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O defeito de soldagem, segundo práticas de inspeção e normas de aceitabilidade, que torna a junta automaticamente rejeitada, independentemente de sua extensão é
escória aprisionada leve.
reforço excessivo.
porosidade dispersa.
trinca.
falta de acabamento.
A embarcação mais adequada para operação em águas rasas, transporte de cargas regionais e navegação próxima às margens de rios, exigindo baixo calado e alta manobrabilidade é o
rebocador portuário oceânico.
rebocador ASD (azimutal).
empurrador fluvial.
cargueiro graneleiro.
navio-tanque de cabotagem.
Durante a vistoria de uma embarcação atracada, o técnico deve registrar corrosão localizada na região compreendida entre a linha d’água e o convés principal.
Conforme a definição estrutural, essa região corresponde à parte do casco denominada
quilha.
obra viva.
obra morta.
borda livre.
superestrutura.
Durante fabricação de um tanque, o técnico observa que o cordão interno apresenta mordedura profunda.
O risco principal que esse defeito representa é
estética prejudicada.
maior penetração.
concentração de tensões e início de trincas.
aumento da espessura efetiva.
melhor dissipação de calor.
No projeto preliminar de um novo cargueiro, o engenheiro naval precisa estimar a potência necessária para o navio atingir a velocidade de operação desejada em mar calmo, sem considerar a influência do propulsor.
Com base no conceito Effective Horsepower (EHP), assinale a opção que descreve corretamente essa grandeza.
EHP é a potência fornecida pelo motor ao eixo da hélice, já considerando perdas mecânicas.
EHP é a potência efetivamente entregue à água pelo propulsor após todas as perdas hidrodinâmicas.
EHP é a potência necessária para mover o casco à determinada velocidade, independentemente do sistema propulsivo.
EHP é a potência mínima requerida para girar a hélice sem gerar empuxo significativo.
EHP representa a potência máxima de frenagem hidrodinâmica necessária para parar o navio em emergência.
A seção meia-nau de um navio possui um módulo de seção em relação ao fundo Zf, e um módulo de seção em relação ao convés Zc. Sendo que Zf > Zc.
Sabendo que o menor módulo de seção da estrutura deve atender ao requisito mínimo Zreq conforme norma, é correto afirmar que o critério é atendido se
Zc > Zreq
Zc < Zreq
Zf > Zreq
Zf < Zreq
Zf = Zreq
Mostra-se na figura, um perfil de chapa fina em formato de “U” constituído por: mesa superior horizontal com comprimento de 20 cm e espessura de 7 mm; duas almas verticais com 15 cm de altura e espessura de 5 mm. Um esforço cortante vertical resultante V atuando para baixo, aplicado no centro da mesa superior. Admita que o esforço cortante é equilibrado pelo cisalhamento na parede fina do perfil. O ponto B está localizado na extremidade esquerda da mesa superior (espessura 7 mm).

Assinale a opção que descreve corretamente a tensão de cisalhamento em B em comparação com a tensão nas almas verticais.
A tensão em B é maior que nas almas, porque a mesa superior carrega todo o esforço cortante.
A tensão em B é menor que nas almas, pois a maior espessura da mesa reduz o valor de τ para o mesmo fluxo 𝑞.
A tensão em B é igual à das almas, já que o esforço cortante é o mesmo em toda a seção.
A tensão em B é nula, pois o esforço cortante só pode ser resistido pelas almas.
A comparação é impossível sem conhecer o momento de inércia da seção.
Uma nova corveta de patrulha deve operar a 20 nós, com deslocamento de 1 500 t e hélice de 4 m de diâmetro. Ensaios em água aberta indicam rendimento da hélice para um coeficiente de avanço J ≈ 0,9. Inicialmente, o motor aciona diretamente o eixo do propulsor; em uma segunda configuração, instala-se um redutor 4:1, mantendo a mesma rotação nominal do motor. Sabendo que o coeficiente de avanço é dado por J=VA/
Analise a opção que descreve corretamente o efeito qualitativo da instalação do redutor 4:1 sobre a operação da hélice em regime de projeto.
O redutor aumenta a rotação da hélice, reduz J e afasta a operação do ponto de máxima eficiência.
O redutor diminui a rotação da hélice, aumenta J e pode aproximar a operação do ponto de máxima eficiência, permitindo maior velocidade para a mesma potência.
O redutor não altera o valor de J, pois esse coeficiente depende apenas da velocidade do navio e do diâmetro da hélice.
O redutor diminui a rotação da hélice e, portanto, sempre reduz a eficiência propulsiva, independentemente do valor de J.
A presença do redutor modifica apenas o torque no eixo, sem qualquer influência no coeficiente de avanço ou na eficiência da hélice.
Um engenheiro está avaliando a possibilidade de usar um material frágil, como ferro fundido ou cerâmico, em um componente estrutural que não será submetido a grandes deformações.
Considerando as características típicas dos materiais frágeis, assinale a opção que apresenta o uso que seria tecnicamente vantajoso.
Componentes sujeitos a impactos repetitivos, em que a alta tenacidade é essencial para evitar fratura.
Peças que precisam deformar elasticamente grandes quantidades antes de falhar, como molas e eixos flexíveis.
Elementos cuja fabricação deve ser simples e cujo carregamento não envolve grandes deformações ou impactos, como carcaças rígidas e bases estruturais.
Estruturas que exigem elevada ductilidade para suportar grandes tensões de tração sem ruptura.
Elementos que atuam como absorvedores de energia, deformando plasticamente para dissipar cargas dinâmicas.
Em um ensaio em tanque com modelo de hélice propulsora, foram obtidos, para a condição de funcionamento com 10 rotações por segundo e velocidade de avanço 𝑉A=5,0 m/s, os seguintes dados experimentais: Empuxo desenvolvido: T=400 N, Torque no eixo: 𝑄=50 N.m. Admita as expressões: THP = 𝑇.𝑉𝐴 e DHP=2πnQ, onde 𝑛 é a rotação em rev/s, e a eficiência do propulsor 𝜂𝑝=THP/DHP.
Assinale a opção que apresenta aproximadamente a potência desenvolvida pelo propulsor (THP), a potência fornecida ao eixo (DHP) e a eficiência do modelo 𝜂𝑝.
THP ≈ 3,0 kW, DHP ≈ 4,1 kW, 𝜂𝑝 ≈ 50%
THP ≈ 2,0 kW, DHP ≈ 3,1 kW, 𝜂𝑝 ≈ 60%
THP ≈ 1,0 kW, DHP ≈ 2,3 kW, 𝜂𝑝 ≈ 100%
THP ≈ 4,1 kW, DHP ≈ 2,3 kW, 𝜂𝑝 ≈ 55%
THP ≈ 5,3 kW, DHP ≈ 8,2 kW, 𝜂𝑝 ≈ 30%
Considere a seção transversal de um navio representada na figura. A área dessa seção, da linha de base até L1 é a área A1. O valor dessa área está marcado no gráfico adjacente. Se a operação for repetida para diversos calados, será construída a curva representada na figura da direita. Esse processo também pode ser repetido para diversas seções transversais do navio, gerando um conjunto de curvas. Essas curvas são conhecidas como curvas de:

