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São características regimentais do planejamento em saúde na atenção básica:
Descendente e delimitado às ações da Estratégia Saúde da Família.
Integrado às demandas do complexo hospitalar.
Processo realizado pelas comissões intergestores no nível estadual.
Enfatiza-se a oferta de atendimento médico em todas as regiões.
Compatibiliza-se as necessidades das políticas de saúde com a disponibilidade de recursos financeiros.
O sistema de planejamento no SUS estabelece como instrumentos básicos para o planejamento: o plano de saúde, a programação anual de saúde e o relatório anual de gestão.
O funcionamento do sistema de planejamento do SUS (PlanejaSUS) é pautado em programa de trabalho trienal, formulado a partir da avaliação de desempenho e em conformidade com a regulamentação que norteia o planejamento estratégico traçado para execução no período.
No plano de saúde, instrumento referencial do PlanejaSUS, está definido o que se deseja alcançar no período de quatro anos, a partir da análise situacional de saúde da população e da respectiva gestão do SUS, assim como da viabilidade e exequibilidade técnica, financeira e política.
Os instrumentos inerentes ao PlanejaSUS e, portanto, às três esferas de gestão são: o plano de saúde (PS), as suas respectivas programações anuais de saúde (PAS) e os relatórios anuais de gestão (RAG).
O Sistema de Planejamento do Sistema Único de Saúde (SUS) — PlanejaSUS — tem por objetivo geral coordenar o processo de planejamento no âmbito do SUS, tendo em conta as diversidades existentes nas três esferas de governo, de modo a contribuir para a sua consolidação e, consequentemente, para a resolubilidade e qualidade da gestão e da atenção à saúde.
Quando um médico externo busca informações sobre determinado usuário, ele intenta principalmente obter avaliações clínicas divergentes — segunda opinião.