

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
A Crise de 1929 abalou as estruturas do capitalismo mundial. Para combater os efeitos da Grande Depressão, os Estados Unidos implementaram o New Deal, que se caracterizou por:
Uma defesa intransigente do liberalismo clássico, reduzindo a zero a intervenção do Estado na economia para que o mercado se autorregulasse.
O confisco de todas as propriedades privadas e a estatização completa dos meios de produção, seguindo o modelo da União Soviética.
O fechamento das fronteiras americanas para o comércio exterior, focando exclusivamente na produção agrícola de subsistência.
A proibição do funcionamento de sindicatos e a redução drástica do salário mínimo para aumentar a competitividade das indústrias.
Uma política de intervenção estatal na economia, com investimentos em obras públicas e criação de redes de proteção social para gerar empregos.
Na crise de 1929 e nas respostas dos Estados ao colapso econômico, a mudança central na relação entre mercado e governo foi:
a defesa de austeridade fiscal, com corte de gastos e queda de salários como caminho para reativar produção e emprego ao longo da década.
a ampliação da intervenção estatal por políticas de emprego, crédito e regulação, buscando recuperar produção, consumo e estabilidade social.
o retorno ao padrão-ouro e a abertura comercial ampla, com tarifas menores e integração financeira imediata entre países industriais.
a estatização ampla de setores produtivos, com planejamento central como regra, unindo democracias liberais e regimes autoritários no período.
A crise de 1929 teve impactos globais e redefiniu o papel do Estado nas economias capitalistas.
Sobre os efeitos dessa crise e as respostas que dela decorreram, assinale a alternativa correta.
A crise de 1929 reforçou o liberalismo econômico, pois os Estados optaram por reduzir sua intervenção nas economias.
A principal resposta à crise foi a disseminação do modelo fascista em todos os países afetados.
A crise acelerou a descolonização afro-asiática como uma reação ao protecionismo europeu.
O New Deal, nos EUA, marcou uma virada no papel do Estado, promovendo intervenção econômica e bem-estar social.
A crise de 1929 teve impacto apenas nos EUA, sem repercussão nas economias europeias ou latino-americanas.
“O crash da Bolsa de Nova York (em outubro de 1929) foi acompanhado de longe pelo grande público, apesar dos suicídios de especuladores arruinados, atirando-se pelas janelas dos prédios de Manhattan, terem aparecido nas capas dos jornais. Enquanto se multiplicavam as falências e demissões, o pânico monetário e financeiro e as bancarrotas estatais, o primeiro plano da cena era ocupado por peritos governamentais e encontros diplomáticos. [...] Uma monstruosa desordem material e humana. Locomotivas brasileiras consumiam o café que não mais podia ser vendido [...], estoques se acumulavam, empresas fechavam suas portas; milhões de pessoas se viam sem emprego, portanto sem recursos e sem dignidade, na maioria das vezes sem proteção social, incapazes de pagar seus aluguéis, reduzidas à espera das distribuições gratuitas de alimentos e agasalhos, levadas ao despejo, à mendicidade, à revolta.”
(GAZIER, Bernard. A crise de 1929: uma breve introdução. São Paulo: L&PM, 2009. p. 4.)
Considerando a relação entre a crise de 1929 e as características estruturais do capitalismo, marque a alternativa correta.
A crise de 1929 resultou de um choque externo causado pela instabilidade política na Europa, que interrompeu as exportações dos EUA, levando ao colapso da economia estadunidense.
A solução para a crise veio de forma rápida e natural, pois os próprios mecanismos de mercado foram capazes de ajustar a oferta e a demanda, garantindo a retomada do crescimento econômico ainda na primeira metade da década de 1930.
A superprodução agrícola e industrial foi acompanhada por um aumento proporcional da capacidade de consumo da população, mas a crise foi causada por uma súbita desvalorização cambial e por decisões equivocadas do governo estadunidense.
A crise de 1929 foi essencialmente uma crise bancária, provocada pela falência de instituições financeiras que operavam sem regulamentação, sem relação direta com o modelo produtivo ou com a superprodução, o que permitiu que a crise fosse superada com o aumento da possibilidade de consumo.
A crise foi resultado de uma contradição intrínseca ao capitalismo: enquanto a produção se expandia continuamente, o consumo era limitado pela concentração de renda e pela exploração da mão de obra assalariada, levando ao colapso da economia.
