Questões de Concurso sobre Construção de Estados e o Absolutismo

 
 
Disciplina 1
Assunto 1
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
249 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

“O primeiro problema que se deve tentar colocar aqui é o próprio sentido que assumiria, no horizonte ibérico, durante os séculos XVI/XVIII, a questão da modernidade (...) pois essa redução da problemática europeia ‘moderna’ ao nível concreto das sociedades ibéricas apresenta dificuldades quase insuperáveis. Trata-se, por assim dizer, de um outro mundo.”


FALCON, Francisco José Calazans. A época pombalina. São Paulo: Editora Ática, 1993.


O período informado pelo autor e as “dificuldades” encontradas pelas sociedades ibéricas no caminho para a modernidade foi sintetizado e solucionado pela adoção de sistemas de governo em que o tradicional e o moderno se combinavam, tendo, no caso português, a época pombalina como período exemplar desse tipo de governo. Assinale a alternativa que representa a forma de governar representada pelo texto.


A

Despotismo esclarecido.


B

Monarquia constitucional.


C

Monarquia conservadora.


D

Monarquia reformada.

Que monarca francês representou o ponto culminante do Absolutismo em seu país e cujo ministro, Colbert, lançou as bases do Mercantilismo, no período de 1643 a 1715?


A

Cardeal Richelieu


B

Henrique VIII


C

Luís XVI


D

Felipe II


E

Luís XIV

O rei tem em si dois corpos, a saber, um corpo natural e um corpo político. Seu corpo natural é um corpo mortal, sujeito a todas as enfermidades que ocorrem por natureza ou acidente, à imbecilidade da infância ou da velhice e a defeitos similares que ocorrem aos corpos naturais das outras pessoas. Mas seu corpo político é um corpo que não pode ser visto ou tocado, composto de política e governo, e constituído para a condição do povo e para a administração do bem-estar público, e esse corpo é extremamente vazio de infância e velhice e de outros defeitos e imbecilidades naturais, a que o corpo natural está sujeito, e, devido a esta causa, o que o Rei fez em seu corpo político não pode ser invalidado ou frustrado por qualquer incapacidade em seu corpo natural.

PLOWDEN, E. Os dois corpos do rei. São Paulo: Cia das Letras, 1998, p. 21 .


Com o poder real respeitado e a administração fortalecida pela organização estatal, pensadores dedicaram-se a estudar a natureza do poder político dos monarcas. Entre as teses elaboradas, destaca-se a defesa da:


A

vontade geral, ou seja, a autoridade do monarca sendo confirmada através de consultas populares e plebiscitos.


B

supremacia da autoridade do monarca sobre a estrutura estatal , cujas instituições permaneceriam fracas.


C

autoridade do monarca estar acima de tudo e qualquer órgão ou lei, à exceção do poder papal.


D

autoridade absoluta do soberano sobre seus governados e sobre as leis, pressupondo a origem divina do poder.


E

submissão da autoridade do monarca à Igreja Católica, sendo esta a expressão verdadeira do centralismo político.

O absolutismo, sistema político que vigorou na Europa do século XVI ao XVIII fez surgirem teóricos como


A

Thomas Hobbes, autor de Leviatã, que justificava o poder absoluto do rei por ser necessário colocar ordem no caos, a fim de evitar a desordem e a violência como a ocorrida na Noite de São Bartolomeu, em Rouen.


B

Jacques Bousset, que, em sua obra A República de Platão, considerava o poder temporal e o divino personificados na figura do monarca e que somente os sacerdotes estariam acima do Príncipe.


C

Jean Bodin, que, em sua obra Seis Livros sobre a República, argumentava que o poder centralizador do rei emanava do consentimento dos súditos que queriam viver em paz com os huguenotes e católicos da corte de Luís XIV.


