

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
A Revolução Puritana aconteceu na Inglaterra no século XVII durante a Guerra Civil (1640-1648) quando o rei e o parlamento se enfrentaram. Assinale a alternativa que corresponde às características desta revolução.
Era uma insurreição religiosa, política, social e econômica. Estavam em guerra interesses de parlamentares, monarquistas e representantes de diversos grupos protestantes da Inglaterra dentre eles os menos favorecidos.
É um efeito indireto da Reforma Protestante. Se refere às necessidades da burguesia e à aristocracia rural, que passaram por intenso desenvolvimento comercial.
Representou um desafio à monarquia e à teoria do direito divino. Esta dizia que o poder do rei era transmitido por Deus e assim ele tinha a legitimidade para governar seus súditos.
Tinha motivação apenas econômica. Amonarquia considerava que o desenvolvimento econômico aspirado pelos burgueses seria um entrave para o seu governo, mas também de caráter religioso - em decorrência da aceitação do catolicismo aspirada pelo rei, que era católico, enquanto a maior parte da Inglaterra era anglicana e o parlamento, por sua vez, era presbiteriano.
"É preciso que os soberanos possam dar a lei aos súditos e anular ou revogar as leis inúteis para fazer outras; o que não pode ser feito por aquele que está submetido às leis ou por aquele que está sob o comando de outrem [...] todos os príncipes da Terra estão submetidos à lei divina e não têm poder de contrariá-la, se não querem ser culpados de crime de lesa majestade, fazendo guerra contra Deus" (BODIN, Jean. Os seis livros da república. Livro I. São Paulo, Editora Icone, pp.191-3).
Jean Bodin é um teórico típico do sistema político conhecido na história como:
Antigo Regime.
Absolutismo.
Mercantilismo.
Aristocracia.
Fisiocracia.
Até os dias de hoje há muita controvérsia sobre a antiguidade dos povos do Novo Mundo, que só era novo em relação a uma Europa que se reconhecia como velha. As estimativas mais tradicionais mencionam o período de 12 mil anos, mas pesquisas recentes arriscam projetar de 30 mil a 35 mil anos. Sabe-se pouco desta história indígena, e dos inúmeros povos que desapareceram em resultado do que agora chamamos eufemisticamente de “encontro” de sociedades. Um verdadeiro morticínio teve início naquele momento: uma população estimada na casa dos milhões em 1500 foi sendo reduzida aos poucos em, aproximadamente, 800 mil, que é a quantidade de índios que habitam o Brasil atualmente. São muitos os fatores que explicam tal desastre populacional. Sobre o encontro entre europeus, povos pré-colombianos e africanos, analise as afirmativas a seguir.
I. Existiu uma barreira epidemiológica favorável aos europeus que exterminou grande parte dos povos pré-colombianos.
II. Na África, a barreira epidemiológica exterminou os brancos que morreram aos milhares, como se houvesse uma linha invisível e envenenada.
III. Na América, os índios morriam, atacados por agentes patogênicos, mas a falta de imunidade não é suficiente para justificar tamanha mortandade; o cataclismo biológico só teve tais consequências porque ocorreu em um contexto, com características sociais específicas e, até então, em equilíbrio.
IV. Na África, como na América, a barreira epidemiológica exterminou os povos locais que morreram aos milhares, como se houvesse uma linha invisível e envenenada.
Estão corretas apenas as afirmativas
I e II.
III e IV.
I, II e III.
I, III e IV.
[...] o absolutismo inglês foi derrubado em meados do século XVII [...] o absolutismo prussiano sobreviveu até um período avançado do século XIX [...]
(Perry Anderson, Linhagens do Estado Absolutista, 1998)
Perry Anderson faz referência a esses processos para
justificar a marca burguesa do Estado absolutista, instituído para servir ao desenvolvimento industrial.
mostrar que o objeto absolutismo europeu não possui uma única temporalidade capaz de abarcá-lo.
apontar as contradições da formação dos Estados Modernos, porque se instituíram para servir às classes populares.
demonstrar a inadequação do termo absolutismo para caracterizar as ordens presentes na Idade Moderna europeia.
destacar a condição realmente absolutista da ordem política da Modernidade, na qual o poder do rei era, de fato, ilimitado.
Sobre a formação das monarquias nacionais que foi uma forma do rei se aliar à burguesia nascente que conseguiu poderes que antes estavam dispersos nas mãos da nobreza feudal, é incorreto afirmar:
A Espanha transformou-se em um Estado Nacional com a união dos reinos de Aragão e Castela e a expulsão definitiva dos muçulmanos do território com a conquista de Granada.
A França e A Inglaterra também entraram na disputa colonial após a longa luta pelo fortalecimento das monarquias.
