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Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a RDC nº 222/2018 regulamenta o gerenciamento de resíduos em serviços de saúde.
Analise as assertivas abaixo e, a seguir, aponte a alternativa CORRETA.
I. Resíduos perfurocortantes devem ser descartados em recipientes rígidos e resistentes à punctura.
II. Resíduos comuns podem ser acondicionados juntamente com resíduos infectantes.
III. A segregação deve ocorrer no momento da geração do resíduo.
Apenas as assertivas I e III estão corretas.
Apenas a assertiva I está correta.
Apenas as assertivas II e III estão corretas.
Apenas a assertiva II está correta.
Todas as assertivas estão corretas.
Com relação ao tratamento dos resíduos de serviços de saúde (RSS) do Grupo A, a RDC nº 222/2018 estabelece que:
I. Todos os RSS do Grupo A precisam ser obrigatoriamente tratados.
II. Quando houver a obrigação do tratamento dos RSS do Grupo A, estes devem ser acondicionados em sacos azuis.
III. Após o tratamento, os RSS são considerados rejeitos e devem ser acondicionados em saco branco leitoso.
Está CORRETO o que se afirma:
Apenas no item I.
Apenas no item II.
Apenas no item III.
Apenas nos itens II e III.
Segundo a RDC nº 222 de 28 de março de 2018, a qual regulamenta as Boas Práticas de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) e dá outras providências, marque a alternativa CORRETA.
Os rejeitos que não apresentam risco biológico, químico ou radiológico devem ser encaminhados para destinação final ambientalmente adequada, de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e à segurança e a minimizar os impactos ambientais adversos.
Os sacos para acondicionamento de RSS do grupo A devem ser substituídos ao atingirem o limite de 2/3 (dois terços) de sua capacidade ou então a cada 24 (vinte e quatro) horas, independentemente do volume.
O armazenamento interno de RSS químico ou rejeito radioativo não pode ser feito no local de trabalho onde foram gerados, sendo vedado o armazenamento dos coletores em uso fora de abrigos.
Classe de risco 3 inclui os agentes biológicos que possuem capacidade de transmissão por via respiratória e que causam patologias humanas ou animais, potencialmente letais, para as quais existem usualmente medidas de tratamento ou de prevenção.
Conforme a RDC nº 222/2018 da ANVISA, qual é a classificação das agulhas, lâminas de bisturi e escalpes?
Grupo A.
Grupo B.
Grupo D.
Grupo E.
A Resolução da Diretoria Colegiada - RDC nº 222/2018 regulamenta as Boas Práticas de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde e dá outras providências. Para efeito dessa Resolução, são adotadas algumas definições. Nesse contexto, o Enfermeiro deve estar embasado nessas discussões. Analise as asserções abaixo:
I. Gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde: conjunto de procedimentos de gestão, planejados e implementados a partir de bases científicas, técnicas, normativas e legais, com o objetivo de minimizar a geração de resíduos e proporcionar um encaminhamento seguro, de forma eficiente, visando à proteção dos trabalhadores e à preservação da saúde pública, dos recursos naturais e do meio ambiente.
II. Classe de risco 3 (elevado risco individual e elevado risco para a comunidade): classificação do Ministério da Saúde que inclui agentes biológicos que representam grande ameaça para o ser humano e para os animais, implicando grande risco a quem os manipula, com grande poder de transmissibilidade de um indivíduo a outro, não existindo medidas preventivas e de tratamento para esses agentes.
III. Classe de risco 2 (moderado risco individual e limitado risco para a comunidade): inclui os agentes biológicos que provocam infecções no homem ou nos animais, cujo potencial de propagação na comunidade e de disseminação no meio ambiente é limitado, e para os quais existem medidas terapêuticas e profiláticas eficazes. IV. Classe de risco 1 (baixo risco individual e para a comunidade): agentes biológicos conhecidos por não causarem doenças no homem ou nos animais adultos sadios.
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA.
Todas as asserções são verdadeiras.
Somente a asserção I é verdadeira.
Somente a asserção II é falsa.
Somente a asserção III é falsa.
De acordo com a RDC n° 222/2018, em relação à classificação dos resíduos de serviço de saúde do grupo A, assinale a opção correta.
Correspondem ao subgrupo A4: bolsas transfusionais contendo sangue ou hemocomponentes rejeitadas por contaminação ou por má conservação, ou com prazo de validade vencido, e aquelas oriundas de coleta incompleta.
