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Nos últimos anos, geriatras e gerontólogos adotaram o termo fragilidade para caracterizar os idosos mais debilitados e vulneráveis. A causa mais importante do ciclo da fragilidade é
a osteopenia.
a sarcopenia.
a osteoporose.
a miosite.
o aparecimento de edemas.
No controle da incontinência urinária por treino funcional, a intervenção por treinamento vesical tem como populaçãoalvo os pacientes cognitivamente comprometidos.
A complacência total do aparelho respiratório no idoso está reduzida devido, entre outras causas, ao enrijecimento da parede torácica, em contraposição aos efeitos da redução da elasticidade pulmonar.
Um dos sinais e sintomas do quadro de incontinência urinária de urgência, por hiperatividade do detrusor, com comprometimento da contratilidade da bexiga, é o elevado volume residual pós-miccional.
Para o tipo de intervenção por micção imediata, o paciente deve ser capaz de perceber a sensação de urgência.
Uma das contraindicações absolutas no tratamento da dor do idoso é o uso da iontoforese, com objetivos analgésicos ou anti-inflamatórios locais, devido à fragilidade cutânea apresentada por esses pacientes.
O uso de eletroterapia na incontinência urinária tem como um dos seus objetivos estimular o armazenamento de urina pela alteração da sensação da bexiga, por meio da estimulação das fibras aferentes.
Sobre a queda, que é uma das principais causas de morbidade em idosos, pode-se afirmar que
apesar de sua importância, não representa um indicador de fragilidade.
mais da metade dos idosos, vivendo na comunidade, tem história de pelo menos 3 quedas no ano.
o medo de cair, a perda da autoconfiança e a restrição à deambulação podem afetar negativamente o estado funcional de idosos.
o risco de institucionalização é pouco associado à complicação de queda.
as quedas têm igual prevalência entre homens e mulheres.
Uma das principais causas da chamada marcha em tesoura, na criança com paralisia cerebral, é a espasticidade dos músculos pectíneo, grácil e dos adutores curto, longo e magno.
Caso o paciente apresente, durante exercício terapêutico, dor pleurítica, escarro hematoptóico ou sudorese, deve-se suspender imediatamente o exercício, pois esse quadro pode ser de embolia pulmonar.
Com a idade, alterações anatômicas, em combinação com a reorientação das fibras elásticas do pulmão, levam ao aumento da complacência pulmonar.
A intervenção por treinamento vesical fundamenta-se na capacidade sistemática de o idoso retardar a micção por meio da estimulação da urgência.
Aumento súbito do diâmetro dos membros inferiores, hipertermia local e edema mole podem significar a ocorrência de um quadro de trombose venosa profunda.
Diferentemente dos princípios do treinamento muscular para outras áreas do corpo, nos exercícios para a musculatura pélvica do idoso não se deve incluir sobrecarga muscular, devido às características etárias dessa população.
Cifose torácica entre 58
respiratória caso ocorra atrofia da musculatura intercostal.
Por ser fratura que acomete a extremidade distal do rádio, a movimentação de prono-supinação é pouco afetada, devido a conservação da articulação radioulnar proximal.