Sobre a Crise Econômica de 1929, analise as afirmativas abaixo e assinale V, para as verdadeiras, e F, para as falsas.
(__)A crise de 1929, também conhecida como a Grande Depressão, teve início com a quebra da Bolsa de Valores de Nova York, causada pela supervalorização das ações e pela especulação desenfreada, o que provocou um efeito cascata que afetou profundamente a economia mundial, expondo a fragilidade do modelo econômico baseado no liberalismo e no livre mercado absoluto.
(__)A resposta inicial dos governos à crise foi generalizadamente marcada por políticas econômicas intervencionistas, que incluíam controle de preços, aumento da taxa de juros e medidas protecionistas, buscando estabilizar os mercados e proteger a indústria nacional, apesar de os Estados Unidos inicialmente terem adotado uma postura de laissez-faire, retardando a implementação de políticas públicas eficazes até o governo Roosevelt.
(__)Entre as consequências sociais da crise, destacam-se o aumento dramático do desemprego e da pobreza, o crescimento das tensões sociais e políticas, a intensificação dos movimentos trabalhistas e a ascensão de regimes autoritários em diversos países, que usaram a crise como justificativa para a centralização do poder e para a adoção de políticas econômicas nacionalistas e intervencionistas.
(__)A crise de 1929 não afetou de forma significativa as economias coloniais e periféricas, que continuaram seus processos de industrialização e crescimento econômico, beneficiadas pelo aumento do controle dos países centrais sobre os mercados globais, fortalecendo a divisão internacional do trabalho e acelerando a integração econômica global durante o período entre guerras.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA:
V, V, F, V.
V, F, V, F.
F, F, V, F.
F, V, V, F.
No chamado período do entre-guerras, o crack da Bolsa de Nova York acelerou mudanças que já estavam em curso e que repercutiram em países da América Latina: no Brasil, por exemplo, a crise de 1929 esteve entre os elementos provocadores da Revolução de 1930.
Certo
Errado
O período entreguerras (1919-1939) foi marcado por uma grande crise econômica que atingiu, de uma maneira ou de outra, todos os países capitalistas.
Assinale a alternativa que identifica corretamente essa crise.
O fim do Pacto Colonial.
A grande fome da União Soviética.
A crise da dívida da América Latina.
A crise econômica de superprodução de 1929.
Os efeitos da falência do banco americano Lehman Brothers.
As duas décadas que separam a Primeira da Segunda Guerra Mundial foram relativamente calmas, destacando‑se pela ação firme da Liga das Nações e pelo avanço dos regimes democráticos pelo mundo afora, a começar pela Europa.
Certo
Errado
A crise econômica de 1929 teve impacto global e foi resultado de um conjunto de fatores estruturais. Entre as principais causas desse colapso econômico, podemos destacar:
A especulação financeira descontrolada e a superprodução industrial sem demanda correspondente.
A política de nacionalização de empresas adotada pelos Estados Unidos, reduzindo os investimentos externos.
O aumento do controle estatal sobre a economia norte-americana, limitando o crescimento do setor privado.
A desvalorização do dólar devido à retirada do país do padrão-ouro antes da crise.
Leia o texto a seguir:
A catástrofe do entreguerras, que de modo nenhum se devia deixar retornar, se devera em grande parte ao colapso do sistema comercial e financeiro global e à consequente fragmentação do mundo em pretensas economias ou impérios nacionais autárquicos em potencial. O sistema global fora um dia estabilizado pela hegemonia, ou pelo menos centralidade, da economia britânica e sua moeda, a libra esterlina. No entreguerras, a Grã-Bretanha e a libra não eram mais suficientemente fortes para carregar esse fardo, que agora só podia ser assumido pelos EUA e o dólar. A Grande Depressão se devera ao fracasso do livre mercado irrestrito. Daí em diante o mercado teria de ser suplementado pelo esquema de planejamento público e administração econômica, ou trabalhar dentro dele. Finalmente, por motivos sociais e políticos, não se devia permitir um retorno do desemprego em massa.
