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O método Bobath é indicado na reabilitação, pois auxilia no controle postural e na estimulação de reações de proteção e equilíbrio.
É um objetivo da reabilitação pulmonar:
potencializar o treino voltado às atividades submáximas do paciente.
reduzir sintomas psicológicos que minimizem o medo ao executar o exercício.
minimizar a tolerância ao exercício, reduzindo o risco de recidivas.
favorecer o uso de oxigênio para o desenvolvimento das atividades diárias com o mínimo de desconforto.
reduzir a resistência ao exercício, de modo a diminuir a dispneia do paciente.
A terapia de contenção induzida é eficaz na recuperação funcional do membro superior hemiparético.
A realidade virtual proporcionada pelo game não auxilia no ganho de força muscular.
Um programa de reabilitação de um paciente no pós-operatório imediato (POI) de amputação transtibial unilateral, objetiva, principalmente,
prescrever a prótese e imobilizar o coto.
ganhar força muscular, porém está contraindicado a prescrição de exercícios com cargas.
instruir o paciente quanto aos cuidados com o coto, a fim de prevenir contraturas articulares no membro residual.
iniciar de imediato a marcha, não priorizando as orientações para realização de transferências de postura e deslocamento.
aumentar o condicionamento cardiorrespiratório, com introdução de exercícios ergométricos, com foco na reabilitação cardíaca.
A reabilitação na DP visa ao retorno do paciente à interação social por meio da terapia farmacológica e de nutrição, da fisioterapia e da educação do paciente e dos familiares.
O biofeedback não pode ser considerado biotecnologia, em virtude de não oferecer ao paciente a realidade virtual.
Sabe-se que a reabilitação cardíaca após infarto do miocárdio (IAM) utiliza uma abordagem em equipe, e é dividia em três fases:
I fase hospitalar;
II fase ambulatorial;
III fase comunitária.
Assinale a alternativa correta com relação ao tratamento fisioterapêutico correto em cada fase:
Na fase III, o programa de reabilitação cardíaca se baseia em manter as atividades do paciente em até no máximo 2 MET.
Na fase II, o tratamento em geral será de orientações ao paciente e seus familiares quanto às mudanças no estilo de vida, às modificações dos fatores de risco, à automonitoração dos sinais vitais, e durante a atividade não elevar a FC mais de 20 bpm, além da FC de repouso.
Na Fase I, o programa de reabilitação vai trabalhar com níveis crescentes de MET. Durante qualquer atividade os sintomas deverão ser avaliados por meio da escala de GEP de Borg. Orientações domiciliares para o paciente caminhar em um lugar plano a 1,6 km/h.
Na fase III, 5 semanas após IAM o paciente deve ser instruído como se exercitar, usando a técnica de reabilitação de exercitar primeiramente os grupos musculares grandes e depois os pequenos; o paciente deve ainda objetivar os escores de 11 a 13 na escala de GEP de Borg.
Na fase I, de 4 a 6 semanas após IAM, a prescrição de exercícios deve ser realizada de forma que o paciente trabalhe entre 70 a 85% de sua frequência cardíaca máxima.
Mauro, 18 anos, sofreu um acidente de motocicleta, e foi diagnosticado com traumatismo craniano. Após 7 dias em coma, Mauro evolui com hemiparesia à esquerda com predomínio braquial distal. Mauro após o coma intensificou o trabalho de reabilitação com uma equipe interdisciplinar que o acompanhará também após a alta hospitalar no centro de reabilitação do próprio hospital em que estava internado. Mauro está passando por um estágio de ajustamento emocional ao traumatismo físico. O estágio de ajustamento é subdividido em fases. Identifique as características de cada fase do estágio de ajustamento relacionando a coluna I e II
Coluna I | Coluna II |
1. Fase de negação 2. Fase da reação de pesar 3. Fase da reação de ira 4. Fase de reconciliação adaptativa/aceitação | I. Depressão e/ou lamentação, e pode ser complicado por um exagerado sentimento de culpa por parte do paciente. Sintomas semelhantes aos encontrados no luto que se segue á perda de um ente querido. II. o indivíduo pode acreditar que a perda será restaurada ou pode mesmo nem existir. Apresenta devaneios e fantasias. III. adaptação com a nova realidade. IV. o indivíduo apresenta negativismo, rebeldia, oposição e falta de cooperação. |
1 - I; 2 - II; 3 - III; 4 - IV.
1 - II; 2 - IV; 3 - I; 4 - IV.
1 - I; 2 - II; 3 - IV; 4 - III.
1 - IV, 2 - I; 3 - III; 4 - IV.
1 - II; 2 - I; 3 - IV; 4 - III.
