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Leia o texto a seguir.
A abrupta queda do mundo americano é inconteste. A rápida decadência começa nas ilhas caribenhas. Ali não houve saída para os nativos, quase eliminados antes de começar a aventura das companhias de mercenários espanhóis no continente.
VARELLA, Alexandre C. Os índios: povos ancestrais, sujeitos modernos. In. CAÑIZARES-ESGUERRA, Jorge; FERNANDES, Luiz Estevam de Ol; MARTINS, Maria Cristina Bohn (org.) As Américas na Primeira Modernidade (1492-1750). Curitiba; Editora Prismas, 2017.
Alexandre Varella utiliza a expressão “de encontro ao cataclismo” para discutir a mortandade das populações nas primeiras décadas de ocupação hispânica. Dentre os motivos, destaca as epidemias que resultaram
no retorno dos espanhóis aos seus países de origem ameaçados pelas doenças americanas.
em degradação social e em um sentido literal de desculturação.
na fuga das populações de suas comunidades de origem para os aglomerados urbanos.
na adoção de medidas higienistas para a proteção das comunidades ameríndias.
A independência hispano-americana, de acordo com debates historiográficos na área, não pode ser compreendida apenas como ruptura com a Espanha, mas como reordenação das estruturas sociais coloniais. Em relação aos fatores resultantes desse processo, assinale a alternativa correta.
Eliminação imediata das hierarquias étnicas e sociais.
Homogeneização linguística e cultural.
Continuidade de grupos criollos no poder político.
Neutralidade britânica diante das recentes nações.
Ausência de guerras civis posteriores.
As independências hispano-americanas emergiram da crise da monarquia hispânica, tensões fiscais, reformas bourbônicas, circulação de ideias ilustradas, guerras internas e efeitos políticos das Cortes de Cádiz. A historiografia contemporânea enfatiza pluralidade regional, caudilhismos e projetos estatais concorrentes. Assinale a alternativa plenamente compatível.
Processos emancipatórios configuraram alianças diversas entre elites regionais, articulações militares e debates legislativos alinhados a transformações metropolitanas.
A dissolução imperial hispânica mobilizou fluxos ideológicos, agendas regionais e confrontos armados que moldaram diferentes formas de autoridade política.
Crises imperiais, reformas bourbônicas, Cortes gaditanas e ideias ilustristas articularam independências marcadas por projetos regionais diversos e disputas políticas intensas.
Trajetórias políticas do período expressaram vínculos locais, reorganizações militares e reordenamentos civis que acompanharam discussões ilustradas do período.
As independências resultaram de interações entre elites, mobilizações armadas e pressões externas que redefiniram diferentes modelos de soberania emergentes.
“Apesar de algumas vitórias das forças coloniais, de um modo geral, no período compreendido entre 1810 e 1814, as tropas espanholas foram vitoriosas. Seja pelo apoio que os espanhóis receberam dos elementos das camadas dominantes contrários à independência [...] ou do alto clero; seja pela aliança que estabeleceram com as classes populares – que tinham contradições profundas com a aristocracia criolla[...]; seja pelas divergências ideológicas (republicanos versus monarquistas), [...] o fato é que os espanhóis conseguiram derrotar todos os movimentos insurrecionais dessa fase, constituindo exceção o Paraguai” (Aquino, 2000). Sobre os processos de independência do período acima descrito, analise as assertivas abaixo:
I. Na Venezuela, o movimento era republicano e aristocrático, apoiado por grandes proprietários. Francisco de Miranda, após fracassar em 1806, convocou o Congresso da Venezuela, que proclamou a independência em 1811. Derrotado em 1812, o êxito só veio mais tarde, quando se tornou mais popular, tendo à frente Simon Bolívar.
II. Na região do Prata, dominada por uma burguesia mercantil, a independência iniciou com a Revolução de Maio (1810), que depôs o vice-rei Baltasar Hidalgo de Cisneros e instituiu uma junta de governo chefiada por Mariano Moreno, fiel ao rei e aos ideais monárquicos, e Manuel Belgrano, com tendências republicanas.
