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A História Moderna é o período da história que compreende a Idade Moderna. Esse momento da História do Ocidente se inicia no final da Idade Média e se estende até a Idade Contemporânea, no século XVIII. Apesar dos resquícios do mundo medieval em alguns aspectos, essa fase foi marcada por grandes transformações, revoluções e mudanças na mentalidade ocidental. De acordo aos estudos que engloba o período medieval ao contemporâneo, analise as proposições abaixo:
I- O conceito de Idade Moderna surgiu como uma necessidade de determinados intelectuais de diferenciar a época em que eles estavam inseridos do período medieval. A Idade Moderna, portanto, surgiu quando foi pensada a Idade Média. O primeiro erudito que pensou nisso foi um italiano do século XIV chamado Francesco Petrarca.
II- A Idade Moderna é considerada o período de transição do modo de produção feudal para o modo de produção capitalista. Essa transição se deu pelas práticas econômicas do mercantilismo, que contribuíram para a mundialização do comércio europeu. Essa mundialização do comércio tem relação direta com o colonialismo que se estabeleceu quando os europeus chegaram à América em 1492.
III- Nesse período, no campo político, mudanças significativas também aconteceram. O rei se fortaleceu e as nações que surgiram se estruturaram ao redor desse monarca absoluto. É, portanto, o período do absolutismo e de reis imponentes, como Luís XIV, que se autodefinia como Rei Sol. Significativo também foi o papel de muitos intelectuais que criaram construções ideológicas para sustentar o poder dos reis.
IV- Foi um período também de agitação burguesa e da consolidação popular. As camadas populares, lutando por seus direitos, posicionaram-se durante a Revolução Puritana, que aconteceu na década de 1640, na Inglaterra, por exemplo. Os diggers e levellers defenderam os interesses do povo e tinham ideias republicanas e coletivistas, mas foram esmagados pelo poder burguês.
V- A mundialização do comércio permitiu a acumulação do capital, e essa ação se fortaleceu principalmente depois que a Reforma Religiosa levou ao surgimento dos protestantes. A Igreja perdeu força, assim como a fé, que deu espaço à predominância da razão, sobretudo quando surgiram os iluministas.
De acordo a análise das proposições é correto o que se afirma em:
I, II, IV E V
I, II, III, E V
I, III, IV E V
II, III, IV E V
I, II, III, IV E V
Considerado um dos teóricos do absolutismo, autor da frase “o homem é o lobo do homem”, defendia a ideia de que, antes de surgir o Estado, os indivíduos eram livres e iguais, mas viviam em uma situação de guerra permanente de todos contra todos. Para garantir a sobrevivência, os homens estabeleceram um pacto, pelo qual um deles passaria a governar com poderes absolutos sobre os demais. Sendo assim, todos renunciariam à liberdade sem limites que tinham na sociedade natural. O governante, por sua vez, se comprometia a garantir a paz, a ordem, e a segurança para todos. Assinale a alternativa que corresponde ao autor da ideia descrita.
Nicolau Maquiavel.
Jacques Bossuet.
Jean Jacques Rousseau.
Thomas Hobbes.
John Locke.
“(...) na última parte do século XVIII, (...) o evidente sucesso internacional do poderio capitalista britânico [levou] a maioria destes monarcas (ou melhor, seus conselheiros) a tentar programas de modernização intelectual, administrativa, social e econômica”.
(HOBSBAWM, Eric J. A Era da Revoluções: Europa (1789 - 1848). 3ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981. p.38-39)
Esta proposta de modernização das monarquias absolutistas europeias a partir das ideias iluministas é conhecida como
Liberalismo.
Contrato Social.
Revolução Científica.
Despotismo Esclarecido.
“O Estado detém o poder político. O fortalecimento do Estado moderno resultou do absolutismo monárquico instaurado em vários países europeus a partir do século XIV. No entanto, do século XVII em diante, o absolutismo foi superado pelo liberalismo burguês, pois a burguesia não apoiava a intervenção do Estado na ordem econômica e política. A partir de 1989, diversos países passaram a adotar o neoliberalismo. Mas em que ele difere do liberalismo propagado pelos filósofos iluministas?”.
(KUPPER, 2014).
As alternativas abaixo indicam características comuns entre liberalismo e neoliberalismo, assinale a alternativa incorreta.
Incentivo à concorrência, caracterizada pelo predomínio da iniciativa privada sobre a estatal
Possibilidade de ação disciplinadora do Estado para evitar a criação de monopólios e oligopólios
Defesa de que a economia deve ser baseada no livre jogo das forças do mercado
Criação de instituições para fornecer aos cidadãos mecanismos de participação nas decisões políticas
Assinale a alternativa que identifica Revoluções Burguesas, em oposição ao Absolutismo Monárquico.