Firsov
Vlasov
Bonjean
Metacentros
Na figura a seguir, a Altura Metacêntrica Transversal é representada pelo segmento:

GZ
ZM
OM
GM
Durante o comissionamento de bombas centrífugas do sistema de lastro de uma embarcação recém-construída, operando pela primeira vez em vazão e pressão nominais, o técnico percebe níveis de vibração acima dos limites recomendados pelo fabricante, acompanhados de ruído anormal nos mancais. Considerando os procedimentos seguros de partida e teste de equipamentos rotativos, a primeira ação correta a ser adotada é:
reduzir gradualmente a carga hidráulica até que a vibração diminua
registrar os valores de vibração observados para análise posterior
desligar imediatamente o equipamento para evitar danos mecânicos
manter o funcionamento por determinado período para verificar se ocorre estabilização natural
Durante a inspeção de soldas em um casco metálico, foi utilizado líquido penetrante para revelar trincas superficiais. Esse método é classificado como:
ensaio não destrutivo superficial
superficial químico
mecânico simples
visual
Sobre as curvas de Vlasov, é coerente afirmar que:
são aplicados para pequenos ângulos, utilizando as curvas hidrostáticas via MTC
são curvas empíricas destinadas a estimar coeficientes propulsivos (como esteira e dedução de empuxo) a partir de ensaios de modelo
permitem calcular, para grandes ângulos de inclinação longitudinal, o volume de deslocamento e a posição do centro de carena
são utilizadas para dimensionamento estrutural e fornecem diretamente as tensões longitudinais máxima
Os conceitos mais fundamentais na mecânica dos materiais são tensão e deformação. A respeito do sentido da força axial, considerando regime de tensão uniaxial e ausência de excentricidades, pode-se dizer que:
se a força axial ao longo do eixo atua empurrando, o membro fica com compressão
a força axial produz cisalhamento
a força axial só gera tração
o sentido da força axial nao altera o estado do membro
Um corpo prismático mostra que a geometria de entrada (proa) e de saída (popa) altera significativamente a resistência ao avanço. Considerando o corpo prismático à velocidade constante em água calma, é coerente afirmar que:
para o prisma sem afilamentos, observa-se que a resistência total pode diminuir quando o comprimento aumenta
ao adicionar apenas uma proa em cunha, a resistência total necessariamente aumenta
ao adicionar proa e popa afiladas, não há efeito sobre a esteira
o formato da proa não influencia a resistência da onda
Quando um peso é deslocado no sentido ao longo do comprimento do navio, ocorre uma inclinação longitudinal (trim). Nesse sentido, existe um ponto ao longo do comprimento do navio em torno do qual o calado permanece inalterado, enquanto a popa e a proa sofrem variações opostas. Esse ponto é denominado:
centro de flutuação
centro de gravidade
metacentro longitudinal ML
centro de carena
No contexto de hidrostática do navio, há um item que é um conjunto de curvas que relaciona áreas seccionais imersas com o calado, para calcular as propriedades hidrostáticas por integração ao longo do comprimento. Esse item é denominado:
curvas de Firsov
estabilidade estática
estabilidade dinâmica
curvas de Bonjean
Quando um navio apresenta trim, o conjunto de curvas usado para obter volumes deslocados (∇) e LCB por integração das áreas seccionais consiste em curvas de:
Froude
Simpson
Bonjean
metacentro (KM)