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Considere duas treliças biapoiadas de uma cobertura em que as cargas do telhado são aplicadas verticalmente nas posições indicadas pelas setas, conforme imagem abaixo. Os esforços axiais nas barras indicadas por 1, 2, 3, 4, 5 e 6 são de, respectivamente:

tração, compressão, tração, compressão, tração e tração.
tração, tração, compressão, tração, compressão e compressão.
compressão, tração, tração, compressão, compressão e tração.
compressão, compressão, tração, compressão, tração e tração.
Em habitação de interesse social em light steel framing, o engenheiro busca garantir estabilidade lateral dos painéis de paredes externas; assinale o elemento tipicamente utilizado para esse travamento:
Painéis de OSB ou chapas metálicas fixadas aos montantes.
Vergas e contravergas em concreto pré-moldado maciço.
Camada de argamassa armada aplicada externamente.
Tijolos cerâmicos furados dispostos entre os montantes.
Placas cimentícias apenas na face interna das paredes.
A NBR 6123/2023 e suas atualizações fixa as condições exigíveis na consideração das forças devidas às ações estática e dinâmica do vento, para efeitos de projetos de edificações, incluindo a estrutura como um todo ou em partes, componentes estruturais e acessórios como revestimentos e vedações. O termo edificações é aplicado em sentido amplo, abrangendo edifícios, torres, chaminés, ginásios, pontes e outras obras de engenharia civil. Sobre aspectos e definições relativas à referida Norma, assinale a alternativa correta.
A velocidade básica do vento, V0, é a velocidade de uma rajada de 3s, a 10m acima do terreno, em campo aberto plano, excedida em média uma vez em 50 anos.
Como a força do vento não depende da diferença de pressão nas partes opostas da edificação em estudo, não há diferença para os coeficientes de pressão interna e externa.
Barlavento: Região oposta àquela de onde sopra o vento, em relação à edificação, estrutura, elemento estrutural ou componente. Sotavento: região de onde sopra o vento, em relação à edificação, estrutura, elemento estrutural ou componente.
O fator S1 considera o efeito combinado da rugosidade do terreno, da variação da velocidade do vento com a altura acima do terreno e das dimensões da edificação, estrutura, parte da estrutura ou componente em consideração.
A distribuição de 8 barras de 12,5 mm (1/2") na porção superior da seção da viga é suficiente para combater os respectivos esforços solicitantes.
Certo
Errado
Em módulo, o esforço cortante máximo ocorre nos apoios e equivale a 36 kN, enquanto o momento fletor máximo ocorre no meio do vão e equivale a 54 kNm.
Certo
Errado
Conforme a ABNT NBR 8681, classificam-se como ações permanentes aquelas que:
Variam frequentemente de intensidade durante a vida útil da estrutura.
Atuam por período de curta duração.
Permanecem constantes ou apresentam pequenas variações ao longo do tempo.
Resultam exclusivamente da ação do vento.
Decorrem apenas de sobrecargas de uso.
No dimensionamento de um quebra-mar de talude, deve-se adotar altura que garanta que o fluxo total transmitido à sotamar receba apenas contribuições com passagem direta pelo corpo central do maciço.
Certo
Errado
Considerando que, em um cálculo estrutural, deve-se levar em conta a influência das ações que possam gerar efeitos que afetem a segurança da estrutura bem como os estados-limites pertinentes, julgue o próximo item.
Combinações raras de ações, ou seja, que permanecem em atuação no máximo algumas horas durante a vida da estrutura, ensejam a verificação de estados-limites de serviço.
Certo
Errado
De acordo com os conceitos adotados pela ABNT NBR 6120:2019, as ações atuantes nas estruturas podem ser classificadas conforme sua natureza e forma de atuação. Sobre o tema, assinale a alternativa correta.
Ações dinâmicas são aquelas que provocam acelerações significativas nos elementos estruturais, não sendo possível desprezar seus efeitos dinâmicos.
Ações permanentes são aquelas cuja ocorrência depende das condições de uso da edificação ao longo do tempo.
Ações variáveis normais possuem baixa probabilidade de ocorrência, sendo consideradas apenas em situações excepcionais.
Ações dinâmicas são aquelas que não provocam acelerações significativas nos elementos estruturais, podendo ser analisadas como ações estáticas.
Para garantir a estabilidade de muros de arrimo e outros tipos de contenção, faz-se necessário analisar e calcular a resistência desses elementos, solicitados pelo empuxo de terra. Um dos fatores a analisar se refere à resistência ao tombamento. A partir do projeto de um muro de arrimo em concreto armado por flexão, deseja-se saber se o mesmo oferece segurança e estabilidade ao esforço de tombamento. Suponha que o elemento contará com dispositivo de drenagem, não sendo necessário o cálculo de sua estabilidade ao empuxo hidráulico. A partir dos dados a seguir apresentados, calcule o fator de segurança do muro, ao tombamento. Na sequência, marque a alternativa correta.
Dados:
Solo: Argilo siltoso;
γ– peso específico do solo (kN/m3);
γ’ – peso específico do solo saturado(kN/m3);
ϕ – ângulo de atrito interno do solo (o);
Muro tem seção retangular;
b – largura da sapata do muro (m);
bU – distância entre a extremidade da sapata e o paramentodo muro;
b0 – largura do paramento do muro (m);
bS – largura do setor interno da sapata (m);
H –altura do paramento do muro (m);
h – altura da sapata do muro (m);
Ka – coeficiente de empuxo ativo;
KP – coeficiente de empuxo passivo;
γb – peso específico do concreto armado(kN/m3);
Ma – momento de tombamento (kN.m);
MP – momento devido ao empuxo passivo(kN.m);
Mb – momento devido ao peso próprio do muro (kN.m);
Ms – momento devido à parcela de solo sobre a sapata(kN.m);
F – fator de segurança;
Valores:
γ = 18,00;
γ’ = 8,00;
γb = 25,00;
ϕ = 27,5o; Ka = 0,60;
kP = 1,65;
bU = 1,20;
b0 = 0,50;
bS = 1,80;
b = 3,50;
H = 4,00;
h = 0,40;
Fórmulas:
Ea = [Ka*(γ*H2)/2]; EP = [KP*(γ*h2)/2];
Ma = (Ea*H/3); MP = (EP*h/3);
Mb (paramento) = (γb*b0/2);
Mb (sapata) = (γb*b/2);
Ms = [γ*(bS/2+b0+bu)];
b = bU + b0 + bs;
Resistência ao tombamento:
F = (MP + ΣMb + Ms)/Ma > 2,00.
F = 0,84 < 2,00 – o muro não tem segurança ao tombamento.
F = 1,50 < 2,00 – o muro não tem segurança ao tombamento.
F = 2,80 > 2,00 – o muro tem segurança ao tombamento.
F = 3,20 > 2,00 – o muro tem segurança ao tombamento.
A figura a seguir mostra o Diagrama de Esforços Cortantes (DEC), em kN, de uma viga hipotética.