Revolução Mexicana e Revolução Russa
Revolução Inglesa e Revolução Francesa
Revolução Americana e Revolução Russa
Revolução Americana e Revolução Cubana
Revolução Cubana e Revolução Cultural Chinesa
Durante o período moderno, diferentes nações adotaram práticas mercantilistas com o objetivo de manter uma balança comercial favorável, além de promover o acúmulo de capitais. Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando o país ao correto tipo de mercantilismo adotado.
Coluna 1
1. Portugal.
2. Espanha.
3. França.
4. Inglaterra.
Coluna 2
( ) Comercial: Comprar barato e vender caro, ganhar no frete, estimular a construção naval e formar companhias de comércio.
( ) Industrial: desenvolver manufaturas de artigos de luxo.
( ) Comercial e de Plantagem: comprar e revender especiarias do Oriente; produção tropical destinada ao mercado internacional.
( ) Metalista: exportar reservas de ouro e prata; importar alimentos, entre outros produtos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
1 – 2 – 3 – 4.
2 – 1 – 4 – 3.
3 – 4 – 2 – 1.
4 – 3 – 1 – 2.
1 – 4 – 3 – 2.
O longo processo político que culminou com o fim do absolutismo inglês, por meio de guerras e disputas religiosas, foi caracterizado por eventos impactantes, como os Atos de Navegação. Tais atos devem ser associados à etapa deste processo conhecida como:
Revolução Puritana
Revolução Gloriosa
Restauração Stuart
Reforma Anglicana
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
________ foi uma forma de governo que predominou durante a __________ e consistia, basicamente, no poder concentrado nas mãos do rei, enquanto os cidadãos eram cortados das decisões.
O socialismo | Primeira Diáspora
O colonialismo | Idade Contemporânea
A democracia | Idade Média
O absolutismo | Idade Moderna
Sobre a formação dos Estados Modernos, analisar a sentença abaixo:
Durante grande parte da era feudal, o poder era dividido entre feudos, e essa descentralização era um terreno fértil para insurgências externas, invasões e revoltas populares (1ª parte). Na tentativa de minimizar as invasões e se organizar contra revoltas populares, os feudos foram se unindo em torno de um monarca, e essa centralização de poder formaria o embrião do que, posteriormente, seriam os primeiro Estados Modernos europeus (2ª parte).
A sentença está:
Totalmente correta.
Correta somente em sua 1ª parte.
Correta somente em sua 2ª parte.
Totalmente incorreta.
“O soberano não é proprietário de seus súditos. Deve respeitar sua liberdade e seus bens em conformidade com a lei divina e com a lei natural. Deve governar de acordo com os costumes, verdadeira constituição consuetudinária. (...) O príncipe apresenta-se como árbitro supremo entre as ordens e os corpos. Deve impor a sua vontade aos mais poderosos de seus súditos. Consegue-o na medida em que esses necessitam dessa arbitragem." (Corvisier, André. História Moderna).
O presente fragmento faz referência ao Estado Absolutista, dentre os principais teóricos que dissertaram sobre o tema, destacam-se:
Thomas Hobbes e Jean Bodin.
Thomas Hobbes e John Locke.
Nicolau Maquiavel e Aristóteles.
Denis Diderot e Nicolau Maquiavel.
Jacques Bossuet e Tómas de Aquino.
A Revolução Gloriosa marcou o fim do absolutismo e o início de um período de governo constitucional na Inglaterra. A respeito desse assunto, assinale a afirmação correta:
A invasão de Guilherme de Orange foi uma resposta às medidas implementadas por Jaime II na Inglaterra, que impediram as atividades comerciais com mercadores protestantes dos Países Baixos.
O conflito entre as dinastias de Stuart e Tudor gerou instabilidade política e social, o que levou o rei Jaime II a uma aliança com a França, desagradando o parlamento.
Os desejos déspotas do rei Jaime II o levaram a uma articulação com o imperador da Áustria e do Sacro Império Romano Germânico, o que gerou insegurança nos protestantes ingleses.
O reinado de Jaime II ficou marcado pela perseguição aos católicos e o estabelecimento de uma política de estado teocrática.
A política religiosa estabelecida por Jaime II gerou insegurança, por ameaçar o poder protestante e representar um possível restabelecimento do catolicismo na Inglaterra.
As reflexões sobre o absolutismo eram todas mais ou menos casuais e alusivas: uma teorização direta das novas monarquias centralizadas que emergiam na Europa renascentista nunca foi efetuada por nenhum dos fundadores do materialismo histórico. A sua importância exata foi deixada ao juízo das gerações posteriores. Com efeito, os historiadores marxistas debatem até hoje o problema da natureza social do absolutismo. A solução correta é, na verdade, vital para compreensão da passagem do feudalismo para o capitalismo na Europa, e dos sistemas políticos que a diferenciaram.