III. No Peru, o movimento autonomista teve caráter rural, indígena e popular, diferenciando-se dos demais da América Espanhola. Entre 1810 e 1811, Miguel Hidalgo liderou um levante que abriu caminho à independência. Após o fuzilamento de Hidalgo, José Maria Morellos tomou a liderança e, apoiado pelas tropas de San Martin, proclamou a independência do Peru.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas III.
Apenas I e II.
I, II e III.
Analise a tabela abaixo à luz do enunciado que a segue:

*Tabela construída com dados obtidos na 1ª página do motor de buscas do Google a partir da questão: “Em que ano se deu a independência do...”. Acesso em 19 ago 2025.
A invasão napoleônica da Península Ibérica deve ser associada à interpretação do quadro apresentado da seguinte forma:
países como México e Colômbia iniciaram processos de independência mais rapidamente por sofrerem diretamente com o enfraquecimento da autoridade espanhola na região
o intervalo de anos entre 1809 e 1822 indica que todos os processos de independência latinoamericanos foram homogêneos em duração e ideologia
a independência do Brasil foi mais turbulenta que a de países do norte da América do Sul devido à permanência da família real portuguesa no Rio de Janeiro
Chile e Peru enfrentaram pouca resistência militar espanhola e baixa oposição das elites locais realizando uma evolução gradual sob apoio francês
A região da Bacia Platina, área de extrema importância para o Império Colonial Espanhol no período da conquista e exploração, pode ser considerada como uma das mais complexas de formação dos Estados Nacionais e de formatação das fronteiras. Mesmo após as independências, a região ainda era palco de grande disputa e talvez o auge dessa ação tenha sido a guerra da Tríplice Aliança, que opôs o Império do Brasil, Argentina e Uruguai ao Paraguai. É considerada por alguns autores um divisor de águas, marcando inclusive o que consideramos a crise do Império do Brasil.
(SOUZA, 2021.)
A guerra do Paraguai, ou a Guerra da Tríplice Aliança, ou mais propriamente a Guerra contra o Paraguai, marca indelevelmente a história contemporânea da América Latina. Diante da análise da inserção das nações americanas diretamente envolvidas – Argentina, Brasil, Uruguai e Paraguai – no quadro dos imperialismos europeus, é correto afirmar que:
O Brasil, por sua vez, estava vinculado historicamente à Inglaterra, sobretudo após os Tratados de 1810.
A Argentina vinculava-se apenas sazonalmente à Europa, em particular à França devido ao Tratado de Methuen.
O Uruguai proibiu a imigração, mantendo-se sistematicamente na economia baseada agricultura e na indústria artesanal.
O Paraguai, por seu lado, manteve-se isolado das relações diplomáticas com as nações americanas, mas não dos países da Europa.
“A independência dos países hispano-americanos aparece como uma frustração, como proclamaram tantos de seus protagonistas, porque antes de tudo abriu a possibilidade de um desenlace diferente e despertou os sonhos adormecidos de muitos. Tempos de transformação trazem em si grandes esperanças e sua outra face, as inevitáveis frustrações.”
(Maria Ligia Coelho Prado, América Latina no século XIX: tramas, telas e textos. Adaptado)
Entre as frustrações discutidas pelo texto, é correto identificar a frustração
da Igreja Católica, que se viu afastada das relações de poder no século XIX em função do anticlericalismo radical das independências.
das elites de grandes proprietários, que se depararam com processos profundos de reforma agrária e reorganização fundiária no século XIX.
das camadas populares, pois sua vida continuava dominada pela pobreza e opressão e tratada com desdém e desrespeito nos países independentes.
das lideranças letradas que romperam com o iluminismo, mas assistiram à fundação de Estados nacionais de inspiração liberal.
das universidades, em que predominavam as visões rebeldes e contestadoras da ordem política e social do período.
O processo de independência das Américas espanholas, no início do século XIX, foi marcado por uma série de movimentos e conflitos. Sobre este período, assinale a alternativa CORRETA:
A independência das Américas espanholas foi liderada principalmente por Portugal, que buscava expandir seus domínios na América do Sul.
