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De 1930 a 1983, a Argentina viveu mais tempo sob regimes ditatoriais que sob regimes democráticos. A última ditadura militar havida na Argentina
contou com o apoio de Perón, coronel do exército e ex-presidente argentino, anticomunista convicto com tendências autoritárias.
manteve o parlamento e o tribunal constitucional em funcionamento, convocou eleições periódicas e admitiu a crítica limitada por meio da imprensa, tal como a ditadura brasileira.
tornou-se insustentável após a derrota, para o Reino Unido, na Guerra das Malvinas, ocasião em que o presidente de turno renunciou, sendo substituído pelo último general a ocupar o Poder Executivo até a eleição e posse de Raúl Alfonsín.
respeitou os direitos humanos, processou os elementos subversivos segundo a lei e executou as penas dos condenados de acordo com o que era estabelecido pelo Poder Judiciário.
logrou um forte crescimento econômico com baixas taxas de inflação e de desemprego, êxitos que deram sustentação social ao regime de exceção.
Muitos movimentos de resistência contra o Regime Militar (1964 a 1985) aconteceram no Brasil, muitas guerrilhas eram formadas por jovens estudantes de orientação socialista que atuavam no campo e no cenário urbano, os objetivos, a grosso modo, eram o fim do Regime Militar e a instauração de governos socialistas.
Sobre as guerrilhas acontecidas no campo, podemos afirmar que:
atuavam de forma centralizada, em que todos os grupos guerrilheiros espalhados pela zona rural de todo o Brasil agiam simultaneamente a fim de enfraquecer o Governo Federal.
teve como exemplo a Guerrilha do Araguaia, em que guerrilheiros pretendiam conquistar os corações e mentes da população camponesa do vale do rio Araguaia, inspirados pela revolução Cubana e Chinesa. Foram batidos pelas tropas do exército e seu conhecimento foi mantido em segredo pela Ditadura Militar.
conseguiram adesão total das classes camponesas, principalmente no Nordeste, mas foram impedidos de última hora por promessas de melhorias nas condições de trabalho e moradia dos camponeses e operários pelo Governo Federal.
não deixaram qualquer legado histórico e suas ações não tiveram nenhuma consequência.
combateram e venceram diversas unidades militares, chegando próximo de derrubar o Governo Federal, mas sua desunião e falta de direção tiveram como resultado o esfriamento do esforço político e combativo das guerrilhas.
A Guerra de Canudos, ocorrida no sertão da Bahia entre 1896 e 1897, foi um conflito que opôs o Exército Brasileiro à comunidade liderada por Antônio Conselheiro. Na época, o discurso oficial militar descrevia Canudos como um foco de fanatismo religioso e ameaça à ordem republicana, justificando a violência empregada contra seus habitantes. Em 1997, o jornal Folha de S.Paulo reinterpretou esse episódio histórico, adotando uma visão que contrasta com a narrativa militar. Segundo a análise do discurso da Folha, o conflito foi retratado como uma supressão injusta de uma comunidade marginalizada, revelando um esforço para reconstruir a memória histórica de maneira mais inclusiva e questionadora. Considerando essa abordagem, pode-se afirmar que o discurso da Folha de S.Paulo buscava:
Promover uma abordagem neutra e desinteressada sobre Canudos, para além de interferir na construção da memória coletiva nacional.
Adotar uma visão historiográfica e técnica, ignorando as implicações identitárias e sociais associadas ao conflito.
Validar integralmente a versão oficial do Exército Brasileiro, reforçando os valores republicanos associados à guerra.
Apresentar uma perspectiva crítica que desafia a narrativa oficial do Exército, destacando Canudos como uma resistência social à exclusão e opressão.
Construir uma memória histórica que desqualifica a atuação de Antônio Conselheiro, alinhando-se à versão militar de fanatismo e desordem social.
No início da década de 1960, mais precisamente em 1964, um golpe militar foi deflagrado contra o governo democraticamente eleito de João Goulart. O regime militar, então instaurado, foi formalmente consolidado pelo Ato Institucional nº 1, que institucionalizou o autoritarismo no país. Esse período foi marcado por uma crescente radicalização ideológica e um clima de intensa tensão política, que se acentuou na madrugada de 31 de março de 1964, quando os militares tomaram o poder, pondo fim ao governo constitucional.