Correspondem ao subgrupo A3: peças anatômicas (órgãos e tecidos), incluindo a placenta, e outros resíduos provenientes de procedimentos cirúrgicos ou de estudos anatomopatológicos ou de confirmação diagnóstica.
Correspondem ao subgrupo A5: órgãos, tecidos e fluidos orgânicos de alta infectividade para príons, de casos suspeitos ou confirmados.
Correspondem ao subgrupo A1: bolsas transfusionais vazias ou com volume residual pós-transfusão.
Correspondem ao subgrupo A2: peças anatômicas (membros) do ser humano; produto de fecundação sem sinais vitais, com peso menor que 500 gramas ou estatura menor que 25 centímetros ou idade gestacional menor que 20 semanas.
A Técnica de Enfermagem auxilia um paciente em seu processo de higiene pessoal. Após o barbear, é necessário descartar a lâmina utilizada conforme a RDC Nº 222/2018 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que regulamenta as boas práticas de gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde.
Marque a alternativa que indica de forma CORRETA a qual grupo de resíduos essa lâmina pertence:
E.
D.
C.
B.
A.
A RDC nº 222/2018 da Anvisa estabelece o regulamento técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde, visando proteger a saúde pública e o meio ambiente. Um dos pontos fundamentais é a correta classificação desses resíduos em grupos distintos, conforme suas características e riscos associados. Em qual grupo de classificação se encaixam os resíduos de restos de alimentos de pacientes?
A.
B.
C.
D.
E.
Nos serviços de urgência e emergência, o manejo adequado dos resíduos é fundamental para garantir a biossegurança da equipe multiprofissional e dos pacientes.
De acordo com a Resolução RDC nº 222, de março de 2018, que versa sobre as Boas Práticas de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde, em seu Anexo I, acerca da classificação dos resíduos de serviços de saúde, os resíduos com possível presença de agentes biológicos que, por suas características, podem apresentar risco de infecção, são classificados como do
Grupo B.
Grupo A.
Grupo C.
Grupo D.
Grupo E.
Com base na Resolução RDC nº 222/2018, o abrigo externo é:
O ambiente para armazenamento temporário de resíduos.
O ambiente para armazenamento externo de coletores de resíduos.
A sala para limpeza e desinfecção de materiais.
O local para disposição final de resíduos perigosos.
Segundo a Resolução RDC nº 222/2018, os sacos contendo Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) do grupo A de fácil putrefação devem ser substituídos no máximo a cada:
8 horas, independentemente do volume.
15 horas, dependendo do volume.
24 horas, independentemente do volume.
30 horas, dependendo do volume.
Conforme a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 222/2018 da ANVISA, assinale a alternativa que corresponde corretamente aos tipos de resíduos classificados no grupo D.
Resíduos que não apresentam risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares.
Resíduos com a possível presença de agentes biológicos que, por suas características, podem apresentar risco de infecção.
Resíduos contendo produtos químicos que podem apresentar risco à saúde pública ou ao meio ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade.
Rejeitos radioativos.
Após administrar uma injeção de insulina com seringa e agulha descartável em um paciente na unidade de saúde, como o técnico de enfermagem deve proceder para o descarte seguro deste material perfurocortante, conforme as normas da ANVISA (RDC 222/2018)?
Descartar no lixo comum do consultório.
Descartar no saco de lixo branco leitoso (infectante).
Descartar o conjunto seringa-agulha (sem reencapar) diretamente em um coletor de paredes rígidas, resistente a perfurações, identificado com símbolo de risco biológico (caixa tipo Descarpack®).
Reencapar a agulha cuidadosamente antes de descartar no lixo infectante.
Sobre a classificação dos resíduos dos serviços de saúde determinada na resolução de diretoria colegiada (RDC) nº 222/2018, os resíduos comuns, químicos, perfurocortantes e radioativos pertencem, respectivamente, aos grupos:
A / B / C / D
D / B / E / C
C / A / B / E
D / C / E / B
De acordo com a RDC nº 222/2018, que regulamenta as Boas Práticas de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde, são classificados como resíduos do Grupo E:
Materiais que não apresentam risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares.
Peças anatômicas (órgãos e tecidos), placenta, e outros resíduos provenientes de procedimentos cirúrgicos ou de estudos anatomopatológicos ou de confirmação diagnóstica.
