituras, consumo de bebidas alcoólicas socialmente, nega tabagismo. Peso 89 kg, altura 1,68 m e IMC 31,5 kg/m² (obesidade grau I).
Foram solicitados exames laboratoriais e o paciente trouxe os resultados em novo momento, na UBS:
Exame | Resultado |
Glicemia de jejum | 142 mg/dL |
Hemoglobina glicada (HbA1c) | 7,5% |
TOTG (após 75g de glicose) | 215 mg/dL |
Fonte: O elaborador, 2025.
Com base no caso clínico apresentado e nas diretrizes do Caderno 16 da Atenção Básica, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
A insulina deve ser iniciada imediatamente em todos os pacientes com glicemia de jejum acima de 126 mg/dL, independentemente de outros fatores.
A losartana deve ser suspensa imediatamente, pois não é recomendada em pacientes com diagnóstico recente de diabetes mellitus.
A presença de poliúria, a polidipsia, a perda de peso e a visão turva não têm relevância clínica para o diagnóstico de diabetes mellitus tipo 2.
O medicamento de primeira escolha para o tratamento inicial é a metformina, especialmente em pacientes com sobrepeso ou obesidade, como é o caso.
O tratamento farmacológico deve ser iniciado somente após 6 meses de tentativa de controle com dieta e exercício físico, mesmo que a hemoglobina glicada esteja acima de 7%.
Em pacientes com diabetes, o controle glicêmico deve ser individualizado de acordo com a situação clínica. De acordo com a diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes 2024, qual é a meta da glicemia de jejum e pré prandial de um paciente idoso comprometido (frágil)?
80 – 130 mg/dL.
90 – 150 mg/dL.
70 – 130 mg/dL.
100 – 180 mg/dL.
110 – 200 mg/dL.
Em uma consulta de enfermagem para acompanhamento de rotina, a enfermeira avalia os exames laboratoriais de um paciente de 32 anos, diagnosticado com Diabete Melito Tipo 1 há 8 anos. O resultado mais recente da hemoglobina glicada (HbA1c) indica que os objetivos glicêmicos estão fora da meta esperada. Considerando as recomendações do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Diabete Melito Tipo 1, assinale a alternativa que indica corretamente a meta da HbA1c para indivíduos adultos.
>5,5%.
Entre 7,5% e 8,5%.
<7,0%.
<7,5%.
<8,0%.
Assinale a alternativa correta a respeito da fisiopatologia do Diabetes Mellitus Tipo 2 (DM2).
O DM2 ocorre por perda progressiva de secreção adequada de insulina, geralmente secundária à resistência insulínica e à síndrome metabólica.
O DM2 é uma doença autoimune, caracterizada pela destruição das células beta do pâncreas, levando à deficiência absoluta de insulina.
A cetoacidose diabética é uma complicação aguda mais comum no DM2, especialmente no início da doença.
O tratamento inicial do DM2 envolve, obrigatoriamente, o uso de insulinas diárias, de ação rápida e prolongada, com o intuito de prevenir complicações micro e macrovasculares.
Componente ambiental, história pregressa e hábitos de vida têm pouca relevância no desenvolvimento do DM2, uma vez que a causa tem base genética e autoimune.
O diabetes mellitus exige manejo rigoroso da insulinoterapia. Sobre as características das insulinas e as técnicas de preparo e administração, analise as afirmativas abaixo:
(__)A insulina Regular (R) tem aspecto límpido, ação rápida e é a única que, em situações específicas de emergência, pode ser administrada por via intravenosa.
(__)A insulina NPH tem aspecto turvo (leitoso), ação intermediária e deve ser homogeneizada suavemente antes da aspiração.
(__)Ao misturar insulina Regular e NPH na mesma seringa, deve-se aspirar primeiro a insulina NPH (turva) para depois aspirar a Regular (límpida), evitando contaminação do frasco de ação rápida.
(__)O rodízio dos locais de aplicação é fundamental para prevenir a lipodistrofia, que pode alterar a absorção da insulina e o controle glicêmico.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
V, V, V, V.
V, F, V, F.
V, V, F, V.
F, V, F, V.
