Questões de Concurso sobre Ciclo do Café

 
 
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A economia cafeeira desempenhou um papel central no desenvolvimento econômico e social do Brasil durante o século XIX e início do século XX, configurando-se como o principal motor da expansão territorial, das transformações sociais e das mudanças na estrutura produtiva nacional. Essa atividade, concentrada principalmente na região Sudeste, esteve diretamente relacionada ao uso do trabalho escravo até a abolição em 1888, e posteriormente, à intensa imigração europeia, que influenciou a modernização das técnicas agrícolas e a urbanização. Além disso, o café brasileiro esteve profundamente conectado aos mercados internacionais, sofrendo variações de preço e crises econômicas que afetaram o país de diferentes maneiras. Com base nesse contexto, analise as afirmativas a seguir sobre a economia cafeeira e assinale a alternativa correta.


A

O desenvolvimento da economia cafeeira no Brasil foi limitado ao Nordeste e ao Centro-Oeste, regiões que concentraram as maiores plantações, enquanto o Sudeste teve um papel secundário, restringindo sua influência na formação da economia brasileira e na estrutura social do país.


B

A economia cafeeira manteve-se estável durante todo o século XIX, sem grandes oscilações de preços ou crises, graças à forte regulação do governo imperial que controlava a produção e a exportação, impedindo a superprodução e protegendo os produtores brasileiros dos efeitos do mercado internacional.


C

A expansão da economia cafeeira no Brasil esteve diretamente associada à utilização do trabalho escravo até a abolição em 1888, e, após esse período, a substituição por mão de obra assalariada e imigrante, especialmente italiana, contribuiu para a modernização das técnicas agrícolas e para o crescimento das cidades no interior paulista, configurando uma transição econômica que fortaleceu a industrialização no Sudeste.


D

A crise da economia cafeeira no início do século XX foi exclusivamente causada pela queda da demanda internacional por café, decorrente da substituição do café por outros produtos na Europa e nos Estados Unidos, sem influência de fatores internos, como problemas na logística de transporte ou na estrutura fundiária.

Já nos anos de 1850, fazendeiros das áreas cafeeiras – alguns dos mais necessitados de mão de obra – tornaram-se interessados em promover a imigração e em substituir os escravos por imigrantes. As primeiras experiências falharam, e os fazendeiros de café recorreram ao tráfico de escravos interno. Mais tarde, quando as pressões abolicionistas aumentaram e leis contra o tráfico entre províncias foram promulgadas, os fazendeiros das áreas pioneiras buscaram na Itália os trabalhadores de que necessitavam.


(Emília Viotti da Costa. “Da escravidão ao trabalho livre”. In: Da Monarquia à República: momentos decisivos, 1999)

O excerto alude à


A

baixa produtividade da economia agrícola brasileira devido às crises periódicas no fornecimento da mão de obra.


B

decadência das áreas de produção agrícola dependentes do tráfico transatlântico de escravizados para o Brasil.


C

manutenção do trabalho compulsório nas grandes unidades agrícolas brasileiras de economia de exportação.


D

redução do número de trabalhadores na agricultura brasileira como consequência da mecanização dos processos produtivos.


E

transformação gradual do mercado de trabalho em um dos setores mais dinâmicos da economia agroexportadora brasileira.

“Em torno do café, organizou-se um conjunto de atividades e transformações – complexo cafeeiro –, que envolvia desde a comercialização, transporte e ensacamento do produto até a venda de terras e equipamentos” (Campos, 2000). Sobre esse tema, analise a sentença abaixo:


Um verdadeiro surto ferroviário inaugurou um novo campo de investimentos para o capital cafeeiro, trazendo maior rapidez e facilidades para os produtores do oeste e consolidando a hegemonia econômica da região (1ª parte). Os novos meios de transporte permitiram que os grandes cafeicultores estabelecessem suas residências nas cidades, ricos proprietários e comerciantes passaram a financiar, estocar e distribuir a produção, tornando-se comissários do café, organizadores dos primeiros bancos nacionais (2ª parte). A maior parte do financiamento para a construção das estradas de ferro provinha de recursos do Estado e de empréstimos internacionais, sobretudo da Inglaterra (3ª parte).


Quais partes estão corretas?


A

Apenas a 1ª e a 2ª partes.