No caso Português a monarquia se consolidou com a Revolução de Avis, quando a burguesia se aliou ao mestre D. João de Avis contra as pretensões do Reino de Castela.
O processo de centralização da monarquia inglesa teve que remontar à invasão da Inglaterra por Alexandre I, o Conquistador, que obrigou os barões a renderam vassalagem aos burgueses.
[...]. Do Estado moderno, ‘da geração’, nas palavras de Hobbes, ‘daquele grande Leviatã, ou antes daquele Deus Mortal, ao qual devemos, abaixo do Deus Imortal, nossa paz e defesa’, ousaria dizer, concluindo, que os italianos o criaram, os franceses e ingleses o desenvolveram e aos alemães restou o consolo de o interpretarem.
(FLORENZANO,Modesto. Sobre as Origens e o Desenvolvimento do Estado Moderno no Ocidente.p.37. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ln/n71/01.pdf. Acesso em 06/11/2019.)
No processo de formação do Estado Moderno,
as concepções políticas que lhes deram fundamento apareceram em obras absolutistas de autores como Nicolau Maquiavel, Barão de Montesquieu, Thomas Hobbes e Jean Bodin.
a filosofia das luzes apresentou reforço às ideias presentes no absolutismo monárquico, fundamento da formação do Estado moderno.
os teóricos John Locke, Denis Diderot, D’Alembert, Voltaire e Rousseau reforçaram os ideias absolutistas do Estado moderno.
as bases foram dadas pelas transformações socioeconômicas e culturais, que tiveram como núcleo fundamental o desenvolvimento das atividades comerciais.
a centralização do poder foi afirmando-se no absolutismo monárquico, com o rei identificado como o Estado, tendo como instituição basilar desse processo o parlamento.
O registro do padre José de Anchieta descreve efeitos para os nativos do contato com os europeus no século XVI. Considerando esse relato, observa-se que, a consequência para as populações nativas foi a:
acentuação de declínio demográfico
negociação de parcerias mercantis
conformação de alianças militares
comercialização de terras tribais
“A sociedade burguesa que se desenvolveu no século XVIII entendia-se como um mundo novo: reclamava intelectualmente o mundo inteiro e negava o mundo antigo. Cresceu a partir do espaço político europeu e, na medida em que se desligava dele, desenvolveu uma filosofia do progresso que correspondia a esse processo.”
As “revoluções burguesas” ocorridas entre os séculos XVII e XIX trouxeram profundas transformações para o mundo Ocidental. Dentre elas, quanto ao seu potencial de transformação e mudança da história dos países ocidentais, a mais impactante no que tange aos países atingidos diretamente foi:
Independência dos Estados Unidos.
Revolução Gloriosa.
Revolução Francesa.
Revolução Russa.
A centralização dos Estados Modernos foi feita graças ao apoio da burguesia mercantil. Os monarcas modernos europeus concentraram em sua pessoa grande poder, pois representavam o ideal nacional e corporificavam a própria nação. Entre os instrumentos mais importantes para estabelecer e manter sua autoridade absoluta, são exceto:
Direito de decretar leis fundamentais ao Estado e ao rei.
Emissão de uma moeda nacional.
Existência de um exército permanente, sob seu comando.
Redução da ampliação e cobrança de impostos para impulsionar o Estado.
Considere “V” para afirmativa verdadeira e “F” para falsa e assinale a alternativa correta sobre o Renascimento artístico.
( ) Com a invenção da técnica da perspectiva, as figuras passaram a ser representadas em três dimensões: altura, largura e profundidade.
( ) Leonardo da Vinci foi o inventor do que pode ser chamado de antecessor do helicóptero, que seria fabricado séculos depois.
( ) A partir do século XIV os artistas passaram a se preocupar em dar mais realismo às suas obras, tanto na pintura como na escultura.
( ) Destaca-se o coletivismo, uma doutrina que valoriza o conhecimento coletivo e liquidificação das personalidades.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
F – F – V – V
F – F – V – F
V – F – V – F
F – V – V – F
V – V – V – F
Na História Moderna da Europa, desenvolveu-se o sistema político absolutista, cujo auge foi representado pela Corte da França, onde as representações desse período foram sintetizadas na frase “O Estado sou Eu”. A qual monarca se atribui essa frase?
Assinale a alternativa correta:
Embora os historiadores estejam naturalmente cientes de que os índices de mudança variam nas diferentes camadas ou setores da sociedade, o hábito e a conveniência mandam, em geral, que a forma de uma obra implique ou obedeça a um monismo cronológico. Vale dizer, seus materiais são tratados como se compartilhassem um ponto de partida comum e um mesmo ponto de chegada, abarcados por um único espaço de tempo. Neste estudo, não há tal meio temporal, uniforme: pois os tempos dos absolutismos mais importantes da Europa – oriental e ocidental – foram, precisamente, caracterizados por uma enorme diversidade, constitutiva ela mesma de sua natureza respectiva, enquanto sistemas estatais.