D

Nicolau Maquiavel autor de O Príncipe, cuja obra sugere a famosa frase “os fins justificam os meios” e que justificava o uso da força para controlar os súditos e, portanto, o príncipe deveria ser mais temido do que amado e cercado de pessoas que lhe dissessem a verdade quando lhe fosse solicitada pelo governante.

Com relação ao Humanismo, é correto dizer que:


I. As propostas de mudança tinham como objetivo deixar de lado a antiga tradição intelectual medieval, baseada somente nos ensinamentos da Igreja.

II. As universidades laicas não priorizavam a leitura dos textos clássicos da Antiguidade.

III. O Renascimento alcançou seu maior esplendor em algumas cidades da península Itálica (como Florença), na região dos Países Baixos e no território hoje conhecido como Alemanha.

IV. Os humanistas, ao ensinar disciplinas voltadas para os estudos humanos como Filosofia, Gramática, História e Matemática, formariam profissionais capazes de cuidar dos novos negócios em expansão nas cidades.


A

Estão corretas apenas as afirmativas I e II.


B

Estão corretas apenas as afirmativas I, III e IV.


C

Estão corretas apenas as afirmativas I, II e III.


D

Estão corretas apenas as afirmativas II e IV.


E

Todas as afirmativas estão corretas.

Ao assumir o posto de controlador-geral das finanças na França, em 1774, o economista Anne Robert Jacques Turgot procurou reduzir o descontrole do gasto público, inclusive por meio da redução do número de sinecuras e da concessão de novas pensões estatais. Contudo, foi sua política liberalizante do comércio que causou maior resistência dos demais ministros e de especuladores do mercado. Essas críticas, associadas às péssimas colheitas de 1775, minaram a confiança de Luís XVI e acabariam por inviabilizar a continuidade de Turgot à frente da economia francesa.


C
Certo

E
Errado

Jacques-Bénigne Bossuet foi um bispo e teólogo francês, um dos principais teóricos da Monarquia absolutista. Segundo ele: “Todo poder vem de Deus. Os governantes, pois, agem, como ministros de Deus e seus representantes na terra. Resulta de tudo isso que a pessoa do rei é sagrada e que atacá-lo é sacrilégio. O poder real é absoluto. O príncipe não precisa dar contas de seus atos a ninguém”. (BOSSUET, 1679, apud SKOCPOL, 1985). O absolutismo e a política mercantilista eram duas partes de um sistema mais amplo, que conhecemos e denominamos de Antigo Regime. O termo foi adotado para designar o sistema cujos elementos básicos eram: o absolutismo do mercantilismo, a sociedade estamental, o sistema colonial e _______________________.

Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.


A

Centralização político-administrativa


B

Liberdade religiosa


C

Abolição total dos privilégios da nobreza


D

Política econômica liberal

Considerado um grande teórico do absolutismo, ensinava o homem de Estado a conquistar o poder por quaisquer que fossem os meios, aconselhando-o a fazer uso da guerra, da mentira, da violência, do crime e da fraude. Sua doutrina é considerada amoral.

O parágrafo acima se refere:


A

Thomas Hobbes.


B

Jacques Bossuet.


C

Voltarie.


D

Nicolau Maquiavel


E

Montesquieu.

Interprete os textos e responda à questão 22.


TEXTO I

"Os deputados do povo não são nem podem ser seus representantes, não passam de comissários seus, nada podendo concluir definitivamente. É nula toda lei que o povo diretamente não ratificar, absolutamente não é lei".


ROUSSEAU. Contrato Social. Disponível em: https://www.ufpe.br. Acesso em: 13 AGO 2019.


TEXTO II

"(...) Na concepção rousseauniana, a instituição de deputados e representantes em qualquer sociedade surge no momento em que o interesse público deixa de ser a prioridade e a única preocupação de seus membros passa a ser os interesses privados. (...)"


VIEIRA. Luiz Vicente. Rousseau, crítico precoce do liberalismo? Disponível em: https://www.ufpe.br. Acesso em: 13 AGO 2019.


