Questões de Concurso sobre Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Espírito Santo - Legislação Aplicada

 
 
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Guilherme, delegatário no Município de Vitória/ES, consultou o Código de Normas da Corregedoria Geral de Justiça para analisar as limitações à divulgação de conteúdos no âmbito da rede mundial de computadores.

Nesse cenário, considerando as disposições do Código de Normas da Corregedoria Geral de Justiça do Estado do Espírito Santo, Foro Extrajudicial (Tomo II), é correto afirmar que, nas páginas da rede mundial de computadores de domínio do delegatário, por si ou em nome do cartório:


A

inexiste vedação à divulgação de informação de cunho comercial, tampouco à oferta de serviços especiais, proibindo-se, contudo, a contratação de serviços de impulsionamento de conteúdo nas redes sociais;


B

não é permitida a divulgação de qualquer informação de cunho comercial, muito embora seja admitida a oferta de serviços especiais


C

não é permitida a oferta de serviços especiais, muito embora seja admitida a divulgação de informações de cunho comercial;


D

não é permitida a divulgação de qualquer informação de cunho comercial, tampouco a oferta de serviços especiais;


E

inexiste vedação à divulgação de informação de cunho comercial, tampouco à oferta de serviços especiais.

Suponha que um tabelião deva fazer duas escrituras públicas: uma, cujo outorgante seja um inimigo dele; outra, cujo outorgante seja sobrinho dele. Nessa situação hipotética, consoante o Provimento Geral da Corregedoria do TJES, o tabelião, pessoalmente, está


A

autorizado a lavrar ambas as escrituras, sem restrições.


B

autorizado a lavrar as duas escrituras, desde que nelas conste a interveniência do substituto.


C

proibido de lavrar as duas escrituras.


D

proibido de lavrar, apenas, a escritura cujo outorgante seja o inimigo dele.


E

autorizado a lavrar, apenas, a escritura cujo outorgante seja o inimigo dele, devendo a do sobrinho, se lavrada na mesma serventia, ser feita pelo substituto.

Suponha que, para conquistar clientes, determinado tabelião se ofereça para obter, junto aos órgãos públicos e cartórios de registro de imóveis, as certidões necessárias à lavratura de escrituras requeridas por esses clientes. Nessa situação, conforme o Código de Normas da Corregedoria do TJES, o tabelião


A

poderá realizar apenas as diligências em órgãos públicos, mas não em registros públicos.


B

agirá erroneamente, contrariando o referido código, se realmente obtiver tais certidões.


C

poderá realizar tais diligências, desde que não cobre antecipadamente dos clientes os valores a serem desembolsados com as certidões.


D

poderá realizar tais diligências mediante cobrança dos valores desembolsados com as certidões.


E

poderá realizar apenas as diligências em registros públicos, mas não em órgãos públicos.

 
 
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