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Os sistemas 2,5G utilizam um acesso de rádio melhorado com novas técnicas de modulação e transmissão por pacotes para aumentar a taxa de dados, a eficiência espectral e o desempenho do sistema. Apesar das mudanças necessárias, os sistemas 2,5G são compatíveis com os sistemas 2G e apresentam baixo custo de implementação quando comparados ao despendido na implantação dos sistemas 3G. Assim foi possível se obter melhoras significativas de desempenho sem a necessidade de grandes investimentos.
Os principais sistemas 2,5G oferecidos são:
O padrão de quarta geração de comunicações móveis predominante no Brasil é o LTE (Long Term Evolution). Quando comparado com sistemas de terceira geração, o padrão LTE proporciona maiores taxas de transmissão no terminal móvel e maior robustez à propagação multipercurso. Com relação aos diferentes padrões de comunicações móveis empregados no Brasil, é correto afirmar que:
O padrão LTE exige muito menos torres de transmissão, reduzindo os custos de sua implantação.
O padrão adotado no Brasil para sistemas de terceira geração é o UMTS (Universal Mobile Telecommunication System), o qual foi desenvolvido visando à compatibilidade com sistemas GSM.
O padrão de segunda geração GSM (Global System for Mobile Communications) foi desenvolvido a partir do padrão AMPS (Advanced Mobile Phone System), mantendo a mesma tecnologia de acesso e largura de banda dos canais de comunicação.
As Bandas A e B foram as primeiras faixas de frequências a serem adotadas no Brasil para os sistemas de comunicações móveis. O padrão GSM, por ser um padrão mais atual, não é compatível com as Bandas A e B, sendo utilizado pelas operadoras somente nas Bandas C e D.
A robustez à propagação multipercurso proporcionada por sistemas LTE se deve, principalmente, à tecnologia de múltiplo acesso utilizada, a qual é obtida a partir do espalhamento espectral por sequência direta.
Ao conjunto de transceptores e antenas, ou seja, o conjunto de equipamentos de uma Estação Rádio Base, em um sistema móvel celular, dá-se o nome de
BTS – Base Transceiver Station.
MS – Mobile Station.
MSC – Mobile Services Switching Center.
BSC – Base Station Controller.
BCH – Broadcast Channel.
“A estação móvel mantém comunicação simultânea entre dois ou mais setores da mesma ERB e, certamente, dentro do mesmo canal CDMA desta ERB”. É correto afirmar que essa afirmação refere-se ao seguinte procedimento de HANDOFF:
Hard Handoff.
Soft Handoff.
Softer Handoff.
Soft-softer Handoff
Start-Handoff.
No sistema de segunda geração de telefonia celular GSM, emprega-se exclusivamente a técnica TDMA (time division multiple access) como protocolo de múltiplo acesso.
No sistema de quarta geração 3GPP-LTE, utiliza-se a técnica OFDMA (orthogonal frequency division multiple access) tanto no enlace direto como no enlace reverso.
Nas redes celulares, o padrão 3G é uma possibilidade de interface de acesso rádio para a transmissão de dados em alta velocidade. No Brasil, os sistemas 3G são oferecidos em diversas faixas de radiofrequência.
A telefonia celular passou por várias gerações, conhecidas como 1G (primeira geração), 2G, 3G e 4G. Pode-se afirmar que o sistema GSM (Global System for Mobile Communications ou Groupe Special Mobile) é da
Primeira Geração (1G).
Segunda Geração (2G).
Terceira Geração (3G).
Terceira Geração e meia (3,5G).
Quarta Geração (4G).
Considere que, quando se utiliza 32QAM, o sistema em tela permite a transmissão de sinais de voz codificados em 80 kbps. Assim sendo, é possível se transmitir voz codificada por um codificador PCM com compansão e quantizador de 8 bits, desde que os sinais de voz tenham sua largura espectral limitada por filtro anti-aliasing com frequência de corte inferior a 5 kHz.
O uso de um arranjo de antenas pode melhorar o desempenho do sistema sob vários aspectos: aumenta a capacidade do canal e a eficiência espectral, melhora a capacidade do sistema, amplia a área de cobertura, reduz os efeitos de multipercurso, reduz a taxa de erro e reduz a interferência cocanal.
No sistema em tela, a taxa de transmissão bruta que cada portadora suporta é inferior a 600 kbps, a 800 kbps e a 1 Mbps quando se usam, respectivamente, 8PSK, 16QAM e 32QAM.
Se, em cada time slot, são transmitidos 6.000 bits brutos, quando se usa 16QAM, então a taxa de transmissão útil (ou líquida) média — isto é, excluindo os bits adicionados pela codificação de canal — disponível para cada usuário é de 450 kbps.