Simón Bolívar foi uma figura chave no movimento de independência, liderando as campanhas libertadoras na Colômbia, Venezuela e Equador.
A Revolução Francesa teve pouco impacto na busca pela independência das colônias espanholas na América.
A Inglaterra foi um aliado crucial dos movimentos de independência, fornecendo apoio militar e financeiro decisivo.
Sobre os primeiros habitantes do continente americano, assinale a alternativa correta:
Os cientistas têm dúvidas de que o ser humano é autóctone, ou seja, se originou na América, e que o continente não tenha sido povoado por homens provenientes de outras partes do mundo (aloctonismo). Não há um certo consenso de que a América tenha sido povoada desde Israel, na Ásia.
Durante a última era glacial, a concentração de gelo nos continentes fez descer o nível dos oceanos em pelo menos 120 metros. Esta descida provocou, em vários pontos do planeta, o aparecimento de diversas conexões terrestres, como, por exemploː AustráliaTasmânia com Nova Guiné; Filipinas e Indonésia; Japão e Coreia, hipótese chamada de Povoamento pelo Oceano Pacífico.
Quando as ondas migratórias ocorreram, o Estreito de Bering, entre a Ásia e a América, estava congelado e serviu como ponte entre os dois continentes.
Os Maias eram povos situados na Babilônia, região da Mesopotâmia.
Nenhuma das alternativas.
Desde o início do século XXI registra-se um recrudescido no movimento de migração de retorno no Brasil, que tem sido estimulado por medidas político-econômicas de investimento, em meio ao que se convencionou chamar de “guerra fiscal”. Qual região brasileira tem sido a principal a mais contemplada por tais movimentos de migração de retorno?
Sul.
Sudeste.
Nordeste.
Centro-Oeste.
"Em determinados períodos da História, há mudanças significativas que acontecem em curto espaço de tempo. Foi assim no início do século XIX, mais precisamente entre 1808 e 1824, na América de colonização espanhola. Em pouco mais de uma década, o imenso Império Espanhol na América desmoronou e nos Estados independentes surgiram." (PRADO, Maria Ligia; PELLEGRINO, Gabriela. História da América Latina. São Paulo: Editora Contexto, 2014, p. 25). Sobre as independências nas Américas, é correto afirmar que:
Foram os homens os responsáveis pelos movimentos e/ou guerras de independência, pois não há registros da participação de mulheres em quaisquer momentos ou etapas dessas ocasiões.
Os indígenas e seus descendentes não se envolveram nos movimentos independentistas, pois suas reivindicações consistiam em se libertar do trabalho compulsório nas encomendas.
Os homens ilustrados nas Américas não contribuíram para as independências porque, como membros das elites, eles procuraram apoiar a monarquia no intuito de manter seus privilégios sociais e econômicos.
O Haiti, primeiro Estado a abolir a escravidão, tornou-se independente logo após o México e a Colômbia conquistarem suas independências da Espanha, em 1810.
Um dos fatores relevantes para compreender as independências na América Espanhola é a invasão napoleônica da Espanha, em 1808.
A 200 anos atrás, acontecia a “Batalha de Ayacucho” – o último grande confronto dentro das campanhas terrestres das guerras de independência hispanoamericanas (1809-1826), o que significava o final definitivo do domínio colonial espanhol na América do Sul. A batalha desenvolveu-se na pampa da Quinua no Departamento de Ayacucho, Peru, em 9 de dezembro de 1824. A vitória dos independentistas supõe o desaparecimento do contingente militar realista mais importante que seguia em pé, selando a independência do Peru com uma capitulação militar que pôs fim ao seu vice-reinado. A independência do Peru foi finalmente reconhecida pela Espanha mediante um tratado assinado em Paris, em 14 de agosto de 1879.
(Disponível em: https://www.pucsp.br/ Em: 02/2024.)