B

Apenas a 1ª e a 3ª partes.


C

Apenas a 2ª e a 3ª partes.


D

Todas as partes.

A economia cafeeira desempenhou um papel central no Brasil entre os séculos XIX e XX, impulsionando mudanças sociais e políticas. Qual fator contribuiu para o declínio da hegemonia econômica do café no Brasil a partir da década de 1930?


A

A criação de cooperativas de produtores de café, que monopolizaram os preços internacionais.


B

A entrada do mercado brasileiro no comércio mundial de cacau e soja, que substituíram o café como principais exportações.


C

O impacto da crise de 1929, que reduziu a demanda global e desvalorizou o preço do café no mercado externo.


D

A abolição da escravatura, que diminuiu a mão de obra disponível nas lavouras de café no Sudeste.

A estabilidade política que o Brasil conheceu no Segundo Reinado deveu‑se em muito aos capitais gerados pela venda do café no mercado externo, e, no campo político, pela adoção de um parlamentarismo particularíssimo (às avessas) que desnudava as supostas diferenças estruturais entre liberais e conservadores, além da presença do Poder Moderador em mãos do imperador.


C

Certo


E

Errado

A crise de 1929 provocou forte impacto sobre a economia brasileira, especialmente no setor cafeeiro, desencadeando mudanças no padrão produtivo. Considerando seus efeitos, qual proposição é mais consistente?


A

A retração do café estimulou cultivos secundários, como algodão e cacau, que ampliaram presença relativa na pauta exportadora.


B

A industrialização ganhou impulso no período, mas de forma dependente de políticas de substituição de importações, e não como processo automático.


C

A política de valorização do café assegurou estabilidade inicial, mas revelou limites estruturais diante do colapso da demanda internacional.


D

A queda abrupta das exportações de café reduziu receitas externas, exigindo intervenção estatal para sustentar estoques e estimular diversificação.


E

O impacto atingiu exportadores, mas também o mercado interno, pela retração de crédito, desemprego e queda da renda disponível.

Durante o século XIX, o café foi muito importante para o crescimento do estado de São Paulo. Muitas fazendas surgiram, principalmente no interior. Um dos fatores que mais ajudou o estado de São Paulo a crescer na época das plantações de café foi:


A

O fim da produção de borracha na Amazônia.


B

A chegada de muitos nordestinos por causa de impostos mais baratos.


C

A chegada de soldados dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial.


D

A construção de ferrovias que levavam o café até os portos, como o de Santos.

Durante o Segundo Reinado (1840-1889), o Brasil passou por profundas transformações econômicas e políticas, inserindo-se de forma mais complexa no mercado mundial. A economia nacional foi influenciada tanto por fatores internos, como a crise da mão de obra escravizada e o crescimento da cafeicultura, quanto por fatores externos, como a consolidação do capitalismo industrial na Europa e nos Estados Unidos.


Considerando o contexto da economia brasileira no Segundo Reinado e sua relação com o mercado mundial, assinale a afirmativa correta.


A

O sistema de parceria implantado em São Paulo, como afirmativa à mão de obra escravizada, foi amplamente bem-sucedido, garantindo condições justas para os imigrantes europeus e consolidando um modelo de trabalho assalariado sem conflitos no setor cafeeiro.


B

O Brasil fortaleceu seu setor industrial durante o Segundo Reinado, tornando-se um dos principais fornecedores de produtos manufaturados para a América Latina, devido às políticas de incentivo à industrialização promovidas pelo Barão de Mauá.


C

A Lei Eusébio de Queirós (1850) representou uma ruptura com os interesses das elites agrárias, pois foi imposta pelo governo imperial sem qualquer negociação, levando ao imediato colapso da economia cafeeira devido à falta de mão de obra.


D

O crescimento da economia cafeeira e sua integração ao mercado mundial estavam diretamente relacionados à modernização dos transportes, como a expansão da malha ferroviária, que facilitou o escoamento da produção e consolidou o café como principal produto de exportação.


E

A política econômica do Segundo Reinado foi caracterizada pela diversificação das exportações brasileiras, reduzindo a dependência do café e fortalecendo setores como a mineração e a pecuária para abastecer o mercado mundial.

