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“Os sujeitos construtores da História da Humanidade são muitos, são plurais, são de origens sociais diversas. [...] Seus pensamentos e suas ações traduzem, na multiplicidade que lhes é inerente, a maior riqueza do ser humano: a alteridade”. (DELGADO, Lucília de Almeida Neves. História oral: Memória, Tempo, Identidades. Belo Horizonte: Autêntica, 2006. p. 55).
O trecho acima, que se refere à construção da História e seus atores, nos leva à reflexão sobre as formas de constituição do passado como representação coletiva e, consequentemente, sua possibilidade de patrimonialização.
A associação CORRETA entre as ideias sobre construção da História, presentes no trecho destacado, e os conceitos de Passado e Patrimônio é:
A maior riqueza do ser humano só faz sentido quando materializa o consenso, afirmando sua igualdade num Patrimônio comum.
A sistematização necessária à implementação das políticas de patrimônio devem ser garantidas por uma atitude de neutralidade.
Concretizar a diversidade significa realizar a patrimonialização dos muitos bens culturais sempre separados por grupos e seus interesses.
O passado, ressignificado e patrimonializado, registra decisões e escolhas carregadas das muitas disputas e tensões do processo histórico.