

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
O titular é o responsável legal pela instituição, estabelecimento ou instalação e, em casos de acidentes que envolvam exposições médicas, conforme definido pelo CNEN, devem tomar certas medidas. Assinale a alternativa cuja medida NÃO é responsabilidade do titular.
Investigar imediatamente o ocorrido.
Calcular ou estimar as doses recebidas e sua distribuição no paciente.
Informar por escrito ao paciente e ao médico solicitante sobre o acidente.
Indicar as medidas para prevenir a recorrência de tais acidentes e implementar aquelas sob sua responsabilidade.
Submeter ao médico, logo após a investigação, um relatório escrito que esclareça as causas do acidente, bem como as providências tomadas.
A dose absorvida por exposição aguda localizada pode causar esterilidade definida em um homem. Para essa sintomatologia, a dose absorvida deve ser de
2 Gy.
5 Gy.
6 a 8 Gy.
6 a 12 Gy.
16 a 20 Gy.
A figura mostra modos de interação da radiação com a matéria. Sob o ponto de vista físico, as radiações, ao interagir com um material, podem nele provocar excitação atômica ou molecular, ionização ou ativação do núcleo.

Com base no exposto, analise as afirmativas.
I. Em A, ocorre a ionização, onde elétrons são removidos dos orbitais pelas radiações e, ao retornarem, emitem a energia excedente sob a forma de luz ou raios-x.
II. Em B, ocorre a excitação atômica, onde elétrons são deslocados de seus orbitais de equilíbrio, resultando em elétrons livres.
III. Em C, ocorre a ativação do núcleo, promovendo reações nucleares, resultando num núcleo residual e emissão de radiação.
IV. A excitação, mostrada em A, os elétrons ao retornarem depois de deslocados, emitem a energia sob forma de luz e raios-x.
V. A ativação, mostrada em B, os elétrons são removidos dos orbitais pelas radiações, resultando em elétrons livres de alta energia.
Estão INCORRETAS apenas as afirmativas
I, II e V.
II, III e IV.
II e III.
III e IV.
I, III e V.
Assinale alternativa correspondente à fase pré-operacional.
Prover meios para demonstração ao público de que a fonte e a liberação de efluentes se encontram sob controle.
Realizar a supervisão da região de modo a identificar modificações em parâmetros que indiquem a necessidade de revisão do programa.
Avaliar os incrementos detectados nos níveis de radioatividade ou concentrações de radionuclídeos, em relação à fase pré-operacional, às áreas de controle e aos níveis medidos nos anos anteriores.
Estimar o impacto devido aos incrementos detectados e, se necessário, propor e implementar programa de monitoração complementar e outras ações corretivas que levem ao retorno das condições operacionais impostas.
Avaliar as tendências em relação às medidas de níveis de radioatividade ou das concentrações de radionuclídeos em áreas sujeitas ao impacto radiológico da prática e fora destas (áreas de controle), que permitam distinguir a contribuição da prática avaliada daquela de outras fontes.
O sistema de classificação de áreas é proposto para auxiliar o controle das exposições ocupacionais. As áreas devem ser classificadas sempre que houver previsão de exposição ocupacional e definidas claramente no plano de proteção radiológica (PPR). Considera a designação dos locais de trabalho em dois tipos de áreas: controladas e supervisionadas. Classificam-se como áreas supervisionadas os(as)
salas de tratamento.
salas de comando com painéis de controle de fontes de radiação.
salas para armazenamento de fontes de radiação e rejeitos radioativos.
laboratórios de preparo de material radioativo para uso em braquiterapia de baixa taxa de dose.
quartos especialmente preparados com blindagem, para internação exclusiva de pacientes com implantes temporários de fontes seladas de braquiterapia de baixa taxa de dose.
“Grandeza representada pela expressão dN/da, onde dN é o número de partículas incidentes sobre uma esfera de secção de área da medida, em unidades de m–2, e o número de partículas N pode corresponder a partículas emitidas, transferidas ou recebidas. Muito utilizada na medição de nêutrons.” Trata-se da
fluência.
atividade.
exposição.
dose absorvida.
dose equivalente.
“Um dos principais efeitos da interação das radiações γ e X com a matéria é a interação do fóton com um elétron periférico do átomo, em que ele cede apenas parte de sua energia, resultando na emissão de um fóton com maior energia, continuando sua trajetória em outra direção dentro do material.” Trata-se do efeito denominado
carga.
Comptom.
fotelétrico.
formação de pares.
densidade do meio.
Para estabelecer uma relação entre duas grandezas, kerma e dose absorvida, é necessário que haja equilíbrio das partículas carregadas ou equilíbrio eletrônico. Esse equilíbrio ocorre quando
a densidade do meio é heterogênea.
a composição do meio é heterogênea.
não existem campos elétricos homogêneos.
não existem campos magnéticos não homogêneos.
existe um campo uniforme de radiação diretamente ionizante.
De acordo com serviço de radioproteção, o programa de monitoração da área deve abranger e executar atividades conforme a norma CNEN NE – 3.02. Com base na afirmativa anterior, analise.
I. Selecionar os locais mais críticos nas áreas restritas com relação apenas aos tipos de rejeitos radioativos ou resíduos, contaminação e acidentes possíveis.
II. Selecionar os equipamentos e os procedimentos de monitoração compatíveis com as condições de exposição, as condições ambientais e as grandezas, objetos de medição e limitação.
III. Marcar os pontos de referência para a realização de medições de campos de radiação, contaminações superficiais e atmosféricas, selecionados de modo que sejam sempre sujeitos às modificações nas condições normais de trabalho.
IV. Executar a monitoração, compreendendo a realização de medidas e amostragens, inspeção de fontes de radiação e de rejeitos, além da verificação das condições gerais de trabalho.
Estão INCORRETAS apenas as afirmativas
I, II e III.
II, III e IV.
I e IV.
I e III.
I, III e IV.
“Número pelo qual a dose absorvida no órgão ou tecido é multiplicada, de forma a refletir a efetividade biológica relativa da radiação, na indução de efeitos estocásticos a baixas doses, resultando na dose equivalente.” De acordo com as diretrizes básicas de proteção radiológica CNEN NN 3.01/2011, a definição anterior refere-se ao
detrimento.
nível de intervenção.
indivíduo do público.
fator de ponderação da radiação.
fator de ponderação de órgão ou tecido.