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A paciente que apresenta diástase retoabdominal pós-natal superior a dois dedos de largura deverá realizar, o mais precocemente possível, exercícios de flexão lateral e rotação de tronco.
Sobre paralisia obstétrica do plexo braquial assinale "V" para as afirmativas verdadeiras e "F" para as afirmativas falsas:
( ) São acometidos igualmente indivíduos do mesmo sexo
( ) As lesões são geralmente unilaterais
( ) A lesão afeta apenas os troncos do plexo braquial.
( ) Recém-nascidos grandes para a idade gestacional constituem um fator predisponente para esta lesão
( ) O membro superior direito sofre maior número de lesões do que o esquerdo.
Assinale a seqüência correta:
V - V - V - V - F
V - V - F - F - V
F - F - F - F - F
V - V - F - V - V
V - V - V - F - V
No linfedema pós-mastectomia radical, recursos fisioterapêuticos, como a aplicação de bandagens elásticas, hidroterapia e compressão mecânica, raramente alcançam o controle definitivo do linfedema grave.
No tratamento de pacientes mastectomizadas, os exercícios de Codman são indicados no primeiro dia de pós-operatório, para se manter a amplitude de movimento do membro superior envolvido, devido à grande restrição da mobilidade escapuloumeral.
Em caso de sinfisiólise pós-parto, a paciente deve ser estimulada a realizar precocemente a marcha sem apoio, para que não ocorra bloqueio articular na região da sínfise púbica.
A paralisia braquial obstétrica ocorre durante um parto difícil, normalmente quando se aplica tração sobre a cabeça durante o desprendimento do ombro. Um dos tipos de paralisia obstétrica é a de Erb. Os músculos afetados por esse tipo de paralisia braquial obstétrica são:
extensores do carpo, extensores dos dedos e musculatura intrínseca da mão.
rombóides, elevador da escápula, serrátil anterior, deltóide, supraespinhoso, infra-espinhoso, bíceps braquial, braquiorradial, braquial, supinador, extensor longo do carpo, extensores dos dedos e do polegar.
supraespinhoso, infra-espinhoso, bíceps braquial, braquiorradial, braquial, supinador, extensor longo do carpo, extensores dos dedos e do polegar e musculatura intrínseca da mão.
extensores e flexores do carpo, extensores e flexores dos dedos e musculatura intrínseca da mão.
rombóides, elevador da escápula, serrátil anterior, deltóide, supraespinhoso, infra-espinhoso, bíceps braquial, braquiorradial, braquial, supinador, flexor do carpo, flexor dos dedos.
Exercícios para o assoalho pélvico possuem propriedades de fortalecimento muscular, alívio da dor, redução de edema e melhora da circulação local, podendo ser iniciados ainda no pós-natal precoce.
Uma das sentenças abaixo está incorreta acerca da intervenção no pós-parto:
Exercício concomitante de flexão e rotação do tronco deve ser indicado para reduzir a diástase de retos abdominais.
As puérperas devem ser estimuladas a realizarem exercícios hipopressivos para tonificarem os mm abdominais.
Exercícios de Kegel servem para reduzir o desconforto perineal causado pela episiotomia.
Exercícios de bomba muscular (metabolismo) e elevação dos MMII podem ser usados na profilaxia da trombose venosa profunda em mulheres que não podem deambular precocemente.
A orientação postural deve fazer parte dos procedimentos a serem ensinados a puérpera que deseja amamentar.
Quanto ao tratamento da paciente mastectomizada, é incorreto afirmar que:
Pacientes com linfedema em fase I tem grande benefício com a pressoterapia.
A cinesioterapia no braço ipsilateral a cirurgia quando em excesso pode ser a causa de formação ou aumento do seroma.
O posicionamento do braço em elevação, próximo ao corpo da paciente e com a palma da mão voltada para baixo deve ser orientado no pós-operatório.
O enfaixamento compressivo aumenta a eficiência da bomba muscular.
Crioterapia, drenagem linfática manual e enfaixamento são recursos indicados no tratamento do seroma.
Mulher de 40 anos, com história de lesão cancerígena em mama, tem uso de ultra-som contra-indicado
no tecido maligno e pré-canceroso.
na sonoforese.
no monitoramento da cicatrização das feridas.
em terapia combinada com correntes estimuladoras de nervo e músculo.
quando o movimento do cabeçote não é contínuo.
Correlacione a coluna da direita com a da esquerda e assinale a alternativa que contém a seqüência correta, de cima para baixo:
1- Disúria ( ) dificuldade ou relação sexual dolorosa para a mulher.
