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Uma empresa com 30 anos de existência e com solidez financeira tem um conjunto de máquinas operatrizes com potências variadas. Ela sempre trabalhou em dois turnos e nunca teve problemas com a tarifação de energia elétrica (força e luz). Recentemente, alterou seu domicílio e quase a totalidade de seu quadro de colaboradores diretos. Todo final de expediente as máquinas são desligadas e religadas no dia seguinte, no início do primeiro turno, aleatoriamente, conforme o operador do equipamento se posicione onde elas estão instaladas. Ultimamente, a firma vem sendo taxada excessivamente, com base no consumo de força contratado (demanda de pico), cujo contrato é igual ao do domicílio anterior. O procedimento de ligar máquinas, atualmente utilizado,
é correto e não deve ser alterado, pois pode significar favorecimento para alguns operadores.
não deve ser alterado, pois é parte da cultura de uma empresa que tem solidez financeira.
deve ser revisto em função da tarifação da demanda de pico. A partida deve ser feita da máquina de maior potência para a de menor potência.
deve ser revisto em função da tarifação da demanda de pico. A partida deve ser feita da máquina de menor potência para a de maior potência.
é correto. Deve-se procurar a concessionária de energia elétrica e solicitar uma revisão contratual no fornecimento de força (aumentar a demanda de pico) para evitar a multa.
Principais meios de controle de sobretensões em sistemas elétricos de potência incluem os resistores de pré-inserção instalados nos disjuntores e os para-raios para proteção dos equipamentos.
A proteção contra choques elétricos é uma exigência da ABNT NBR 5410/2004, por exemplo, em locais que contenham banheira e chuveiro. O dispositivo que protege contra choques elétricos é o
fusível
disjuntor termomagnético
disjuntor diferencial residual
dispositivo de proteção contra surtos
chave compensadora
Em relação aos dispositivos de proteção, seccionamento e comando de circuitos, empregados em instalações elétricas, de acordo com as Normas em vigor e a disponibilização dessas unidades no mercado, afirma-se que o(s)
seccionador é um dispositivo de manobra que, obrigatoriamente, tem de suportar correntes residuais desprezíveis por ocasião de sua abertura ou fechamento.
fusíveis são compostos por um dispositivo bimetálico que se flexiona no caso de uma corrente acima de determinado valor, provocando o imediato desencaixe de sua base e interrupção do circuito.
disjuntor deve ser substituído sempre que for acionado devido a curto-circuito ou sobrecarga.
disjuntores em caixa moldada são fabricados exclusivamente como modelos unipolares.
disjuntores de uma instalação de baixa tensão são usados nos fios (ou cabos) neutro e de proteção (terra) dos circuitos.
Um circuito monofásico de uma instalação elétrica de baixa tensão possui, como dispositivos de proteção, um disjuntor termomagnético e um DR. Na ocorrência de um curto-circuito franco entre os terminais desse circuito, afirma-se que
o dispositivo mais rápido irá atuar.
o disjuntor atuará, caso o DR falhe.
o DR atuará, caso o disjuntor falhe.
somente o DR irá atuar.
somente o disjuntor irá atuar.
Caso o motor M seja uma bomba instalada no subsolo da edificação, constantemente inspecionada por pessoa capacitada, pode-se dispensar o condutor terra do circuito do motor, como medida de aterramento de proteção.
O aterramento é caracterizado pela ligação proposital de condutores de uma instalação elétrica ao solo. Em relação aos componentes do sistema de aterramento e à ligação desse com equipamentos e partes metálicas de instalações, segundo as Normas Técnicas da ABNT em vigor, o
condutor neutro é um aterramento de proteção.
condutor de equipotencialidade principal não pode estar ligado às canalizações metálicas, se existirem, de água e gás.
condutor de proteção nos circuitos terminais (tomadas, luz, etc) não é obrigatório.
aterramento funcional limita sobretensões devidas a manobras, descargas atmosféricas e contatos com linhas de maior tensão.
aterramento de proteção define a estabilização da tensão da instalação em relação à terra.
