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Claudia é chefe de uma serventia onde foi lotado o servidor Alberto, cadeirante de 30 anos. A fim de acomodar a cadeira de rodas de Alberto, seria necessária uma mudança na disposição de algumas mesas e computadores do cartório. Claudia sugeriu a transferência de Alberto para outra serventia justificando que a cadeira de rodas atrapalharia a movimentação dos outros servidores naquele espaço.
À luz do Código de Ética e Conduta da Corregedoria Geral da Justiça, é correto afirmar que
a atitude de Claudia é um exemplo de misoginia na condução das relações de trabalho e organização.
Alberto age com capacitismo em sua demanda de um tratamento diferenciado para sua condição.
a recusa de Claudia de uma adaptação razoável no ambiente da serventia se insere no conceito de discriminação.
a chefia atua de forma responsável e comprometida com a ergonomia dos demais servidores ao sugerir a transferência.
a assédio moral horizontal por parte de Claudia se manifesta pela exclusão social, isolamento e constrangimento imposto a Alberto.