Questões de Concurso sobre Teoria em História

 
 
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Conforme Abud e Alves, a concepção de história na segunda metade do século XIX era bastante restrita e voltada a aspectos morais e espirituais. Sobre essa abordagem, analise as proposições a seguir:


I- A história, até a segunda metade do século XIX, era dividida entre história profana e história eclesiástica, com o foco na aprendizagem moral dos jovens.

Il — A ampliação das fontes históricas e a expansão dos conceitos de história romperam essa divisão no final do século XIX.

III — O movimento da Escola Nova promoveu o desprezo das fontes históricas como materiais didáticos.


E falso o que se afirma em:


A

I,II e III


B

I apenas


C

II e III apenas


D

II apenas


E

III apenas

Leia o texto a seguir:


As listas de conteúdos, sua distribuição pelas séries da escola secundária, as orientações para o trabalho pedagógico elaboradas pelas instituições educacionais durante o período Vargas e expressas nas Orientações Metodológicas (parte importante dos Programas) traduziam a preocupação oficial e as discussões que perpassavam os meios intelectuais brasileiros. Mais do que isso, eram um instrumento ideológico para a valorização de um corpus de ideias, crenças e valores centrados na unidade de um Brasil, num processo de uniformização que permitisse o ocultamento da divisão social e a direção das massas pelas elites.


(Circe Maria Fernandes Bittencourt (org.), O saber histórico na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1998. Adaptado)


À época discutida no trecho, destacava-se a importância da História como


A

uma afirmação da identidade negra e da ancestralidade africana do povo brasileiro.


B

um mecanismo de fortalecimento dos interesses da burguesia industrial paulista.


C

um dispositivo de controle voltado à valorização das elites em detrimento do Estado.


D

um instrumento para o desenvolvimento do patriotismo e do sentimento nacional.


E

uma forma de valorização da autonomia da classe operária na relação com o Estado.

Leia o texto a seguir:


Existem inúmeros relatos de experiências de estudos do meio realizadas por professores de História. A maior parte delas ocorre em cidades históricas, lugares com monumentos históricos consagrados. A preferência por estudos do meio em cidades com esse perfil indica a necessidade de deter-se na concepção de patrimônio histórico e na constituição dos “lugares da memória” da sociedade brasileira.


(Circe Maria Fernandes Bittencourt, Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2008. Adaptado)


De acordo com Circe Bittencourt, é importante ter critérios na escolha dos lugares de estudo do meio, pois


A

nem todos os espaços têm uma história significativa que deixou marcas e que tem relevância histórica ou reconhecimento social, o que pode resultar na valorização artificial de lugares sem importância cultural para a sociedade brasileira.


B

os monumentos históricos costumam ser marcos de pessoas poderosas ou do poder oficial, o que faz com que sejam vistos como construtores da memória histórica que devem constituir o repertório central dos alunos no contato com o patrimônio.


C

a limitação do estudo a espaços considerados monumentos históricos pode conduzir os alunos a equívocos sobre a própria concepção de história e sedimentar a ideia de que a memória histórica deve ater-se apenas a determinadas esferas de poder.


D

os marcos históricos reconhecidos publicamente como patrimônio são áreas consagradas pela memória das elites, o que permite ao aluno conhecer as tradições da cultura nacional sem deslocar-se por áreas de grupos historicamente marginalizados.


E

as fontes históricas não escritas, como as construções, os telhados das casas, o planejamento urbano e a memória oral das pessoas comuns são documentos históricos secundários, de menor relevância em comparação com as fontes escritas.

Analise o trecho abaixo.


A História Oral, como método, pressupõe uso de arquivos sonoros que podem ser classificados como arquivo oral e fonte oral.


(VOLDMAN, Danièli. Definições e usos. In: FIGUEIREDO, Janaína P. A B. de; FERREIRA, Marieta M. Usos & abusos da história oral. 8ª ed. Rio de Janeiro: Editora FGV. 2006.p. 36).