(Perry Anderson, Linhagens do Estado absolutista. Texto adaptado)
Ao analisar a natureza social do absolutismo, Anderson compreende que
durante toda a fase inicial da época moderna, a classe dominante era a mesma da época medieval, ou seja, a aristocracia feudal.
desde o século XVII, as nações europeias são dirigidas por soberanos absolutistas que governam em nome dos interesses das suas burguesias.
ao longo da Idade Moderna, houve um equilíbrio entre os poderes da nobreza, classe decadente, e a burguesia comercial, classe ascendente.
no decorrer do século XVI, a nobreza foi perdendo espaço político para a burguesia enriquecida com a exploração colonial e o tráfico negreiro.
no Mundo Moderno, a ascensão econômica e o prestígio social da burguesia foram essenciais para que essa classe tivesse o poder político.
A Idade Moderna é um período histórico que abrange aproximadamente os séculos XV ao XVIII e que foi marcado por mudanças significativas em várias esferas da vida humana, como política, economia, sociedade, cultura e ciência. Nesse contexto, o momento histórico marcado pela modificação do sistema feudal, que levou ao desenvolvimento de monarquias centralizadas e ao fortalecimento do poder dos reis, é denominado de:
Reforma Protestante.
Revolução Científica.
Ascensão dos Estados Nacionais.
Expansão Colonial.
Renascimento.
“Com efeito, a grande maioria dos historiadores está de acordo sobre o fato de que a ruptura entre o Estado feudal e o Estado capitalista não ocorre no momento em que aparece o Estado que corresponde à consolidação da dominação política da classe burguesa – cujo exemplo característico seria o Estado oriundo da Revolução Francesa -, mas sim no momento em que aparece o Estado absolutista. O problema seria então o seguinte: durante o período de transição do feudalismo ao capitalismo na área da Europa Ocidental, o Estado apresenta já características que permitem apreendê-lo, do ponto de vista tipológico, como pertencendo ao tipo capitalista de Estado [...] ao passo que o período de transição é caracterizado pela não dominância „consolidada‟ do M.P.C [Modo de Produção Capitalista]”.
POULANTZAS, Nicos. Poder político e classes sociais. Tradução de Maria Leonor F. R. Loureiro. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2019. p. 160 [Adaptado]
Sobre as especificidades do Estado de transição caracterizado no excerto acima, está correta a alternativa:
O Estado de transição absolutista é demarcado por uma defasagem cronológica entre as formas econômicas e as formas das superestruturas jurídicopolíticas. Nela a burguesia possui o poder econômico e político de dominação do aparelho de Estado, enquanto na nobreza mantêm-se dominante no campo do poder ideológico sobre as massas populares através da Igreja.
A função do Estado absolutista não foi precisamente operar dentro dos limites fixados por um modo de produção já dado, mas produzir relações que tendessem à retomada do antigo modo de produção – as relações feudais -, e liquidar as relações burguesas de produção; sua função é fazer recuar e fixar os limites do modo de produção.
O Estado absolutista nascido na área da Europa Ocidental está situado, conforme periodização da feudalidade admitida por muitos historiadores no período de crise maior do feudalismo nos séculos XIV e XV. A derrocada da agricultura, o aparecimento e desenvolvimento das manufaturas e do comércio internacional e o declínio da população, entre outros fatores marcam o surgimento do Estado absolutista.
Berço da Revolução Industrial, a Inglaterra, foi também a pioneira na transição do Estado feudal ao Estado capitalista. A forma o Estado anterior foi rapidamente superada, não sendo possível identificálo, já no século XIV, senão em uma existência precária, como no caso dos Países Baixos.
A Primeira Revolução Burguesa da Europa, a Revolução Inglesa, ocorreu em 1689. Nessa época, era o contexto dos países europeus:
A França passava pela Revolução Francesa, e os portugueses estavam sob o domínio da dinastia Bragança.
Portugal passava pela Revolução dos Cravos, e os espanhóis pelo poder dos Habsburgos.
A França estava no apogeu do absolutismo sob o governo de Luís XIV, e os espanhóis estavam sob o poder dos Habsburgos.
Os espanhóis estavam sob o poder da dinastia de Bragança, e os portugueses, sob o domínio dos Tudor.
As tensões que envolveram os monarcas, a nobreza e a burguesia na Europa geraram um situação pré-revolucionária. Nesse contexto existem grandes nomes envolvidos para questionar o poder dos reis absolutistas em busca de uma nova ordem política. Em razão disso o pensamento iluminista se apresenta assim estruturado:

Fonte: Autor - desenho ilustrativo fora de escala.
