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G.M., 19 anos de idade, residente em Pariqueraçu – SP, primigesta, com 16 semanas de gestação, sem nenhuma consulta de pré-natal e sem carteira de vacinação, ficará hospedada na casa da avó, em Olímpia, até o puerpério. A avó levou–a à Unidade de Saúde da Família onde é cadastrada. Com relação ao esquema vacinal da gestante para prevenção do tétano neonatal, a conduta correta é
solicitar documentação vacinal da unidade onde a gestante reside, para dar início ao esquema vacinal
iniciar, de imediato, esquema vacinal com duas doses de dTpa, com intervalo de 30 dias entre as doses.
aguardar a 20a semana de gestação e, não havendo intercorrências, aplicar uma dose de dTpa.
iniciar, de imediato, esquema com três doses de dTpa, com intervalos de 30 dias entre as doses.
iniciar esquema com duas doses de dT e uma de dTpa, com intervalo de dois meses entre as doses.
Chegou à unidade de saúde, uma mulher, 38 anos, terceira gestação, última gestação há mais de 10 anos, desconhece histórico vacinal contra tétano, sabe dizer apenas que tomou três doses de Hepatite B recentemente, estando ela imune a está última comprovadamente pelo exame de sangue. Qual esquema antitetânico deve ser adotado para esta gestante?
Uma dose de dTpa a partir da 20ª semana de gestação, o mais precocemente possível.
Uma dose de dT e uma dose de dTpa, sendo que a dTpa deve ser aplicada a partir da 20ª semana de gestação, o mais precocemente possível. Respeitar intervalo mínimo de um mês entre elas.
Uma dose de dT o mais precocemente possível.
Duas doses de dT e uma dose de dTpa, sendo que a dTpa deve ser aplicada a partir da 20ª semana de gestação. Respeitar intervalo mínimo de um mês entre elas.
Em relação à vacinação de gestantes e lactantes, considere as seguintes afirmativas:
1. Gestantes não devem receber vacinas vivas, pois existe a possibilidade de passagem dos antígenos vivos atenuados para o feto, o que pode causar alguma alteração, como malformação, aborto ou trabalho de parto prematuro.
2. Em situações específicas de profilaxia, indica-se a imunização ativa, que prevê o recebimento de soros ou imunoglobulinas específicos, como a imunoglobulina específica contra varicela ou hepatite B ou imunoglobulina hiperimune.
3. A vacina contra febre amarela não está indicada para mulheres que estejam amamentando, devendo ser adiada até a criança completar seis meses de idade.
Assinale a alternativa correta.
Em relação à vacinação de rotina da gestante no pré-natal de baixo risco, assinale a alternativa que contempla as vacinas corretas.
Hepatite B, Influenza e dTpa.
Hepatite B, Influenza e DTP.
Hepatite B, Febre Amarela e DTP.
Hepatite B, DTP e Febre Amarela.
As vacinas do calendário da gestante são essenciais para prevenir problemas graves com a saúde da mãe e do bebê. Com a vacinação, os anticorpos (agentes de defesa) da mãe são transferidos para ele através da placenta durante a gestação e, após o nascimento, pelo leite materno. De acordo com o Programa de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde (MS), a vacina dTpa (tríplice bacteriana acelular do tipo adulto) que previne a difteria, tétano e coqueluche deverá, na gestante, ser administrada no esquema de:
duas doses com intervalo de 60 dias a partir da 8ª semana.
uma dose a cada gestação a partir da 10ª semana de gestação ou no puerpério (até 30 dias após o parto).
três doses, sendo uma a cada trimestre da gestação a partir da 1ª semana.
uma dose a cada gestação a partir da 20ª semana de gestação ou no puerpério (até 45 dias após o parto).
duas doses sendo a primeira dose na 15ª semana de gestação e a segunda dose na 28ª semana de gestação.
A vacinação durante a gestação objetiva não somente proteger a gestante, mas também o feto. Considerando os riscos de a gestante não vacinada contrair a doença e de haver transmissão vertical, o Programa Nacional de Imunização reforça a importância de que a mulher receba, no período gestacional, entre outras, a vacina contra
a influenza A H1N1.
a hepatite B.
o tétano neonatal.
a rubéola congênita.
Para gestantes, não vacinadas contra hepatite B, em qualquer faixa etária e idade gestacional, a recomendação é:
Administrar 3 (três) doses da vacina hepatite B.
Administrar 2 (duas) doses da vacina hepatite B.
Administrar dose única da vacina hepatite B.
