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Com objetivo de estimar o tempo de gravidez, a idade do feto e a data provável do parto, os métodos para essa estimativa dependem da data da última menstruação (DUM). Assinale a opção INCORRETA em relação à afirmativa acima:
A Data da Última Menstruação corresponde ao primeiro dia de sangramento do último período menstrual referido pela mulher.
Pode-se utilizar a altura uterina mais o toque vaginal, considerando que a partir da 20ª semana, existe relação direta entre as semanas da gestação e a medida da altura uterina. Porém, esse parâmetro tornase mais fiel a partir da 30ª semana de idade gestacional.
Quando a data da última menstruação (DUM) é conhecida e de certeza, a idade gestacional pode ser estimada usando um calendário. Para tanto, deve-se somar o número de dias do intervalo entre a DUM e a data da consulta, dividindo o total por sete (resultado em semanas).
Quando a data e o período da última menstruação são desconhecidos, a idade gestacional e a data provável do parto serão, inicialmente, determinadas por aproximação, basicamente pela medida da altura do fundo do útero e pelo toque vaginal.
Quando a data e o período da última menstruação são desconhecidos alia-se à estimativa de idade gestacional a informação sobre a data de início dos movimentos fetais, habitualmente ocorrendo entre 16 e 20 semanas.
Segundo o Ministério da Saúde (2012), a mensuração da altura uterina no pré-natal tem por objetivo:
constatação objetiva de movimentos fetais
delimitação do fundo do útero com a borda cubital de ambas as mãos
estimar o ganho de peso para as gestantes durante a gestação
permitir a avaliação do colo uterino
acompanhamento do crescimento fetal e detecção precoce de alterações
Na comunidade de Serra Leoa, a enfermeira Walquíria acompanha FLS na 8ª semana de gestação, SJO na 32ª semana e JLN na 38ª semana. O plano de acompanhamento deve obedecer, respectivamente, ao seguinte intervalo de tempo:
Para FLS, duas consultas a cada quatro semanas; para SJO, uma consulta a cada semana; para JLN, quatro consultas por semana.
Para FLS, uma consulta a cada quatro semanas; para SJO, uma consulta a cada duas semanas; para JLN, uma consulta a cada semana.
Para FLS, uma consulta a cada semana; para SJO, uma consulta a cada duas semanas; para JLN, uma consulta por semana.
Para FLS, duas consultas a cada semana; para SJO, uma consulta por semana; para JLN, uma consulta a cada quatro semanas.
Para FLS, uma consulta a cada semana; para SJO, uma consulta por semana; para JLN, uma consulta a cada quatro semanas.
A enfermeira Safira da USF de Santa Clara iniciou as consultas de pré-natal da Sra. LCM de 23 anos que estava com vinte semanas de gravidez. Sobre a sequência dessa consulta, analise os itens abaixo:
I. Exame físico
II. História clínica
III. Orientação
IV. Avaliação do peso e do estado nutricional
V. Medida de altura uterina
VI. Ausculta dos batimentos cárdio-fetais
VII. Encaminhamento para realizar exames
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA
I – IV – II – III – V – VI – VII
VI – II – III – I - V – VII – IV
II – I – V - VI – IV - III – VII
II – I – IV – III – V - VI – VII
VII – II – IV – III - V – VI – I
Nas consultas pré-natais, é importante que a gestante se sinta acolhida. Por isso é primordial que os profissionais de saúde estabeleçam uma relação de confiança e respeito mútuos. Como também:
Compreenda esse estado de maior vulnerabilidade psíquica da gestante para acolhê-la, banalizando algumas queixas;
Permita a presença do parceiro na consulta, mas considerando as queixas e relato somente da gestante;
Reconheça as condições emocionais dessa gestação: se a gestante tem um companheiro ou está sozinha, se tem outros filhos, se conta com o apoio da família, se teve perdas gestacionais, se desejou conscientemente engravidar e se planejou a gravidez;
Seja sempre tecnicista, estando atento, também, para essas características comuns das diferentes etapas da gravidez, criando condições para escuta acolhedora, mas sem que os sentimentos bons e ruins possam aparecer;
Forneça, para alívio das ansiedades da mulher, orientações antecipatórias sobre a evolução da gestação e do parto: contrações, dilatação, perda do tampão mucoso, rompimento da bolsa. Deve-se, no entanto, dar todas as informações, mesmo que sejam excessivas, procurando transmitir orientações simples e claras.
