

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
As formas de indústrias desenvolvidas nas últimas décadas do século XX e início do século XXI modificaram o paradigma da linha clássica de produção em favor da produção informatizada e com alto grau de automação e tecnologia.
A alta rentabilidade do látex desde o final do século XIX atraiu a atenção de contrabandistas e, em 1876, a Inglaterra já dispunha de grande quantidade de mudas (Hevea brasiliensis) para remeter às suas colônias do sudeste asiático. Pode-se dizer que uma das fortes razões para a redução da produção da borracha (1912) e o consequente encerramento do ciclo foi a:
introdução da navegação a vapor (1850) e a internacionalização da navegação pelos rios da bacia Amazônica;
instalação das primeiras fábricas que produziam produtos de borracha naAmérica do Norte e na Europa;
utilização da borracha brasileira na fabricação de pneus;
utilização da borracha brasileira na fabricação de diversos equipamentos bélicos;
desvalorização da borracha no mercado internacional.
A fase inicial da industrialização, predominantemente inglesa, a partir do século XVIII, foi marcada pela produção de bens de consumo, especialmente os têxteis, e pela utilização do ferro e do carvão como base do processo produtivo.
Novas formas de produção de energia, como a hidrelétrica, e novos combustíveis, como o petróleo, tiveram discreta participação no ciclo industrial que, já no final do século XIX, colocava o motor a explosão no centro do processo industrial.
A Revolução Industrial consolidou o capitalismo como sistema econômico dominante no mundo contemporâneo.
Em termos econômicos, o mundo contemporâneo foi forjado pelas transformações trazidas pela Revolução Industrial.
A Revolução Industrial (economia) e as revoluções liberais burguesas (política), simbolizadas pela Revolução Francesa, foram os marcos inaugurais da história contemporânea.
A preocupação com o meio ambiente, uma constante na história das sociedades, foi ampliada com a Revolução Industrial.
A descoberta do Novo Mundo pelos europeus e a conseqüente montagem de um sistema colonial na região, inicialmente conduzida por portugueses e espanhóis, decorreu das necessidades impostas pela Revolução Industrial.
O depoimento do artesão inglês
I. expressa, por meio de sua experiência pessoal, um sentimento de satisfação pelo fim da coesão comunitária que existia no interior da Inglaterra antes do século XVIII.
II. deixa claro a sua crítica ao sistema industrial doméstico ou familiar que vigorou em quase todas regiões da Inglaterra até o século XVII.
III. revela sua indignação total com as péssimas condições de vida e de trabalho advindas do sistema manufatureiro inglês do século XVII.
IV. expressa o processo de deterioração das condições de vida e de trabalho engendradas pelo sistema fabril inglês no fim do século XVIII e início do século XIX.
É correto o que se afirma APENAS em
I e II.
II e IV.
I e III.
III.
IV.
Ao analisar o texto do depoimento do artesão com seus alunos, o professor de história, que tendo assimilado as novas diretrizes curriculares nacionais, deve enfatizar que:
I. o texto deve ser analisado dentro de um contexto espacial e temporal, tendo intrínsecas relações com a história e com outros componentes curriculares.
II. ele pressupõe que os alunos dominem o vocabulário do texto, já que essa competência é de responsabilidade de especialista de outro componente curricular.
III. o tema tratado no texto é importante como ilustração do saber histórico, porém, difícil de ser interpretado pelos alunos, por estar distante do seu imaginário.
IV. o texto tem importância para história local, mas pouca importância para a história geral, por tratarse de um relato sob a ótica individual de um simples artesão.
É correto o que se afirma APENAS em
I.
II.
III.
IV.
III e IV.
Considere a frase.
A máquina libertou o capital da opressão do trabalho.
(Buret, De la Misère, 1840. In: Michelle Perrot. Os Excluídos da História. Trad. Rio de Janeiro. Paz e Terra, 1988. p. 23)
Identifique as afirmações que estão em consonância com a idéia contida na frase.
I. A perfeição do trabalho que se obtém com a nova máquina será um estímulo a se fazer melhor e o operário finalmente entenderá que, quando as máquinas substituem em todos os sentidos o trabalho do homem, produz melhor e mais barato do que ele.
II. O surgimento da máquina a vapor libertou os �operários de ofícios� de suas péssimas condições de trabalho, fato que, ao elevar sua auto-estima, estimulou sua promoção a postos de engenharia mecânica, e, portanto, de sua valorização profissional.
III. O que está em jogo não é apenas o emprego e sim o controle: controle das matérias primas, controle dos produtos em qualidade e quantidade, controle dos ritmos e dos homens.
IV. Os operários adquiriram maior liberdade com o advento da máquina, quando puderam, inclusive, dispor do tempo indispensável para intensificar sua organização sindical e a formação de partidos dos trabalhadores.
É correto o que se afirma APENAS em
I e II.
I e III.
II e III.
II e IV.
III e IV.
A moderna industrialização, a partir da Revolução Industrial inglesa, desvelou uma nova realidade histórica que o texto indica como visceralmente oposta ao que existia antes, tornando obsoletas as " formas de vida e sociabilidade consolidadas durante milênios". Essa diferença manifesta-se, por exemplo, de modo " escancarado e estridente", na mudança do locus tradicional da vida social — homens e mulheres fogem ou são expulsos do mundo agrário e rural para as cidades.
Certo
Errado
Michelle Perrot, em Os Excluídos da História, ao analisar o movimento ludita (luddismo) na França, do século XIX, conclui que as mulheres trabalhadoras
se insurgiram por si mesmas contra a máquina destruidora de um modo de produção doméstico a que estavam particularmente apegadas.
foram cúmplices dos patrões na adoção da maquinaria de alto padrão, pois elas viam nesta medida a diminuição de suas tarefas mais árduas.
tornaram-se aliadas dos patrões ao impedirem que os operários destruíssem as máquinas modernas, que ofereciam a elas oportunidades de ascensão profissional.
criticavam esse movimento porque, ao quebrarem e queimarem as máquinas, os trabalhadores provocavam aumento do desemprego.
se revoltaram contra seus maridos, pois estes destruíam as máquinas e, dessa forma, minavam as possibilidades de estabilidade no emprego.

