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Em relação ao tratamento dos pólipos vocais, afirma-se que é:
sempre cirúrgico, preservando-se ao máximo os tecidos saudáveis.
cirúrgico em pólipos hemorrágicos volumosos e fonoterápico em pequenos pólipos hemorrágicos e em pólipos gelatinosos.
fonoterápico no pré-cirúrgico e, se não for observada a normalização da voz em 15 dias, indicase a reabilitação vocal, geralmente de curta duração.
fonoterápico no pré e pós-cirúrgico.
Os principais transtornos vocais presentes no alcoolismo são:
soprosidade, quebras de sonoridade, tom agudo e intensidade elevada.
voz tensa-estrangulada, bitonalidade, qualidade pastosa e intensidade reduzida.
rouquidão, instabilidade vocal, tom grave, qualidade pastosa e intensidade reduzida ou elevada.
aspereza, ataque vocal brusco, tom grave, qualidade tensa e intensidade reduzida.
voz fluida, ataque vocal aspirado, tom agudo, soprosidade e intensidade reduzida ou elevada.
O aquecimento vocal
é obtido mediante o relaxamento e o retorno ao ajuste da voz coloquial.
é alcançado por meio de vocalizes descendentes.
ajuda a desenvolver a consciência dos músculos respiratórios, laríngeos e articulatórios.
tende a diminuir o fluxo sangüíneo nos músculos.
por meio de vocalizes ascendentes promove o encurtamento do músculo vocal.
Durante a avaliação fonoaudiológica de uma criança de 9 anos com queixa de alteração na fala, constata-se quadro fonêmico, caracterizado por produção dos fonemas linguodentais e sibilantes com anteriorização da língua e imprecisão articulatória generalizada. A causa mais provável para essa alteração é
o aumento das tonsilas palatinas e a respiração oronasal.
a presença de má oclusão Classe IV de Angle.
a atresia do arco superior.
a diminuição da quantidade de saliva.
o uso de piercing na úvula.
O exercício de fonação inspiratória promove
aumento da projeção vocal.
ressonância mais equilibrada.
afastamento das pregas vocais.
abaixamento da laringe.
afastamento das pregas ventriculares.
Nos casos de muda vocal atrasada ou prolongada por distúrbios funcionais, a terapia fonoaudiológica consiste na utilização
da voz sussurrada para aumentar a coaptação glótica, pois freqüentemente ocorre presença de fenda triangular médio-posterior.
do vocal fry relaxado, como facilitador à introdução do tom grave masculino e à fixação do tom ideal por meio de exercícios de melodia e voz salmodiada.
de exercícios com a posição alta da cabeça, para o favorecimento da emissão do tom grave e abaixamento do tom para a região ideal a partir do som basal.
de exercícios de pushing para diminuir a força muscular do véu palatino e aumentar a força da musculatura intrínseca da laringe.
As disfonias orgânicas são o campo de atuação do fonoaudiólogo em que ele tem mais condições de conseguir a reabilitação completa do paciente, dependendo, quase que exclusivamente, do trabalho vocal.
Em casos sem diagnóstico preciso — seja laringológico ou comportamental vocal —, aconselha-se a realização de teste terapêutico por período curto, de 1 a 2 meses de duração, com a utilização cuidadosa de provas terapêuticas para direcionar a conduta.
O objetivo da reabilitação vocal não é atingir uma voz normal, mas sim a melhor possível. É, acima de tudo, obter uma voz que represente o paciente quanto ao seu sexo, sua idade, seu corpo e sua personalidade e, principalmente, que expresse suas emoções e seja emitida sem esforços extras.
A voz infantil é plena com freqüência fundamental aguda — acima de 250 Hz —, enquanto o adulto tem qualidade vocal delgada.
As pregas vocais infantis são curtas e grossas e a estrutura da mucosa é pouco diferenciada, com ausência de ligamento vocal maduro.
As cartilagens adultas são frouxas e a cricóide é de forma ovóide, enquanto as infantis são ossificadas e a cricóide é de forma circular.
As cordas vocais infantis são longas e afiladas e a formação do trato vocal se dá em forma de trapézio.
Pólipos têm maior probabilidade de reabsorção do que nódulos. Em fonoterapia, nódulos com fenda triangular média-posterior têm evolução mais favorável que nódulos sem fenda.
O registro da fita de gravação deverá ser realizado periodicamente, pois a comparação das gravações, em diferentes etapas de terapia, constitui ainda um método mais acessível e confiável para servir como base na avaliação da evolução do tratamento.
No adulto, a laringe é alta no pescoço, cricóide em C3, e a luz laríngea aparece em forma de círculo.
As disfonias orgânicas são classificadas didaticamente como: afonia de conversão, uso divergente de registros, falsete de conversão, sonoridade intermitente e espasmos de abdução intermitentes.
No tratamento do quadro clínico descrito, a resposta aos exercícios é usualmente demorada e negativa, o que retarda a reabilitação.
É exemplo de alteração relacionada às disfonias funcionais:
A conduta fonoaudiológica do caso consiste em reabilitação vocal, com o objetivo de melhoria da qualidade vocal e redução da freqüência fundamental da voz por meio de exercícios que propiciem um aumento da vibração de onda da mucosa, redução da fenda glótica e conseqüente aumento da eficiência vocal.