A assistência de enfermagem a pacientes com diabetes mellitus envolve ações educativas, monitoramento de glicemia e intervenções para prevenir complicações relacionadas à doença. Acerca do assunto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__)O técnico de enfermagem deve orientar o paciente sobre a técnica correta de aplicação de insulina e a importância de alternar os locais de aplicação.
(__)O controle da diabetes baseia-se exclusivamente na administração de insulina, sem necessidade de mudanças nos hábitos alimentares ou prática de exercícios físicos.
(__)Os cuidados com os pés em pacientes com diabetes limitam-se ao uso de cremes hidratantes, dispensando inspeções regulares para identificar lesões.
(__)A educação em saúde é essencial para capacitar o paciente diabético a compreender sua condição e adotar medidas de autocuidado.
A sequência está correta em:
F, F, V, V.
V, V, V, V.
V, F, F, F.
F, F, V, F.
V, F, F, V.
Em relação à abordagem da hipertensão arterial sistêmica (HAS) e do diabetes melito tipo 2 (DM2) no contexto da Atenção Primária à Saúde (APS), analise as afirmativas e assinale a INCORRETA:
No contexto da APS, a avaliação do fundo de olho deve ser solicitada periodicamente em pacientes diabéticos, mesmo que assintomáticos, como medida preventiva contra retinopatia diabética.
O acompanhamento de pacientes hipertensos deve incluir o controle dos fatores de risco modificáveis, como tabagismo e dislipidemia, além da aferição da pressão arterial em todas as consultas.
Na abordagem do adulto com HAS ou DM2, a APS deve integrar ações multiprofissionais, com foco na adesão ao tratamento, mudanças no estilo de vida e monitoramento contínuo de complicações.
O uso da metformina como droga de primeira linha no DM2 é contraindicado em pacientes com sobrepeso ou obesidade, devendo-se optar por agentes que promovam ganho ponderal controlado.
Estratégias educativas, como grupos de apoio e orientação em sala de espera, são ferramentas importantes para melhorar o controle clínico de pacientes com doenças crônicas.
No acompanhamento de usuários com hipertensão arterial e/ou diabetes mellitus 2 na Atenção Primária, a estratificação de risco cardiovascular é uma ferramenta essencial. Com base nesse processo, assinale a alternativa incorreta:
Indivíduos com mais de 10 anos de diagnóstico de diabetes, sem complicações aparentes, são invariavelmente classificados como de baixo risco.
A reavaliação do risco cardiovascular deve ocorrer periodicamente, principalmente em casos de agravamento clínico.
A classificação de risco cardiovascular orienta condutas clínicas e periodicidades das avaliações na APS.
A detecção de microalbuminúria em indivíduos com diabetes pode levar à reclassificação do risco cardiovascular para níveis mais elevados.
A presença de lesões em órgãos-alvos, mesmo na ausência de sintomas, classifica o paciente como de alto risco cardiovasculares.
Ao orientar um cliente diabético adulto sobre o uso de canetas aplicadoras de insulina descartáveis, o enfermeiro deve recomendar
delicadeza e precisão no manuseio, para conseguir o ajuste na dose, que varia de 1 a 100 unidades.
manusear o material com cuidado, pois, se quebrar, será preciso consertá-lo com cola de secagem rápida.
transportá-las em embalagem com revestimento térmico, protegendo-as da luz direta e de vibração excessiva.
mantê-las no congelador enquanto não estiver em uso, para evitar variações bruscas de temperatura.
embrulhar o material num plástico e jogar no lixo, se houver grumos, cristais ou agregados.
A consulta de enfermagem do paciente com diagnóstico de Diabete Mellitus (DM) pode ser realizada aplicando-se a Sistematização da Assistência. Com relação ao exame físico do paciente diabético e os aspectos importantes a serem questionado durante a avaliação realizada, assinale a alternativa INCORRETA:
Avaliar a pele quanto a sua integridade.
Aferir a Pressão Arterial com a pessoa sentada e deitada.
Verificar Altura, Peso, circunferência abdominal e IMC.
Limitar o exame físico dos membros inferiores à perna do paciente, visto que os pacientes diabéticos possuem sensibilidade aumentada nos pés.
Questionar o paciente sobre alterações na visão.