Para Jean Jacques Rousseau a vontade geral que dirige a sociedade e se manifesta de forma


A

eletiva.


B

coletiva.


C

privativa.


D

arbitrária.

“Um inglês que não se sinta cheio de estima e admiração pela maneira sublime com que está agora se efetuando uma das mais importantes revoluções que o mundo jamais viu deve estar morto para todos os sentidos da virtude e da liberdade; nenhum de meus patrícios que tenham tido a sorte de presenciar as ocorrências dos últimos três dias nesta grande cidade fará mais que testemunhar que minha linguagem não é hiperbólica”.

(The Morning Post (21 de julho de 1789) sobre a queda da Bastilha. In: HOBSBAWM, E. A Era das Revoluções: Europa 1789-1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977. p. 71).

Sobre a tomada da Bastilha em 14 de julho de 1789:


A

representou o nacionalismo de massa e a luta contra sociedades antagônicas.


B

simbolizou a queda do absolutismo e a força do movimento revolucionário.


C

refletiu os interesses da burguesia, que passou à posição dominante.


D

inspirou o processo de independência das colônias americanas.

A frase de Luiz XIV, “L’Etat c’est moi” (O Estado sou eu), como definição da natureza do absolutismo monárquico, significava:


A

A centralização do poder real e absoluto do monarca na sua pessoa, sem quaisquer limites institucionais reconhecidos.


B

A centralização do poder e todas as decisões importantes nas mãos da Igreja Nacional.


C

A centralização de todas as instâncias de poder nas mãos do rei, correspondendo a um retrocesso em relação ao período anterior, em que a Lei existia para garantir as liberdades civis e políticas.


D

A divisão de poderes conforme estabelecia a lei da época.

John Locke nasceu na Inglaterra, em 1632. Foi vigoroso crítico da teoria do direito divino dos reis. Para ele o Estado deveria servir ao povo e não o povo servir ao Estado.


Assinale a alternativa que identifica o pensamento político e econômico que pode ser associado às ideias de Locke.


A

Liberalismo


B

Absolutismo


C

Teocentrismo


D

Mercantilismo


E

Socialismo Utópico

Texto para a questão 46.


"O Estado é o principal órgão de dominação política de uma classe sobre outras. Para conquistar esse poder, a burguesia passou por um longo processo de formação, de crescimento e de aprendizagem. Na Europa ocidental, ela surge, entre os séculos X e XI, sob forma mercantil, isto é, composta por comerciantes, cambistas e emprestadores de dinheiro e, logo em seguida, é aumentada com a participação dos artesãos urbanos. Durante muito tempo, o poder político esteve nas mãos da nobreza, dos grandes senhores de terras, o que não impediu o crescimento e enriquecimento da burguesia. Com a formação das monarquias absolutistas (apoiadas pela burguesia), unificando territórios, mercados, leis, moedas, tributos etc., o poder político se concentrou nos reis. Bastante enriquecida, uma parte da burguesia começou a comprar terras, conquistar títulos de nobreza e, inclusive, a assumir cargos nos governos. Apesar de continuar sendo uma classe subordinada, a burguesia se fortaleceu, adquiriu maior experiência e começou a vislumbrar a possibilidade de tomar o poder."


(MIGLIOLI, Jorge. Dominação burguesa nas sociedades modernas. ln: Crítica Marxista. São Paulo: Ed. Revan, v.1, n.22, 2006, p.14.)


Ao abordar as origens da burguesia, o texto suscita que


A

a ascensão da burguesia na Europa é considerada por muitos como marco inaugural da era contemporânea.


B

o marxismo é o viés ideológico que compreende o Estado como instrumento de dominação de classe.


C

o absolutismo, fundador do que se conhece hoje como Estado moderno, baseou-se num sistema social com rígida hierarquia, mas com fértil terreno para o fortalecimento da burguesia.


