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Um paciente com doença renal crônica em acompanhamento na Atenção Primária à Saúde (APS) apresenta aumento progressivo da creatinina sérica, edema em membros inferiores, oligúria e piora pressórica. O Enfermeiro reconhece necessidade de reavaliação clínica e articulação com a rede especializada. Diante disso, analise as assertivas abaixo:
I. O agravamento da função renal determina encerramento do acompanhamento pela APS.
II. A APS mantém responsabilidade pela coordenação do cuidado, monitoramento clínico, educação em saúde e encaminhamento conforme estratificação de risco.
III. Alterações laboratoriais isoladas não justificam monitoramento contínuo.
Pode-se afirmar que:
Apenas I e II estão corretas.
Apenas II e III estão corretas.
Apenas II está correta.
Apenas III está correta.
Os cuidados de enfermagem do técnico de enfermagem em um paciente com insuficiência renal crônica são:
realizar controle glicêmico e manter restrição hídrica
monitorar peso diário após almoço e reduzir ingesta hídrica
realizar controle do débito urinário e estimular ingesta hídrica
identificar sinais de confusão mental e estimular ingesta proteica
Um homem de 55 anos, com diagnóstico de Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) há 10 anos e Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), é acompanhado pela Estratégia Saúde da Família (ESF). Em uma consulta de enfermagem, o Enfermeiro identifica: hemoglobina glicada de 10,2%, pressão arterial de 158/96 mmHg, creatinina sérica de 2,1 mg/dl, taxa de filtração glomerular estimada (TFGe) de 38 mL/min/1,73 m² e relação albumina-creatinina urinária de 320 mg/g. O Enfermeiro reconhece o estágio de Doença Renal Crônica (DRC) e avalia a necessidade de encaminhamento para atenção especializada, com base nos Protocolos de Encaminhamento da Atenção Primária para a Atenção Especializada e no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) de Cuidado ao Paciente com Doença Renal Crônica. Avaliando esse caso, assinale a alternativa CORRETA.
O valor de TFGe de 38 ml/min/1,73 m² com albuminúria persistente, no contexto de DM2 e HAS, corresponde a DRC com redução moderada a grave da função renal associada à albuminúria importante e, conforme os critérios dos Protocolos de Encaminhamento, constitui indicação para referenciamento à nefrologia, mantendo-se o cuidado longitudinal na Atenção Primária à Saúde (APS).
A presença de creatinina elevada em paciente diabético hipertenso é achado esperado e não requer encaminhamento especializado, devendo o manejo ser realizado pela equipe da APS até o estágio final da doença renal.
O encaminhamento para nefrologia é indicado quando a TFGe atingir valores abaixo de 15 mL/min/1,73 m², configurando insuficiência renal terminal com necessidade iminente de terapia renal substitutiva.
A albuminúria persistente é parâmetro irrelevante para a classificação e o acompanhamento da DRC em pacientes com DM2, não sendo considerada nos critérios de encaminhamento à atenção especializada.
O controle glicêmico e pressórico adequado não influencia a progressão da DRC em pacientes com DM2, sendo o encaminhamento à nefrologia a única conduta necessária, sem necessidade de intensificação do cuidado na APS.
A insuficiência renal crônica é uma condição progressiva que exige monitoramento contínuo de função renal e assistência de enfermagem qualificada. Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do grupo 100% Saúde, o Técnico de Enfermagem atende paciente com diagnóstico de insuficiência renal crônica que apresenta edema, hipertensão e fadiga. O profissional reconhece que a assistência envolve monitoramento de pressão arterial, orientação sobre restrição hídrica e sal, e apoio para adesão ao tratamento. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, deve oferecer assistência baseada em protocolos de insuficiência renal conforme diretrizes do Ministério da Saúde. Considerando esse contexto de responsabilidade profissional e assistência ao paciente com insuficiência renal crônica, analise as afirmações a seguir e registre (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas.
(__) Paciente com insuficiência renal crônica deve ser orientado sobre restrição de ingestão de potássio, fósforo e líquidos conforme protocolo.
(__) Ganho de peso súbito em paciente com insuficiência renal crônica é sempre normal e não exige comunicação ao enfermeiro.