(Eric Hobsbawm, Era dos extremos: O breve século XX: 1914 – 1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. Adaptado)
A partir do trecho, é correto afirmar que, no pós-guerra,
as consequências da crise de 1929 dificultaram a hegemonia dos EUA e levaram à multipolaridade.
o acordo de Bretton Woods refletiu a hegemonia dos EUA ao fazer do dólar a reserva internacional.
a política liberal passou a ser considerada a principal alternativa para o crescimento econômico.
os impactos da ação do Estado na guerra levaram a uma crítica contundente da ação estatal.
a perda de hegemonia da Inglaterra deveu-se às radicais guerras de independência de suas colônias.
Qual é o período histórico que consolidou a desagregação e a transição do feudalismo para o sistema capitalista, sendo marcado por crise, mas fundamental para o surgimento de uma nova ordem social?
Idade Contemporânea.
Baixa Idade Média.
Alta Idade Média.
Feudalismo Transitório.
Finalizada a II Guerra Mundial e assinados os acordos entre os países Aliados, a União Soviética e os Estados Unidos seguiram caminhos ideológicos distintos, mergulhando na Guerra Fria, marcada por disputas ideológicas, econômicas e territoriais. Nos Estados Unidos, a “ameaça vermelha” deu início a uma verdadeira “caça às bruxas” no século XX, combatendo de forma violenta e sistemática tudo que pudesse representar antiamericanismo, simpatia pelo socialismo ou pelo regime soviético. Assinale a alternativa que apresenta essa política anticomunista difundida nos Estados Unidos durante esse período.
Doutrina Truman.
Plano Marshall.
Macarthismo.
Doutrina Monroe.
A Crise de 1929 nos Estados Unidos teve repercussões globais e contribuiu para a ascensão de regimes totalitários em diferentes partes do mundo.
Sobre os impactos da crise e sua relação com o totalitarismo, assinale a alternativa CORRETA.
A Crise de 1929 fortaleceu a democracia liberal na Europa, que conseguiu solucionar as crises econômicas sem recorrer a governos autoritários.
O New Deal, implementado nos Estados Unidos por Franklin D. Roosevelt, foi uma política de inspiração fascista que buscou estabelecer um regime autoritário.
A crise econômica global resultou no imediato fortalecimento da União Soviética, que passou a liderar a política mundial através de sua economia de mercado.
Os regimes totalitários surgiram exclusivamente por motivos culturais, sem relação com as condições econômicas agravadas pela Crise de 1929.
A ascensão do nazismo na Alemanha e do fascismo na Itália foi diretamente favorecida pelo desemprego e pela instabilidade econômica decorrentes da crise.
“Os crashes de 24 e de 29 de outubro daquele ano na Bolsa de Valores de Nova York, datas que se tornariam conhecidas pelos nomes pouco imaginativos de Quinta-Feira Negra e Terça-Feira Negra, foram seguidos por terremotos de igual magnitude em todas as bolsas e mercados do mundo.”
(SANT’ANNA, Ivan. 1929. Rio de Janeiro: Objetiva, 2014. p. 11.)
Analise as afirmativas a seguir sobre a crise econômica de 1929 e assinale a correta.
A quebra da Bolsa de Valores de Nova York em 1929 representou um colapso pontual no sistema financeiro estadunidense, que foi rapidamente contido sem grandes repercussões nos mercados internacionais, devido à limitada interdependência econômica global da época.
A crise de 1929 decorreu, em grande medida, de políticas intervencionistas adotadas pelo governo dos EUA na década de 1920, como o aumento dos gastos públicos e o controle direto da produção industrial, que desequilibraram os fundamentos do livre mercado.
Embora tenha tido grande impacto no setor financeiro, a crise de 1929 restringiu-se majoritariamente ao campo agrícola estadunidense, não tendo efeitos significativos sobre a indústria nem sobre o emprego urbano, motivo pelo qual a produção cafeeira brasileira foi largamente afetada.
A recuperação econômica após 1929 ocorreu de forma célere e eficiente por meio da continuidade das políticas liberais clássicas, como a não intervenção do Estado e a defesa irrestrita do livre comércio e do equilíbrio orçamentário.
A superprodução industrial, aliada à especulação financeira desenfreada e à fragilidade do sistema bancário, figura entre as principais causas da crise de 1929, cujos efeitos devastaram não apenas a economia dos EUA, mas também a de diversos países ligados ao mercado mundial.