Um sistema de proteção contra descargas atmosféricas não anula o risco da ocorrência desse evento, mas reduz, de forma significativa, os danos causados. Em relação aos métodos de projetos desses sistemas de proteção, os principais métodos são:
Franklin, método Faraday e modelo eletrogeométrico
Franklin, eletrodo envolvente e modelo eletrogeométrico
Faraday, eletrostático e eletrodo envolvente
Faraday, modelo eletrogeométrico e eletrostático
eletrostático, eletrodo envolvente e método Franklin
Um disjuntor com capacidade de 10 A é adequado para proteger um circuito que demande, em média, corrente de 9 A em uma instalação elétrica.
No posto de proteção, o equipamento relé, do tipo ação indireta, tem a finalidade de comandar o desligamento dos disjuntores conectados ao transformador, quando sobrecarga é detectada pelo relé no transformador.
Projeto de sistemas de aterramento para cargas sensíveis tem sido motivo de crescente preocupação entre os engenheiros eletricistas. Dentre as filosofias de aterramento utilizadas, uma delas prevê o aterramento das carcaças dos equipamentos eletrônicos através do condutor de proteção que se encontra conectado à barra de proteção, no quadro de distribuição de circuitos. Nesse quadro, além dos barramentos de fase e neutro, estão também previstas duas barras de terra, uma para proteção e outra de referência de sinal. As duas barras mencionadas estão conectadas à malha de terra do sistema de força. A descrição apresentada acima refere-se ao sistema de aterramento
independente.
de ponto único.
de força.
de potência.
com malha de terra de referência.

I
II
III
I e II
II e III
Em relação às instalações elétricas de média tensão, quanto ao planejamento, à proteção e aos equipamentos utilizados, considere as afirmativas abaixo.
I – O emprego de transformador a seco é permitido somente quando a subestação de transformação fizer parte integrante de edificação residencial e/ou comercial.
II – As instalações elétricas devem ser projetadas e construídas prevendo dois tipos de curtos-circuitos: trifásico e fase e neutro.
III – Em uma subestação unitária, com capacidade instalada igual ou menor do que 300 kVA, a proteção geral na média tensão pode ser realizada por meio de um disjuntor acionado através de relés específicos.
Está correto APENAS o que se afirma em
I.
II.
I e II.
I e III.
II e III.
Com relação aos dados que deverão ser levados em consideração nos projetos que envolvem disjuntores de potência, considere as afirmativas a seguir.
I – Os disjuntores de potência são usados na rede elétrica de baixa tensão para proteger cargas com potência superior a 25 kVA.
II – O relé de religamento é um equipamento obrigatório que deve ser instalado nos disjuntores de potência.
III – Os disjuntores a grande volume de óleo têm poder de interrupção inferior aos disjuntores a pequeno volume de óleo.
Está correto APENAS o que se afirma em
I.
II.
III.
I e II.
II e III.
Caso o raio tenha provocado a queima dos amplificadores de saída do distribuidor de áudio, isso poderá ter sido causado por falha no aterramento, o que provocaria o não acionamento dos fusíveis a gás.
Os dispositivos de proteção de 1 a 5, por fase, deverão ser dimensionados de modo a ter corrente nominal (In) menor que 500 A e corrente convencional de atuação maior que 800 A.
Em um sistema elétrico industrial, existem proteções para os diversos tipos de faltas elétricas. Aqueles responsáveis pela proteção contra: curto-circuitos em linhas aéreas, sobre-tensões em subestações e curto-circuito nos enrolamentos do transformador são, respectivamente,
conjunto relé-disjuntor, relé Buchholz e para-raio.
conjunto relé-disjuntor, religador e relé Buchholz.
conjunto relé-disjuntor, para-raio e religador.
religador, relé Buchholz e para-raio.
religador, para-raio e relé Buchholz.
Não é recomendável para a proteção de sobrecorrentes leves e moderadas.
Podem ser utilizados como dispositivos de manobra.
Podem ser religados após sua atuação, sem necessidade de substituição.
Atua pela ação de disparadores: lâmina bimetálica e bobina.
Tipos mono e multipolar; os multipolares possibilitam proteção adequada, evitando a operação monofásica de motores trifásicos.
Sistemas de teleproteção do tipo bloqueio por comparação direcional, em cada terminal da linha, requerem dois relés de distância: um ajustado para detectar se as faltas estão a montante do local onde se encontra o disjuntor a ser comandado pelo sistema de proteção e outro para detectar se as faltas estão a jusante desse local.