Jonh Locke costuma ser considerado como o precursor do liberalismo, tendo lançado as bases da filosofia política iluminista. Em sua obra defendia a ideia de que os homens eram portadores de direitos naturais como a vida, a liberdade e a propriedade. Para garantir que todos os indivíduos usufruíssem seus diretos, os homens criaram os governos que recebiam autoridade e o dever de garantir os direitos das pessoas.
Nesse contexto, sobre outros pensadores iluministas que também se destacaram, analise as afirmativas a seguir:
I- Voltaire foi um dos maiores nomes do iluminismo, criticava violentamente a Igreja e o Clero embora fosse deísta.
II- Montesquieu, também iluminista, focava na divisão dos poderes, em que o governante passava a ser apenas o executor da vontade da sociedade conforme leis regidas por legisladores e julgadas pelos tribunais, o que limitaria o poder absolutista dos reis.
III- Rousseau foi o grande defensor da democracia, não como a compreendida atualmente, indissociável de eleição e de voto universal, mas como a expressão da vontade geral do povo de uma nação.
Comparando as ideias apresentadas pelos iluministas em I, II e III, é CORRETO afirmar que:
Os iluministas de I e II defendiam uma linha de transformação moderada no iluminismo.
O liberalismo político para os iluministas I, II e III significava três poderes, constituição, eleições e liberdade de expressão.
O iluminista III apesar de defender uma linha de transformação radical no iluminismo criticava a propriedade privada e defendia a constituição.
O iluminista II defendia a superação do absolutismo, tendo como arma para isso a revolução.
O absolutismo monárquico, comum na Europa entre os séculos XVI e XIX, foi uma forma de governo que defendia o poder absoluto do rei sobre toda a nação. A respeito do absolutismo, assinale a alternativa correta.
A consolidação do Estado Nacional requeria que a figura de um monarca tivesse controle centralizado na tomada de decisões, diferentemente do que ocorria na Idade Média, quando o poder real não era completamente unânime
Embora centralizador, o absolutismo não procurava a padronização, tendo mantido as diferenças culturais locais, os idiomas e as preferências sociais das respectivas nações
A obra O Príncipe de Nicolau Maquiavel não procurava justificar o poder absoluto ao dizer que os fins justificavam os meios
O Iluminismo não teve papel relevante no fim do absolutismo
A centralização do poder normalmente ocorreu sem a necessidade da construção de exércitos profissionais
Surgido como uma forma de governo defensora do poder absoluto do monarca, o Absolutismo predominou no cenário político e administrativo europeu durante a Época Moderna, mais precisamente entre os séculos XVI e início do XIX.
Dentre os fatores que ajudam a explicar o Absolutismo Monárquico, destaca-se o:
exercício do pleno poder do soberano acima e independente de todas as classes sociais
fato de ter sido um regime com limites no exercício do poder do soberano, com apoio da Igreja Católica
fato de, na prática, o soberano exercer plenos poderes, independente de princípios constitucionais
exercício pleno dos poderes do soberano sobre a sociedade, sem contemporizar com nenhuma classe social
A respeito dos “Teóricos Absolutistas” e suas concepções sobre o Estado Moderno, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.
Coluna 1
1. Nicolau Maquiavel.
2. Thomas Hobbes.
3. Jacques Bossuet.
4. Jean Bodin.
Coluna 2
( ) Afirmava que o soberano, e não a Igreja, era o representante legítimo de Deus para governar os homens.
( ) Defendia que a manutenção do poder era um dever político que não podia ser limitado por nenhuma outra consideração de ordem moral ou religiosa.
( ) Segundo esse teórico, o poder real emanava de Deus, exigindo obediência incondicional, e rebelar-se contra ele era o mesmo que questionar o poder divino.
( ) O papel do Estado seria garantir a paz e o cumprimento das leis, evitando que os homens se destruíssem uns aos outros.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
4 – 1 – 3 – 2.
3 – 2 – 4 – 1.
1 – 2 – 3 – 4.
4 – 3 – 1 – 2.
2 – 4 – 1 – 3.
Considerando o contexto das Revoluções Inglesas, assinale a alternativa INCORRETA sobre as características da República Puritana, governada por Oliver Cromwell.
Seu governo apoiou-se no exército e estabeleceu um estreitamento de vínculos entre capitalismo e religião.
As terras da igreja Anglicana e dos realistas foram confiscadas e vendidas, acelerando-se a desintegração do feudalismo e o desenvolvimento do capitalismo agrário.
Houve a ampliação do império colonial mediante a anexação de áreas americanas, como a Jamaica.
A Irlanda e a Escócia declararam apoio à República Puritana e ao governo de Cromwell.
Estímulo à construção naval e ao comércio através da criação dos “Atos de Navegação” (1651), estabelecendo que todos os artigos importados fossem transportados em navios ingleses ou nas embarcações do país onde tivessem de fato sido produzidos.