Com base no texto de Danièle Voldman (2006), assinale a opção que relaciona o tipo de arquivo sonoro e sua definição.


A

Arquivo oral: material recolhido por um historiador para as necessidades de sua pesquisa.


B

Fonte oral: documento sonoro gravado por um pesquisador, arquivista, historiador, etnólogo on sociólogo, em função de um assunto preciso.


C

Arquivo oral e fonte oral: material recolhido por um historiador para as necessidades de sua pesquisa.


D

Arquivo oral e fonte oral: documento sonoro gravado por um pesquisador, arquivista, historiador, etnólogo ou sociólogo, em função de um assunto preciso.


E

Arquivo oral: documento sonoro gravado por um pesquisador, arquivista, historiador, etnólogo ou sociólogo, em função de um assunto preciso.

As transformações no campo da ciência história, no que diz respeito aos seus objetos de análise, ganhou notoriedade o estudo sobre o cotidiano que, para Mary Del Priore, corresponde "à vida privada e familiar, às atividades ligadas à manutenção aos laços sociais, ao trabalho doméstico e às práticas de consumo." (DEL PRIORE, Mary. História do Cotidiano e da Vida Privada. In: CARDOSO, Ciro F.; VAINFAS, Ronaldo (orgs.). Domínios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. 5ª ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997. р. 259- 274)


Com base nessa autora, assinale a opção que exemplifica corretamente a afirmação apresentada acima.


A

O cotidiano e estudo da vida privada são, essencialmente, uma maneira de abordar a história econômica e social, definida pelo estudo do habitual por oposição ao excepcional como descrição do cenário de uma épocа.


B

Com uma abordagem nova, a história do cotidiano está associada a uma história antropológica, que se ocupa da vida privada em toda sua dimensão.


C

Cotidiano e história são noções contraditórias, embora a história não seja um produto exclusivo dos grandes acontecimentos.


D

História dos anti-heróis e das anti-heroínas, de criaturas ordinárias, a história da vida cotidiana e privada e, finalmente, a história dos pequenos prazeres, dos detalhes quase invisíveis, dos dramas abafados, do banal, do insignificante, das coisas deixadas de lado.


E

A história do cotidiano e da vida privada corresponde singularmente à vida do trabalhador e de seus dias em sociedade.

“O sociólogo Max Weber afirmou, no início do século XX, que o Estado Moderno se definiu a partir de duas características: a existência de um aparato administrativo cuja função seria prestar serviços públicos, e o monopólio legítimo da força. Weber defendia, dessa forma, que o Estado era o único que poderia empregar a violência legalmente, esta passando a ser um instrumento de controle da sociedade. Ele afirmou ainda que o processo histórico que constituiu o Estado conviveu com a expropriação dos meios de produção dos artesãos pelos possuidores do capital.”


(SILVA, Kalina Vanderlei; SILVA, Maciel Henrique. Dicionário de conceitos históricos. São Paulo: Contexto, 2009. p. 115.)


A partir do pensamento do sociólogo alemão Max Weber (1864- 1920) sobre o Estado Moderno, assinale a afirmativa correta.


A

Weber acreditava que o Estado Moderno não precisaria de um aparato administrativo complexo, pois o controle da sociedade seria exercido exclusivamente pela Igreja e pelas instituições religiosas.


B

Segundo Weber, o Estado Moderno e o capitalismo nasceram em um processo de interdependência, com o crescimento do capitalismo facilitando o desenvolvimento de um Estado burocrático e centralizado.


C

Para Weber, a principal característica do Estado Moderno era a sua capacidade de garantir a liberdade econômica dos indivíduos, deixando as relações de poder e controle social à margem do Estado.


D

A visão de Weber sobre o Estado Moderno destacava o monopólio da violência legalizada, mas essa violência não era vista como um instrumento de controle social, e sim como uma forma de garantir a paz entre os cidadãos.