Sobre esse contexto, analise as afirmativas a seguir:
I. O Ato Institucional nº 5 (AI-5) decretou o fechamento do Congresso Nacional, suspendeu todos os direitos civis e constitucionais, autorizando a prisão de qualquer cidadão brasileiro, e impôs a suspensão dos direitos políticos por dez anos àqueles considerados suspeitos de atuar contra o governo.
II. Durante o governo de Castello Branco, os militares realizaram uma série de transformações no funcionamento institucional do país, dando início ao regime da ditadura militar. Esse período foi marcado pela emissão de atos institucionais, como o AI-1, uma série de decretos elaborados pelo Poder Executivo, sem a necessidade de análise ou aprovação pelo Congresso Nacional.
III. O governo de Médici, sucessor de Costa e Silva, ficou particularmente marcado pelo acelerado crescimento econômico do país, conhecido como "milagre econômico". Esse processo foi acompanhado pela realização de grandes obras, algumas delas denominadas "obras faraônicas", e pelo endurecimento da repressão política, com ações quase autônomas por parte do aparato repressivo, que agiu sem grandes limitações.
IV. No governo de Ernesto Geisel, o segundo presidente militar do Brasil, o país experimentou um dos maiores processos de recuperação econômica desde o início do regime militar, justificado pela maciça entrada de capital estrangeiro, que impulsionou a economia brasileira, estabilizando-a e equilibrando-a por um longo período. Paralelamente, o crescimento da população urbana proporcionou uma abundante e barata mão de obra, essencial para a expansão industrial nos grandes centros econômicos do país.
V. O governo do general João Baptista de Oliveira Figueiredo, o terceiro presidente da sequência de governos militares, foi um dos mais imponentes desse período. Alinhado à ala "linha dura" do regime, Figueiredo implementou a repressão de maneira ainda mais contundente. A criação do Ato Institucional nº 5 (AI-5), em particular, legalizou a intervenção do presidente nos estados e municípios, sem as limitações previstas pela Constituição, além de suspender a garantia do habeas corpus nos casos de crimes políticos, consolidando um período de repressão ainda mais severo.
Estão CORRETOS:
I, II, III, apenas.
I, II, III, V, apenas.
II, III, IV, apenas.
I, II, III, IV, apenas.
III, IV, V, apenas.
Conforme notícia publicada no Portal Terra, “milhares participaram de eventos na capital alemã para marcar aniversário da queda de símbolo da Guerra Fria. Celebrações incluíram eventos oficiais, exposições de arte e concertos. Milhares de pessoas celebraram neste sábado (09/11) na capital alemã o 35º aniversário da queda do Muro de Berlim, que abriu a porta para a reunificação da Alemanha”. Considerando o tema e o contexto histórico durante a Guerra Fria, assinale a alternativa INCORRETA.
O Muro de Berlim foi uma consequência da Guerra Fria, e o enfraquecimento desse conflito político e ideológico contribuiu para que o muro também ruísse.
A divisão da Alemanha ocorreu após a Segunda Guerra Mundial. Derrotada, a Alemanha foi ocupada por tropas de quatro países: França, Reino Unido, EUA e URSS.
A República Federal da Alemanha era chamada de Alemanha Ocidental e era aliada dos Estados Unidos. A República Democrática Alemã, por sua vez, era conhecida como Alemanha Oriental, sendo aliada da União Soviética.
O Muro de Berlim foi construído pela República Federal da Alemanha, para proteger os cidadãos ocidentais de possíveis influências comunistas vindas da Alemanha Oriental.
“Dos anos 60 até fins da década de 70 houve uma proliferação de ditaduras no continente, tanto que, em 1979, apenas México, Costa Rica, Colômbia, Venezuela e República Dominicana eram considerados democráticos. A partir daí, o retorno à democracia formal foi se ampliando a ponto de hoje serem poucos os regimes, unanimemente considerados ditatoriais.”
(PINSKY, Jaime et al. História da América através de textos. São Paulo: Contexto, 2013. p. 151.)
Considere as afirmativas a seguir sobre os processos de redemocratização na América Latina no final do século XX e assinale a correta.