(Perry Anderson. Linhagens do Estado absolutista)
Como argumento para a tese apresentada, Perry Anderson mostra que
o absolutismo espanhol sofreu, nos Países Baixos, sua primeira grande derrota, o absolutismo inglês foi derrotado em meados do século XVII, e o absolutismo russo só foi derrubado no século XX.
durante a Idade Moderna, entre os séculos XV e XVIII, prevaleceram estruturas monárquicas nas quais o poder do soberano era diluído entre outras instituições políticas, como as Cortes portuguesas.
as práticas absolutistas foram menos centralizadoras do que se teorizou, visto que o poder dos reis durante o Mundo Moderno foi limitado por parlamentos e pelos privilégios da burguesia ascendente.
as monarquias efetivamente absolutas prevaleceram apenas no leste europeu, porque nesse espaço inexistiam mecanismos de controle sobre o poder do soberano, como os conselhos do rei.
a experiência da monarquia francesa durante a Idade Moderna constituiu-se no único ordenamento efetivamente absolutista porque todas as atribuições do Estado passavam pelas mãos do soberano.
O absolutismo, como o próprio termo sugere, tem como base o poder absoluto do governante, que dessa forma
assume o comando das Forças Armadas e passa a instituir um regime militar autoritário, com a finalidade de transferir gradativamente seus poderes para uma instituição estatal considerada sólida, absoluta e impessoal.
exerce o poder amparado pela tese de que sua autoridade tem origem divina, e que a monarquia é o regime ideal de governo, capaz de assegurar vitórias militares, prosperidade e o sentimento de unidade em torno da figura de um soberano.
age como déspota ou tirano, obedecendo a seus caprichos e interesses, sem a preocupação de justificar seu poder, expor sua imagem ou estabelecer alianças.
centraliza o governo em suas mãos, exercendo, para isso, uma estratégia populista de comunicação para conquistar a aprovação dos setores emergentes da sociedade, como a burguesia.
se torna o grande líder espiritual e religioso de seus país, fundando uma igreja baseada no culto personalista de sua figura e em regras por ele inventadas.
Interprete os excertos abaixo:
TEXTO I
O inglês Thomas Hobbes, autor de Leviatã, partiu inicialmente de uma análise da condição humana e chegou a conclusão de que, no estágio natural, o homem é essencialmente mau.“Hobbes dizia que, no início, os homens viviam em estado natural, obedecendo apenas aos seus próprios interesses individuais. Por isso a vida dos homens era uma guerra permanente de “todos contra todos”. Para evitar a destruição da humanidade e conseguir a paz e segurança, os seres humanos decidiram renunciar a todo direito e a toda liberdade para se submeterem a um senhor, um soberano. Foram, portanto, os próprios seres humanos que entregaram poderes totais aos soberanos. Por isso, segundo Hobbes, o rei não devia satisfação de seus atos a ninguém.”
TEXTO II
“Daqui nasce um dilema: é melhor ser amado que temido, ou o inverso? Respondo que seria preferível ser ambas as coisas, mas, como é muito difícil conciliá-las, parece-me muito mais seguro ser temido do que amado, se só se puder ser uma delas
(...).” MAQUIAVEL, N., O Príncipe. 2ª ed., Ed. Europa-América, 1976, p. 89.
Os textos revelam algumas concepções de Hobbes e Maquiavel sobre o absolutismo. A partir da análise dos excertos, conclui-se que, por meio desta produção, estes autores buscaram justificar a(o)
caráter divino do poder dos reis.
gênese da concentração do poder real.
distanciamento entre reis e seus súditos.
subordinação da Igreja ao Estado absolutista.
Entre o século XVI e XVII Thomas Hobbes, autor de “O Leviatã”, desenvolveu uma teoria política defensora de um Estado autoritário e centralizado capaz de manter a ordem na sociedade. Tal ideia foi resultado da percepção do autor de que os homens viviam, no estado de natureza, em constante guerra, inexistindo dessa forma direitos básicos como o de propriedade e segurança pessoal. Hobbes, ao formular sua teoria política e social, foi diretamente influenciado
Pelo contexto das guerras civis inglesas.
Pela descoberta da América.
Contraposição aos princípios revolucionários franceses.
Visão distinta do bom selvagem que estava circulando à época, principalmente através dos livros de Rousseau.
A célebre expressão “O Estado sou eu”, atribuída a Luís XIV, o Rei Sol, da França, parece ainda hoje fazer sentido para vários políticos brasileiros, em que, muitas vezes, se confundem as relações pessoais com a estatal. Exemplo disso são os constantes casos de corrupção verificados na política nacional, sendo um dos mais conhecidos a “Operação Lava Jato”.