O departamento de fisioterapia da AMIB propôs recomendações para realização da fisioterapia motora na UTI. Paciente com Medical Research Council (MRC) > 4 em MMSS deve-se fazer: ortostatismo passivo, mobilização aeróbica e/ou contraresistência, alongamento estático e propriocepção articular. Transferência do paciente para a borda da cama e fazer exercícios de controle de tronco e equilíbrio. Este nível é?
4
3
2
1
5
João Victor, 45 anos, após um acidente automobilístico foi submetido a patelectomia. Após a cirurgia João Victor apresentou uma perda do braço de momento interno e consequentemente precisa gerar mais força para produzir um torque extensor. A porcentagem de força para produzir o torque extensor é de
10.
15.
18.
20.
25.
Considerando um programa de tratamento fisioterapêutico para os distúrbios musculoesqueléticos do ombro baseados em exercícios funcionais e de estabilização dinâmica, analise as afirmativas abaixo:
1. Durante a fase de recuperação do ombro além da normalização da artrocinemática do mesmo, da reaquisição e melhora da força muscular da extremidade superior e da ADM ativa e passiva, devemos incluir também a melhora do controle neuromuscular e flexibilidade normal das costas, pescoço e quadris.
2. Flexões “de empurrão” na parede permitem que o paciente efetue um exercício em cadeia cinética fechada, podendo na progressão incentivada pelo fisioterapeuta progredir para contrações isométricas, concêntricas e excêntricas.
3. As flexões “de empurrão” na parede fortalecerão todos os músculos da cintura escapular, com ênfase nos peitorais, e dificultarão a estabilidade e mobilidade controlada do complexo da cintura escapular.
4. Exercícios de abdução do ombro com o paciente em bipedestação, onde a abdução dos braços é efetuada mediante deslizamento superior dos antebraços e mãos em uma parede são utilizados para melhorar o desempenho do trapézio superior e médio e também da rotação medial do úmero.
5. A execução correta de ponte frontal com quatro apoios irá desenvolver os estabilizadores de ombro e poderá evoluir para ponte frontal com três pontos de contato e posteriormente com dois pontos de contato – com as coxas ou pés sobre uma bola de estabilização.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 3.
São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 5.
São corretas apenas as afirmativas 1, 3 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 2, 4 e 5.
São corretas apenas as afirmativas 3, 4 e 5.
A Wii Reabilitação é a denominação que tem sido empregada à utilização do videogame Nintendo® Wii na reabilitação. Com relação à essa modalidade de tratamento fisioterápico neurológico, leia as afirmativas e assinale a alternativa correta:
I - Na fase crônica do AVC, a fisioterapia tem apresentado melhorias na marcha, nas atividades de vida diária (AVD), controle postural e na função dos membros inferiores. Quanto à utilização da Wii Reabilitação, verifica-se que a mesma tem sido mais utilizada na fase crônica do AVC, com os mesmos objetivos que a fisioterapia tida como convencional.
II - Outra patologia neurológica na qual a Fisioterapia tem demonstrado eficácia é a Doença de Parkinson (DP) através de programas regulares de exercícios preventivos ou corretivos, inclusive com o uso de estratégias voltadas para o ciclo on-off quando necessário, além de adaptação ambiental e de programas domiciliares. Nesse sentido, a Wii reabilitação tem sido utilizada a fim de propiciar benefícios, tais como: melhora do equilíbrio, postura, locomoção, funcionalidade de membros superiores e inferiores e motivação do paciente em relação ao tratamento.
III - Entende-se que a Wii reabilitação apresenta-se como um recurso eficaz para o tratamento de comprometimentos motores de patologias neurológicas, mesmo apresentando variações na duração, frequência ou tipos de jogos utilizados durante o tratamento.
Somente as afirmativas I e II estão corretas.
Somente as afirmativas I e III estão corretas.
Somente as afirmativas II e III estão corretas.
Todas as afirmativas estão corretas.
Para iniciar a mobilização precoce ou a fisioterapia motora na UTI é necessário se preocupar com a segurança do paciente através da análise da reserva cardiovascular e respiratória. Nesse sentido, observe as informações a seguir.
I. A variabilidade da pressão arterial durante os exercícios não deve se exceder a 20%.
II. A relação PaO2/
III. Os leucócitos devem estar superior a 20.000 cel/mm .
IV. A hemoglobina deve estar inferior a 6 g/dL.
Está correto o que se afirma apenas em:
I e II.
II.
II e III.
I e III.
I e IV.
Na reabilitação de lesões o Fisioterapeuta pode utilizar exercícios em cadeia cinética aberta (CCA) ou cadeia cinética fechada (CCF), podendo variar e buscar o melhor exercício para empregar nas suas condutas.
Sobre os exercícios de CCA e CCF responda:
( ) Exercícios em CCF oferece diminuição das forças compressivas.
( ) Os exercícios de CCF são chamados de movimentos de co-contração.
( ) Os exercícios de CCA ocorre aumento das forças de aceleração e diminuição das forças de resistência.