A redemocratização nos países latino-americanos seguiu cronologias diferentes, mas em geral foi impulsionada por fatores internos, com influência internacional apenas marginal nos processos decisórios.
Embora tenha havido resistência a algumas ditaduras, os processos de transição foram essencialmente pactuados entre elites militares e civis, sem que movimentos sociais tivessem papel relevante.
O apoio dos EUA à redemocratização foi incondicional e sempre se pautou por princípios de defesa dos direitos humanos.
A redemocratização resultou de múltiplas pressões sociais, políticas e econômicas, incluindo o desgaste das ditaduras e a mobilização da sociedade civil.
Os novos regimes democráticos latino-americanos aboliram por completo as heranças autoritárias das ditaduras anteriores.
Entre 1864 e 1870, Brasil, Argentina e Uruguai, que formavam a Tríplice Aliança, lutaram contra as forças lideradas por Solano López, no maior conflito armado ocorrido na América Latina.
Assinale a alternativa que identifica o fato a que se refere a afirmação.
Jornada dos Vassalos
Guerra do Paraguai
Guerra do Chaco
Guerra Guaranítica
Guerra contra Aguirre e Lopes
Música que faz crítica ao regime militar, EXCETO o que se apresenta na opção
Cálice.
Telegrama.
Pra não dizer que não falei das flores.
Apesar de você.
O bêbado e a equilibrista.
“Falavam em fuzilamentos, em gente que era embarcada nos aviões militares e atirada em alto-mar. Havia muita confusão. Sempre que há mudança violenta de poder, a regra dos entendidos é sumir, evaporar-se, não se expor, nos primeiros momentos da rebordosa, um sargento qualquer pode decidir sobre um fuzilamento. Depois as coisas se organizam, até mesmo a violência é estruturada, até mesmo o arbítrio. Mas quem, no meio tempo, foi fuzilado, fuzilado fica.”
CONY, Carlos Heitor. Quase memória: quase romance. Rio de Janeiro: O Globo; São Paulo: Folha de S. Paulo, 2003, p. 183.
No excerto da obra em destaque, baseada em fatos ocorridos durante a Ditadura Militar (1964-1985), observa-se que, se nos primeiros momentos após o golpe de Estado houve certa desarticulação quanto às ações violentas dos golpistas sobre os opositores, posteriormente ocorreu
o desmonte das ações repressivas.
a institucionalização da repressão.
a diminuição do terror.
o retorno das liberdades democráticas.
o estabelecimento da segurança pública.
As décadas de 60 e 70 do século XX manifestaram intensas movimentações nos países do hemisfério Sul da América: de um lado a consolidação da participação política e econômica das multinacionais e dos capitais estrangeiros, e de outro as mobilizações populares em resposta às novas dinâmicas, com petições de manutenção dos direitos trabalhistas, reforma agrária e melhor distribuição das riquezas. Em meio a esse cenário, olhando por uma perspectiva global, as duas maiores potências da época evidenciavam a geopolítica no qual o mundo estava submetido. O bloco capitalista liderado pelos Estados Unidos buscava frear a ampliação da influência política e econômica da socialista União Soviética, configurando-se um período de tensão pela disputa tecnológica e armamentista, que não resultou em um conflito direto entre eles, mas na participação dos conflitos entre os seus aliados e governos satélites do Terceiro Mundo. Diante desse contexto é que se inserem os golpes militares nos países da América Latina.
(VIZENTINI, Paulo G. F., 2000, p. 195-226.)
Os Estados Unidos já mantinham relações econômicas e diplomáticas com os países latino-americanos desde a Segunda Guerra Mundial, pelo fornecimento de armas em troca da defesa do continente e treinamentos militares dos exércitos desses países, durante o período beligerante. Em relação aos governos militares latino-americanos:
Os Estados Unidos, principalmente após a ação de Fidel Castro em Cuba, resolveram voltar-se para o restante da América.
Os estadunidenses apoiaram ideologicamente, mas, desgastados pela guerra, não puderam oferecer nenhum outro tipo de apoio.
Os norte-americanos preferiram manter, durante todo o tempo, uma distância e neutralidade seguras, pois temiam uma represália soviética.
Houve uma verdadeira e proposital evasão das atenções americanas, que estavam, na segunda metade do século XX, ligadas à Europa em sua recuperação econômica.