Em 1929, o principal mercado consumidor do café brasileiro era os Estados Unidos; desse modo, com a quebra da Bolsa de Nova Iorque, uma grave crise reverbera no Brasil. Nesse sentido, sobre a Crise de 1929 e a Crise do Café no Brasil, assinale a alternativa correta.


A

A cotação da saca de café no mercado internacional, durante o período de 1929, sofreu uma queda gradual, visto que a crise econômica mundial reduziu a demanda, especialmente nos Estados Unidos, principal consumidor do café brasileiro.


B

A Crise de 1929 deixou o café no Brasil em crise, visto que o país possuía uma economia pouco diversificada e o café representava 75% das exportações, sendo os EUA o maior consumidor.


C

A oligarquia paulista, diante da Crise do Café de 1929, acionou seus mecanismos compensatórios, e o governo federal, para suprir o grande prejuízo, exportou o café para a Índia, cujas relações se estenderam até o final dos anos 80.


D

O café, apesar de ser fundamental para a economia do Brasil, passou por um processo gradual de recuperação, especialmente após o governo brasileiro, com o apoio de produtores paulistas, adotar a política de queima de estoques.


E

Para conter os impactos da crise cafeeira, o governo brasileiro adotou políticas de valorização do café, incentivando a expansão das lavouras de café, comprando e queimando estoques excedentes a fim de evitar uma queda ainda maior nos preços.

“É impossível datar exatamente o início da produção no centro-sul do país: as primeiras informações que possuímos se referem a uma precária produção no Rio de Janeiro, ainda na época colonial, nos fins do século XVIII. A lavoura cafeeira, entretanto, só se torna significativa pouco antes da independência, quando o plantio de café foi estimulado pela procura crescente do produto nos países europeus” (FALEIROS, 2001, p. 88).


Sobre a mão-de-obra utilizada no início da produção cafeeira no Brasil, assinale a alternativa correta.


A

Em fins do século XVIII e XIX, a Revolução Industrial esteve em curso na Inglaterra e, a partir de então, não haveria mais lugar para a escravidão moderna. Assim, a produção cafeeira no Brasil, foi marcada desde seu início pela mão-de-obra imigrante


B

A mão-de-obra utilizada na produção de café no Brasil foi diferente em cada período de sua História: indígena no período colonial, africana escravizada no período imperial e imigrante durante a República


C

Por ter origem na África, na região de Kaffa, na Etiópia, a mão-de-obra escravizada sempre foi usada desde o início da produção no Brasil, por conta da familiaridade que os africanos já possuíam com a planta


D

A monocultura do café, marcada por grandes latifúndios, acabou por consolidar a utilização da mão-de-obra do africano escravizado. Contudo, após a proibição do tráfico negreiro em 1850 e a posterior abolição da escravatura em 1888, a mão-de-obra foi substituída gradativamente pela mão-de-obra imigrante, que marcou a região Oeste de São Paulo. Posteriormente, eles passaram a ser qualificados e assalariados, recebendo até mesmo auxílio do Estado


E

O café tem sua origem em terras brasileiras, sendo utilizadas pelos indígenas antes mesmo da chegada dos portugueses e por isso, foi a mão-de-obra mais utilizada em sua produção desde o início

Durante o processo de expansão da economia cafeeira, a região que mais se destacou na produção desse produto foi:


A

O Vale do Paraíba.


B

O sertão paulista.


C

O litoral do Rio de Janeiro e o interior de Minas Gerais.


D

O interior de São Paulo e de Minas Gerais.

No dia 14 de abril, é comemorado o “Dia Mundial do Café” e o Brasil ainda ocupa a posição de maior produtor e exportador de café do mundo. Com uma área destinada à cafeicultura (arábica e conilon) totalizando, aproximadamente, 2,26 milhões de hectares em 2023. O café é a segunda bebida mais consumida no mundo, atrás apenas da água. Segundo a Organização Internacional do Café (OIC), o mundo produziu, entre outubro de 2021 e setembro de 2022, 170,83 milhões de sacas de 60 quilos e consumiu 164,9 milhões de sacas. O Brasil é o segundo maior consumidor de café no mundo, atrás somente dos Estados Unidos.


(Disponível em: https://www.gov.br/agricultura/pt-br/. Acesso em: fevereiro de 2024.)


