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Durante a rotina da sala de vacinação de uma Unidade Básica de Saúde, o enfermeiro identificou que a câmara refrigerada, contendo diferentes imunobiológicos do calendário do Programa Nacional de Imunizações (PNI), permaneceu a 10°C por período superior a duas horas. No que tange às normas técnicas vigentes do PNI, a conduta adequada, nesse caso, é:
manter o uso dos imunobiológicos desde que não haja alteração no aspecto físico do frasco
descartar todos os imunobiológicos expostos ao desvio térmico, independentemente de avaliação técnica posterior
avaliar o tipo de imunobiológico, registrando o ocorrido e mantendo sob refrigeração até decisão da própria equipe da unidade
suspender o uso dos imunobiológicos expostos, identificá-los e mantê-los sob temperatura adequada, registrar formalmente o desvio e comunicar à instância superior, aguardando orientação técnica quanto ao aproveitamento ou descarte
Durante uma inspeção de rotina na sala de imunização de uma Unidade Básica de Saúde, o técnico em enfermagem constata que a temperatura da câmara refrigerada onde estão armazenadas as vacinas está em 9°C. Considerando as diretrizes do Programa Nacional de Imunizações (PNI) sobre conservação de imunobiológicos, assinale a alternativa CORRETA que corresponde a conduta adequada.
Notificar o responsável técnico, isolar os imunobiológicos e registrar o ocorrido.
Aumentar a potência da câmara fria e manter o uso das vacinas.
Seguir aplicando as vacinas normalmente, pois essa variação é aceitável.
Descartar imediatamente todas as vacinas da câmara.
Assinale a alternativa que consolida monitoramento eletrônico, acondicionamento e investigação de excursões térmicas na gestão da cadeia de frio em imunização.
Utilizar caixas térmicas genéricas, organizar frascos por volume de uso e ajustar temperatura por sensação térmica local.
Manter frascos na porta da câmara, registrar leituras esporádicas e arquivar eventos adversos em caderno avulso.
Empregar registrador eletrônico de dados, usar elementos térmicos validados, posicionar frascos fora da porta e vincular excursões a investigação com notificação padronizada.
Escolher gelo doméstico para transporte, abrir a câmara em intervalos frequentes e priorizar inspeção visual em detrimento de registro eletrônico.
Degelar vacinas em bancada, utilizar embalagens sem identificação e arquivar registros quando conveniente.
Os testes imuno-hematológicos pré-transfusionais são fundamentais para garantir a segurança e a eficácia das transfusões de hemocomponentes, incluindo os plasmáticos e crioprecipitados. De acordo com as diretrizes estabelecidas pela Anvisa e pela RDC nº 34, de 11 de junho de 2014, é imprescindível a realização de uma série de exames antes da transfusão para assegurar a compatibilidade entre o sangue do doador e do receptor.
Considerando os requisitos normativos e as melhores práticas na área de transfusão sanguínea, assinale a alternativa que lista corretamente todos os testes imuno-hematológicos obrigatórios a serem realizados no sangue do receptor antes da transfusão de hemocomponentes plasmáticos e crioprecipitados.
TGO, TGP e hemograma, com ênfase na avaliação da função hepática e das células sanguíneas.
Tipagem ABO (direta e reversa) no sangue do receptor, juntamente com testes de TGO (transaminase glutâmico oxalacética) e TGP (transaminase glutâmico pirúvica), devido a possíveis danos hepáticos intratransfusionais.
Determinação do fator RhD no sangue do receptor e glicemia em jejum, visando monitorar o estado glicêmico do paciente pré-transplante.
Hemograma completo e tipagem ABO (direta e reversa) no sangue do receptor, para avaliar a condição hematológica geral.
Tipagem ABO (direta e reversa) no sangue do receptor e determinação do fator RhD no sangue do receptor, com o objetivo garantir a compatibilidade.
Transfusões de sangue e hemoderivados - A RDC nº 34, de 11 de junho de 2014, da ANVISA, descreve sobre os requisitos de boas práticas a serem cumpridas pelos serviços de hemoterapia, que desenvolvem atividades relacionadas ao ciclo produtivo do sangue, componentes e serviços de saúde que realizam procedimentos transfusionais, a fim de que seja garantida a qualidade dos processos, produtos e redução dos riscos sanitários e a segurança transfusional. Para a doação de sengue é incorreto afirmar:
A frequência cardíaca não deve ser menor que 50 (cinquenta) nem maior que 100 (cem) batimentos por minuto com pulsação normal, salvo casos devidamente justificados e registrados, após avaliação médica.
Deve-se considerar inapto temporário, por 12 (doze) meses, após a cura, o candidato a doador que teve alguma Doença Sexualmente Transmissível, (DST), sendo que o histórico de reinfecção por qualquer DST determina a inaptidão definitiva.
O peso mínimo do candidato à doação de sangue é de 65 (sessenta e cinco) kg, salvo casos devidamente justificados e registrados, após avaliação médica.
A pressão sistólica não deve ser maior que 180 (cento e oitenta) mmHg e a pressão diastólica não deve ser maior que 100 (cem) mmHg, salvo casos devidamente justificados e registrados, após avaliação médica.