Leia as seguintes afirmativas sobre as origens da Guerra Fria.
I. A causa fundamental da Guerra Fria foi a ambição doentia de Stalin, a sua determinação em buscar segurança de tal modo que restava pouca ou nenhuma segurança para os demais atores da arena internacional. Uma causa secundária foi o fracasso ocidental por não agir suficientemente cedo para barrar Stalin.
Adaptado de: GADDIS, John Lewis. The emerging post-revisionist synthesis on the origins of the Cold War. Diplomatic History, vol. 7, n 3,1983, p. 176.
II. A Guerra Fria poderia ter sido evitada somente se a União Soviética não tivesse sido possuída por convicções tanto da infalibilidade da palavra comunista como da inevitabilidade do mundo comunista. Estas convicções transformaram um impasse entre Estados nacionais numa guerra religiosa, uma tragédia de possibilidade numa de necessidade. Poderíamos desejar que os Estados Unidos tivessem preservado o equilíbrio e a proporção dos primeiros anos da Guerra Fria e não tivesse sucumbido com o tempo às suas próprias formas de justiça própria. Mas a mais racional das políticas americanas dificilmente poderia ter evitado a Guerra Fria.
Adaptado de: Schlesinger, Arthur. Origins of the Cold War, Foreign Affairs , Oct., 1967, Vol. 46, No. 1, 1967, p. 52.
III. Especialmente depois da criação e utilização da bomba atómica, a atitude dos Estados Unidos deixou aos soviéticos apenas uma opção real: ou aquiescer às propostas estadunidenses ou ser confrontados com o poder e a hostilidade estadunidense. Foi a decisão dos Estados Unidos empregar o seu novo e impressionante poder de acordo com a tradicional Política de Portas Abertas que cristalizou a guerra fria. Dizer isto não significa dizer que os Estados Unidos iniciaram ou causaram a guerra fria. A verdadeira questão é muito mais sútil: qual lado comprometeu o seu poder com políticas que endureceram as tensões e propensões naturais e inerentes a antagonismos amargos e posições inflexíveis. Os Estados Unidos tiveram, de 1944 a pelo menos 1962, uma vasta preponderância de poder real e potencial em relação à União Soviética.
Adaptado de: Williams, William. The tragedy of American Diplomacy, New York: Dell Publishing Co, 1972, pp. 206-207.
Assinale a afirmativa que menciona corretamente as diferentes interpretações do evento histórico apresentadas nos trechos citados.
O trecho I atribui à União Soviética a responsabilidade pela gênese da Guerra Fria, devido à sua política expansionista influenciada pelo marxismo, enquanto os trechos II e III enfatizam o imperialismo estadunidense como o fator desencadeador dos conflitos.
Os trechos I e II acreditam que a ideologia soviética provocou uma resposta dos Estados Unidos, dando origem à Guerra Fria, enquanto o trecho III destaca a agressividade da política externa norte-americana em relação aos russos.
O trecho II argumenta que o desgaste sofrido pela União Soviética após a Segunda Guerra Mundial impossibilitava atribuir-lhe a responsabilidade pelo início da Guerra Fria, enquanto os trechos I e III destacam suas capacidades bélicas.
O trecho III enfatiza o poder hegemônico dos Estados Unidos em relação aos soviéticos, enquanto os trechos I e II criticam a ambição estadunidense de impor uma nova ordem mundial por meio do sistema econômico capitalista.
Os trechos I, II e III atribuem a responsabilidade pela origem do conflito aos interesses soviéticos, que se manifestavam por meio da coerção e imposição bélica sobre outros países para exercer sua influência.
As afirmativas a seguir apresentam corretamente aspectos das Guerras de Canudos, à exceção de uma. Assinale-a.
Antônio Conselheiro expressava a situação de vulnerabilidade da população.
Os latifundiários foram contrários à organização, receando que ela ocupasse terras improdutivas, como Belo Monte.
A comunidade de Canudos demandava a independência do governo da Bahia em relação ao restante do Brasil.
A Igreja católica se opôs ao movimento messiânico, temendo a perda de fiéis, e atuou para contê-lo.
O presidente Prudente de Morais interpretou o movimento como uma insurreição e respondeu com ações militares.