Essa “cultura” do café tanto em termos de plantio quanto em termos de consumo e hábito está muito relacionada ao período imperial brasileiro, uma vez que


A

o café ultrapassaria definitivamente o açúcar como o principal produto exportado, em termos de valor, no início da década de 1830.


B

foi no período regencial que chegaram as primeiras mudas dessa planta, que logo se espalhou por grande parte do território nacional.


C

o incentivo e quase obrigatoriedade de cultivo do café partiu de uma política pública empreendida por D. Pedro I, logo após a Independência.


D

o hábito de tomar café e servir as visitas chegou com os imigrantes italianos, a partir de 1850, com a instalação da “Lei de Terras” por D. Pedro II.

A grande novidade na economia brasileira das primeiras décadas do século XIX foi o surgimento da produção do café para exportação. A introdução do cafeeiro no Brasil deveu-se a Francisco de Melo Palheta, que em 1727 trouxe para o Pará as primeiras sementes da planta. Utilizado no consumo doméstico, o café chegou ao Rio de Janeiro por volta de 1760, misturando-se aos pequenos cultivos de pomares e hortas dos arredores da capital da Colônia. Foi, porém, no extenso Vale do Rio Paraíba, atravessando uma parte do Rio e de São Paulo, que se reuniram as condições para sua primeira grande expansão em níveis comerciais.


(Boris Fausto, História do Brasil, p. 186)


Sobre tais condições, é correto afirmar que, no Vale do Rio Paraíba,


A

desenvolveu-se uma mentalidade empresarial defensora das alforrias de escravizados e havia uma topografia plana.


B

havia uma importante produção de algodão voltada para o mercado interno e a disponibilidade de capitais britânicos.


C

havia proprietários já preocupados com a transição para a mão de obra livre e preponderavam pequenas propriedades.


D

havia um excedente de capitais oriundo da renda da primeira ferrovia do país e havia abundância de mão de obra imigrante.


E

existia terra virgem disponível e clima favorável, além da proximidade do porto do Rio de Janeiro, facilitando a obtenção de crédito.

O ciclo do café foi o responsável pelo impulso à economia brasileira do início do século XIX. Assinale a alternativa que apresenta uma marca desse período.


A

Esse período foi marcado pelo intenso desenvolvimento do país, com a expansão de estradas de ferro, a industrialização e a atração de imigrantes europeus.


B

Esse período foi marcado pelo fraco desenvolvimento do país, com a expansão de estradas de ferro, a industrialização e a atração de imigrantes europeus.


C

Esse período foi marcado pelo intenso desenvolvimento do país, com a compressão de estradas de ferro, a industrialização e a atração de imigrantes europeus.


D

Esse período foi marcado pelo intenso desenvolvimento do país, com a expansão de estradas de ferro, a industrialização e a atração de imigrantes Americanos.

Sobre a produção cafeeira no Brasil durante o II Reinado, assinale a alternativa correta.


A

O cultivo do café teve início no oeste paulista e no sul de Minas Gerais, estendo-se mais tarde para o Vale do Paraíba.


B

A indústria cafeeira foi inovadora para a época, uma vez que utilizou somente a mão de obra livre através dos imigrantes europeus.


C

A implantação de ferrovias contribuiu para baratear a produção de café, ampliar a fronteira agrícola e desenvolver novas cidades em torno do seu percurso.


D

Embora a produção cafeeira tenha sido realizada em grande escala nesse período, já não seguia mais as características do sistema plantation, utilizado no período colonial.


E

Os lucros originários da comercialização do café foram utilizados no custeio das despesas de viagem para a vinda de um número maior de imigrantes para trabalhar nas fazendas.

O século XX começou no Brasil com a crise da economia cafeeira devido à superprodução. Para evitar a queda do preço do café no mercado internacional, o governo brasileiro procurou desencorajar a produção e interveio para comprar os excedentes obtendo, para tanto, empréstimos no exterior. O serviço desse empréstimo seria coberto com um novo imposto cobrado em ouro sobre cada saca de café exportada. O êxito financeiro da experiência consolidou a vitória dos cafeicultores e reforçou o seu poder no governo central por mais de um quarto de século até 1930.


(Disponível em: https://www.tdx.cat/bitstream/handle/.)