E

O conceito weberiano de Estado moderno estava vinculado à ideia de que o Estado era legítimo apenas quando sua violência era usada em prol da liberdade individual, com uma ênfase mínima no controle social.

As mudanças nas formas da exploração feudal que sobrevieram ao fim da época medieval estiveram, é claro, muito longe de serem insignificantes. De fato, foram precisamente essas mudanças que alteraram as formas do Estado. Em essência, o absolutismo era apenas isto: um aparato de dominação feudal reimplantado e reforçado, concebido para reprimir as massas camponesas de volta a sua posição social tradicional [...].


(Perry Anderson. Linhagens do Estado absolutista. Grifos do autor)


Considerando o contexto abordado pelo fragmento, de acordo com o historiador Perry Anderson, o Estado absolutista


A

foi resultado de uma revolução burguesa, em uma sociedade que ainda se mantinha feudal em suas bases, com o enfraquecimento da economia rural.


B

representou uma nova forma para a manutenção da mesma classe dominante da época medieval – a aristocracia proprietária de terras.


C

significou uma mudança profunda na classe social que tomou o poder, desbancando o poder político da nobreza rural e do alto clero.


D

atuou na intermediação entre a burguesia comercial e a aristocracia rural, buscando favorecer os interesses políticos e econômicos da primeira.


E

originou-se de um reagrupamento feudal contra a burguesia comercial e mercantil, que ascendia graças a uma série de avanços técnicos.

“A questão que será objeto de nossa reflexão pode ser formulada e reformulada das seguintes maneiras: o conhecimento histórico pode oferecer verdade? Que grau de verdade? Até que ponto o conhecimento histórico é capaz de ser objetivo?” (Reis, 2006. p.147)


Fonte: Reis, Jose Carlos. História & Teoria – Historicismo, Modernidade, Temporalidade e Verdade. 3ª edição. RJ. Editora FGV. 2006


Considerando a relação entre história e verdade, analise as afirmativas a seguir.


I- A escola histórica metódica sustenta que o passado é real e que pode e deve ser restaurado em sua integralidade.

II- Para Ricoeur e Marrou, historicistas, a história é capaz de oferecer a verdade do seu objeto, o mundo humano universal.

III- Para Foucault, a verdade histórica não se refere a um real humano universal e exterior ao sujeito do conhecimento; é construção de um sujeito particular e só faz aparecer a particularidade.

IV- Para Certeau, a verdade histórica se refere a um além-filosófico, apreendido de um lugar, de uma instituição.


É CORRETO o que se afirma em:


A

II, III e IV, apenas.


B

I, II e III, apenas.


C

I, III e IV, apenas.


D

II e IV, apenas.


E

I, II, III e IV.

Frei Vicente de Salvador (1564-1635) escreveu em sua História do Brazil (1627) que “Da largura que a terra do Brasil tem para o sertão não trato, porque até agora não houve quem a andasse por negligência dos portugueses, que sendo grandes conquistadores de terras não aproveitam delas, mas contentamse de andar arranhando ao longo do mar como caranguejos.”


OLIVEIRA, Maria Lêda. A História do Brazil de Frei Vicente do Salvador. História e Política do Império Português no século XVII. RJ: Versal; SP: Odebrecht, 2008.


Sobre o julgamento do historiador, pode-se dizer que


A

apoia-se no fato de que a colonização portuguesa não tinha interesse no sertão brasileiro, uma vez que os espanhóis já haviam ali se instalado e exploravam o plantio do tabaco e do mate em parceria com indígenas guaranis; além disso, prospectavam metais preciosos.


B

expressa a dinâmica colonizadora no início e na generalidade, considerando-se imperativos como a logística de transportes marítimos, a dificuldade de contatos com comunidades indígenas do interior e a preocupação de proteger o território litorâneo de invasões estrangeiras.


C

é uma visão historicamente descabida, uma vez que no centro sul da colônia, como a capitania de Itamaracá, havia iniciativas de adentrar o território e fundar vilas, tais como o fizeram, durante o século XVII, as expedições de bandeirantes.