(__) Monitoramento de pressão arterial é essencial em paciente com insuficiência renal crônica para identificar hipertensão e complicações.
(__) Paciente com insuficiência renal crônica pode consumir qualquer alimento sem restrições, pois a dieta não afeta a função renal.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima.
F, F, V, V.
V, F, V, F.
F, V, V, F.
V, V, F, F.
Um paciente com diagnóstico de insuficiência renal crônica está em acompanhamento ambulatorial. Nos exames laboratoriais, foram encontrados os seguintes resultados:
Creatinina sérica: 6,2 mg/dL (VR: 0,6 – 1,3 mg/dL)
Ureia: 145 mg/dL (VR: 10 – 50 mg/dL)
Potássio sérico: 6,0 mEq/L (VR: 3,5 – 5,0 mEq/L)
Hemoglobina: 9,5 g/dL (VR: 13 – 18 g/dL)
Com base nesses dados, qual conduta de responsabilidade do enfermeiro é mais adequada?
Orientar aumento da ingestão de alimentos ricos em potássio para prevenir câimbras e fadiga muscular.
Informar imediatamente a equipe médica sobre o risco de arritmias devido à hipercalemia e acompanhar sinais vitais do paciente.
Reforçar com o paciente a importância da ingestão hídrica para aumentar a excreção urinária e normalizar a creatinina.
Orientar o paciente a manter sua rotina e retornar apenas se apresentar sintomas, pois as alterações são compatíveis com a doença de base.


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Um paciente com insuficiência renal crônica recebe orientações sobre cuidados em casa. O enfermeiro aborda a gestão da dieta. Sobre a assistência a pacientes com doenças crônicas, assinale a alternativa correta.
Orientar a restrição de sódio sem monitoramento da pressão arterial é suficiente para controle.
Orientar o aumento de sódio na dieta melhora a filtração renal em pacientes crônicos.
Orientar a restrição de sódio na dieta reduz o risco de edema em pacientes renais crônicos.
Orientar a dieta sem restrição de sódio elimina a necessidade de hemodiálise.
Orientar a restrição de sódio apenas em casos de insuficiência renal aguda é indicado.
Assinale a opção que apresenta um dos fatores de risco para o desenvolvimento de Doença Renal Crônica.
Prematuridade.
Diabetes gestacional.
Histórico de doença coronariana.
Idade acima de 50 anos para homens.
Idade acima de 45 anos para mulheres.
Paciente do sexo feminino, 32 anos, portadora de doença renal crônica, apresenta Taxa de Filtração Glomerular (TFG) estimada em 80 ml/min/1,73 m², proteinúria discreta, pressão arterial controlada com uso de anti-hipertensivos e exame de imagem evidenciando rim com dimensões preservadas.
De acordo com a classificação da Doença Renal Crônica preconizada pelo Ministério da Saúde, o estadiamento deste caso, de acordo com a TFG, corresponde ao
Estágio 1.
Estágio 3.
Estágio 4.
Estágio 2.
Estágio 5.
Com base nas diretrizes clínicas para a assistência ao paciente com doença renal crônica, assinale a opção que indica, corretamente, um cuidado recomendado para qualquer estágio da doença.
A monitorização mensal dos níveis séricos de potássio e sódio.
O controle da Pressão Arterial objetivando um alvo de PA < 145/95 mmHg.
A manutenção da hemoglobina glicada em torno de 7% em pacientes diabéticos.
A redução da ingestão de proteínas para 1,3 g/Kg/dia em pacientes adultos.
O incentivo à ingestão de líquidos para promover a eliminação de toxinas.
No cuidado de pacientes com insuficiência renal crônica, qual das seguintes intervenções deve ser considerada prioritária?
Administrar diuréticos sem prescrição.
Monitorar níveis de potássio e balanço hídrico.
Estimular ingestão de proteínas.
Oferecer dieta rica em sódio.


