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A figura a seguir apresenta os elementos que compõem uma bicicleta, entre eles o pedal acoplado à engrenagem, chamada de coroa, e a roda traseira acoplada à engrenagem, chamada de catraca. As rotações são transmitidas da coroa para a catraca por meio de uma corrente, e os raios dessas engrenagens são controlados por meio do controle de marcha. A bicicleta foi projetada com rodas de raio 559 mm, raios de coroa variáveis de 8 e 6 cm, e raios de catraca de 5, 4 e 3 cm.

Para o bom funcionamento dessa bicicleta e para impedir a torção excessiva da corrente, a razão entre a frequência de giro da catraca e da coroa deve estar compreendida entre 1,48 e 2,05.
Qual é o intervalo de velocidades (v) que deve ser usado por um ciclista que gira o pedal a 40 RPM, sem que ocorram danos à corrente?
[17,3 – 20,4] km/h
[12,6 – 16,8] km/h
[10,1 – 22,4] km/h
[15,2 – 28,8] km/h
Duas pessoas de mesmo peso decidem subir uma montanha. Tiago escolhe uma trilha curta e íngreme, enquanto Mônica escala por uma via longa e bem suave. No cume da montanha, eles discutem sobre quem ganhou mais energia potencial gravitacional.
Sobre esse fato, assinale a alternativa CORRETA.
Para comparar as energias, é preciso saber a altura da montanha.
Para comparar as energias, é preciso saber o comprimento das duas trilhas.
Tiago ganhou mais energia potencial gravitacional que Mônica.
Mônica ganhou mais energia potencial gravitacional que Tiago.
Tiago ganhou a mesma energia potencial gravitacional que Mônica.
Um tubo horizontal tem diferentes diâmetros, como representado na Figura abaixo, sendo que no ponto 1 o diâmetro do tubo é de 20mm e no ponto 2 o diâmetro é de 40mm. Sabe-se que a velocidade do líquido em escoamento neste sistema (água com densidade de 1000 kg/m³) no ponto 1 é de 5 m/s e a pressão nesse ponto é de 140 kPa.

Com base nessas informações e considerando-se que o líquido em questão seja incompressível e tenha viscosidade desprezível, afirma-se que a pressão e a velocidade do líquido no ponto 2 valem, aproximada e, respectivamente,
v2=1,25 sm ep2=151,72 k Pa
v2=2,5 smep2=149,38 kPa.
v2=1,25 smep2=142,99 kPa.
v2=2,5 smep2=141,25 kPa.
Um recipiente contém dois líquidos não miscíveis, 1 e 2, de massas específicas p1 = 1,25g/cm³ e p2 = -,7g/cm³ respectivamente, conforme figura ao lado. O líquido 1 tem coluna de 1cm de altura e o líquido 2 tem altura de 0,5cm.
Adicionando-se um terceiro líquido, de massa específica p3=cm31,03g não miscível aos outros dois líquidos já contidos no recipiente, e sabendo-se que este líquido forma uma coluna de 2cm de altura, a pressão hidrostática nos pontos P1 (ponto no fundo da coluna do líquido 1) e P2 (ponto no fundo da coluna do líquido 2), passará a ser, respectivamente,
241 Pa e 206 Pa.
241 Pa e 35 Pa.
366 Pa e 35 Pa.
206 Pa e 125 Pa.
Embora muitas campanhas de conscientização sobre o trânsito sejam realizadas no Brasil, dados do DETRAN mostram que não houve uma diminuição significativa do número de acidentes fatais. Esse número tem se mantido aproximadamente constante há 20 anos; para cada sete vítimas não fatais, tem-se uma vítima fatal. O excesso de velocidade é apontado como uma das principais causas dos acidentes fatais. Regiões sinuosas apresentam um potencial risco de acidentes, especialmente em dias chuvosos, quando a água na pista praticamente anula o atrito entre os pneus e a pista, de forma que a inclinação da curva precisa ser suficiente para manter o automóvel em sua trajetória.
Considere um automóvel descrevendo uma curva de 110 m de raio com velocidade de em um dia chuvoso, em que o atrito pode ser desprezado. Utilizando g= 10 m/s², a mínima inclinação θ necessária para manter o carro em sua trajetória é de aproximadamente

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