D

a metáfora empregada era inadequada, pois os colonizadores portugueses não apenas arranhavam o litoral, mas devastaram a mata ao longo da costa litorânea para instalar em seu lugar o plantio de lavouras de café em regime de monocultura.


E

os interesses dos colonizadores, no início, eram satisfeitos pelos indígenas tupiniquins e tupinambás que ocupavam grande parte do litoral brasileiro e que, antes mesmo da presença portuguesa, já produziam mercadorias de exportação em larga escala.

As percepções humanas são suscetíveis de alterações a depender de elementos do seu contexto. Historicamente, a capacidade atencional para apreender imagens em deslocamento foi desenvolvida no século XIX. Uma abordagem interdisciplinar desse fenômeno, nesse período, deve ser apresentada aos estudantes a partir


A

da contemporaneidade do expressionismo na arte, dos avanços da neurociência.


B

do crescente desenvolvimento das tecnologias digitais, do emprego generalizado de fármacos excitativos.


C

do avanço das mídias de publicidade, da mecanização da produção agrícola.


D

da ampliação da oferta de leitura aos habitantes dos centros urbanos, do progresso da capacidade de concentração.


E

da dinâmica urbana das metrópoles, da evolução da tecnologia de transportes e do cinema.

Sobre as características do historicismo, analise as afirmativas abaixo e marque a que traz um aspecto incorreto


A

O historicismo exige uma atitude de historiador, com metodologia própria e rigor na análise das fontes.


B

O historicismo marcou a descoberta da história como um ramo independente do conhecimento.


C

O historicismo é considerado como uma revolução cultural que impactou diversas áreas, como direito, literatura e política.


D

O historicismo considera análogos os fenômenos naturais e os históricos.


E

O historicismo defende que a história é suficiente para explicar os fenômenos humanos, sendo a única ciência capaz de compreender a totalidade da experiência humana.

Assinale a alternativa que indica corretamente como o conceito de gênero contribui para uma compreensão mais aprofundada da História Social:


A

Ao destacar a importância das estruturas econômicas como únicas determinantes das relações sociais.


B

Ao reforçar a ideia de que as diferenças de sexo são exclusivamente biológicas e imutáveis ao longo do tempo.


C

Ao excluir a análise de relações de poder e focar apenas nos aspectos biomédicos das diferenças sexuais.


D

Ao afirmar que os papéis de gênero são universais e não variam de acordo com o contexto histórico ou cultural.


E

Ao revelar como as representações culturais, os discursos e as instituições contribuem para transformar as identidades e as hierarquias entre homens e mulheres na sociedade.

A ciência História tem origem no idioma grego e é oriunda do vocábulo "hístor", que significa "aprendizado", "sábio". Sendo assim, faz referência ao conhecimento obtido a partir da investigação e do estudo. A importância da História está em seu papel de nortear o homem no espaço e no tempo, dando-lhe a possibilidade de compreender a própria realidade.


https://brasilescola.uol.com.br/historia


Marque a alternativa que estabeleça a importância das fontes primárias e documentos na História.


A

Os documentos e fontes primárias são irrelevantes para que o historiador possa realizar o seu trabalho de investigação do passado humano.


B

Os documentos e fontes primárias são fundamentais, fornecendo evidências sobre o passado e construindo narrativas consistentes.


C

Os documentos e fontes primárias são de importância singular, podendo ser deixado em segundo plano nos estudos básicos da história.


D

Os documentos e fontes primárias são fundamentais e deve ser seguidos como apresentados sem nenhuma forma de interpretação.

Com base na análise de Hannah Arendt sobre as origens do totalitarismo, assinale a alternativa correta que reflete as características do nazismo:


A

O antissemitismo moderno desapareceu no momento de colapso do sistema europeu de Estados-nações.


B

O nazismo ultrapassava as fronteiras do nacionalismo tradicional, adotando um viés supranacional.