O valor da carga pontual na seção C, em kN, é igual a:
20
30
40
50
Sob a ação do empuxo de terra, um muro de contenção poderá tombar. Portanto, é necessário realizar a verificação quanto ao tombamento. A figura a seguir mostra um muro de contenção tipo gabião. A brita que preenche o cesto metálico tem peso específico igual a 25 kN/m³ e a porosidade do gabião é de 30%.

Desprezando-se o peso do cesto metálico, o peso (por metro linear) do muro, mostrado na figura, que se opõe ao empuxo de terra é igual a:
25,00 kN/m
32,20 kN/m
46,00 kN/m
50,00 kN/m
A figura a seguir apresenta, esquematicamente, algumas trincas na parede de uma edificação.

Essas trincas são causadas mais provavelmente por:
movimentação térmica da alvenaria
recalque diferenciado das fundações
movimentação higroscópica da alvenaria
sobrecarga vertical na cobertura da edificação
O projeto estrutural de uma edificação deve considerar todas as ações que atuarão sobre ela durante sua vida útil, garantindo segurança e estabilidade global. A norma ABNT NBR 6120 define as cargas verticais a serem consideradas no projeto de estruturas de edificações, classificando-as em diferentes categorias conforme sua natureza e duração. Com base nos conceitos de ações em estruturas, assinale a alternativa correta sobre a classificação das cargas.
As cargas permanentes são aquelas que atuam constantemente sobre a estrutura, incluindo o peso próprio dos elementos construtivos e revestimentos.
A ação do vento sobre a edificação é considerada uma carga permanente, pois atua constantemente com a mesma intensidade.
O peso dos móveis, pessoas e veículos é classificado como carga permanente, pois sua variação ao longo do tempo é desprezível.
As cargas permanentes incluem apenas o peso das pessoas que ocupam o edifício, desconsiderando o peso dos materiais.
As cargas acidentais são geradas exclusivamente pelo peso próprio da estrutura de concreto armado e das paredes de alvenaria.
A figura abaixo mostra uma treliça hipotética.

O valor e a natureza do esforço solicitante na barra AC é:
7,13 kN (tração)
9,38 kN (compressão)
15,63 kN (compressão)
16,60 kN (tração)
Denomina-se ação a todo agente capaz de produzir estados de tensão ou deformação em uma estrutura qualquer. Destarte, complementamos estas informações considerando que ações permanentes indiretas:
São aquelas que ocorrem com valores praticamente constantes, ou com pequena variabilidade em torno de sua média, ao longo de toda a vida útil da construção.
São constituídas pelo peso próprio da estrutura, dos elementos construtivos fixos, das instalações e outras como equipamentos e empuxos.
São aquelas que variam de intensidade de forma significativa em torno de sua média, ao longo da vida útil da construção.
São constituídas pelas cargas acidentais previstas para o uso da construção, pela ação do vento e da chuva, devendo respeitar as prescrições feitas por normas específicas.
São constituídas por deformações impostas por retração do concreto, fluência, recalques de apoios, imperfeições geométricas e protensão.
Considere o quadro triarticulado mostrado na figura e determine o valor do esforço normal no ponto B.

