

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Em relação às recomendações do Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, para a vacinação das gestantes considere a afirmativa correta:
A vacina contra a hepatite B deve ser administrada ainda no primeiro trimestre em todas as gestantes, mesmo naquelas com esquema completo devido aos riscos da gestante contrair a doença e de haver transmissão vertical para o recém-nascido.
A vacina contra a influenza é recomendada a todas as gestantes em qualquer período gestacional e disponibilizada na rede pública de saúde a todas as gestantes durante a campanha anual contra influenza sazonal.
Devido à erradicação quase que por completo do tétano neonatal em todo território nacional, a vacina para difteria e tétano (dT) vem sendo a cada dia menos utilizada e até para gestante não vacinada e/ou com situação vacinal desconhecida não é mais indicada.
Após a vacinação com tríplice viral, recomenda-se evitar a gravidez durante 120 dias e se a mulher engravidar antes desse prazo ou se houver administração inadvertida durante a gestação, o aborto se justifica visto o risco de complicações fetais.
Ao comparecer à sala de vacinas em 06.12.2015, uma gestante com 30 semanas de idade gestacional apresentou a carteira de vacinação contendo os seguintes registros:
Nome: M.T. Data de nascimento: 10.02.1981 | |||
12.04.81 DPT + Pólio | 12.04.81 BCG-ID | 10.06.96 Hepatite B | 13.10.2009 Dupla adulto |
16.06.81 DPT + Pólio | 14.02.82 Tríplice viral | 16.08.96 Hepatite B | 13.10.2009 Febre amarela |
16.08.81 DPT + Pólio | 10.05.96 Dupla adulto | 10.12.96 Hepatite B | |
De acordo com o calendário de vacinação adotado para o estado de São Paulo (CVE, 2014), frente a essa situação, a enfermeira deve
informar a gestante que suas vacinas estão em dia e que ela deve retornar em 2019 para tomar reforço da vacina dupla adulto.
aplicar na gestante uma dose da vacina contra febre amarela e orientá-la a retornar em 2019 para tomar reforço da vacina dupla adulto.
aplicar na gestante uma dose da vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis tipo adulto (dTpa) e orientá-la sobre a importância de manter as vacinas em dia.
aplicar na gestante uma dose da vacina de reforço da vacina dupla adulto e a primeira dose da vacina contra o HPV, agendando o retorno dela para a segunda dose após 60 dias.
aplicar na gestante uma dose da vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis tipo adulto (dTpa), uma dose de reforço das vacinas contra hepatite B e febre amarela e a primeira dose da vacina contra o HPV, com agendamento de retorno dela em 30 dias para a segunda dose.
Sarampo e Hepatite B.
Rubéola e Varicela.
Hepatite B e Tétano.
Sarampo e Varicela.
Caxumba e Tétano.
Durante a gravidez, recomenda-se que a gestante seja vacinada na rotina contra as seguintes doenças:
tétano, difteria e febre amarela.
rubéola, sarampo e hepatite B.
tétano, difteria e hepatite B.
rubéola, caxumba e febre amarela.
De acordo com o Programa Nacional de Humanização do Parto e Nascimento, as gestantes têm assegurada a realização da primeira consulta de pré-natal até o terceiro mês de gestação e a consulta de puerpério até quarenta e dois dias após o nascimento do bebê.
Durante a consulta do pré-natal, uma gestante solicita informações sobre as vacinas a serem aplicadas no neonato. Com base no calendário de vacinação do Ministério da Saúde, a criança ao nascer deve receber
BCG-ID (intradérmica) e contra hepatite B.
BCG-VO (via oral) e tetravalente.
BCG-ID, contra hepatite B e Hib (Haemophilus influenzae tipo b).
VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano).
BCG-VO fracionada e VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano).