A Crise de 1929 foi um abalo econômico que teve início nos Estados Unidos logo após a quebra da Bolsa de Valores de Nova York. O capitalismo internacional foi alvo dessa crise e marcou a decadência do liberalismo econômico.“O republicano Franklin Delano Roosevelt foi eleito presidente em 1933, apresentando o chamado New Deal como solução para a crise, ou seja, maior participação do Estado na economia. A crise teve impacto na economia e na sociedade mundial. No Brasil, a produção cafeeira entrou em colapso, e a oligarquia que estava no poder foi enfraquecida, abrindo espaço para a Revolução de 1930.
O que contribuiu para a crise mundial do liberalismo no século XX, foi:
A ascensão do socialismo e do comunismo como alternativas econômicas e políticas.
A Revolução Industrial e o aumento da produção em massa.
A expansão colonial europeia no século XIX.
O fortalecimento das democracias liberais após a Segunda Guerra Mundial.
Nenhuma das alternativas anteriores.
As décadas de 1920 e 1930 nos Estados Unidos foram marcadas por intensos contrastes. Nos anos 1920, enquanto a economia pós-guerra estimulava novos padrões de consumo, lazer e cultura de massa, movimentos sociais e minorias foram alvo de perseguições. Em 1923, o escritor inglês D. H. Lawrence afirmou: “nunca estive num país onde o indivíduo tivesse um medo tão terrível de seus compatriotas”. Com base na percepção de Lawrence, associa-se sua visão a eventos como
a ramificação da chamada “defesa da tradição” e das ideias supremacistas manifestadas no ressurgimento da Ku Klux Klan.
o incentivo à imigração mexicana para ocupar bairros planejados em cidades como Los Angeles, El Paso e San Antonio.
a rejeição do antissemitismo e da eugenia, o que resultou na absolvição de Sacco e Vanzetti em dezembro de 1927.
o decreto do Ato de Imigração de 1924, que ampliou o ingresso de imigrantes nas indústrias norte-americanas.
o Plano Americano, adotado pela classe empresarial com o apoio do Estado, que garantia a presença feminina no mercado de trabalho.
Em 1929, o principal mercado consumidor do café brasileiro era os Estados Unidos; desse modo, com a quebra da Bolsa de Nova Iorque, uma grave crise reverbera no Brasil. Nesse sentido, sobre a Crise de 1929 e a Crise do Café no Brasil, assinale a alternativa correta.
A cotação da saca de café no mercado internacional, durante o período de 1929, sofreu uma queda gradual, visto que a crise econômica mundial reduziu a demanda, especialmente nos Estados Unidos, principal consumidor do café brasileiro.
A Crise de 1929 deixou o café no Brasil em crise, visto que o país possuía uma economia pouco diversificada e o café representava 75% das exportações, sendo os EUA o maior consumidor.
A oligarquia paulista, diante da Crise do Café de 1929, acionou seus mecanismos compensatórios, e o governo federal, para suprir o grande prejuízo, exportou o café para a Índia, cujas relações se estenderam até o final dos anos 80.
O café, apesar de ser fundamental para a economia do Brasil, passou por um processo gradual de recuperação, especialmente após o governo brasileiro, com o apoio de produtores paulistas, adotar a política de queima de estoques.
Para conter os impactos da crise cafeeira, o governo brasileiro adotou políticas de valorização do café, incentivando a expansão das lavouras de café, comprando e queimando estoques excedentes a fim de evitar uma queda ainda maior nos preços.
O Federal Reserve respondeu imediatamente à crise de 1929, aumentando a oferta monetária para estimular o investimento e o consumo, evitando assim uma recessão profunda.
Certo
Errado
A respeito da crise de 1929 assinale a alternativa incorreta:
Demonstrou as limitações do liberalismo em manter a economia em equilíbrio dinâmico.
Favoreceu a prática do intervencionismo do Estados na economia capitalista contra a crise.
Resultou de um processo em que o aumento do consumo superou a produção de mercadorias.
Adquiriu um caráter mundial por ter atingido o cerne da divisão internacional do trabalho.
O Brasil sofreu com a crise porque a produção de café perdeu compradores internacionais.
No contexto da Crise de 1929, a especulação financeira envolvia pessoas comprando ações na bolsa com a expectativa de valorização rápida para revendê-las em seguida. Esse processo aumentava os valores das ações devido à alta demanda, criando uma falsa sensação de prosperidade. A continuidade dessa falsa prosperidade financeira, aliada à superprodução, resultou na quebra da economia americana.
Certo
Errado