

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
“O que se tornou conhecido como Revolução Gloriosa de 1688 transformou a Inglaterra [...] e o monarca gradualmente perdeu todo o poder de decisão, tornando-se um mero símbolo do país.”
ALMOND, Mark. O livro de ouro das revoluções. Movimentos políticos que mudaram o mundo. Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2016. p. 33-34.
A Revolução Gloriosa foi importante por introduzir na Inglaterra
a fórmula política em que o rei reina, mas não governa, ou seja, o Parlamentarismo.
a tirania de classe, assentada no poder dos aristocratas rurais sobre o legislativo.
o Protetorado, quando um substituto do rei impedido governa autoritariamente.
o Sistema Republicano, cuja marca é a transferência do poder do rei para o povo.
Durante o século XV, Portugal, sob o comando de dom Henrique, foi o pioneiro em grandes avanços na navegação e na construção naval. As caravelas se revelaram ser muito adequadas para missões de reconhecimento em litorais desconhecidos. A exploração da costa oeste africana foi rápida, e, se inicialmente o volume de comércio que os portugueses conseguiram conquistar foi escasso, o comércio de escravos logo se revelou a parte mais rentável dos negócios. A respeito do contexto mencionado, assinale a alternativa INCORRETA.
Os portugueses trocavam têxteis, vestuários e trigo por itens de luxo – peles de antílope, ovos de avestruz, almíscar e pó de ouro – em suas relações com os mercadores árabes e sanhajas.
Dom Henrique justificou que o comércio de escravos tinha o único propósito de catequizar infiéis e pagãos, e que qualquer inconveniente sofrido por um escravo convertido naquela vida era insignificante em relação aos benefícios da salvação eterna trazida pelo cristianismo.
Em algumas ocasiões, portugueses encontraram governantes locais africanos dispostos a atuar como parceiros de negócios no tráfico de escravos; a escravidão era parte integrante das sociedades africanas na costa leste: governantes, funcionários de Estado e comerciantes usavamlhes para os mais diversos serviços.
A escravidão era atividade organizada, resultado de guerras de expansão ou guerras civis. Os governantes de um Estado em expansão consideravam a escravização de uma população conquistada um meio útil para aumentar sua riqueza e seu status e construir exércitos ou como um subproduto do conflito.
Os portugueses utilizavam como estratégia o ataque e tráfico de negros escravizados, em virtude de sua superioridade bélica durante as guerras civis ou guerras de expansão dos governantes com quem mantinham aliança. Essa estratégia permaneceu a principal por três séculos.
Acerca da Guerra das Rosas, julgue as frases abaixo.
I.A Guerra das Rosas foi um conflito que durou por cerca de 100 anos e se estabeleceu de maneira contínua e com poucas pausas.
II.A Guerra das Rosas foi uma série de conflitos dinásticos entre a monarquia e a nobreza da Inglaterra.
III.O pano de fundo da Guerra das Rosas foi a dominação política da nobreza escocesa.
Está (ão) CORRETA (S) a (s) seguinte (s) proposição (ões).
Apenas I.
Apenas I e III.
Apenas II e III.
Apenas II.
A Revolução Gloriosa reforçou o poder monárquico e restringiu drasticamente o poder do parlamento.
Certo
Errado
As revoluções inglesas desse período foram responsáveis pela criação de um Estado liderado pela burguesia.
Certo
Errado
Assinale a alternativa que apresenta teóricos do Absolutismo.
François Quesnay, Martin Lutero e John Locke.
Thomas Hobbes, Jean Bodin e Jacques Bossuet.
Nicolau Maquiavel, Martin Lutero e Jean Bodin.
Thomas Hobbes, Jacques Bossuet e Montesquieu.
Nicolau Maquiavel, Jean-Jacques Rousseau e Jean Bodin.
O ______________, assinado e celebrado entre o Reino de Portugal e a Coroa de Castela, teve como objetivo dividir as terras recém "descobertas" que estavam alocadas fora da Europa.
Assinale a alternativa que preenche a lacuna corretamente.
Tratado de Methuen.
Tratado de Tordesilhas.
Tratado de Versalhes.
Tratado de Paris.
Tratado de Madri.
Na França, entre 1648 e 1653, eclodiu um conjunto de revoltas que questionavam o processo de fortalecimento do poder da Coroa. Essas revoltas foram denominadas Frondas.
Assinale a afirmativa que caracteriza corretamente as Frondas.
A Fronda da nobreza começa com a recusa da aristocracia eclesiástica quanto ao pagamento dos impostos aplicados sobre os mosteiros e as abadias.
A Fronda parlamentar é a rebelião do parlamento de Paris que se recusa a aceitar novas taxas propostas pelo cardeal Mazarin, então primeiro-ministro da França.