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Um paciente de 48 anos com doença renal crônica (DRC) estágio 4, está internado para o acompanhamento da progressão da doença. Durante a avaliação de enfermagem, ele relata fraqueza, náuseas frequentes e apresenta edema moderado em membros inferiores. Seus exames laboratoriais revelam Hb (hemoglobina) de 8,5 g/dL e fósforo sérico (P) de 6,8 mg/dL.
A conduta correta a ser tomada pelo enfermeiro é
verificar com o médico a necessidade de suspender a administração de eritropoetina devido ao risco de aumento da fraqueza muscular.
incentivar a ingestão de alimentos ricos em fósforo para corrigir os níveis de anemia.
aumentar a ingestão de líquidos para diluir o fósforo sérico elevado e reduzir os efeitos da hiperfosfatemia.
solicitar exames de sangue para avaliar marcadores inflamatórios.
orientar sobre restrição de alimentos ricos em fósforo e administrar quelantes de fósforo conforme prescrição médica.
Paciente, 25 anos, portador de doença renal crônica avançada, dá entrada no pronto-socorro com queixas de fadiga, náuseas e vômitos. Ao exame, encontra-se com frequência respiratória de 30 irpm, PA de 140/90 mmHg e sem sinais de comprometimento neurológico agudo. Foi realizada gasometria arterial com os seguintes resultados: pH = 7,20, HCO₃⁻ = 12 mEq/L, PaCO₂ = 28 mmHg.
Com base nesses dados, assinale a opção que representa corretamente a alteração ácido-básica predominante.
Alcalose respiratória
Acidose metabólica
Acidose respiratória
Alcalose metabólica
Distúrbio misto
Um paciente de 68 anos internado com insuficiência renal crônica apresenta edema generalizado, fadiga intensa e pressão arterial elevada. O enfermeiro deve organizar a assistência utilizando a SAE e a Taxonomia NANDA-I. Qual das seguintes ações demonstra melhor integração entre diagnóstico, planejamento e implementação nessa situação descrita?
Registrar apenas os sinais clínicos observados, sem propor intervenções, e aguardar avaliação médica.
Formular o diagnóstico de Enfermagem “Excesso de volume de líquidos relacionado à retenção renal”, planejar intervenções como monitoramento de peso diário, balanço hídrico rigoroso e orientação sobre dieta hipossódica, e implementar essas ações de forma sistemática.
Formular o diagnóstico de Enfermagem “Excesso de volume de líquidos relacionado à retenção renal”, planejar intervenções como monitoramento de peso diário e orientação sobre dieta hipossódica, e implementar essas ações de forma sistemática.
Formular o diagnóstico de Enfermagem “Retenção renal relacionada a líquidos”, planejar intervenções como monitoramento de balanço hídrico rigoroso e orientação sobre dieta hipossódica, e implementar essas ações de forma sistemática.
Aplicar intervenções genéricas para todos os pacientes renais, sem individualização do cuidado.
Doença renal crônica (DRC) é um termo geral para alterações heterogêneas que afetam tanto a estrutura, quanto a função renal, com múltiplas causas e múltiplos fatores de prognóstico.
Assinale a alternativa correta em relação ao tema.
Todos os pacientes com doença renal crônica necessitam de algum tipo de terapia renal substitutiva (TRS), sendo as modalidades disponíveis: a hemodiálise, a diálise peritoneal e o transplante renal.
A DRC é uma doença de curso prolongado, insidioso, e que, na maior parte do tempo de sua evolução, é assintomática. Muitos fatores estão associados tanto à etiologia quanto à progressão para perda de função renal.
A DRC é uma doença de início abrupto e que, na maior parte do tempo de sua evolução, é sintomática e de rápido diagnóstico.
Constituem fatores de risco pessoas com Diabetes, hipertensão, sedentárias, história de cálculos renais prévios. A história familiar de DRC não constitui fator de risco.
Dentre os cuidados ao paciente com DRC está a orientação do aumento do consumo de sódio e potássio, de proteínas e de alta ingesta hídrica.
Acerca da Doença Renal Crônica – DRC, avalie as afirmativas a seguir e assinale (V) para a afirmativa verdadeira e (F) para a falsa.
( ) É considerado portador de doença renal crônica o indivíduo que, independentemente da causa, apresente, por pelo menos dois meses consecutivos, TFG < 80mL/min/1,73m².
