Questões de Concurso sobre Thomas Kuhn

 
 
Disciplina
Assunto 1
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
21 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

Thomas Kuhn é conhecido por sua filosofia da ciência que considera a estrutura das revoluções científicas, com grande destaque para o conceito de paradigma. Assim, o que significa paradigma para o autor?


A

É uma abstração, distante da realidade dos laboratórios, que não necessariamente tem relação com o trabalho científico concreto.


B

Como não é obrigado a ser seguido, o paradigma aparece como um modelo alternativo à comunidade científica.


C

É algo que não tem relação com a prática científica.


D

São modelos que se caracterizam por serem cumulativos do ponto de vista do conhecimento científico.


E

É um modelo de prática científica compartilhado pela comunidade científica, no tocante a sua forma de fazer ciência. Por isso, aparece como a caracterização básica de uma comunidade.

Sobre o método científico, analise o esquema a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: www.filorbis.pt/filosofia/.


Após leitura e análise dos elementos do esquema acima, podemos relacioná-lo ao seguinte filósofo:


A

Paul Feyerabend.


B

Gaston Bachelard.


C

Francis Bacon.


D

Thomas Samuel Kuhn.


E

Karl Popper.

“A ciência normal, atividade na qual a maioria dos cientistas emprega inevitavelmente quase todo seu tempo, é baseada no pressuposto de que a comunidade científica sabe como é o mundo. Grande parte do sucesso do empreendimento deriva da disposição da comunidade para defender esse pressuposto – com custos consideráveis, se necessário. Por exemplo, a ciência normal frequentemente suprime novidades fundamentais, porque estas subvertem necessariamente seus compromissos básicos”.


KUHN, Thomas S. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Editora Perspectiva, 1998.


Com base na concepção de ciência normal proposta por Thomas Kuhn, o progresso científico se dá quando


A

novas descobertas confirmam teorias previamente formuladas por observação controlada e repetível.


B

hipóteses centrais são continuamente falseadas, levando à eliminação das teorias inadequadas.


C

programas de pesquisa rivais competem com base no critério de crescimento progressivo de teorias auxiliares.


D

os cientistas ampliam progressivamente o acúmulo de dados empíricos dentro de um mesmo quadro conceitual.


E

há uma ruptura no paradigma dominante, substituído por outro que reorganiza os problemas e critérios científicos.

Ano: 2024
Prova: Instituto Verbena - IFSE - Professor - Área: Filosofia - 2024

Leia o texto a seguir.


“Uma ciência madura é governada por um único paradigma. O paradigma determina os padrões para o trabalho legítimo dentro da ciência que governa”


CHALMERS, Alan. O Que é a Ciência, Afinal? São Paulo: Brasiliense, 1993, p. 125.


O texto de Chalmers citado acima comenta a posição de Thomas Kuhn sobre a questão do paradigma e sua relação com a ciência. Para Kuhn, um paradigma


A

no seu sentido geral, é a “matriz disciplinar” e no seu sentido restrito é algo “exemplar”.


B

no seu sentido geral, é algo “exemplar” e no seu sentido restrito é um princípio disciplinar.


C

no seu sentido geral, é a “filosofia da ciência” de uma época e no sentido restrito é uma doutrina filosófica particular.


D

no sentido geral, é uma ideologia hegemônica em determinada época e no seu sentido restrito é uma ideologia particular.

Ano: 2024
Prova: Instituto Verbena - IFSE - Professor - Área: Filosofia - 2024

Leia o texto a seguir.


“Kuhn sugere que a racionalidade da ciência pressupõe a aceitação de um referencial comum. Sugere que a racionalidade depende de algo como uma linguagem comum e um conjunto comum de suposições. Sugere que a discussão racional e a crítica racional só serão possíveis se estivermos de acordo sobre questões fundamentais.”


POPPER, Karl. A Ciência Normal e seus Perigos. In: LAKATOS, Imre; MUSGRAVE, Alan (orgs.). A Crítica e o Desenvolvimento do Conhecimento. São Paulo: Cultrix, 1979, p. 68-69.