A Fronda dos príncipes teve como antagonistas a rainha regente da França, Ana de Áustria, e, do outro lado, o Parlamento de Paris, a nobreza e o cardeal Mazarin.
A Fronda parlamentar é uma rebelião dos setores protestantes contra a revogação do Edito de Nantes, que concedia tolerância religiosa aos huguenotes.
As Frondas eclodem nas cidades e no campo, sobretudo nas províncias, contra as tendências absolutistas implantadas pelo governo de Luís XIV.
No Congresso de Viena, em 1815, ficou decidida a restauração da monarquia absolutista. Essa volta ao poder das monarquias absolutistas provocou explosões revolucionárias em boa parte da Europa no decorrer do século XIX, dentre as quais pode-se citar a
Revolução Francesa.
Unificação Italiana.
Revolta dos Sipais.
Guerra do Ópio.
Conferência de Berlim.
As revoluções inglesas do século XVII tenderam a apoiar o absolutismo monárquico, que acabou prevalecendo no país.
Certo
Errado
"No século XVI, os Estados afirmam-se como grandes coletores e redistribuidores de rendimentos; apoderam-se, e por meio do imposto, da venda de cargos, das rendas, dos confiscos e de uma enorme parte dos diversos ’produtos nacionais’. Esta múltipla penhora é eficaz dado que os orçamentos flutuam por junto sobre a conjuntura e seguem a maré dos preços. O desenvolvimento dos Estados está assim diretamente ligado à vida econômica [...] Querendo-o ou não, são os maiores empreendedores do século." Braudel, Fernand. O Mediterrâneo e o Mundo Mediterrânico na época de Felipe II. Lisboa, Martins Fontes, 1983. (Adaptado)
- Sobre a formação e desenvolvimento dos Estados Nacionais Modernos é correto afirmar:
Com a formação e consolidação dos Estados Absolutistas na Europa Moderna é processado o rompimento do isolamento das comunidades locais para marcos sócio geográficos maiores, com os reis eliminando ou enfraquecendo os poderes locais e o poder supranacional da Igreja Católica;
Com a crescente necessidade dos Estados e das Monarquias em organizar a circulação de dinheiro, a cobrança de impostos, construções e guerras, os Reis recorreram ao apoio dos aristocratas. Essa classe nobre estava acostumada tradicionalmente com o trabalho, a produção, a administração de negócios e com a organização da produção;
Os Estados Nacionais Modernos e o poder dos Monarcas Absolutistas foram desenvolvidos a partir das ações do Universalismo da Igreja Católica e do Sacro Império que, com seu poder ideológico e político do Direito Divino dos Reis, produzia as condições da cristandade ocidental unificada;
O processo de formação e desenvolvimento das Monarquias Nacionais Absolutistas foi organizado com a expansão e a afirmação do domínio árabe muçulmano desde o controle sobre o Mar Mediterrâneo e a Península Ibérica;
As políticas nacionalistas empreendidas pelas monarquias absolutistas desde o século XIV e XV se desenvolveram objetivando o controle sobre o operariado com ideias socialistas e a expansão das políticas liberais industriais.
“A ascensão de Dom José I ao trono de Portugal, em 1750, e a nomeação de Sebastião José de Carvalho e Melo para a Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Guerra representaram uma mudança radical na forma de conceber o poder e o papel do Estado. Inspirado pelo pensamento Ilustrado, ambos defendiam um Estado laico, que deveria concentrar os seus esforços na modernização do país, no fortalecimento de sua presença na Metrópole e Colônia.”
(SOUZA JÚNIOR, José Alves de. 2012. p. 27.)
Assinale, a seguir, a afirmativa que melhor representa o pensamento de Sebastião José de Carvalho e Melo.
O esforço modernizador contou com ampla participação da nobreza e das ordens religiosas, principalmente os jesuítas.
A consecução plena dos fins material e espiritual do homem exigia que Estado e Igreja estivessem aliados em um mesmo propósito.
A administração no período Josefino lutou contra uma estrutura agrária e semifeudal, domínio social e político da nobreza e clero.
As reformas foram efetuadas no período Josefino, principalmente aquelas direcionadas à perpetuação do poder temporal diante da secularização do Estado.
Sobre a forma gradativa em que a monarquia foi tornando-se dependente da burguesia e perdendo espaço, leia a citação.
“Eis aqui um exemplo, tomado do século XIV, quando o rei da Inglaterra pediu ajuda a cidade de Londres, Sir Robert de Asheby, representando o rei, foi a municipalidade de Londres e em nome do rei convocou o Alcaide e os Intendentes da Cidade a comparecerem perante o Rei Nosso Senhor e o seu Conselho e o Rei fez menção das despesas que realizara em sua guerra em países além mar, e que ainda teriam que ser feitas e pediu-lhes um empréstimo de vinte mil libras [...] embora fosse difícil, eles concordaram em emprestar [...] Fizeram o empréstimo, o outros, ao rei porque dele recebiam em recompensa vantagens bem definidas[...]para o comércio...”