2- Hiperestesia ( ) resposta explosiva prolongada a um estímulo.
3- Hiperalgesia ( ) sensibilidade exagerada à estimulação.
4- Dispareunia ( ) resposta exagerada a um estímulo normalmente doloroso.
5- Hiperpatia ( ) dificuldade ou dor para urinar.
A seqüência correta é:
3, 4, 2, 5, 1.
1, 3, 2, 4, 5.
2, 3, 4, 5, 1.
4, 5, 2, 3, 1.
Em relação à prescrição de exercícios na gestação, é correto afirmar:
A gestante de baixo risco de iniciar um programa de exercício no primeiro trimestre de gravidez.
Treinamento progressivo com aumento de pesos pode ser prescrito para grávidas hipertensas.
A freqüência cardíaca máxima durante o exercício não deve exceder 140 bpm.
A manobra de Valsalva prolongada deve ser estimulada na gestação como treino para o trabalho de parto.
Toda gestante pode realizar exercícios extenuantes desde que estes não excedam 30 minutos.
Quanto à ação da fisioterapia no climatério, assinale a alternativa correta
Previnem-se quedas em mulheres idosas mediante a realização de exercícios de flexibilidade
O ganho de força e coordenação auxiliam na melhora das habilidades motoras em mulheres menopausadas.
A mulher osteoporótica pode beneficiar-se com exercícios de compressão utilizando, por exemplo, apoio sob o peso corporal na posição de gatas como meio facilitatório para ganho de massa óssea.
O treinamento com pesos deve ser utilizado como melhor recurso para reduzir os sintomas vasomotores nas mulheres climatéricas.
Exercícios realizados na água têm efetividade maior no ganho de massa óssea que os realizados em solo.
do punho.
do quadril.
da coluna.
do tornozelo.
do joelho.
Uma paciente de baixa renda, com idade de 26 anos, no 4º mês de gestação, apresenta um quadro de Paralisia Facial Periférica à esquerda, decorrente de ataque virótico, com todos os sinais característicos da patologia em grau III e com ausência de dor. Foi encaminhada à fisioterapia no mesmo dia em que foi estabelecido o diagnóstico médico. A programação fisioterápica a ser indicada deve ser:
aplicação de laser de Ga/As de 1 Joule no trajeto do nervo facial e massagem superficial suave durante a primeira semana de atendimento.
aplicação de eletroterapia com corrente galvânica interrompida na fase aguda da doença, seguida de exercícios de mímica.
aplicação de eletroterapia com corrente galvânica interrompida na fase aguda da doença, seguida de exercícios de mímica.
massoterapia de alongamento na face afetada e de encurtamento na face sã, seguida de eletroterapia com corrente interferencial tetrapolar.
utilização de órteses de esparadrapo, exercícios voluntários de mímica e orientação para a paciente mascar chicletes, para fortalecer os músculos masseteres.
Paciente do sexo feminino, de 58 anos de idade, 1,52m de altura, 75 Kg, formação escolar elementar, é portadora de Insuficiência Vesical de Esforço. Os sinais vitais estão dentro dos limites de normalidade. Foi indicado tratamento fisioterápico. Assinale a opção mais adequada:
fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico, através de caminhadas e técnicas de relaxamento.
aplicação de eletroterapia intravaginal e exercícios isométricos de fortalecimento do assoalho pélvico
orientação para diminuir a ingestão de líquidos, para utilizar fraldões e para realizar exercícios abdominais diários, com o objetivo de fortalecer a musculatura abdominal.
orientação para perder peso imediatamente, e submeter a paciente a eletroterapia com corrente galvânica, para relaxamento dos esfíncteres urinários.
aplicação de TENS e exercícios de fortalecimento abdominal.
Para uma paciente com 20 anos de idade, que apresenta um quadro doloroso decorrente de uma dismenorréia primária, o fisioterapeuta indica a aplicação de TENS, visando ao alívio da dor. Sobre a fisiologia dessa técnica fisioterápica, é correto afirmar que:
ela inibe o excesso da produção de Prostaglandina F2α, responsável pelas fortes contrações uterinas.
ela atua através do bloqueio dos estímulos nociceptivos no córtex cerebral (Teoria da Comporta da Dor).
ela corrige a isquemia que se instala no útero em virtude da insuficiente produção de angiotensina.
ela modula a dor em nível medular, liberando opióides endógenos e promovendo o bloqueio das fibras C.
o efeito placebo é o principal responsável pelo alívio da dor.