O trecho acima citado apresenta um comentário de Karl Popper sobre Thomas Kuhn, que ficou mundialmente conhecido através de sua obra A Estrutura das Revoluções Científicas. A posição de Karl Popper sobre as teses de Thomas Kuhn é a de


A

concordância, pois Popper concorda com a existência de mudanças na produção científica e que a racionalidade é o instrumento para garantir a falsificabilidade e a confiabilidade do conhecimento científico.


B

discordância, pois Popper considera que ele cai no relativismo e em equívoco lógico e filosófico ao se basear no “mito do referencial”, o que acaba levando-o ao psicologismo e sociologismo.


C

concordância parcial, pois Popper aceita a ideia de transformação na ciência e mudanças dos paradigmas, mas discorda dos seus fundamentos racionalistas e desconsideração pelo empírico.


D

discordância parcial, pois Popper considera que a oposição entre ciência normal e ciência extraordinária se aplica à evolução da teoria da matéria e das ciências biológicas, mas não ao caso da astronomia.

A posição de Thomas Kuhn (1922-1996) em relação à ciência se contrapõe à abordagem de Karl Popper (1902-1994)? Assinale a alternativa correta:


A

Sim, Kuhn se contrapôs à teoria de Popper ao negar que o desenvolvimento da ciência se dá mediante o acúmulo de conteúdo explicativo de teorias corroboradas em um tempo T. Ao contrário, Kuhn afirma que a ciência progride, de forma peculiar, pela tradição intelectual representada pelo paradigma.


B

Não, Kuhn absorve a teoria da refutabilidade de Popper ao desenvolver sua concepção de paradigma científico. Para ambos, o que garante a verdade de um discurso científico é sua condição de justificação, ou seja, quando uma teoria é justificada, ela é corroborada.


C

Não, tanto Kuhn quanto Popper concordam que as teorias científicas não precisam ser testáveis e que o consenso entre os cientistas é suficiente.


D

Não, Kuhn argumentou que uma teoria, assim como um paradigma, deve ser desenvolvida em vez de criticada, motivo pelo qual ele não poderia opor-se ao pensamento de Popper. Sua tentativa será outra: tentar harmonizar aqueles pontos de vista que divergem do seu.


E

Sim, Kuhn cedo abandonou o empirismo, classificando-se como um anarquista epistemológico.

Leia o excerto a seguir e responda à questão:


“Tanto no desenvolvimento político como no científico, o sentimento de funcionamento defeituoso, que pode levar à crise, é um pré-requisito para a revolução.”


Fonte: Kuhn, 2017, p. 126.


Com base no excerto e na obra de Thomas Kuhn, qual das seguintes afirmações melhor descreve o papel das crises no desenvolvimento científico?


A

As crises são eventos raros e insignificantes no progresso científico.


B

As crises são necessárias para a substituição de paradigmas científicos vigentes.


C

As crises apenas ocorrem em contextos políticos, não científicos.


D

As crises são resolvidas sem a necessidade de mudanças paradigmáticas.


E

As crises são evitadas através da manutenção dos paradigmas existentes.

Com base em Kuhn (2017), como o conceito de mudança de paradigma pode ser aplicado ao ensino de filosofia?


A

O ensino de filosofia deve focar exclusivamente na transmissão de conhecimentos acumulados ao longo do tempo.


B

O ensino de filosofia deve incentivar a crítica e a reconstrução de conceitos estabelecidos, promovendo novas formas de pensar.


C

O ensino de filosofia deve evitar questionar os paradigmas existentes para manter a estabilidade do conhecimento empírico instituído pelas ciências naturais.


D

O ensino de filosofia deve se concentrar apenas na história das ideias filosóficas.


E

O ensino de filosofia deve seguir um currículo flexível e mutável, baseado em paradigmas já estabelecidos pelas ciências clássicas.

A passagem da mecânica newtoniana para a mecânica quântica, no século XX, evidencia que a ciência não progride de maneira cumulativa, mas por meio de transformações bruscas e revolucionárias.