(HUBERMAN, L. História da riqueza do homem. Trad. Waltensir Dutra. 21.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1986. p 83).
Assinale a alternativa correta.
O texto faz referência a influência crescente e gradativa da burguesia na esfera política monárquica
O texto faz referência a domínio arbitrário da burguesia sob a monarquia inglesa
O texto faz referência a aceitação passiva da burguesia ao poder monárquico
O texto apresenta uma referência a comunhão pacífica entre monarquia e burguesia na Inglaterra do século XIV
A chamada Revolução Gloriosa, ocorrida na Inglaterra em 1688, colocou fim ao processo revolucionário inglês no século XVII, e trouxe consequências para o absolutismo deste país. Sobre este tema é corra a alternativa:
A Declaração dos Direitos do Homem encerrou o governo dos Stuart e deu início ao período republicano governado por Oliver Cromwell, que duraria até o século XVIII.
O Poder moderador instituído por John Locke subordinou a realeza ao Parlamento, fazendo valer a inversão de direitos por mérito, não mais por nascimento.
A Declaração de Direitos, assinada por Guilherme de Orange, limitou o poder do rei, conferiu autoridades ao Parlamento e assegurou direitos civis e a liberdade individual a todo cidadão inglês.
O pacto de navegações instituído por Jaime III utilizou o poder naval e comercial inglês para fazer frente ao domínio francês, levando ao início da chamada Guerra dos Cem anos.
A declaração de religiosidade tornou o catolicismo voltou a ser religião oficial da monarquia, mas manteve o direito a liberdade religiosa dada a maioria protestante no Parlamento.
A Idade Moderna, ao contrário do que se pode imaginar, não se refere ao momento histórico em que vivemos atualmente, mas é um período da história ocidental compreendido entre os anos de 1453, com a tomada de Constantinopla pelo Império Otomano, e 1789, início da Revolução Francesa. Como todos os períodos em que geralmente se divide a história para facilitar sua compreensão, a Modernidade, como também é chamada, foi assim designada posteriormente, com o intuito de ressaltar certos aspectos em detrimento de outros. Dessa maneira, deve ser observada como um processo, que apresenta tanto continuidades quanto rupturas com o período anterior e o que a sucede. Podemos caracterizar a Idade Moderna a partir de algumas de suas peculiaridades principais que são:
I- Renascimento cultural: foi um movimento cultural que vigorou entre os séculos XIV e XVI, e influenciou diversos aspectos da sociedade europeia, se constituindo como grande precursor da Modernidade. Entre suas principais características, podemos mencionar o humanismo, o racionalismo, o desenvolvimento cultural e científico.
II- Renascimento comercial: o renascimento cultural foi acompanhado por um intenso renascimento comercial, possibilitado pela reconquista de antigas rotas comerciais com o Oriente e no Mar Mediterrâneo, o que possibilitou o surgimento da burguesia, classe social ligada à atividade comercial.
III- Descentralização do poder político: com as revoltas camponesas e o renascimento comercial, o feudalismo, antigo modelo de organização social, entrou em crise. Os senhores feudais perderam gradualmente seu poder, que se concentrou na mão dos reis, o que culminou com a formação dos Estados Modernos.
IV- Reformas religiosas: no aspecto religioso, a ascensão do Humanismo, entre outros fatores, teve impacto nas críticas à Igreja Católica, que culminaram com a Reforma Protestante no século XVI. A Igreja Romana, por sua vez, promoveu a Contrarreforma para evitar perder o poder que havia acumulado durante a Idade Média.
V- Expansão marítima: com a centralização política e a criação dos Estados Modernos, os reis passaram a financiar e incentivar grandes expedições marítimas que tinham por objetivo promover o comércio com a região das Índias. Posteriormente, essas expedições tiveram outros objetivos, e culminaram com o estabelecimento de colônias europeias no continente americano
Da análise das proposições podemos inferir que há:
Duas proposições verdadeiras e três falsas
Três proposições verdadeiras e duas falsas
Quatro proposições verdadeiras e uma falsa
Quatro proposições falsas e uma verdadeira
Todas as proposições são verdadeiras.
No início do século XIX, o estrategista prussiano Carl Von Clausewitz definiu a guerra como uma atividade do Estado: um ato de força com o fim de submeter o adversário aos seus objetivos políticos. Ele resumiu corretamente um fenômeno específico que tomou forma na Europa, a partir do século XVII, e evoluiu com o Estado Moderno.