Sobre essa operação, assinale a alternativa CORRETA.
Iniciada no governo Dilma, foi rapidamente esvaziada por meio de manobras como a troca constante do juiz responsável.
Iniciado no governo Lula, teve como expoentes principais Sérgio Moro e Gilmar Mendes.
Sob ataque de diversos políticos, foi iniciada no último ano de governo FHC, tomando fôlego apenas sob a presidência de Dilma Rousseff.
Marcada por contradições, ainda hoje divide a opinião entre os historiadores, os cientistas sociais, os juristas, a imprensa e os políticos em relação a algumas das medidas adotadas.
Iniciada no governo Lula e intensificada na presidência de Dilma, foi completamente esvaziada quando Temer assumiu a presidência, tendo depois se tornado quase inoperante com a saída de Sérgio Moro.
Leia o texto a seguir.
Merece a aprovação universal a máxima de que a verdade é um produto do tempo. A opinião mais comum sobre a antiguidade constitui uma negligência, e mal se compadece com a própria palavra. Antiguidade, a rigor, quer dizer mundo dos mais velhos ou época mais adiantada da vida. E é fato razoável que, tal como se espera do ancião maior notícia das coisas humanas e mais maduro juízo que do jovem, pela experiência e pela variedade das coisas que viu, ouviu e pensou, assim também da nossa era se deve esperar mais que dos antigos tempos, como idade do mundo cumulada e provida de sumas e infindas descobertas, experiências e observações.
Adaptado de Francis Bacon, Cogitata et visa de interpretatione naturae (1607-1609).
De acordo com o texto, sobre o conhecimento da época de Francis Bacon, analise as afirmativas a seguir e assinale V para a verdadeira e F para a falsa.
I. O conhecimento é atemporal, pois os Modernos repetiam o passado ao imitar os Antigos.
II. O conhecimento é frágil, por isso os Modernos deveriam submeter suas descobertas à autoridade dos Antigos.
III. O conhecimento é temporal, e os Modernos avançavam em acúmulo de descobertas e conhecimentos em relação aos Antigos.
As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,
A teorização política sobre a noção de Estado teve grandes expoentes como Maquiavel, que escreveu sobre o poder dos príncipes e as condições para um exercício político que permitiria a conquista e a preservação dos Estados. Entre os principais teóricos do absolutismo podemos destacar:
Dante Alighieri com “A Divina Comédia”, que imaginava uma viagem ao inferno e purgatório como castigo a desobediência ao poder dos reis.
Thomas Hobbes, autor da obra “Seis livros da República”, apresentou a teoria da soberania.
Jean Bondin escreveu “Leviatã” na qual afirmava que o soberano deveria ter a força, pois os pactos sem espada não são mais do que palavras.
Erasmo de Roterdã, humanista, que criticava a corrupção da Igreja católica em “Elogio da Loucura” e defendia uma economia liberal.
Jacques Bossuet na obra “Política Resultante da Sagrada Escritura”. A partir do princípio religioso, constituiu o direito divino dos reis. A contestação ao poder do rei era uma desobediência à vontade divina.
Leia atentamente as afirmativas abaixo, relacionadas à economia francesa no período do Antigo Regime, e marque C para as corretas e I para as incorretas.
( ) A economia do país era predominantemente agrícola, apesar de o comércio francês e a sua manufatura apresentarem um razoável dinamismo.
( ) A agricultura francesa era predominantemente capitalista, de uso intensivo e baseada na mão de obra assalariada.
( ) Resquícios do feudalismo, como o cultivo no sistema de três campos e o uso de terras coletivas, além da sobrevivência de alguns privilégios senhoriais, persistiam na França.
( ) A agricultura francesa alavancou o desenvolvimento da indústria no país, pois promoveu o aparecimento de um mercado consumidor ao elevar a renda per capita.
Assinale a alternativa CORRETA, considerando as afirmativas, de cima para baixo.
C, I, C, I.
I, C, I, C.
C, C, I, I.
I, I, C, C.
C, C, C, C.
Na segunda metade do século XVIII, durante a administração do marquês de Pombal (1750 a 1777), foram adotadas medidas que objetivavam tornar mais ágil e eficiente a administração da colônia portuguesa do Brasil, dentre as quais se destaca:
a elevação do Estado do Brasil à categoria de Reino Unido a Portugal e Algarve.
o reconhecimento da importância das Regiões do Sul e Sudeste, em função do incremento do ciclo econômico do café.
a transferência da capital do estado do Brasil, de Salvador para o Rio de Janeiro.
o estado do Grão-Pará e Maranhão recebeu a denominação de estado do Maranhão.
a restauração do sistema de Capitanias Hereditárias.