C

A propaganda nazista focava exclusivamente nos membros internos e convictos do partido.


D

Os nazistas tinham uma postura neutra em relação ao Estado-nação e seu provincianismo.


E

O totalitarismo nazista foi impulsionado pela ascensão do equilíbrio de poder entre as nações europeias.

Analise os enunciados a seguir, destaque a alternativa que não traz nenhum dado incorreto.


A

Apenas a partir do século XIX, a história passa a ser vista como um ramo do conhecimento humano.


B

Heródoto de Halicarnasso é considerado “pai da história”, sendo o primeiro historiador que apresenta rigor científico ou instrumental teórico em suas análises.


C

O século XVII é considerado o início da história científica.


D

Nos últimos 200 anos, houve o enfraquecimento das fronteiras entre a narrativa histórica e a literária.


E

Na história científica, que aparece após a Revolução Francesa, exige-se rigor no trato das fontes, cuja autenticidade deve ser verificada.

O uso de fontes históricas varia de acordo com os interesses dos historiadores, que se alteram conforme a sua inserção em determinado espaço e momento histórico, em relação direta com as circunstâncias de suas trajetórias e com suas identidades culturais.


C

Certo


E

Errado

Ao se utilizar uma imagem como fonte histórica, deve-se compreendê-la como mais que uma mera ilustração, devendo a imagem ser interpretada, e não apenas descrita.


C

Certo


E

Errado

Imagem associada para resolução da questão


O “Iceberg” da Historiografia. BARROS, José D'Assunção. História e historiografia: todas as interações possíveis. In: BARROS, José D'Assunção (org.). À historiografia como fonte histórica. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2022.


A imagem apresenta uma representação esquemática da Ciência Histórica, evidenciando seus diferentes componentes — como teorias, conceitos, metodologias e modos de escrita — que articulam a produção do conhecimento histórico. Com base nessa representação, qual das alternativas expressa com maior precisão o modo como se organiza o procedimento da pesquisa em História?


A

O processo de pesquisa histórica inicia-se na aplicação de metodologias neutras, que garantem a objetividade dos resultados, sendo a escrita apenas uma etapa final de divulgação dos achados empíricos.


B

A pesquisa em História consiste essencialmente na coleta e organização de dados empíricos, sendo os referenciais teóricos e os paradigmas historiográficos instrumentos secundários para a explicação dos fatos.


C

A prática historiográfica se fundamenta na articulação entre teoria, método e escrita, em que o historiador, orientado por paradigmas e conceitos, problematiza as fontes e constrói interpretações inseridas em uma matriz disciplinar.


D

O conhecimento histórico se estrutura como um conjunto de narrativas independentes das práticas de pesquisa, pois sua principal função é preservar a memória coletiva e não produzir interpretações críticas.


E

A investigação histórica tem como foco principal a reconstituição cronológica dos acontecimentos, cabendo aos paradigmas teóricos apenas legitimar o rigor documental do trabalho do historiador.

Leia o trecho a seguir.


“Bazar do mundo”, “centro da fraternidade universal”, “exposição cosmopolita”, “grande marco na estrada da civilização” foram algumas expressões usadas na imprensa para se referir as Exposições universais, onde era dado ao visitante o contato com os produtos que exemplificavam as maravilhas das nações participantes.”


Adaptado de: BN – Exposição Universal Londres 1851.


As afirmativas descrevem corretamente objetivos das exposições universais ocorridas no século XIX, à exceção de uma. Assinale-a.


A

Exibir avanços industriais, tecnológico e artísticos dos países participantes.


B

Estabelecer trocas econômicas incentivando o comércio internacional.


C

Apresentar povos considerados “exóticos” em cenários montados, consolidando estereótipos e hierarquias coloniais.


D

Demonstrar o poder econômico e cultural das metrópoles e justificar o imperialismo.


E

Expor a supremacia militar das nações industrializadas participantes.

   
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