O Ministério da Saúde preconiza que, no pré-natal de baixo risco, as consultas de enfermagem devem ser realizadas
de forma alternada com as consultas médicas, ao longo de toda a gestação.
até a 28a semana de gestação, e a partir dessa idade gestacional por médico generalista.
nas três primeiras vezes que a gestante comparece à unidade para o pré-natal.
em grupo, até a 32a semana de gestação, e a partir daí apenas pelo médico obstetra.
apenas por enfermeiro com especialização em obstetrícia, alternadas com consultas com médico obstetra.
Utilizando a Regra de Näegele, a enfermeira calculou corretamente que a idade gestacional (Ig) no dia da consulta e a data provável do parto (DPP) eram, respectivamente,
Ig = 233/7 semanas; DPP = 25.02.2016.
Ig = 273/7 semanas; DPP = 01.03.2016.
Ig = 276/7 semanas; DPP = 01.03.2016.
Ig = 263/7 semanas; DPP = 01.02.2016.
Ig = 276/7 semanas; DPP = 01.02.2016.
O número mínimo de consultas de pré-natal adequado e o período máximo, em dias, para agendamento da consulta de puerpério são, respectivamente:
8 e 30
5 e 40
6 e 42
7 e 10
O Ministério da Saúde (2010), no manual “Gestação de alto risco: manual técnico”, define como as mais importantes hemorragias da segunda metade da gestação:
a placenta prévia, o descolamento prematuro da placenta, a rotura uterina e a vasa prévia
o abortamento, a gravidez ectópica, a mola hidatiforme e o descolamento corioamniótico
as cervicites, o pólipo endocervical, o ectrópio e o câncer de colo uterino
o descolamento prematuro da placenta, a rotura uterina, a gravidez ectópica e a mola hidatiforme
o pólipo endocervical, o descolamento corioamniótico, a placenta prévia e a vasa prévia
Ao realizar grupo educativo com gestantes, algumas participantes se queixaram de obstipação intestinal. Frente a essa situação, a enfermeira deve recomendar
a ingestão de dieta rica em resíduos como verduras, frutas cítricas e cereais integrais.
o consumo de dieta fracionada e evitar a ingestão de chá preto, café e doces.
o aumento do consumo de alimentos ricos em gorduras e carboidratos.
a utilização de medicamentos laxativos uma vez ao dia, ao se deitar.
a diminuição no consumo de açúcar e doces em geral.
Na madrugada de 08.11.2015, uma primigesta chegou ao hospital relatando dor no baixo ventre, em cólica, há três horas. Ao ser atendida, informou que seus ciclos menstruais eram regulares e a data de sua última menstruação havia sido 31.01.2015. Com base na informação recebida, a enfermeira calculou a idade gestacional (IG) e constatou se tratar de gestação com
361/7 semanas.
395/7 semanas.
40 semanas.
401/7 semanas.
41 semanas.
Ao auscultar os batimentos cardiofetais (BCF), a enfermeira constatou BCF = 128 batimentos por minuto, rítmico. É correto afirmar que esse resultado evidencia que
o feto apresenta bradicardia e pode estar em sofrimento fetal, e a gestante deve ser encaminhada imediatamente para avaliação médica.
o feto apresenta frequência cardíaca normal, não sendo necessários cuidados especiais.
o feto apresenta taquicardia e a gestante deve ser encaminhada ao pronto-socorro imediatamente.
a frequência cardíaca é incompatível com a idade gestacional (Ig), e a gestante deve ser encaminhada ao pré-natal de alto risco para avaliação fetal.
a frequência cardíaca fetal está elevada, podendo ter ocorrido erro na contagem dos batimentos cardíacos fetais, e a avaliação deve ser realizada novamente.
Assinale a opção que indica um exame complementar de rotina que deve ser solicitado no segundo trimestre de gestação.