A Guerra Fria, período de tensão geopolítica entre os Estados Unidos e a União Soviética, marcou a segunda metade do século XX. Durante esse período, as duas superpotências disputaram a hegemonia mundial, investindo em armamentos, tecnologia e propaganda. Um dos momentos mais críticos da Guerra Fria foi:
A construção do Muro de Berlim, que dividiu a Alemanha em duas partes e simbolizou a polarização ideológica do mundo.
A Guerra do Vietnã, conflito armado que opôs os Estados Unidos e seus aliados ao Vietnã do Norte, apoiado pela União Soviética.
A Corrida Espacial, competição entre os Estados Unidos e a União Soviética para conquistar o espaço, que culminou com a chegada do homem à Lua em 1969.
A Crise dos Mísseis de Cuba, em 1962, quando o mundo esteve à beira de uma guerra nuclear devido à instalação de mísseis soviéticos em Cuba.
No dia 17 de janeiro de 2024, o jornal Brasil de Fato trouxe em cena a realidade cubana frente aos persistentes problemas econômicos dos quais o país vem tentando se recuperar desde, pelo menos, a crise gerada pela pandemia em 2020. Um cenário marcando inflação acima dos 30% e episódios recorrentes de escassez de combustível e outros produtos se agravam pelo histórico bloqueio dos EUA contra o país.
Entre as razões que levaram os EUA a embargarem Cuba na década de 1960, está
proteger Cuba das investidas capitalistas, objetivando mais um mercado de negócios.
fortalecer as relações econômicas e políticas com Cuba, para ampliação do Capitalismo.
viabilizar o governo de Fidel Castro, porque enfrentava insatisfação popular.
pressionar o governo cubano a adotar reformas democráticas e enfraquecer o regime comunista liderado por Fidel Castro.
obter vantagem econômica com produtos agrícolas, alimentares, máquinas e aparelhos importados da Ilha.
Não se pode afirmar que, durante o regime militar, houve qualquer violação dos direitos humanos no Brasil.
Certo
Errado
"Que país é este?","O que é isso, companheiro?" e "Brasil: ame-o ou deixe-o" são algumas das frases que se tornaram conhecidas durante:
Regime Militar.
Estado Novo.
Redemocratização brasileira.
Crise de 1929.
A "República da Espada" refere-se a um período que compreende os mandatos de dois presidentes militares. Quais foram esses dois presidentes?
Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto.
Floriano Peixoto e Prudente de Morais.
Prudente de Morais e Campos Sales.
Campos Sales e Rodrigues Alves.
Rodrigues Alves e Afonso Pena.
Qual das características da Ditadura Civil-Militar pode ser apreendida da imagem abaixo?

Fonte: USP.
Cassação de direitos políticos.
Proibição a coberturas midiáticas.
Consolidação do Milagre Econômico.
Repressão a movimentos de contestação.
Leia o texto a seguir.
A sentença de morte contra os banidos, auto documenta-se. Entre 1971 e 1973 foram capturados dez. Nenhum sobreviveu. Ordenara-se também o assassínio dos “cubanos”, nome dado aos militantes que regressavam de Havana. O Cenimar publicou confidencialmente uma galeria com fotografias de 135 pessoas que tinham ido para a Ilha. O DOI de São Paulo produzira uma apostila ensinando a identificá-los: “Vestem-se sobriamente”, usam cabelos curtos, carregam duas armas, seus documentos são muito bem falsificados, e reagem violentamente quando presos, “coisa que não é normal nos demais terroristas”.
GASPARI, Elio. A Ditadura Escancarada. As Ilusões Armadas. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, p. 374. [Adaptado].
A estrutura mencionada no texto enfatizou os “cubanos” por
tratar-se do único grupo revolucionário existente no país.
acreditar no potencial de engajamento radical do grupo.
proteger o regime democrático instalado no país.
considerar o grupo como traidores do país aliado.
inexistir brasileiros entre os militantes.
Durante a década de 1970, as ditaduras militares que tomaram o poder em vários países da América Latina, como Brasil, Argentina e Chile, contaram com o apoio de setores conservadores e das elites econômicas, além de respaldo político e financeiro dos Estados Unidos.
Certo
Errado