D

consequências do crescimento da burguesia como classe na Europa, as revoluções burguesas do século XVIII na França e na Inglaterra levaram ao reordenamento do Ocidente e contribuíram para a formação do mundo contemporâneo.


E

o sistema onde o poder centralizado emana do rei para ser partilhado com a nobreza após as revoluções burguesas ficou conhecido como Antigo Regime e seria implodido pela Revolução Francesa a partir de 1789.

O _____________ ficou conhecimento como um modelo político e administrativo adotado por diversas nações europeias durante o _____________. Tal regime garantia a centralização completa do poder político, econômico, social e jurídico nas mãos do soberano.


Qual dessas alternativas preenche corretamente as lacunas?


A

Socialismo – século XX.


B

Absolutismo – Estado Contemporâneo


C

Protestantismo – Estado Moderno


D

Mercantilismo – século XVI


E

Absolutismo – Antigo Regime

Texto para a questão 57.


"Mas, por mais compacta que seja uma época, abrigam-se no seu interior forças que a contestam. Eis por que vemos, no século XVII, surgir o racionalismo em oposição ao barroco. A clareza cartesiana que arma o homem para ver limpamente o mundo é um ato de contestação à opressão do Estado."


(Folheto da Peça Tartufo, o pecado de Moliêre. Direção de João Albano. Citado por VICENTINO, C. História Geral. São Paulo: Scipione, 1997, p. 210-211. Adap.)


Levando em consideração o contexto histórico, o ato de contestação presente no texto acima só pode ser dirigido contra


A

o capitalismo, produtor da desigualdade social e das lutas de classe.


B

o sistema feudal e a sua sociedade estamental, sacramentada pela ideologia clerical da época.


C

a sociedade de castas, presente não só em sociedades orientais como também na Europa feudal.


D

o Antigo Regime europeu, cujo símbolo político era o absolutismo monárquico.


E

o regime socialista implantado na Rússia após a queda do czarismo.

Leia o texto abaixo sobre o absolutismo na França moderna e seu final em 1789.


“Maria Antonieta, a filha mais nova da imperatriz Maria Teresa não se caracterizava pelo calor humano (...) De acordo com o lema “Deixa que os outros façam a guerra, tu feliz Áustria, casa-te”, a pequena Maria Antonia Josephe Johana, a quem todos chamavam de Antoinette, viveu luxuosamente com sua família austríaca e mais ainda depois do casamento com o monarca absolutista francês Luís XVI. Bela, caprichosa e atrevida, sua situação mudou em 14 de julho de 1789, quando o povo de Paris assaltou a fortaleza da Bastilha, símbolo do absolutismo monárquico, mas também ponto estratégico de repressão de Luís XVI, pois os seus canhões estavam apontados para os bairros operários. O povo passava fome, e Maria Antonieta tentava convencer o marido a fugir. Neste tempo surgiu uma anedota segundo a qual a rainha teria perguntado ao seu cocheiro durante um passeio por que havia tanta gente na rua em filas, o cocheiro teria respondido que eles esperavam pelo pão, que desaparecera do mercado. Ao que Antonieta interviu dizendo que se não havia pão que o povo comesse brioches...”


(Texto adaptado de Helge Hesse. A história do mundo em 50 frases. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2012).


No trecho acima, a anedota – sendo verdadeira ou não – demonstra uma situação real e limítrofe de carência e pobreza que acabou por explodir em uma Revolução que destruiu o sistema absolutista francês em 1789. A imagem da jovem rainha austríaca na corte francesa demonstra bem este limite, que pode ser percebido porque esta rainha simbolizava o(a)


A

luxo e a riqueza do regime absolutista de direito divino, no qual os monarcas e suas mulheres governavam conjuntamente e não tinham limites para seus poderes, uma vez que até construíam prisões com canhões, como a Bastilha, para controlar o povo e sua miséria.


