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Os exames solicitados visam elucidar os sistemas atingidos por possível quadro infeccioso e seu agente etiológico.
As micropipetas utilizadas no preparo de meios de cultura devem ser calibradas antes de cada uso.
A técnica de cromatografia de camada fina, utilizada para separar as aflatoxinas, diferencia-se da cromatografia em coluna pelo fato de utilizar um líquido como fase móvel.
Valores de pH muito acima de 6,6 indicam a degradação de proteínas da carne.
O teor de cinzas de uma amostra pode ser determinado pelo método de via seca ou via úmida e os resultados independem da metodologia utilizada.
Contaminantes inorgânicos, como metais tóxicos, podem ser analisados nas cinzas obtidas de uma amostra utilizando-se técnicas de espectrofotometria de absorção atômica.
Na técnica de cromatografia líquida de alta eficiência, utilizada na análise de aflatoxinas, a alta resolução deve-se principalmente ao tamanho da coluna cromatográfica.
Os resultados encontrados pelo analista apresentaram boas precisão e exatidão para AFB2 e AFG1, mas não apresentaram boa exatidão para AFB1.
Esse parâmetro reflete o conteúdo de minerais na amostra, como cálcio, fósforo, zinco, cobre, magnésio e enxofre.
Elevados teores de cinzas em alguns produtos podem ser uma indicação de adulteração com matérias estranhas, como areia.
A propriedade fluorescente das moléculas de aflatoxinas, quando irradiadas por luz ultravioleta, deve-se principalmente à presença de oxigênio e à rigidez de sua estrutura química.
Problemas na homogeneização da amostra podem justificar os resultados obtidos pelo analista para AFB1.
O teor de cinzas em alimentos normalmente varia entre 10% e 20%.