Materiais perfurocortantes ou escarificantes, tais como: agulhas, escalpes, ampolas de vidro, lâminas de bisturi, lancetas, todos os utensílios de vidro quebrados no laboratório (pipetas, tubos de coleta sanguínea e placas de Petri) e outros similares.
Materiais que contenham produtos químicos que apresentam periculosidade à saúde pública ou ao meio ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade, carcinogenicidade, teratogenicidade, mutagenicidade e quantidade.
De acordo com o Artigo 6º da RDC nº 222/2018, no Plano de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS), constitui-se atribuição do gerador de resíduos de serviços de saúde
descrever as ações a serem adotadas em situações de emergência e incidentes decorrentes do gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde.
descrever os procedimentos relacionados ao planejamento dos resíduos de serviços de saúde quanto à segregação, ao acondicionamento, ao armazenamento, ao transporte e à disposição final.
estimar a quantidade dos resíduos de serviços de saúde sem considerar a classificação para os grupos e subgrupos a que pertencem.
apresentar cópia do contrato de prestação de serviços e da licença ambiental das empresas prestadoras de serviços para a destinação dos resíduos de serviços de saúde.
estar em conformidade com a regulamentação sanitária e ambiental, sem priorizar as normas de coleta e transporte dos serviços locais de limpeza urbana.
Sobre o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) na prática de enfermagem: com base na RDC nº 222/2018 e nas boas práticas assistenciais, analise as afirmativas.
I – Perfurocortantes podem ir em saco resistente junto aos infectantes, se estiverem identificados.
II – Revelador e fixador radiográfico podem ser diluídos e descartados na rede coletora em volumes baixos.
III – O PGRSS assegura segregação na fonte, recipiente rígido para perfurocortantes e rotas internas por tipo de resíduo.
IV – Medicamentos vencidos e resíduos hormonais integram o grupo B com identificação e destino licenciado.
Estão corretas as afirmativas:
I, II e III, apenas.
III e IV, apenas.
II e III, apenas.
I, II, III e IV.
Em um hospital de grande porte, a equipe de enfermagem identificou divergências no acondicionamento de resíduos químicos e biológicos. Com isso em mente, identifique o item correto sobre o Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde, segundo a RDC Anvisa nº 222/2018 e demais legislações.
O armazenamento transitório de resíduos infectantes por até 72 horas em área refrigerada é facultativo, pois a legislação permite estocagem prolongada a temperatura ambiente.
Os resíduos de produtos químicos controlados devem ser mantidos em recipientes secundários estanques, com identificação específica, respeitando-se a compatibilidade entre os reagentes.
As agulhas usadas podem ser descarregadas em coletores rígidos ou sacos brancos, desde que devidamente selados, pois não exigem separação de resíduos perfurocortantes.
O descarte de resíduos radioativos em sistemas de esgoto é permitido quando liberados por decaimento natural em 24 horas, sem necessidade de controle de traçabilidade.
Os resíduos do Grupo A, quando submetidos a processo de autoclavagem, podem ser dispostos diretamente no lixo comum, dispensando segregação prévia e registro de validação.
Durante investigação de surto de gastroenterite em escola municipal, o técnico de enfermagem é designado para coleta e transporte de amostras biológicas. Considerando as diretrizes da Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde (2022) e as normas da ANVISA (RDC 222/2018), qual conduta está corretamente alinhada ao manejo técnico e ético da situação?
Coletar amostras em frascos limpos, independentemente de esterilidade, desde que a análise laboratorial seja realizada no mesmo turno.
Utilizar recipientes estéreis rotulados, garantir acondicionamento térmico adequado e registrar a rastreabilidade da amostra em formulário específico.
Transportar material biológico em recipiente aberto, priorizando agilidade para evitar degradação enzimática do conteúdo fecal.
Enviar amostras sem identificação nominal para assegurar anonimato absoluto dos indivíduos submetidos à coleta.
Delegar a coleta ao pessoal de limpeza da escola, supervisionando apenas o registro das informações epidemiológicas.
Segundo a RDC 222/2018, o descarte de frascos parcialmente utilizados de quimioterápicos deve ocorrer, preferencialmente, por meio de:
Neutralização química em pia exclusiva do setor e encaminhamento ao esgoto hospitalar.
Segregação em recipiente rígido de resíduos químicos Grupo B, com posterior envio a empresa licenciada para incineração controlada.
Processamento térmico em autoclave de alta pressão e descarte no lixo comum após resfriamento.
Retorno ao fabricante para reaproveitamento, desde que mantida a cadeia fria.