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As figuras, a seguir, mostram Nicolau Copérnico e a capa do seu grande tratado “Sobre as Revoluções das Esferas Celestes”, escrito em 1543, que introduziu o modelo heliocêntrico na Idade Média.
Essa obra era conceitualmente ainda bastante próxima da astronomia grega e tinha como objetivo principal
simplificar a descrição dos movimentos dos corpos celestes.
introduzir o artifício dos epiciclos no movimento dos planetas.
explicar a ausência de qualquer observação da paralaxe estelar.
deduzir as leis do movimento planetário em relação ao Sol.
Para a Ciência, os saberes populares são os variados conhecimentos
triviais, que ocorrem todos os dias.
vulgares, originados pela ignorância dos povos.
folclóricos, calcados em crenças populares.
produzidos solidariamente, empírica ou experimentalmente.
produzidos em laboratórios montados pela população em seus lares.
No estudo do Universo, trabalha-se com distâncias extremamente grandes, razão pela qual se utiliza uma medida denominada ano-luz, que equivale à distância que a luz percorre no espaço no período de um ano. Quando se fala em um ano-luz, deve-se considerar uma distância próxima de:
trezentos bilhões de quilômetros
noventa bilhões de quilômetros
vinte quatrilhões de quilômetros
oitocentos milhões de quilômetros
dez trilhões de quilômetros
Segundo Piaget, a falta de meios pedagógicos modernos é uma das causas das dificuldades que muitos alunos apresentam na compreensão dos fenômenos físicos.
O texto enfatiza que o método científico tem como premissa a permanência da interação entre pensar, sentir e fazer.
Os autores do texto questionam a metodologia de ensino de ciências adotada principalmente nas séries iniciais e levantam alguns aspectos epistemologicamente equivocados.
O professor de Física deve desenvolver permanentemente atualização e aperfeiçoamento profissional. Nesse sentido, considere as seguintes afirmações:
I. Ele deve fazer pesquisa em Física, como ciência básica ou aplicada.
II. O seu trabalho como professor constitui parte essencial de seu campo prático de investigação científica e pedagógica.
III. A sua cultura científica, e também a geral, precisam ser continuamente promovidas.
Dentre essas afirmações, são plausíveis a um professor de Física da educação básica
I, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
Tendo em vista o ensino de ciências e as novas diretrizes educacionais, essa frase de Einstein,
é questionável, pois reforça a idéia de que a ciência não é uma construção histórica e social, mas construída de idéias subjetivas e pessoais.
é questionável, pois atribui à ciência um caráter pessoal e subjetivo, de verdade provisória sujeita a erros e controvérsias.
é contraditória, pois ao mesmo tempo promove uma idéia de ciência como construção histórica e impessoal e outra, como construção pessoal e particular.
é educativa, pois comprova, a partir do depoimento de um grande cientista, que a ciência é um empreendimento humano e social inquestionável.
é elucidativa, pois não vê a ciência como um saber natural absoluto e aponta o caráter histórico-social de seu desenvolvimento, por vezes também subjetivo e pessoal. www.pciconcursos.
O aprendizado de Física, assim como sua pesquisa, envolve observações, experimentações, interpretações e verificações. Considere, nesse sentido, as atividades formativas:
I. observações qualitativas, feitas pelos alunos, de processos naturais ou tecnológicos em seu cotidiano;
II. demonstrações semiquantitativas orientadas pelo professor em sala de aula;
III. verificações quantitativas realizadas por grupos de alunos em laboratório didático.
Você diria que constitui parte integrante da dimensão prática e experimental do aprendizado escolar de Física o apresentado em
I, apenas.
II, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
A reforma curricular do Ensino Médio, regulamentada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais, propôs uma reorganização curricular em três áreas de conhecimento com o objetivo de facilitar o desenvolvimento de conteúdos e habilidades, em uma perspectiva de interdisciplinaridade e contextualização, o que envolve o ensino e aprendizado de Física na área de Ciências Naturais, Matemática e suas Tecnologias. Dessa perspectiva decorrem, por exemplo,
a criação, na grade curricular, de novas disciplinas que integrem e utilizem conhecimentos contextualizados de diferentes áreas de conhecimento.
a substituição das antigas disciplinas da grade curricular por outras que possibilitem a justaposição dos conteúdos específicos, dadas pela vivência do aluno em seu cotidiano.
a fusão de diferentes disciplinas a partir de múltiplos olhares e conhecimentos práticos presentes no cotidiano imediato dos estudantes ou decorrentes da evolução científica e tecnológica.
a utilização e inter-relação de conhecimentos de várias disciplinas, centradas na preparação para a solução de problemas reais e compreensão de fenômenos sob diferentes pontos de vista.
a recomendação do desenvolvimento do ensino não mais em disciplinas, mas através de projetos interdisciplinares, de âmbito local, que preparem o educando para a vida em sua comunidade.
A nova organização do currículo do Ensino Médio nas três áreas de conhecimento incorporam, em suas denominações, o termo ... e suas tecnologias. O sentido desse acréscimo na designação da área Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias é, sobretudo, o de
mudar o ensino de caráter geral e universal para um de caráter prático que prioriza o conhecimento científico e tecnológico contemporâneo.
priorizar a educação técnica profissional, tendo em vista as profundas mudanças na sociedade tecnológica contemporânea.
incorporar novos recursos tecnológicos na educação, como computador e vídeo, para promover a inclusão digital dos educandos.
centrar o aprendizado na familiarização com novas linguagens e com o manuseio de equipamentos de produção e consumo.
integrar processos tecnológicos próprios de cada área de conhecimento, que são meio ou finalidade da formação básica.
Tendo em vista, de um lado, o caráter de etapa conclusiva da Educação Básica atribuído ao ensino médio pela LDB/1996 e, de outro, as rápidas e contínuas mudanças no mundo do trabalho trazidas pelas inovações científico-tecnológicas, é adequado que o ensino atual da Física na escola básica esteja voltado à
formação profissional específica, em lugar de qualificação de caráter geral.
preparação propedêutica para o ensino superior em lugar da formação técnica.
formação geral que qualifique para a vida social e profissional e para o aprendizado permanente.
preparação para o aprendizado crítico e abstrato em detrimento de qualificação para intervenções práticas.
formação técnica que capacite para dominar os princípios e instrumentos voltados à investigação científica.