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Entre as medidas de controle de poluição atmosférica, está o emprego de equipamentos para tratamento de emissões localizadas, como os equipamentos de redução catalítica, que são empregados para remover contaminantes gasosos que se apresentam em um estado de oxidação avançado.
Nas áreas de observação, lazer e turismo, como parques nacionais e estaduais, reservas e estações ecológicas, estâncias hidrominerais e hidrotermais, a qualidade do ar deve ser mantida em nível o mais próximo possível do verificado sem a intervenção antropogênica.
Acerca de algumas medidas mitigadoras e controladoras da poluição atmosférica, é incorreto afirmar que
o controle da poluição atmosférica pode ser realizado por meio da instalação de chaminés nos pontos localizados das emissões fixas, como em algumas indústrias.
a sobre-elevação do penacho ou pluma da emissão na chaminé é a distância entre a altura máxima atingida pelo penacho e a altura geométrica da chaminé (na sua garganta superior).
o cálculo da sobre-elevação do penacho, para controle da qualidade do ar, pode ser feito por meio das equações conhecidas pelos nomes de Sutton e de Bosanquet-Pearson.
os equipamentos para tratamento de emissões localizadas, como os ciclones e filtros, podem ser instalados na garganta de saída das chaminés.
para o cálculo da altura geométrica de uma chaminé isoladamente, a partir das equações de diluição da emissão na atmosfera, utiliza-se um artifício que é o de subtrair a contaminação de fundo da área onde vai ser construída a chaminé do valor máximo permitido de concentração de contaminante no nível do solo.
Pode-se controlar a emissão de gases por filtro de manga.
O uso de chaminés de grande altura, no caso das indústrias poluidoras, para diluir as emissões, não é considerada uma medida de controle de poluição do ar, pois não reduz a carga de poluentes emitida e, por isso, não melhora a qualidade do ar na região.
O mapeamento dos ventos dominantes é feito para ventos com velocidade maior que 20 km/h.
Há dois padrões de qualidade do ar: primários e secundários. Estes, menos exigentes que aqueles, foram fixados prevendo apenas os efeitos adversos sobre o bem-estar da população, assim como os danos à flora, à fauna, aos materiais e ao meio ambiente em geral, sem qualquer preocupação com efeitos deletérios à saúde já previstos por aqueles.
s emissões para a atmosfera que contenham poluentes gasosos e vapores podem ser controladas pelo emprego de equipamentos antipoluição nas fontes da emissão do tipo ciclone e multiciclone.
A observação do sentido predominante dos ventos é importante para o disciplinamento do uso e ocupação do solo, de tal forma que se consegue controlar a qualidade do ar no ambiente urbano.
Os padrões de qualidade do ar são divididos em primários e secundários. Os padrões primários equivalem, segundo a resolução do CONAMA que estabeleceu o Programa Nacional de Controle da Qualidade do Ar (PRONAR), a níveis desejados, e os secundários, a níveis máximos toleráveis.
São chamados de poluentes secundários do ar aqueles poluentes que se formam na própria atmosfera por meio de reações que ocorrem devido à presença de certas substâncias químicas e determinadas condições físicas.
Por meio do Programa Nacional de Controle de Poluição por Veículos Automotores (PROCONVE), foi lançado um plano em que se limitou a emissão de monóxido de carbono, hidrocarbonetos e óxidos de nitrogênio nos gases do escapamento de veículos. Hoje, os carros produzidos no Brasil devem obedecer aos limites finais previstos pelo plano.