Thomas Kuhn explica essa dinâmica fazendo uso do conceito de


A

paradigma.


B

complexidade.


C

incerteza.


D

falseabilidade.


E

transvaloração.

“A cada época, as teorias científicas instituem métodos que se baseiam em hipóteses, leis, procedimentos e técnicas de pesquisa e de aplicação dos conhecimentos. Esses métodos definem as normas e regras do que deve ser pesquisado e conhecido [...]. Assim, em cada época de sua história, a razão cria modelos ou paradigmas explicativos para os fenômenos ou para os objetos do conhecimento, não havendo continuidade nem pontos comuns que permitam compará-los”. CHAUÍ, Marilena. Iniciação à filosofia. São Paulo: Ática, 2014, p. 98. A perspectiva teórica acima está relacionada ao pensamento de:


A

Anna Carolina Regner.


B

Paul Feyerabend.


C

Karl Popper.


D

Nelson Goodman.


E

Thomas Kuhn.

A obra A estrutura das revoluções científicas (1962), de Thomas Kuhn, apresentou uma nova abordagem sobre as mudanças na ciência e contribuiu com um conceito fundamental para a filosofia da ciência, o de paradigma.


A respeito da investigação filosófica realizada por Kuhn, analise as afirmativas.


I. A ciência normal é cumulativa e não se propõe a realizar descobertas.

II. O falseamento por meio da observação invalida uma teoria científica.

III. A mudança de paradigma promove uma espécie de reorientação gestáltica.

IV. Os paradigmas em conflito são incomensuráveis.


Está CORRETO o que se afirma em:


A

I e II.


B

II, III e IV.


C

I, III e IV.


D

III, apenas.


E

I, apenas.

Leia o texto a seguir:


“As revoluções políticas iniciam-se com um sentimento crescente, com frequência restrito a um segmento da comunidade política, de que instituições existentes deixaram de responder adequadamente aos problemas postos por um meio que ajudaram em parte a criar. De forma muito semelhante, as revoluções científicas iniciam-se com um sentimento crescente, também seguidamente restrito a uma pequena subdivisão da comunidade científica, de que o paradigma existente deixou de funcionar adequadamente na exploração de um aspecto da natureza, cuja exploração fora anteriormente dirigida pelo paradigma. Tanto no desenvolvimento político como no científico, o sentimento de funcionamento defeituoso, que pode levar à crise, é um pré-requisito para a revolução.” (KUHN, Thomas. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 1998, p. 126).


Thomas Kuhn (1922-1996) apresentou uma concepção inédita, com a publicação do seu livro A estrutura das revoluções científicas, para explicar o desenvolvimento da ciência. Marque a alternativa que apresenta corretamente a concepção de Thomas Kuhn sobre o processo de mudança de paradigmas.


A

Para Thomas Kuhn, a ciência normal, ou a tradição científica, é formada por um processo cumulativo que permitiu, por exemplo, compreender, à luz do método experimental de Galileu, os erros do paradigma aristotélico.


B

Thomas Kuhn considerou que quanto mais razoável for uma hipótese, mais chance ela terá de se tornar um paradigma dominante ao ser sustentada pela iniciativa individual de um cientista visionário.


C

Segundo Thomas Kuhn, o sentimento de funcionamento defeituoso, que desencadeia a crise de um paradigma, é detectado por meio de processos empíricos de verificação das hipóteses falseáveis.


D

Para Thomas Kuhn, a transição de um paradigma em crise para um novo paradigma, que pode estabelecer uma nova tradição científica, não é um processo cumulativo articulado com o velho paradigma.