Administrar 3 (três) doses da vacina somente após 3 meses de lactação.
A vacina para mulheres grávidas é essencial, para prevenir doenças para ela e para o bebê. Constituem vacinas do calendário da gestante 2019:
Hepatite B - 2 doses, de acordo com a situação vacinal, dupla adulto (DT) – 2 doses, de acordo com a situação vacina, dTpa – uma dose a cada gestação a partir da 20ª semana de gestação ou no puerpério (até 45 dias após o parto), a influenza – 1 dose anual e a tríplice viral - uma dose anual.
Pentavalente - 3 doses, de acordo com a situação vacinal, dupla adulto (DT) – 3 doses, de acordo com a situação vacina, dTpa – uma dose a cada gestação a partir da 20ª semana de gestação e a febre amarela1dose anual.
Tríplice bacteriana- 3 doses, de acordo com a situação vacinal, dupla adulto (DT) – 3 doses, de acordo com a situação vacina, varicela – uma dose a cada gestação a partir da 28ª semana de gestação ou no puerpério (até 45 dias após o parto) e a influenza1dose anual.
Hepatite B - 3 doses, de acordo com a situação vacinal, dupla adulto (DT) – 3 doses, de acordo com a situação vacina, dTpa – uma dose a cada gestação a partir da 20ª semana de gestação ou no puerpério (até 45 dias após o parto) e as vacinas da influenza e varicela a cada gestação- 1dose anual.
Hepatite B - 3 doses, de acordo com a situação vacinal, dupla adulto (DT) – 3 doses, de acordo com a situação vacina, dTpa – uma dose a cada gestação a partir da 20ª semana de gestação ou no puerpério (até 45 dias após o parto) e a influenza- 1dose anual.
O Ministério da Saúde preconiza que as gestantes não devem receber vacinas vivas, pois existe a possibilidade de passagem dos antígenos vivos atenuados para o feto, causando alguma alteração, como malformação, aborto ou trabalho de parto prematuro. Com base no exposto, assinale a alternativa que apresenta exemplo de vacina com antígenos vivos.
Pentavalente
Hepatite A
Hepatite B
Varicela
Vacina injetável contra poliomielite
A Organização Mundial de Saúde (OMS) informa que a vacina estimula o corpo a se defender contra os organismos (vírus e bactérias) que provocam doenças. No que se refere ao calendário de vacinação é CORRETO afirmar que entre as vacinas necessárias para as gestantes estão:
Tétano, dengue e febre amarela.
Difteria, tétano e HPV.
Sarampo, caxumba e rubéola.
Tríplice viral, tétano e influenza (gripe).
Tríplice bacteriana acelular do tipo adulto, Influenza (gripe) e Hepatite B.
A vacinação durante a gestação objetiva não somente a proteção da gestante, mas também a proteção do feto. Não há evidências de que, em gestantes, a administração de vacinas de vírus inativados (raiva humana e influenza, por exemplo), de bactérias mortas, toxoides (tetânico e diftérico) e de vacinas constituídas por componentes de agentes infecciosos (hepatite B, por exemplo) acarrete qualquer risco para o feto. Nesse sentido, assinale a alternativa correta sobre vacinação em gestante.
Nas gestantes com esquema incompleto de antitetânica (uma ou duas doses), iniciar novo esquema com três doses, em intervalos de 30 a 60 dias.
A vacina contra a influenza deve ser aplicada em toda gestante, com qualquer idade gestacional, ou em puérperas até 45 dias após o parto, na época da campanha anual.
Gestantes que possuam esquema vacinal da hepatite B incompleto deverão iniciar novo esquema vacinal de três doses.
Gestante que possui esquema completo, com a última dose de dT há menos de 5 anos, deve realizar uma dose de DTPa.
O esquema completo (três doses) para vacinação de hepatite B, quando necessário ser realizado na gestante, deverá ser iniciado o mais precocemente, preferencialmente no primeiro trimestre, seguindo o esquema com intervalo de 30 dias entre a primeira e a segunda e de 180 dias entre a primeira e a terceira dose.
A vacina para mulheres grávidas é essencial para prevenir doenças, tanto para elas como para o bebê. Elas não podem tomar as mesmas vacinas que qualquer adulto e, portanto, têm um esquema vacinal diferenciado. Entre as vacinas recomendas para as mulheres grávidas incluem-se as descritas a seguir, com exceção da alternativa:
Hepatite B 3 doses.
Influenza 1 dose.
Dupla adulto 3 doses.
