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Considere hipoteticamente um paciente internado na unidade de emergência de um hospital com traumatismo cranioencefálico (TCE). Na escala de Glasgow, ele apresenta as seguintes características: abertura ocular à dor, resposta verbal com palavras inapropriadas e resposta motora com localização da dor.
Com base nesse caso clínico, é correto afirmar que os valores de escore atribuídos na escala correspondem, respectivamente, a
2, 3 e 5.
2, 3 e 4.
2, 2 e 5.
2, 2 e 4.
2, 3 e 3.
Conhecer os fatores de risco para o acidente vascular cerebral (AVC) se faz essencial para prevenir a sua ocorrência. Pessoas que estão dentro do grupo de risco não modificáveis podem ser beneficiadas com maior atenção nos cuidados básicos de saúde. O grupo pertencente a riscos modificáveis precisa de incentivo e apoio para mudança de estilo de vida. Nos fatores de risco potenciais, o desafio é não permitir que eles se tornem um risco efetivo.
Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, associando os diferentes grupos de risco aos fatores de risco para a ocorrência de AVC.
COLUNA I
1. Grupo de risco não modificável
2. Grupo de risco modificável
3. Grupo de risco potencial
COLUNA II
( ) Diabetes mellitus
( ) Sedentarismo
( ) História familiar de ocorrência de AVC
( ) Tabagismo
Assinale a sequência CORRETA.
1 2 3 2
2 3 1 2
1 2 1 2
2 3 1 3
A principal deficiência primária observada pós-acidente vascular encefálico (AVE) é a hemiparesia.
Sobre estratégias para melhorar a força muscular, assinale a alternativa INCORRETA.
Para pacientes de risco, protocolos submáximos (30-50%1RM) são apropriados para exercícios de fortalecimento iniciais.
A combinação do fortalecimento muscular durante atividades funcionais proporciona benefícios adicionais em termos de melhora funcional em comparação com o fortalecimento muscular isolado.
A especificidade do treinamento pode explicar satisfatoriamente a falta de transferência do ganho de força muscular para melhora nas atividades motoras.
Pacientes pós-AVE devem ser submetidos ao fortalecimento muscular com cautela, uma vez que o ganho de força muscular pode ser maléfico, em função de aumentar a espasticidade do músculo.
Controle motor é a capacidade de se mover harmoniosamente no espaço. Depende da integridade de todos os sistemas corporais. Quando evidenciamos, entretanto, uma lesão nas artérias cerebelares, pode-se encontrar alguns sinais clínicos que dificultam ou incapacitam, portanto, o ato motor, como os listados abaixo, exceto:
Hipermetrias.
Ataxias.
Tremores de intenção.
Espasticidade.
Pacientes com lesões de nervos periféricos podem apresentar vários sinais e sintomas na região correspondente à distribuição de cada nervo em particular. Chegou para avaliação e tratamento fisioterápico paciente, 35 anos com diagnóstico de lesão de nervo periférico de membro superior direito. A respeito das manifestações clínicas que esse paciente pode apresentar, considere os sintomas a seguir:
I Paresia ou paralisia flácida e hiporreflexia ou arreflexia detectadas na avaliação clínica.
II Paresia ou paralisia espástica e distúrbio da sensibilidade homolateral.
III Paresia ou paralisia flácida e distúrbio da sensibilidade homolateral.
IV Paresia ou paralisia espástica e hiperreflexia verificada durante a avaliação.
V Paresia ou paralisia flácida e distúrbio da sensibilidade contralateral detectadas na avaliação.
VI Paresia ou paralisia espástica e distúrbio da sensibilidade contralateral verificadas durante o processo avaliativo.
Com base no exposto, o paciente em questão pode manifestar os sintomas apresentados em
A neuroplasticidade é a capacidade do Sistema Nervoso Central de se adaptar às forças aplicadas sobre ele.
Sobre os princípios da Neuroplasticidade relacionados com o plano de atendimento e as intervenções da Fisioterapia, é correto afirmar que
a habilidade motora trabalhada não deve ser significativa para o paciente.
as intervenções fisioterapêuticas não possuem relação com a neuroplasticidade.
a intensidade e a repetição em um programa de exercícios dificultam a ação da neuroplasticidade.
a intervenção deve levar em conta as dificuldades apresentadas pelo paciente, visando à melhoria da função.
devem ser implementadas avaliações frequentes, com o intuito de reduzir a intensidade dos exercícios em cada sessão, assegurando a maximização do desempenho do paciente.