A boa prática científica pode se assentar num conjunto de dogmas, isto é, de crenças postas acima de suspeitas? Contrariando a imagem do cientista como um “espírito aberto” e essencialmente não-dogmático, o filósofo da ciência Thomas Kuhn acredita que o cientista individual não partilha desses atributos. Para ele,


Preconceito e resistência parecem ser mais a regra do que a exceção no desenvolvimento científico avançado. [...] Embora o preconceito e resistência às inovações possam muito facilmente pôr um freio ao progresso científico, a sua onipresença é, porém, sintomática como característica requerida para que a investigação tenha continuidade e vitalidade. Características desse tipo, tomadas coletivamente, eu classifico como dogmatismo das ciências maduras. [...] A educação científica “semeia” o que a comunidade científica, com dificuldade, alcançou até aí - uma adesão profunda a uma maneira particular de ver o mundo e praticar a ciência. (KUHN, Thomas S. A função do dogma na investigação científica. Curitiba: UFPR / SCHLA, 2012, p. 20-21).


Considere as seguintes assertivas:

I – Há aqui uma contradição no pensamento do autor porque não se compreende como o autor de A estrutura das revoluções científicas defenda a importância do dogma para a ciência e que os cientistas sejam em sua prática conservadores e não, revolucionários.

II – O posicionamento de Kuhn é coerente com sua concepção de paradigma científico. Com efeito, para Kuhn, na base da prática científica está a adesão a um paradigma que, partilhado pela comunidade científica, define os limites da ciência normal de uma dada época.

III – Aqui está um dos pontos centrais da divergência entre Kuhn e Popper. Para Popper, não haveria dogma científico acima ou imune ao princípio da falseabilidade. A ideia de uma crença que devesse ser protegida e não falseada lhe pareceria também não-científica.

IV – Neste ponto, é possível aproximar o posicionamento de Kuhn e de Imre Lakatos. Porque este último compreende que todo programa de pesquisa parte de um “núcleo irredutível” de hipóteses que não serão postas em discussão (que, de princípio, não se tentará falsear).


Assinale a alternativa que contém apenas as assertivas corretas:


A

I e III.


B

II e III.


C

I, III e IV.


D

II, III e IV.

Sobre o conceito de incomensurabilidade de paradigmas, proposto por Thomas Kuhn, é correto afirmar que


A

a história da ciência é marcada por períodos cumulativos e lineares de ciência normal sob a égide de um paradigma comum, mas também por períodos disruptivos e não lineares de revoluções científicas nas quais ocorrem substituições de paradigmas.


B

a substituição de paradigmas é um processo racionalizável e objetivo, muito embora os paradigmas sejam incomensuráveis entre si. Isso explica porque as grandes revoluções científicas são sempre conduzidas por gênios profundamente imersos nos problemas do paradigma em queda.


C

a tese da incomensurabilidade de paradigmas sugere que os paradigmas são individualmente subjetivos, ou seja, dentro de uma mesma comunidade científica de uma mesma época e partilhando os mesmos métodos, podemos encontrar cientistas orientados por diferentes paradigmas.


D

segundo a tese das revoluções científicas, a dinâmica da ciência é fundada na troca de paradigmas. Nem todos os paradigmas são incomensuráveis entre si, mas todos os paradigmas incomensuráveis entre si são também logicamente incompatíveis e inconsistentes.


E

a incomensurabilidade de paradigmas implica que paradigmas distintos são intraduzíveis e incomunicáveis entre si. A física newtoniana é inteiramente compreensível e traduzível em termos da física de Einstein; portanto, ambas pertencem a um mesmo paradigma teórico.

O filósofo contemporâneo Thomas Kuhn afirma que em diferentes épocas as teorias científicas instituem métodos e definições dos seus objetos, constituindo matrizes de investigação e de pensamento, as quais denominou:


A

axiomas.


B

modelos.


C

hipóteses.


D

coordenadas.


E

paradigmas.

Segundo Kuhn, os cientistas recebem um paradigma da “ciência normal” e tentam articulá-lo, refinando suas teorias e leis, resolvendo vários enigmas e estabelecendo medições mais exatas de constantes. Mas, por fim, seus esforços podem gerar anomalias. Estas emergem só com dificuldade contra um fundo de expectativas criadas pelo paradigma. A acumulação de anomalias desencadeia uma crise que, às vezes, se resolve por meio de uma revolução que substitui o paradigma antigo por um novo.