N=0.
N = - 78 kN
N = 72 kN.
N = -18 kN
Na construção de um edifício de múltiplos pavimentos com 18 m de altura, montado com elementos pré-moldados de concreto executados industrialmente, sem encunhamento de outros elementos, o deslocamento global horizontal máximo permitido da estrutura em combinação frequente das ações é
25 mm.
30 mm.
15 mm.
20 mm.
10 mm.
A utilização do material vidro na construção de edifícios, seja no ambiente interno ou externo, tem sido amplamente utilizada nos dias atuais, principalmente pelo aspecto estético como também pela rapidez na execução de fachadas ou fechamento de ambientes. No que se refere ao uso de vidro aplicado a área externa, assinale a alternativa que indica as equações a serem utilizadas para determinação da Pressão de cálculo P. Ver Figura 2.

Figura 2 – Característica dos vidros inclinados
Para aplicação com vidros inclinados em áreas externas, deve ser considerada a menor pressão de cálculo dentre os seguintes casos: P1 = PV X 1,5 e P2 = 1,2 (PV + αPP cosθ) onde: P1 é a pressão no vidro inclinado sem inclinação; PV é a pressão de vento; 1,5 é um fator de segurança; P2 é a pressão no vidro considerado inclinado; α é igual a 1 para vidro temperado e igual a 2 para os demais tipos de vidro; θ é o menor ângulo que a peça de vidro pode formar com a horizontal. Observação: Um vidro é considerado inclinado, no que diz respeito à sua aplicação, quando o ângulo de qualquer α para dentro ou para fora, for superior a 15°, conforme Figura 2.
Para aplicação com vidros inclinados em áreas externas, deve ser considerada a maior pressão de cálculo dentre os seguintes casos: P1 = PV X 4,7 e P2 = 1,2 (PV + αPP sinθ) onde: P1 é a pressão no vidro inclinado sem inclinação; PV é a pressão de vento; 4,7 é um fator de segurança; P2 é a pressão no vidro considerado inclinado; α é igual a 1 para vidro temperado e igual a 2 para os demais tipos de vidro; θ é o menor ângulo que a peça de vidro pode formar com a horizontal. Observação: Um vidro é considerado inclinado, no que diz respeito à sua aplicação, quando o ângulo de qualquer α para dentro ou para fora, for superior a 15°, conforme Figura 2.
Para aplicação com vidros inclinados em áreas externas, deve ser considerada a menor pressão de cálculo dentre os seguintes casos: P1 = PP X 4,7 e P2 = 1,2 (PV + αPP sinθ) onde: P1 é a pressão no vidro inclinado sem inclinação; PP é o peso próprio do vidro por unidade quadrada; 4,7 é um fator de segurança; P2 é a pressão no vidro considerado inclinado; α é igual a 1 para vidro temperado e igual a 2 para os demais tipos de vidro; θ é o menor ângulo que a peça de vidro pode formar com a horizontal. Observação: Um vidro é considerado inclinado, no que diz respeito à sua aplicação, quando o ângulo de qualquer α para dentro ou para fora, for superior a 15°, conforme Figura 2.
Para aplicação com vidros inclinados em áreas externas, deve ser considerada a maior pressão de cálculo dentre os seguintes casos: P1 = PP X 1,5 e P2 = 1,2 (PV + αPP cosθ) onde: P1 é a pressão no vidro inclinado sem inclinação; PP é o Peso próprio do vidro por unidade quadrada; 1,5 é um fator de segurança; P2 é a pressão no vidro considerado inclinado; α é igual a 1 para vidro temperado e igual a 2 para os demais tipos de vidro; θ é o menor ângulo que a peça de vidro pode formar com a horizontal. Observação: Um vidro é considerado inclinado, no que diz respeito à sua aplicação, quando o ângulo de qualquer α para dentro ou para fora, for superior a 15°, conforme Figura 2.
Para aplicação com vidros inclinados em áreas externas, deve ser considerada a maior pressão de cálculo dentre os seguintes casos: P1 = PV X 1,5 e P2 = 1,2 (PV+ αPP cosθ) onde: P1 é a pressão no vidro inclinado sem inclinação; PV é a pressão de vento; 1,5 é um fator de segurança; P2 é a pressão no vidro considerado inclinado; α é igual a 1 para vidro temperado e igual a 2 para os demais tipos de vidro; θ é o menor ângulo que a peça de vidro pode formar com a horizontal. Observação: Um vidro é considerado inclinado, no que diz respeito à sua aplicação, quando o ângulo de qualquer α para dentro ou para fora, for superior a 15°, conforme Figura 2.
Conforme a NBR 6120 Ações para o cálculo de estruturas de edificações, a carga utilizada para escolas em salas de aula é de:
2,5 kN/m²;
3 kN/m²;
20 kN/m²;
35 kN/m².