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Em Por que ler os clássicos, Calvino assinala que as...

Em Por que ler os clássicos, Calvino assinala que as leituras feitas:


A

na juventude podem ser pouco profícuas pela inexperiência da vida, pela impaciência e distração, o que valida a noção de que os alunos adolescentes não gostam de ler.


B

na juventude podem ser formativas no sentido de que dão uma forma às experiências futuras, fornecendo, entre outros, modelos, termos de comparação, esquemas de classificação e paradigmas de beleza.


C

na juventude estimulam o altruísmo, sedimentando a consciência política em formação e promovendo o exercício futuro da cidadania.


D

na vida adulta, desde que alternadas em uma sábia dosagem com outras formas de entretenimento, ampliam a saúde mental e a reserva cognitiva.


E

na vida adulta são mais proveitosas do que as da juventude, porque, ao deixarem de ser leituras escolares obrigatórias, tornam-se atividades associadas a momentos de fruição estética.