-

AUDI, R. Dicionário de filosofia. São Paulo: Paulus, 2006, com adaptações.

-

No que tange ao pensamento científico de Kuhn, assinale a alternativa correta.


A

Kuhn é um dos grandes defensores do desenvolvimento teleológico da ciência.


B

Para Kuhn, a ciência sempre busca a verdade e, por isso, ele nunca questionou a concepção tradicional de ciência.


C

A aquisição gradual e cumulativa do conhecimento é o eixo mediante o qual todo fazer científico deve ser pensado. Por isso, a prática científica não envolve decisões cuja base seja a fé.


D

Kuhn defende que a ciência se desenvolve por estágios, mas não porque tende a algum objetivo, como a verdade, por exemplo.


E

A passagem de um paradigma para o outro sempre se dá quando os cientistas têm absoluta certeza de que o novo paradigma resolverá as anomalias.

O filósofo Thomas Kuhn afirma que uma teoria pode se tornar um modelo de conhecimento ou um paradigma científico. Para ele, o paradigma se torna o campo no qual uma ciência trabalha normalmente, sem crises. Em tempos normais, um cientista, diante de um fato ou de um fenômeno ainda não estudado, explica-o usando o modelo ou o paradigma científico existente. Em contraposição à ciência normal, ocorre a revolução científica. Uma revolução científica acontece quando o cientista descobre que o paradigma disponível não consegue explicar um fenômeno ou um fato novo, sendo necessário produzir um outro paradigma.

CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2011. Adaptado.


Com base no texto, assinale a afirmativa que descreve corretamente o desenvolvimento da ciência.


A

Ocorre por momentos de ruptura, revolução e criação de novos paradigmas.


B

Depende da descoberta de leis infalíveis, a partir da observação e da experiência.


C

Produz uma representação objetiva da realidade, com base nas teorias dos precursores.


D

Resulta da evolução linear dos meios tecnológicos para investigar e conhecer a natureza.


E

É progressivo e é fruto do acúmulo de conhecimentos no interior de um único paradigma.

O conceito de revolução científica, cunhado por Thomas Kuhn, situa que a evolução do conhecimento científico se dá por meio de uma sucessão de períodos de ciência normal e de ciência extraordinária (revoluções científicas).


Para Kuhn, quais são, respectivamente, os elementos que definem e que são fundamentais para o estabelecimento dos períodos de ciência normal e os períodos de ciência extraordinária?


A

Paradigma e incomensurabilidade.


B

Crise e paradigma.


C

Crise e incomensurabilidade.


D

Paradigma e crise.

Na língua portuguesa, anomalia é o estado ou qualidade do que é anômalo; refere-se à anormalidade; é qualquer irregularidade de um corpo, objeto, fenômeno. No século vinte, há uma imagem teórica de ciência que adiciona a categoria anomalia, assegurando ser esta um sinal grave de crise na ciência e que seu aparecimento causa mudança de paradigmas ou contribui significativamente para isso. Sobre o defensor dessa teoria, assinale o que for CORRETO:


A

Esta categoria compõe a teoria de Paul Feyerabend.


B

Esta categoria compõe a teoria de Imre Lakatos.


C

Esta categoria compõe a teoria de Bruno Latour.


D

Esta categoria compõe a teoria de Francis Bacon.


E

Esta categoria compõe a teoria de Thomas Kuhn.

O termo "revolução" está ligado, etimologicamente, à Astronomia, significando originariamente um movimento circular completo de um astro ao voltar a seu ponto de partida. Thomas Kuhn considera que a ciência progride por meio de revolução, devendo-se entender "revolução" como a


A
incapacidade de explicar os fatos novos a desafiar os cientistas.

B
criação de uma nova teoria circular totalizadora capaz de englobar e unificar as ciências.

C
reforma do paradigma vigente para explicar novos fatos ainda desconhecidos cientificamente.

D
substituição do paradigma vigente por outro capaz de explicar fatos novos não explicados pelo modelo anterior.
 
 
Gerar simulado