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Observe a figura abaixo, que apresenta um sistema em equilíbrio.

Sabendo-se que a carga P aplicada em D é de 140 N, assinale a opção que apresenta as forças normais atuantes nos cabos 1, 2 e 3, respectivamente.
Dados: Considere α= 53°; cos α igual a 0,6; e sen α igual a 0,8.
150 N, 110 N, 160 N
160 N, 120 N, 120 N
165 N, 115 N, 145 N
170 N, 100 N, 130 N
175 N, 105 N, 140 N
Dado um corpo arbitrário com massa 3 kg concentrada em um ponto P ligado a outro de massa 2,5 kg concentrada em um ponto Q ligado por um fio ideal que atravessa uma polia ideal, como na figura abaixo.

O coeficiente de atrito (μ) para que esse sistema esteja em equilíbrio é
1,2
0,83
8,3
12
15
Analise a figura abaixo.

Na figura acima, a linha pontilhada mostra a trajetória plana de uma partícula de carga -q = -3 ,0 C que percorre 6, 0 metros, ao se deslocar do ponto A, onde estava em repouso, até o ponto B, onde foi conduzida novamente ao repouso. Nessa região do espaço, há um campo elétrico conservativo, cujas superfícies equipotenciais estão representadas na figura. Sabe-se que, ao longo desse deslocamento da partícula, atuam somente duas forças sobre ela, onde uma delas é a força externa, Fext. Sendo assim, qual o trabalho, em quilojoules, realizado pela força Fext no deslocamento da partícula do ponto A até o ponto B?
- 0,28
+ 0,28
- 0,56
+ 0 ,56
- 0, 85
Devido à tensão superficial do líquido de densidade ρ, o líquido sobe dentro dos tubos 1 e 2, como mostrado na Figura.

Se h1h2=3, o valor da razão R1R2 é
3
2
1
1/2
1/3
O estudo de lançamento de projéteis constitui uma importante parte do curso de mecânica, em que as leis básicas da composição de movimentos ortogonais podem ser estudadas. É por essa razão que esse assunto está presente em todos os cursos básicos de física, tanto na parte teórica quanto na experimental.
A. M. A. Taveira, A. C. M. Barreiro e V. S. Bagnato. Simples demonstração do movimento de projéteis em sala de aula. Instituto de físico‐química – USP, São Carlos‐SP, 1992.
Em uma aula de lançamento de projéteis, um professor propôs a seguinte situação para seus alunos: imaginem uma bala de canhão, com massa de 40 kg, sendo lançada com velocidade de 1.440 km/h. Em seguida, fez a seguinte pergunta: qual o alcance horizontal máximo do projétil, em km, para o caso de o ângulo formado entre o canhão e a horizontal ser de 30º e a aceleração da gravidade (g) = 10 m/s2 ?
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a resposta correta ao questionamento feito pelo professor.
8
83
16
3163
323
A figura a seguir apresenta os elementos que compõem uma bicicleta, entre eles o pedal acoplado à engrenagem, chamada de coroa, e a roda traseira acoplada à engrenagem, chamada de catraca. As rotações são transmitidas da coroa para a catraca por meio de uma corrente, e os raios dessas engrenagens são controlados por meio do controle de marcha. A bicicleta foi projetada com rodas de raio 559 mm, raios de coroa variáveis de 8 e 6 cm, e raios de catraca de 5, 4 e 3 cm.

Para o bom funcionamento dessa bicicleta e para impedir a torção excessiva da corrente, a razão entre a frequência de giro da catraca e da coroa deve estar compreendida entre 1,48 e 2,05.
Qual é o intervalo de velocidades (v) que deve ser usado por um ciclista que gira o pedal a 40 RPM, sem que ocorram danos à corrente?
[17,3 – 20,4] km/h
[12,6 – 16,8] km/h
[10,1 – 22,4] km/h
[15,2 – 28,8] km/h
Duas pessoas de mesmo peso decidem subir uma montanha. Tiago escolhe uma trilha curta e íngreme, enquanto Mônica escala por uma via longa e bem suave. No cume da montanha, eles discutem sobre quem ganhou mais energia potencial gravitacional.
Sobre esse fato, assinale a alternativa CORRETA.
Para comparar as energias, é preciso saber a altura da montanha.
Para comparar as energias, é preciso saber o comprimento das duas trilhas.
Tiago ganhou mais energia potencial gravitacional que Mônica.
Mônica ganhou mais energia potencial gravitacional que Tiago.
Tiago ganhou a mesma energia potencial gravitacional que Mônica.
Um tubo horizontal tem diferentes diâmetros, como representado na Figura abaixo, sendo que no ponto 1 o diâmetro do tubo é de 20mm e no ponto 2 o diâmetro é de 40mm. Sabe-se que a velocidade do líquido em escoamento neste sistema (água com densidade de 1000 kg/m³) no ponto 1 é de 5 m/s e a pressão nesse ponto é de 140 kPa.

Com base nessas informações e considerando-se que o líquido em questão seja incompressível e tenha viscosidade desprezível, afirma-se que a pressão e a velocidade do líquido no ponto 2 valem, aproximada e, respectivamente,
v2=1,25 sm ep2=151,72 k Pa
v2=2,5 smep2=149,38 kPa.
v2=1,25 smep2=142,99 kPa.
v2=2,5 smep2=141,25 kPa.
Um recipiente contém dois líquidos não miscíveis, 1 e 2, de massas específicas p1 = 1,25g/cm³ e p2 = -,7g/cm³ respectivamente, conforme figura ao lado. O líquido 1 tem coluna de 1cm de altura e o líquido 2 tem altura de 0,5cm.
Adicionando-se um terceiro líquido, de massa específica p3=cm31,03g não miscível aos outros dois líquidos já contidos no recipiente, e sabendo-se que este líquido forma uma coluna de 2cm de altura, a pressão hidrostática nos pontos P1 (ponto no fundo da coluna do líquido 1) e P2 (ponto no fundo da coluna do líquido 2), passará a ser, respectivamente,
241 Pa e 206 Pa.
241 Pa e 35 Pa.
366 Pa e 35 Pa.
206 Pa e 125 Pa.
Embora muitas campanhas de conscientização sobre o trânsito sejam realizadas no Brasil, dados do DETRAN mostram que não houve uma diminuição significativa do número de acidentes fatais. Esse número tem se mantido aproximadamente constante há 20 anos; para cada sete vítimas não fatais, tem-se uma vítima fatal. O excesso de velocidade é apontado como uma das principais causas dos acidentes fatais. Regiões sinuosas apresentam um potencial risco de acidentes, especialmente em dias chuvosos, quando a água na pista praticamente anula o atrito entre os pneus e a pista, de forma que a inclinação da curva precisa ser suficiente para manter o automóvel em sua trajetória.
Considere um automóvel descrevendo uma curva de 110 m de raio com velocidade de em um dia chuvoso, em que o atrito pode ser desprezado. Utilizando g= 10 m/s², a mínima inclinação θ necessária para manter o carro em sua trajetória é de aproximadamente

14°
10°
16°
12°