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Além das exigências térmicas e hídricas, a soja tem exigências fotoperiódicas. Tanto aquelas quanto essas, determinam a adaptação das cultivares à determinada região. As cultivares apresentam distintas sensibilidades ao fotoperíodo, ou seja, cada cultivar apresenta fotoperíodo crítico próprio, acima do qual o florescimento é atrasado. Por essa razão, a soja é considerada uma planta de dias curtos (Purcell et al., 2014). Baseado nessa afirmação, é correto ressaltar:
A faixa de adaptação de cada cultivar é variável à medida que há o seu deslocamento geográfico e/ou temporal (semeadura mais ao norte ou mais ao sul e mais cedo ou mais tardias).
Cultivares com “período juvenil longo” ou cultivares de tipo de crescimento indeterminado possuem maior amplitude de adaptabilidade, possibilitando seu uso em faixas latitudinais mais abrangentes e restringindo mais as épocas de semeadura.
A soja é indiferente ao fotoperíodo.
É possível implantar a mesma cultivar tanto no sul como no norte do país.
De maneira geral, a floração da soja é induzida por estímulos termo-fotoperiódicos, sendo maior a influência da temperatura.