( ) Entre os principais fatores de risco para doença renal crônica estão o diabetes mellitus e a hipertensão arterial.
( ) O tratamento conservador da Doença Renal Crônica consiste em controlar os fatores de risco para a progressão da DRC, bem como para os eventos cardiovasculares e mortalidade.
As afirmativas são, respectivamente,
V – V – V.
F – V – V.
V – F – V.
F – F – F.
V – F – F.


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Um paciente com insuficiência renal crônica está na UTI recebendo digoxina para tratamento de insuficiência cardíaca. Qual complicação é mais provável em pacientes com insuficiência renal que estão sendo tratados com digoxina?
Hiperglicemia.
Hipocalemia.
Hipernatremia.
Hipertermia.
Intoxicação digitálica.
A Doença Renal Crônica refere-se à destruição progressiva gradual e irreversível de grande número de néfrons e consequentemente da função renal, urinária e endócrina na qual o organismo não mantém o equilíbrio metabólico e hidroeletrolítico. Sobre a atuação de enfermagem, nos cuidados ao paciente com esse gravo de saúde, assinale a alternativa correta.
Mesmo com a inversão da pirâmide etária e consequente envelhecimento populacional, a incidência de doenças crônicas não transmissíveis não é considerada fator determinante para o desenvolvimento da insuficiência renal crônica.
Quando se elabora a assistência de enfermagem, tem-se que a limitação da enfermagem reside no fato de que as teorias de enfermagem não podem ser aplicadas porque são modelos de cuidados elaborados para retratar conceitos e tentar descrever fenômenos em nível teórico, não tendo aplicação prática.
O desequilíbrio hidroeletrolítico oriundo da doença renal crônica se dá por conta da destruição progressiva, que pode ser diminuída, parada e até revertida, de um número considerável de néfrons e consequente perda da função renal.
Frente a esse problema, o enfermeiro tem um papel muito importante no cuidado do paciente renal crônico, e uma tarefa de destaque é o incentivo ao autocuidado, de modo a facilitar a cooperação e adesão do paciente ao tratamento, além de estimulá-lo a enfrentar as mudanças cotidianas e a alcançar o seu bem-estar.
É um quadro extenuante e a ação do enfermeiro em patologias renais crônicas não tem por objetivo amenizar a expectativa e ansiedade de pacientes e familiares, nem tem a obrigação de esclarecer todos os envolvidos a respeito do quadro do paciente e a melhor forma de tratar.
A Doença Renal Crônica (DRC) é uma condição na qual os rins sofrem danos progressivos e irreversíveis ao longo do tempo, levando a uma diminuição na função renal. Assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma complicação dessa patologia.
Pericardite.
Trombocitopenia.
Hiperpotassemia.
Anemia.
Doenças ósseas.
As doenças crônicas prevalentes na população mundial, são importantes fatores de risco para o desenvolvimento de doenças renais crônicas, (DRC). Nesse contexto, a equipe de enfermagem desempenha um papel fundamental, no que diz respeito à promoção da saúde, à prevenção dessa doença e ao tratamento de clientes que são acometidos por elas. Em relação às DRC, marque (V) para verdadeiro e (F) para falso, nos fatores de risco para desenvolver DRC.
( ) DM (tipo 1 ou tipo 2).
( ) Hipertensão.
( ) Idosos.
( ) Obesidade (IMC> 30kg/m²).
( ) Tabagismo.
V – V – F – V – F.
V – V – V – V – V.
V – F – F – F – F.
F – V – F – V – V.
F – F – F – V – F.
Assinale V para verdadeiro e F para falso quanto aos sintomas de uma paciente com insuficiência renal.
( ) Sente-se mais cansado e com menos energia;
( ) Tem dificuldades para se concentrar;
( ) Apresente febre, principalmente no final da tarde;
( ) Apresenta apetite reduzido;
( ) Sente cãibras à noite;
( ) Edema em pés e tornozelos
Assinale a assertiva:
V, V, F, F, V, V
V, V, F, V, V, V
V, F, F, V, F, V
V, V, V, V, V, V