Sobre as características da guerra ao longo da formação do Estado Moderno, analise a tabela a seguir.

A esse respeito, são corretas as afirmativas a seguir, à exceção de uma. Assinale-a.
O exército permanente passou a ser, a partir do século XVII, um instrumento fundamental do processo de concentração do monopólio legítimo da violência pelo Estado.
O exército profissional, comandado pela nobreza e pautado no valor da honra, foi a base predominante da ação militar do Estado Moderno europeu até o século XVIII.
As guerras revolucionárias do século XIX, como as napoleônicas e a civil norte-americana, estão associadas à construção dos estados nacionais e à defesa do princípio de legitimidade dinástica.
A economia, graças à racionalização da administração e à ação da burocracia, estimulou a expansão militar das nações imperialistas nos continentes africano e asiático no século XIX.
A guerra, enquanto atividade do Estado Moderno, manteve-se centralizada, territorializada e hierarquicamente ordenada, independentemente das mudanças inerentes à sua evolução.
“A única maneira de instituir um tal poder comum, capaz de os defender das invasões dos estrangeiros e das injúrias uns dos outros, garantindo-lhes assim uma segurança suficiente para que, mediante o seu próprio labor e graças aos frutos da terra, possam alimentar-se e viver satisfeitos, é conferir toda a sua força e poder a um homem, ou a uma assembleia de homens, que possa reduzir as suas diversas vontades, por pluralidade de votos, a uma só vontade. O que equivale a dizer: designar um homem ou uma assembleia de homens como representante das suas pessoas, considerando-se e reconhecendo-se cada um como autor de todos os atos que aquele que representa a sua pessoa praticar ou levar a praticar, em tudo o que disser respeito à paz e segurança comum; todos submetendo assim as suas vontades à vontade do representante, e as suas decisões à sua decisão” (HOBBES, T. Leviatã. Os Pensadores. São Paulo: Editora Nova Cultural, 1997.p. 130).
a sociedade do antigo regime em que pese a ênfase sobre a harmonia e a organicidade nas representações sociais que de si produzia – conhecia uma profunda e endêmica conflitualidade.
a ideia de “revolução existia, mas o seu significado era totalmente contrário ao de hoje, significando, na esteira da terminologia astronômica, um retomo ao ponto inicial, uma “restauração”, ou seja, tinham sempre um sentido orgânico e conservador.
a sociedade do Antigo Regime, embora fosse marcada por uma forte estratificação social, conhecia igualmente uma profunda igualdade social entre os diversos atores.
um conceito mais abrangente que o Absolutismo, já que a monarquia absoluta não era a única forma política dos Estados Modernos, como fica claro se analisarmos o caso da Inglaterra e da Holanda.
o período pode ser considerado como de transição, que como tal, não é redutível nem a feudalismo, nem a capitalismo, nem tampouco à justaposição de ambos; trata-se de uma época com especificidade própria.
Um dos principais resultados da guerra dos trinta anos (1618-1648) foi o fortalecimento e a hegemonia política na Europa ocidental do(a):
Inglaterra.
Império Germânico.
França.
Espanha.
Império Habsburgo.
Assinale a alternativa correta referente à Reforma e à Contrarreforma religiosa na Europa.
Thomas Münzer comandou massas camponesas contra sacerdotes ricos e grandes proprietários, sendo que Lutero, mesmo inicialmente apoiando os camponeses, depois, concordou com o massacre dessa revolta, recebendo em troca novas adesões por parte das camadas mais abastadas em relação à Reforma Protestante.
No Concílio de Trento, em 1545, o Papa Paulo III convocou reuniões entre católicos e protestantes, apresentando uma proposta de reconciliação entre as partes através da popularização da Bíblia.
O tribunal da Inquisição foi criado em 1231, mas, com o avanço do movimento da Reforma Protestante e o início da Revolução da Imprensa que divulgou as Sagradas Escrituras, suas atividades foram desativadas.
A Contrarreforma é o nome dado ao movimento que foi criado pela Igreja Católica a partir de 1545, e teria sido uma resposta à Henrique VIII da Inglaterra, quando este buscou a anulação de seu casamento com Catarina de Aragão.
A Igreja Católica, no movimento de Contrarreforma, cria a Ordem dos Jesuítas, que se consideravam soldados da igreja e possuíam uma estrutura militar, tendo por função reconhecer e defender o avanço protestante.
A formação dos Estados modernos fez desaparecer os laços de suserania e vassalagem e, com isso, foram formados(as), na Europa,
os exércitos nacionais.
os burgos.
as Cruzadas.
os Cavaleiros da Luz.
as Capitanias Hereditárias.