Uma fábrica que utiliza um processo industrial que emite gases e vapores poluentes para a atmosfera, está instalada em uma região com condições topográficas e climáticas favoráveis à dispersão dos poluentes na atmosfera. Com relação ao controle da poluição atmosférica advinda dessa fábrica, é incorreto afirmar que
se deverá aconselhar o emprego de equipamentos de tratamento das emissões poluentes, como as torres de recheio, os lavadores Venturi, as colunas de adsorção, e os incineradores, cuja escolha depende, entre outros fatores, do tipo dos poluentes presentes e do custo do equipamento, associados ou não a outros métodos de controle, se constatada a impossibilidade de eliminação completa do foco emissor
se recomenda evitar a ocupação urbana do solo a sotavento do local ocupado pela indústria, considerando- se a direção dominante dos ventos na região, no caso em que ainda não houver ocupação de terrenos nos arredores da indústria, e constatada a impossibilidade de eliminação completa do foco emissor
se recomenda estudar o processo industrial, para tentar eliminar ou minimizar as fontes emissoras dos gases e vapores, propondo as ações que forem possíveis, como a melhoria da manutenção e operação do processo industrial, mudanças de matérias-primas e combustíveis, modificações no processo industrial ou no projeto das unidades e equipamentos
se recomenda estudar o emprego para tratamento da emissão, associado ou não a outros métodos de controle de poluição, de equipamentos antipoluição de baixo custo e simplicidade operacional, como filtros de mangas e ciclones, se constatada a impossibilidade de eliminação completa do foco emissor.
se recomenda estudar a possibilidade de utilização, associada ou não a outros meios de controle de poluição, de uma chaminé, cuja altura deve ser dimensionada, se constatada a impossibilidade de eliminação completa do foco emissor
No caso de fontes fixas de poluição, quando se deseja remover material particulado da emissão para a atmosfera, pode-se recorrer ao emprego de ciclones, que, entretanto, não apresentam eficiência aceitável para remoção das partículas menores e mais perigosas.
A circulação dos poluentes na atmosfera é normalmente facultada pela diminuição da temperatura do ar com a altitude, ocasionada pela diminuição da pressão e pela conseqüente expansão do ar.
O regulador de voltagem, parte do sistema de carga, é dispensado de verificação, visto que somente interfere nas partidas do motor.
A válvula de recirculação de gases do sistema de alimentação deve ser verificada ao serem averiguadas eventuais causas de aumento de emissão de poluentes.
O uso de padrões de qualidade do ar é meramente uma ação complementar de controle de poluição do ar e referencial aos limites máximos de emissão estabelecidos.
O controle de poluição atmosférica depende do conhecimento de uma série de informações, como fontes de poluição, interações entre os poluentes do ar e a própria atmosfera, fatores de dispersão dos poluentes na atmosfera, padrões de qualidade do ar, métodos de exame dos poluentes no ar, e efeitos e conseqüências desses poluentes. Sobre essas informações, é correto afirmar que
os aerossóis resultantes das ações fotoquímicas e interações químicas dos poluentes do ar, associados a outras pequenas partículas de fumaça e poeira, formam o que se denomina fog
a circulação dos poluentes na atmosfera é normalmente facultada pela diminuição da temperatura do ar com a altitude, ocasionada pela diminuição da pressão e a conseqüente expansão do ar
os óxidos de nitrogênio são poluentes exclusivamente secundários e, conseqüentemente, devem ser objeto de métodos de controle diferenciados dos demais poluentes atmosféricos
a concentração de poeira sedimentável no ar é medida com o auxílio de um equipamento conhecido como amostrador de grande volume ou Hivol
o padrão primário brasileiro para fumaça no ar é de 100 μg/m3, enquanto o padrão secundário é de 150 μg/m3, ambos medidos em amostragem de 24 horas
O controle da poluição atmosférica pode ser realizado por meio de chaminés nos pontos localizados das emissões fixas, como em algumas indústrias. A sobreelevação do penacho ou pluma da emissão na chaminé é a distância entre a altura máxima atingida pelo penacho e a altura geométrica da chaminé (na sua garganta superior). O cálculo da sobreelevação do penacho, para controle da qualidade do ar, pode ser feito, alternativamente, por meio das equações conhecidas como de Sutton e de Bosanquet-Pearson.