O desmantelamento dos impérios espanhol e português é objeto de abrangente bibliografia. A independência das colônias americanas é um dos temas de estudo marcado por uma infinidade de debates historiográficos importantes. Especificamente sobre o processo dessas independências, é correto afirmar que:
Bolívar acreditava que o melhor era que as ex-colônias se tornassem monarquias, cujos chefes de Estado seriam príncipes europeus convidados para governá-las.
Na visão de San Martín, as ex-colônias deveriam se organizar em uma única grande república federativa, unidas sob um mesmo governo, mais ou menos nos moldes dos Estados Unidos.
Na América Latina, os principais líderes das independências, embora concordassem que as colônias deveriam se libertar da Espanha, tinham planos diferentes para os países da América Espanhola.
Negociar diplomaticamente as independências, como no Brasil, seria uma forma de evitar guerras civis e facilitar o reconhecimento da independência das ex-colônias. Essa era a ideia de todos os libertadores do continente americano.
“A historiografia sobre os processos de independência da América e de formação dos Estados americanos tem sido renovada com significativas contribuições de vários autores, que tendem a enfatizar as dinâmicas locais e as atuações dos povos americanos para uma compreensão mais ampla e complexa do tema.”
ALMEIDA, Maria Regina Celestino. Populações indígenas e Estados nacionais latino-americanos: novas abordagens historiográficas. In: AZEVEDO, Cecília; RAMINELLI, Ronald (Orgs.) História da América: novas perspectivas. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2011, p. 111.
Entre as contribuições para a historiografia da América, há a obra de François-Xavier Guerra, para quem, apesar das diferenças étnicas e sociais e de suas múltiplas identidades, os vários habitantes da América hispânica – espanhóis, crioulos, mestiços, indígenas e africanos – chegaram à primeira década do século XIX compartilhando entre si
valores que enalteciam o passado pré-colonial americano.
crença na necessidade urgente de rompimento com a Espanha.
sentimentos de lealdade ao rei e à religião católica.
atitudes de repúdio à monarquia espanhola.
ideais liberais oriundos da Revolução Francesa.
Importante assinalar que os dois padres, Hidalgo e Morelos, defenderam as aspirações dos mais pobres, tomando atitudes radicais. Hidalgo proclamou a abolição da escravidão negra e o fim dos tributos indígenas. Morelos propôs a distribuição de terras, inclusive as da Igreja, para os camponeses. Desse modo, se entende a grande participação de indígenas e camponeses nos exércitos rebeldes, que carregavam à frente o estandarte da Virgem de Guadalupe e que chegaram a contar com 80 mil homens.
(Maria Ligia Prado e Gabriela Pellegrino,
História da América Latina, p. 37. Adaptado)
O excerto traz elementos acerca do processo de independência
do Equador.
da Bolívia.
da Colômbia.
da Venezuela.
do México.
O caso do México é lapidar para o aclaramento desse processo de dominação indireta. Após a guerra com os Estados Unidos em 1848, que lhe custou a perda de mais da metade de seus territórios originais, o México só conheceu estabilidade política sob a ditadura de Porfírio Diaz, de 1876 a 1911. Esse período de estabilidade política coincidiu com uma era de “progresso” econômico, que colocou o país inteiro sob o domínio de uma restrita oligarquia e do capital norte-americano. Empresas norte- -americanas controlavam 3/4 das minas e fundições mexicanas. Imensas áreas de territórios petrolíferos eram cedidas a preços irrisórios, a particulares norte-americanos. Nesse período, o notável crescimento das linhas ferroviárias, de 691 quilômetros em 1876, para 24 mil e 700 km em 1911, não foi feito de modo a integrar economicamente o país, mas sim segundo os interesses das companhias norte-americanas que construíram a maior parte delas. O rumor que corria por volta de 1910, de que os gringos possuíam mais do México do que os próprios mexicanos, estava longe de ser um exagero.
(REZENDE FILHO, 1991 p. 175-176. Fragmento.)
Tanto no México, quanto em outros casos na América Latina, a modernização:
Organizou-se a partir do crescimento urbano e, em fins do século XX, com o incremento de atividades industriais nas quais o capital externo raramente esteve presente.