No planejamento do programa de educação permanente, foram incluídas simulações sobre as ações de promoção à saúde e prevenção de doenças. No cenário proposto, durante a consulta de enfermagem na unidade básica de saúde, a gestante recebe orientações e pergunta se receberá as vacinas contra influenza e tétano neste dia. Ao examinar a carteira de vacinação, cabe ao enfermeiro explicar que não será possível receber as duas vacinas neste dia porque
a vacina de influenza é administrada até o 1.º trimestre de gestação e ela se encontra na 22.ª semana.
haverá necessidade de reiniciar o esquema vacinal porque a carteira apresentada encontra-se com esquema vacinal incompleto para a profilaxia contra o tétano.
a última dose da profilaxia contra o tétano foi realizada há 6 anos, não havendo necessidade do reforço.
a vacina de influenza é administrada a partir do 3.º trimestre de gestação, e a paciente encontra-se na 14.ª semana da gestação.
o intervalo mínimo entre a 2.ª e a 3.ª dose da vacina contra o tétano é de dois meses e passaram-se 45 dias.
A gravidez e a lactação não são contraindicações à vacinação contra o vírus da hepatite B.
“Uma mulher está no primeiro trimestre da gestação e recebeu três doses da vacina antitetânica há 6 anos.” O técnico de enfermagem informa à gestante que ela deverá
reiniciar o esquema vacinal.
realizar uma dose de reforço.
tomar duas doses da vacina.
tomar uma dose após o parto.
receber reforço daqui a 4 anos.
A vacina dT ( dupla adulto ) para as gestantes, deve iniciar o esquema de vacinação o mais precoce, este esquema deve terminar no máximo quantos dias antes do parto?
50 dias.
45 dias.
20 dias.
7 dias.
Uma gestante que esteja com a vacinação antitetânica completa, cuja última dose tenha sido aplicada há dois anos, deve receber uma dose de reforço dessa vacina na primeira consulta de enfermagem.
Que vacina é aplicada à gestante com o objetivo de proteger, no futuro, a puérpera e o recém-nato?
antidiftérica.
antipólio.
antitifóide.
antitetânica.
Considere que uma gestante apresente histórico de imunização antitetânica, comprovado pelo cartão de vacinação, com registro de três doses ou mais, tendo tomado a última dose há menos de cinco anos. Nesse caso, a gestante deverá tomar uma dose de reforço da vacina dupla tipo adulto.
O programa de humanização no pré-natal e nascimento (PHPN) estabelece que deve ser cinco o número mínimo de consultas de pré-natal, sendo, preferencialmente, uma no primeiro trimestre, uma no segundo e três no último trimestre da gestação.
Historicamente, no Brasil, o Controle das Infecções Hospitalares teve seu marco referencial com a Portaria MS nº. 196/1993, que instituiu a implantação de Comissões de Controle de Infecções Hospitalares em todos os hospitais do país, independente de sua natureza jurídica. Quanto às normas de biossegurança dos profissionais de saúde, existem protocolos de procedimentos recomendados quando da ocorrência de acidentes de trabalho com exposição ao sangue e outros fluidos potencialmente contaminados. Os procedimentos recomendados em caso de exposição ao material biológico incluem cuidados locais na área exposta, imunização contra o tétano, quimioprofilaxia para hepatite B e HIV e acompanhamento sorológico para o HIV e para o vírus das hepatites B e C.
Todas as medidas abaixo estão corretas, EXCETO:
Em caso de exposição percutânea, deve-se fazer lavagem exaustiva com água e sabão e em caso de exposição em mucosas, com água ou soro fisiológico a 0,9%.
Se a profissional de saúde estiver grávida ou amamentando, é contraindicada a administração da Imunoglobulina hiper-imune contra Hepatite B (IGHAHB).
A quimioprofilaxia para o HIV deve ser iniciada o mais rápido possível, idealmente, até duas horas após o acidente e no máximo em setenta e duas horas.
O profissional que teve exposição ocupacional ao HIV, até que seja definitivamente liberado, deverá ser orientado a usar preservativos durante as relações sexuais e evitar a gravidez e o aleitamento materno.
Gestante 15 (quinze) anos, primigesta, analfabeta, no segundo trimestre de gestação, foi orientada em consulta de enfermagem para realizar esquema de vacina dupla tipo adulto (dT), pois não possui histórico de imunização comprovado. O esquema vacinal que deverá ser adotado neste caso será
três doses, o mais precocemente possível, com intervalo mínimo de dez dias.
uma dose de reforço apenas.
três doses, o mais precocemente possível, com intervalo de sessenta dias ou no mínimo de trinta dias.
três doses, com intervalo mínimo de quinze dias, e uma dose de reforço em dez meses.
duas doses de reforço com intervalo de seis meses.