Tríplice viral 2 doses.
Dona Maria, gestante de 08 meses, foi a Unidade de Saúde para receber uma dose de reforço da vacina antitetânica. Assim, Dona Maria estará promovendo em seu organismo uma imunização considerada:
ativa, natural adquirida;
passiva, natural adquirida;
ativa, artificial adquirida;
passiva, artificial adquirida.
Uma gestante com 30 anos de idade e 23 semanas de gestação chega à sala de vacina de uma unidade de saúde, encaminhada pelo obstetra para atualizar seu cartão de vacina. No cartão apresentado pela gestante consta o registro de três doses da vacina dupla adulto (dT) realizadas em sua última gestação, há 5 anos, e uma dose de influenza realizada há 5 meses, no período da campanha. Além disso, ela foi vacinada contra a hepatite B com três doses, há mais de 10 anos, e apresentou Anti-HBs > 10 mUI/ml. Considerando a idade, o período gestacional e o histórico vacinal/imunológico da gestante, a vacina e o número de doses que devem ser indicadas, respectivamente, são:
a vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis acelular tipo adulto (dTpa) – 1 dose.
a vacina contra hepatite B – 1 dose de reforço.
a vacina adsorvida contra difteria e tétano tipo adulto (dT) – 1 dose.
a vacina contra influenza – 1 dose de reforço.
A atuação do enfermeiro na atenção primária é de suma importância para a garantia de uma assistência pré-natal de qualidade, o que requer atualização de conhecimentos específicos nessa área do saber. Em uma Unidade de Atenção Primária, o enfermeiro recebeu para primeira consulta pré-natal uma gestante, com 25 anos, G2P1A0, IG: 15 semanas, de posse dos exames e de seu cartão de vacinação. Os exames apresentaram os seguintes resultados: Hb 12g/dl, Ht: 38%, Anti-HBs inferior a 2mUI/mL (Não reagente), VDRL não reagente, Rubéola anticorpos IgG inferior a 2UI/mL (Não reagente) e IgM 0,15 UI/mL (Não reagente), HBsAg 0,12 (Não reagente). O cartão de vacinas evidenciou vacinação completa para hepatite B e esquema completo de vacinação antitetânica em 2013. Com base na descrição acima, marque a alternativa correta acerca da conduta sobre vacinação na gestação a ser fornecida pelo enfermeiro.
As vacinas contra hepatite B e dTpa já deverão ser aplicadas no dia da consulta.
A paciente necessita de uma dose de reforço de dT e uma dose de dTpa nessa gestação.
Deverão ser aprazadas e oferecidas as vacinas contra Influenza, Hepatite B e dTpa.
A paciente já poderá tomar a vacina contra Influenza e tríplice viral nessa gestação.
Deverão ser aprazadas e oferecidas à gestante as vacinas Influenza, dTpa e tríplice viral.
Para gestantes que não receberam a vacina dTpa durante o período gestacional, a recomendação do Ministério da Saúde é
administrar uma dose fracionada da vacina, imediatamente após o parto.
não vacinar caso a paciente já tenha recebido uma dose da vacina em gestações anteriores.
não vacinar caso a puérpera esteja amamentando.
administrar uma dose da vacina, no puerpério, o mais precocemente possível.
vacinar após 30 dias da data do parto.
Uma gestante procura a Unidade Básica de Saúde (UBS) para receber vacinação sem a carteira de vacinas. A gestante não tem a lembrança das vacinas tomadas anteriormente. A vacina que deverá ser administrada pela equipe é
meningite.
toxoplasmose.
rubéola.
tétano.
febre amarela.
Atualmente há duas vacinas aprovadas e comercialmente disponíveis no Brasil: a bivalente, que protege contra os tipos oncogênicos 6 e 11, e a quadrivalente, que protege contra os tipos não oncogênicos 16 e 18 e os tipos oncogênicos 6 e 11.
Certo
Errado
Gestante, 25 anos e com 21 semanas de gestação, recebe orientações durante a consulta de pré-natal sobre a vacina dTpa. Segundo calendário vacinai do ministério da saúde (2018), é correto afirmar que
deve ser administrada 1 dose da vacina dTpa a cada gestação a partir da 20ª semana de gestação.
deve ser administrada 1 dose da vacina dTpa somente na primeira gestação a partir da 12ª semana de gestação.
a vacina dTpa não deve ser administrada em gestantes.
deve ser administrada 1 dose da vacina dTpa somente a partir da 2ª semana de puerpério.