Só ocorreu através de movimentos sociais, devido à falta de implantação de um sistema ferroviário, de uma infraestrutura no comércio e de um setor financeiro organizado.
Apresentou um caráter conservador, com a penetração do capital estrangeiro, principalmente o de origem inglesa, e uma maior concentração da renda nas mãos das elites econômicas.
Desvinculou ainda mais as classes dominantes das demais classes sociais, tanto na extração mineral quanto na produção agrícola, setores sustentados massivamente pelo trabalho escravo.
Os movimentos de independência nas regiões insurgentes da América espanhola foram majoritariamente motivados pela quebra do pacto tradicional, traço característico daquelas sociedades, e não por ideias e práticas políticas novas que vigoravam à época na Europa.
Certo
Errado
A Independência da América Espanhola foi um movimento histórico que resultou na emancipação das colônias espanholas na América do Sul e na América Central, culminando na formação de diversos países independentes no início do século XIX. Sobre esse tema, analise os itens abaixo.
I. As colônias espanholas enfrentavam restrições econômicas e políticas impostas pela Coroa Espanhola, incluindo altos impostos, monopólio comercial, ausência de participação política e abusos administrativos.
II. As ideias iluministas, as revoluções liberais na Europa e a Independência dos Estados Unidos inspiraram movimentos de independência na América Latina, promovendo ideias de liberdade, igualdade e direitos individuais.
III. Líderes como Simón Bolívar, José de San Martín, Miguel Hidalgo, entre outros, lideraram movimentos de independência em diferentes regiões, organizando exércitos e promovendo a luta pela autonomia.
IV. A luta pela independência se deu em várias fases e locais ao longo de várias décadas. Alguns marcos importantes incluem a declaração de independência do Paraguai em 1811 e a independência da Argentina e Chile, lideradas por Simón Bolívar.
Está(ão) correta(s) a(s) proposição(ões):
I e II, apenas;
I, II e III, apenas;
III e IV, apenas;
II e III, apenas;
II, III e IV, apenas.
A independência do Haiti foi um marco significativo na história das Américas, sendo o primeiro movimento vitorioso pela libertação de uma colônia nas Américas e o primeiro país a abolir a escravidão. A luta pela independência foi liderada por pessoas escravizadas, inspiradas pelos ideais da Revolução Francesa. Após uma série de conflitos sangrentos, o Haiti declarou sua independência em 1804. Nesse contexto, analise as assertivas a seguir e assinale a correta:
A economia do Haiti pós-independência prosperou com a continuação da produção de cana-de-açúcar em larga escala, mantendo seu papel no mercado mundial.
A independência do Haiti, após uma série de conflitos armados, foi alcançada por meio de negociações entre os jacobinos negros e a França bonapartista.
O movimento emancipatório do Haiti teve seu prelúdio em 1791, em decorrência dos desdobramentos das ações do governo revolucionário republicano jacobino e pela atuação de um movimento popular na luta contra a aristocracia.
O movimento emancipatório do Haiti seguiu a mesma linha das lutas em prol da independência que vinha ocorrendo na América desde a independência dos EUA, todos motivados pelos ideais revolucionários.
O líder Toussaint L'Ouverture foi essencial no movimento de independência do Haiti e responsável pela redistribuição das terras entre os libertos, antes pertencentes aos colonizadores.
O processo de independência da América Espanhola teve início no início do século XIX e foi influenciado por eventos globais, como as guerras napoleônicas na Europa, que enfraqueceram o controle da Espanha sobre suas colônias. Além disso, ideias iluministas, que pregavam a liberdade e a igualdade, tiveram um impacto significativo na América Latina, inspirando muitos a buscar a independência.
Certo
Errado
Na peculiaridade histórica do emergente capitalismo dependente na América Latina e no Caribe do século XIX, as revoluções são protagonizadas por indígenas, negros e camponeses. Os murais modernos no México, que retratam esteticamente essas figuras, contam a história que antecede a invasão colonial e se estende para além dela, tornando-se um horizonte aberto para o futuro sob o palco da histórica luta de classes no território.
Certo
Errado