A partir das argumentações presentes no texto, pode-se dizer que o autor defende a idéia de que
o sistema fabril teve o seu desenvolvimento ligado aos interesses da classe operária.
a revolução industrial engendrou e moldou a formação da classe operária.
as condições materiais determinaram o surgimento da classe operária.
a classe operária formou-se a si própria tanto quanto foi formada.
a consciência da classe operária foi uma dádiva da "vigorosa raça de seres".
I. Foto do interior de uma fábrica no século XVIII

II. Foto do interior de uma fábrica no século XXI

As duas fotos simbolizam aspectos específicos do processo de industrialização no tempo e no espaço. A partir do conhecimento histórico e da análise das duas imagens, pode-se afirmar que
as realidades representadas pelas duas fotos não podem ser objeto de comparação, pois a II revela um estágio de desenvolvimento tecnológico que, ao contrário do que ocorreu no contexto histórico da foto I, evitou o aumento da exclusão social em razão da ampla oferta de trabalho do setor terciário da economia.
os trabalhadores continuaram sendo explorados da mesma forma nos dois ambientes de trabalho, uma vez que os industriais exigiam as mesmas competências e habilidades do trabalhadores, ou seja, as mesmas exigências de especialização e qualificação profissional.
as duas realidades reveladas pelas imagens, guardadas as devidas especificidades históricas, representam resultados do processo de substituição do trabalhador por processos automatizados, que estimularam as condições para o agravamento da exclusão social.
as duas imagens refletem o grau de desenvolvimento tecnológico que as sociedades ocidentais atingiram e que engendraram possibilidades ilimitadas de alternativas de trabalho e de ascensão social para os trabalhadores industriais.
ambas as imagens podem ser consideradas como etapas do processo de evolução das sociedades em busca de alternativas de produção automatizadas, cujo estímulo governamental está diretamente relacionado com o objetivo de proporcionar aos povos uma melhoria da qualidade de vida e de lazer.
Iniciada na Inglaterra, a Revolução Industrial alterou a fisionomia da sociedade contemporânea, ao mesmo tempo em que consolidou o capitalismo. Entre as principais inovações trazidas por ela, destaca-se a crescente urbanização, além da extraordinária expansão dos meios de transporte e de comunicação.
A Revolução Industrial foi muito mais que a radical transformação nos métodos e processos de produção; ela representou a vitória de um novo modelo de organização econômica e social, com ramificações nos demais setores da vida das sociedades, o que levou à afirmação do capitalismo como sistema dominante.
Ao situá-la no contexto de um "processo histórico", o texto sugere que a Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra em meados do século XVIII, é fruto das condições peculiares daquela região, sem maiores vinculações com o quadro de dinamismo econômico que, desde os séculos finais da Idade Média, caracterizava a Europa ocidental.
Quando o texto fala em mudanças no cotidiano das pessoas e na "maior parte das relações sociais", como conseqüências diretas da Revolução Industrial, refere-se, entre outros aspectos, à crescente afirmação de uma sociedade de classes sobre a velha ordem estamental do Antigo Regime e ao acentuado incremento da urbanização.