B

política de alianças e casamentos entre as principais dinastias europeias para manter o chamado “sangue azul” e a garantia de direito divino que sustentava a ideologia absolutista, no entanto as mulheres acabavam reduzidas muitas vezes a casamentos sem muita ligação com problemas mundanos, como a situação dos pobres na França de 1789.


C

ostentação de uma monarquia luxuosa, na qual as mulheres eram fortes e governavam em nome de seus pais e filhos junto aos seus maridos, fazendo-se de tímidas para impor suas vontades – mesmo que extravagantes – diante da plebe e do povo.


D

riqueza e o luxo da corte real europeia, que, conjuntamente, governava os principais países europeus. A monarquia francesa era ligada à austríaca e o elo de ligação era Maria Antonieta, uma rainha forte na Áustria, porém pouco influente na França.

O processo de formação do Estado Moderno como instituição foi tema de reflexão de sociólogos, historiadores e cientistas políticos ao longo dos últimos duzentos anos da história ocidental. Entre os principais teóricos que desenvolveram conceitos e buscaram compreender o Estado, como agente social, consta o nome do intelectual alemão Max Weber que, no texto “A Política como vocação”, assim conceituou:


“Hoje, porém, temos de dizer que o Estado é uma comunidade humana que pretende, com êxito, o monopólio do uso legítimo da força física dentro de um determinado território. Note-se que território é uma das características do Estado. Especificamente, no momento presente, o direito de usar a força física é atribuído a outras instituições ou pessoas apenas na medida em que o Estado o permite”. (WEBER, Max. A política como vocação. In: Ensaios de sociologia. Rio de Janeiro: LTC. 1982. p. 98.)


Analise as alternativas que buscam esboçar a compreensão weberiana de Estado e assinale a correta:


A

A perspectiva weberiana da formação do Estado Nacional o pensa como uma relação de íntima vinculação com as classes sociais, em especial com o proletariado, que é o agente central da formação dos estados nacionais, ao ser o dono das principais propriedades rurais.


B

Para Max Weber, o Estado é um agente que permite a Burguesia, como detentora do capital e dos meios de produção, manter a classe trabalhadora sendo explorada através da mais-valia, sendo uma instituição que deveria, de forma revolucionária, ser extinguida da história humana, convertendo-se em uma instituição de caridade.


C

Max Weber, como reacionário, era favorável a um estado totalitário liderado por chefes de estado fortes, sendo considerado por toda a crítica sociológica como um dos pais do regime fascista espanhol, ao ter sido “el generalíssimo Franco” um dos alunos de Max Weber na Universidade de Friburgo, na Alemanha.


D

O processo de formação do estado moderno, em uma perspectiva weberiana, está relacionado, de forma unilateral e exclusiva, a questões religiosas, como apontou o sociólogo e historiador alemão em um dos principais clássicos do pensamento social contemporâneo, A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo.


E

O processo de formação do Estado Moderno pode ser considerado, na perspectiva weberiana, como uma monopolização da violência. Nesse sentido, apenas as instituições do Estado, no ocidente, podem exercer ações violentas, como as realizadas pelas forças armadas e pela polícia.

O Estado Moderno foi um novo arranjo político que garantiu a manutenção da estrutura social aristocrática e estamental forjada ao longo da ameaça ao poder nobre.


De acordo com seus conhecimentos históricos sobre o poder dominante na época moderna, é correto afirmar que:


A

permaneceu concentrado nas mãos da nobreza fundiária, que não se importou de dividi-lo com o campesinato.


B

os guerreiros adquiriram o podes político enquanto a burguesia se apossou do poder econômico e religioso.


C

politicamente esteve sob o domínio da Igreja que passou a controlar todos os reinos europeus.


D

durante toda a primeira fase da época moderna, a classe dominante - econômica e politicamente - era a aristocracia feudal.

 
Ir para a página:
OK
 
Gerar simulado