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Com relação à evolução populacional do estado de Rondônia, dados históricos registram que o primeiro movimento migratório ocorreu por volta de 1877, com os nordestinos, em virtude da:
atividade agrícola.
grande seca.
abertura de rodovias.
decadência do ciclo da borracha.
construção de hidrelétrica.
Sobre a participação de Rondônia na indústria brasileira, analise os itens a seguir.
I. De acordo com o último censo IBGE, o estado de Rondônia possui o segundo menor PIB.
II. Em 2021, do total de exportação da carne bovina brasileira, Rondônia teve uma participação expressiva, em torno de 32%.
III. Em Rondônia, o cultivo do feijão vem diminuindo ao longo dos anos e a tendência é que se torne basicamente uma cultura de subsistência para os produtores que ainda a cultivam, com comercialização do excedente nos mercados locais.
IV. As condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da cultura do café em 2021 impactou o ciclo produtivo positivamente e a produção foi a maior desde 2008.
V. Do total de postos de trabalho que o segundo setor rondoniense oferece, 22% está na construção civil.
Estão corretas apenas os itens:
II, III e V.
I, II e IV
II, III e IV.
II, IV e V.
I, II e III.
Desde o período colonial, ocorreram conflitos entre Portugal e outras nações europeias (Espanha, França, Inglaterra, Holanda) na foz do rio Amazonas, visando a ocupação, a defesa e a exploração das potencialidades das terras recém-descobertas, sendo construídos fortes para garantir a defesa desse espaços. Em relação a esses conflitos, analise as afirmativas a seguir.
I. O território português foi alvo de investidas francesas, holandesas e inglesas nos séculos XVII e XVIII, a partir das margens do rio Oiapoque.
II. Dada a fluidez das fronteiras da Amazônia colonial portuguesa, colonos, indígenas e jesuítas portugueses e franceses enfrentaram-se com frequência.
III. A atividade catequética de franciscanos e jesuítas foi uma estratégia político-militar da Coroa portuguesa para ocupar o vasto território das terras do Cabo Norte.
Está correto o que se afirma em
I, apenas.
II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
Em 21 de abril de 1993, foi realizado no Brasil o plebiscito que demandava escolher monarquia ou república e parlamentarismo ou presidencialismo. Essa consulta resultou na adoção do sistema de governo:
Semipresidencialista.
Monarquista.
Parlamentarista.
Presidencialista.
“[...] uma temática central [...] preside as discussões sobre o Maranhão: a decadência. No decorrer de nossas pesquisas [...], fomos paulatinamente descortinando esta temática como estratégica, um lugar privilegiado de análise para pensar tanto o complexo processo de constituição do imaginário social em escala estadual, quanto os diferentes tipos de intervenção pessoal e coletiva daí originados, bem como o processo correlato de (re)invenção da identidade do Maranhão”.
COSTA, Wágner Cabral da. As ruínas verdes: tradição e decadência no imaginário social. Campinas: Maio, 1999.
Acerca da noção de decadência e sua importância para a análise crítica da historiografia maranhense, assinale a opção correta.
Segundo a historiografia maranhense do século XX, o projeto político do “Maranhão Novo” capitaneado por José Sarney situava-se fora do regime discursivo decadentista, na medida em que visualizava um período de desenvolvimento econômico como meta última de seu programa de governo.
A noção de decadência vem sendo utilizada, indistintamente, por agentes sociais ligados às letras e à produção cultural local desde os trabalhos produzidos pelos intelectuais presentes no momento da fundação francesa da capital.
A representação decadentista da história do Maranhão não pode ser conciliada com o mito da “Atenas Brasileira”, que destaca a excelência da produção cultural local no contexto do século XIX, razão pela qual essas duas imagens não convivem, mas se sucedem uma à outra.
A “decadência da lavoura” esteve presente no pensamento político oficial e na produção erudita do século XIX, tendo sido reproduzida posteriormente de forma acrítica pela historiografia regional.
A ideia de decadência esteve presente em inúmeras formulações sobre a história do Maranhão sem modificações e ressignificações ao longo do tempo, o que indica o vigor dessa representação e sua força explicativa.