( ) A atividade de caminhar envolve o mecanismo de CCA.
Analise a afirmações e marque a alternativa CORRETA
V-F-V-V
F-V-V-F
V-V-F-V
V-F-F-F
F-V-V-V
Maria Luiza, 18 anos, estudante, joga futebol representando sua universidade nos campeonatos universitários. Na final do último campeonato, Maria Luiza sofreu uma torção no joelho direito e rompeu o LCA. Foi para a cirurgia, e atualmente encontra-se no processo de reabilitação na fase de treino resistido. Os parâmetros que devem ser descritos nessa fase da reabilitação são:
Resistência, número de repetições, frequência cardíaca, VO2 e período de repouso.
Número e velocidade de repetições, resistência, volume de treino e período de repouso.
Número de repetições, período de repouso, VO2 e potência.
Velocidade de repetição e de treinamento, carga e período de repouso
VO2 máximo, frequência cardíaca, frequência respiratória e número de repetição.
A progressão dos exercícios de reabilitação do sistema musculoesquelético pode ser de uma maneira geral dividida e baseada nos estágios do processo de cicatrização: fase 1-aguda, 2- de reparo e 3- de remodelação. Cada fase precisa de metas e critérios de progressão, sendo características gerais da fase 2:
aumentar a AM, força e trofismo.
controlar o edema, restringir a atividade e mover ativamente na amplitude sem dor.
comprimir a região acometida, imobilizar o segmento retirando a imobilização para realizar alongamentos suaves.
readquirir habilidades, aumentar força e funcionalidade.
restaurar a AM gradativamente, readquirir ou aumentar a força muscular e controle neuromuscular.
A reabilitação de afecções desportivas costuma ser dividida em estágios inicial, intermediário e final, de acordo com o quadro clínico do paciente. O tipo de exercício mais recomendado nos estágios finais da reabilitação musculoesquelética é o
aeróbico.
isométrico.
isocinético.
pliométrico.
Estima-se que as amputações do membro inferior correspondam a 85% de todas as amputações de membros, apesar de não haver informações precisas sobre este assunto no Brasil. Em 2011, cerca de 94% das amputações realizadas pelo SUS foram no membro inferior. As indicações mais frequentes para amputação do membro inferior são decorrentes das complicações das doenças crônico-degenerativas e ocorrem mais frequentemente em idosos. Na literatura, encontramos que aproximadamente 80% das amputações de membros inferiores são realizadas em pacientes com doença vascular periférica e/ou diabetes. As amputações por causas traumáticas prevalecem em acidentes de trânsito e ferimentos por arma de fogo, sendo essa a segunda maior causa. Entre as amputações não eletivas, o trauma é responsável por cerca de 20% das amputações de membros inferiores, sendo 75% dessas no sexo masculino. (Diretrizes de Atenção a Pessoa AmputadaMinistério da Saúde, 2013). Sobre o tratamento de reabilitação de paciente amputado é incorreto afirmar que:
No pré-operatório de amputação de um dos membros inferiores, os membros superiores não devem ser trabalhados, assim como o membro contralateral, só serão trabalhados na fase pós operatória preparando o indivíduo para as transferências, o trabalho nas barras paralelas e a condução de cadeiras de rodas.
Na fase pré-cirúrgica, diversas ações de reabilitação, incluindo um programa de condicionamento cardiopulmonar, já podem ser iniciadas. A abordagem de atenção pré-operatória, em termos gerais, envolve a avaliação física detalhada do paciente, os esclarecimentos sobre o prognóstico funcional, as discussões sobre dor fantasma e sobre as metas de reabilitação de curto, médio e longo prazo.
Os cuidados ideais de reabilitação oferecidos ao paciente amputado devem ser iniciados, sempre que possível, ainda antes do momento da amputação, a menos que exista alguma contraindicação clínica.
Na fase pós-cirúrgica imediata é importante realizar exercícios de transferência de peso no membro não amputado. Neste período, o coto de amputação não deve ser mantido imobilizado, iniciando as mobilizações no coto entre 24 a 48 horas após a cirurgia de amputação.
Ainda nesta fase, deve ser iniciado o enfaixamento compressivo do coto de amputação para reduzir e evitar o aumento do edema residual, estimular o metabolismo do coto e modelar e preparar o coto Diretrizes de Atenção à Pessoa Amputada 27 para futura protetização.
A atividade física em programas de Reabilitação Cardíaca contribui para prevenção primária e secundária de eventos coronarianos.
Dentre vários benefícios do treinamento físico para o cardiopata, é INCORRETO citar:
Diminuição do consumo de oxigênio do miocárdio.
Aumento do limiar de angina e menor depressão do segmento ST durante esforços submáximos.
Aumento da eficiência dos músculos esqueléticos por aumento no número de mitocôndrias.
Maior elevação da frequência cardíaca e da pressão arterial em esforços submáximos.