Hemograma
Tipagem sanguínea
Toxoplasmose IgM e IgG
Glicemia em jejum
Coombs indireto (se a gestante for Rh negativo)
Durante uma consulta de pré-natal, uma gestante, que relatou níveis de PA normais antes da gestação, apresentou aumento variável menor que 140/90 mmHg.
Com base nesse achado, analise as afirmativas a seguir.
I. O profissional deve repetir a medição após um período de repouso, remarcar a consulta para 7 ou 15 dias e orientar a gestante para sintomas como cefaleia, edema, presença de “espuma” na urina e redução dos movimentos fetais.
II. A gestante deve ser imediatamente encaminhada ao pré-natal de alto risco ou à unidade de referência hospitalar.
III. Deve ser orientado repouso, principalmente pós-prandial, e solicitada proteinúria por meio de fita urinária ou dosagem em urina de 24 horas.
Assinale:
se somente a afirmativa I estiver correta.
se somente a afirmativa II estiver correta.
se somente a afirmativa III estiver correta.
se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.
Leia o caso a seguir.
eclâmpsia, pois foi observada hipertensão antes de 20 semanas de gestação e diagnosticada pela primeira vez durante a gravidez.
pré-eclampsia, pois apresentou aumento de 30mmHg na pressão sistólica e 15mmHg na diastólica, quando comparada à pressão arterial prévia à gestação.
hipertensão arterial gestacional, pois apresentou média de pelo menos duas medidas igual ou maior que 140/90mmHg na gestação.
hipertensão arterial crônica, pois apresentou valores alterados nas consultas anteriores de pré-natal.
A atenção pré-natal e puerperal deve ser prestada pela equipe de saúde da família (ESF). Assinale a questão correta, quanto as atividades individuais dos membros da equipe.
O médico deve identificar as gestantes de risco, orientar e realizar o pré-natal na unidade básica de saúde;
O Auxiliar de Enfermagem realiza a captação precoce de gestante para a primeira consulta e para consultas subsequentes;
O enfermeiro só solicita exames de rotina e orienta tratamento conforme protocolo do médico;
O Agente Comunitário de Saúde orienta a gestante sobre a periodicidade das consultas, identifica situações de risco e encaminha para diagnóstico e tratamento;
As visitas domiciliares deverão ser realizadas, somente, pelos agentes comunitários de saúde.
O Ministério da Saúde estabelece critérios para a atenção ao pré-natal de baixo risco. Assinale a alternativa correta:
As consultas deverão ser mensais até a 30ª semana, quinzenais entre 31 e 36 semanas e semanais à partir da 37ª semana.
Quando o parto não ocorre até a 40ª semana, é necessário encaminhar a gestante para a avaliação do bem-estar fetal, incluindo avaliação do índice do líquido amniótico e monitoramento cardíaco fetal.
Captação precoce é aquela que ocorre até a 20ª semana, período em que toda gestante deve iniciar seu pré-natal.
Os enfermeiros estão habilitados para atender ao pré-natal, aos partos normais sem distócia e ao puerpério em hospitais, centros de parto normal, unidades de saúde ou em domicílio. Caso haja alguma intercorrência durante a gestação, os referidos profissionais devem encaminhar a gestante para o médico continuar a assistência.
No grupo de pré-natal, ao discutir o preparo das mamas para o aleitamento, a enfermeira deve orientar as gestantes a, entre outros cuidados,
lavar os mamilos com água e sabão, três vezes ao dia, a partir da 32a semana de gestação.
realizar a ordenha das mamas durante o banho para a retirada de colostro.
lubrificar os mamilos diariamente com pomada cicatrizante, após a 36a semana de gestação.
usar bomba manual de retirada de leite para extração do colostro a partir da 28a semana de gestação.
usar sutiã com boa sustentação durante toda a gestação.
Considerando o programa de atenção ao pré‐natal de baixo risco desenvolvido pelo Ministério da Saúde, qual o total mínimo de consultas que a gestante deve realizar na unidade básica de saúde ou durante as visitas domiciliares?
4.
5.
6.
7.