O modelo agrário-exportador, que predominou no Brasil desde o Período Colonial:


A

Se esgotou no romper do século XX, a partir das experiências liberais promovidas principalmente pela burguesia capitalista nacional.


B

Permaneceu intacto praticamente até o governo de Juscelino Kubitschek, comprometido com a modernização do país e o desenvolvimento nacional.


C

Encontrou seu ocaso no contexto do Império, em plena “Era Mauá”, quando o capital estrangeiro, utilizado em larga escala deu novos ares à economia.


D

Permaneceu praticamente até a década de até 1930 e tinha como principais interessados na sua manutenção a classe de latifundiários, dentre outros.

Foram, em geral, favoráveis à abolição os representantes das classes urbanas, que começavam a ganhar importância em virtude das transformações econômicas que se processavam no país. Igualmente favoráveis à libertação dos escravos foram os grupos artesanais: trabalhadores livres, nacionais ou estrangeiros, que encontravam novas oportunidades de emprego. Sua colaboração foi decisiva na ação revolucionária desencadeada na década de 1880.


(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república:

momentos decisivos, p. 330. Adaptado)


Para a historiadora, tal ação revolucionária refere-se


A

aos “caifazes”, que atuavam em São Paulo provocando a fuga de escravos das fazendas, preocupando proprietários e ameaçando feitores, surrando capitães-do-mato.


B

à deliberada ação dos empresários ligados às empresas colonizadoras, que pressionavam todas as esferas de poder no sentido de abolir a escravidão.


C

à pressão política da ala radical do Partido Republicano Paulista para que a Assembleia Provincial de São Paulo aprovasse leis abolicionistas.


D

à recorrente sabotagem contra o sistema ferroviário paulista, com o intuito de não permitir que escravizados que chegam pelo porto de Santos atingissem São Paulo.


E

a um grupo de cafeicultores do Vale do Paraíba, que, antes da abolição, concedeu inúmeras alforrias, transformando os escravizados em assalariados.

Em 1861, foi inaugurada a primeira estrada pavimentada do Brasil, ligando Juiz de Fora a Petrópolis, para facilitar o escoamento do café e o comércio entre Minas e o Rio de Janeiro. Sobre o desenvolvimento das estradas de Minas, leia o texto que segue:


A rodovia e a estrada de ferro foram, aos poucos, substituindo as___________ e as mulas. A rodovia União e Industria transformou ___________ em um dos centros econômicos de Minas Gerais. A estrada de ferro Oeste de Minas foi estruturada a partir da iniciativa dos fazendeiros e ___________ da Zona da Mata mineira e Sul de Minas.


As palavras que completam coerentemente as lacunas são, na ordem:


A

Rotas, Belo Horizonte, mineradores.


B

Picadas, Congonhas, políticos.


C

Tropas, Juiz de Fora, comerciantes.


D

Estradas de terra, Rio de Janeiro, banqueiros.


E

Entradas, Ouro Preto, membros da corte.

Esse período foi marcado pelo intenso desenvolvimento do país, com a expansão de estradas de ferro, a industrialização e a atração de imigrantes europeus. Foi responsável pelo impulso à economia brasileira do início do século XIX. O grão, de origem etíope, era cultivado por holandeses na Guiana Francesa e chegou ao Brasil em 1720, sendo cultivado no Pará e depois Maranhão, Vale do Paraíba (RJ) e São Paulo. O período da economia brasileira que o texto se refere é conhecido como:


A

Ciclo da Cana de Açucar.


B

Ciclo do Café.


C

Ciclo do Ouro.


D

Milagre Econômico.


E

Plano Cruzado.

A agricultura do café no Brasil existe desde as primeiras décadas do período colonial, mas somente após 1710 a produção de café começou a ter grande expansão e se tornou o principal produto de exportação das fazendas da região Sul e Sudeste do Brasil. Em meados de 1770, com o surto cafeeiro no Planalto Mezanino, em São Paulo, ocorreu a passagem dessa cultura para a industrialização, como resultado da elevada demanda mundial pelo produto. Um dos reflexos dessa mudança foi o abandono da mão de obra de escravizados por imigrantes europeus que eram remunerados em troca de terras pouco agricultáveis.


C

Certo


E

Errado

 
 
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