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Na consulta de enfermagem, na perspectiva do processo de cuidar de enfermagem à criança recém-nascida, o profissional deverá fazer toda a avaliação de crescimento, desenvolvimento, exame físico e demais outras avaliações presentes nos protocolos do Ministério da Saúde no Brasil. Urge, também, a necessidade de avaliação da presença de situações de risco e vulnerabilidade à saúde do recém-nascido. Dentre as alternativas abaixo, qual a que condiz com riscos de vulnerabilidade ao recém-nascido?
Mãe com menos de 21 anos de idade; baixo peso ao nascer (inferior a 3.500g); prematuridade (menos de 17 semanas gestacionais); obesidade materna; história de violência doméstica, dentre outros.
Criança residente em área de risco; baixo peso ao nascer (inferior a 2.500g); mãe com menos de 18 anos de idade; mãe com baixa escolaridade (menos de oito anos de estudo); história familiar de morte de criança com menos de cinco anos de idade, dentre outros.
O fator amamentação não é levado em consideração nessa avaliação.
A violência doméstica e a questão conjugal dos pais não são consideradas em consideração nesses casos.
As internações/intercorrências não são considerações em relação à vulnerabilidade, de acordo com os cadernos de atenção básica e assistência ao recém-nascido.
A mãe de uma criança com quatro anos de idade procurou a unidade básica de saúde porque seu filho tem apresentado irritação ocular com frequência nos últimos quatro meses. Além disso, ela tem observado expressão facial estranha na criança e uma luz igualmente estranha, esbranquiçada, no olho direito. Após avaliação inicial e acompanhamento de especialistas, foi diagnosticado um tumor maligno avançado conhecido como retinoblastoma.
A luz estranha e esbranquiçada visualizada pela mãe na pupila da criança é definida como
anisocoria.
reflexo vermelho.
erro refratário.
leucocoria.
Assinale a opção que apresenta o nome do fenômeno observado no recém-nascido em que a metade inferior do corpo torna-se rosada ou avermelhada e a metade superior, pálida.
Eritema tóxico.
Mancha mongólica.
Telangiectasia.
Milium sebáceo.
Arlequim.
O técnico de enfermagem, como profissional de saúde, precisa identificar sinais de perigo à saúde da criança. Em relação às crianças menores de dois meses, qual a alternativa CORRETA que discorre sobre sinais que indicam encaminhamento da criança ao serviço de referência com urgência?
Recusa alimentar (a criança não consegue beber ou mamar); respiração lenta (entre 25-35mrm); Febre (Acima dos 38,5ºC); Ausência dos reflexos de Moro e Sucção.
Recusa alimentar (a criança não consegue bebe); respiração rápida (entre 20-30mrm); Febre (acima dos 39,0ºC); hipotermia (menos ou igual a 36,0ºC); Reflexo de Moro; Palidez Cutânea; Ausência do reflexo de Sucção.
Recusa alimentar (a criança não consegue beber ou mamar); Respiração rápida (acima de 60mrm); Febre (37,5ºC ou mais); Hipotermia (menos do que 35,5ºC); Tiragem subcostal; Batimentos de asas do nariz; Cianose generalizada ou palidez importante.
Convulsões ou apneia; Frequência cardíaca de 100bpm; Presença ainda de Fontanelas; Palidez cutânea e ausência de gemidos.
Secreção purulenta do ouvido; Ausência do reflexo de Sucção e ausência de gemidos.
Visitas domiciliares são recomendadas às famílias de gestantes e de crianças na primeira semana pós-parto e, posteriormente a esse período, a periodicidade deve ser pactuada com a família a partir das necessidades evidenciadas e considerando-se os fatores de risco e de proteção. Cabe lembrar que a visita domiciliar não é apenas uma atribuição do agente comunitário, pois toda a equipe faz uso dessa prática, podendo a primeira consulta do RN e da puérpera ocorrer em domicílio, conduzida pelo(a) médico(a) e/ou enfermeiro(a). Quais os objetivos da primeira visita ao recém-nascido?
Desenvolvimento da parentalidade; melhoria de alguns problemas de comportamento da criança (segundo os pais); melhoria no desenvolvimento cognitivo de grupos específicos, tais como os prematuros e os recém-nascidos de baixo peso; redução de lesões não intencionais; melhoria na detecção e no manejo da depressão pós-parto; melhoria na prática da amamentação.
Desenvolvimento da parentalidade; ter contato olho a olho; aumento de lesões não intencionais; melhoria na detecção e no manejo da depressão pós-parto; melhoria na prática da amamentação.
Desenvolvimento da parentalidade; melhoria de alguns problemas de comportamento da criança (segundo os pais); melhoria no desenvolvimento cognitivo de grupos específicos, tais como os prematuros e os recémnascidos de baixo peso; aumento de lesões não intencionais; melhoria na detecção e no manejo da depressão pós-parto; melhoria na prática da amamentação.
Desenvolvimento da parentalidade; facilitar o acesso ao serviço de saúde; identificar sinais de perigo à saúde da criança; aumento de lesões não intencionais.
Desenvolvimento da parentalidade; aumento de lesões não intencionais; melhoria na detecção e no manejo da depressão pós-parto; melhoria na prática da amamentação; história familiar de perda auditiva congênita.