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Bechara, na obra Ensino da gramática. Opressão? Liberdade?...

Bechara, na obra Ensino da gramática. Opressão? Liberdade?, opõe o linguista ao professor de língua portuguesa. Para o autor, é compreensível que o linguista enfatize a língua oral, “porquanto a universalidade dos idiomas se patenteia na sua oralidade”; em contrapartida, aconselha o professor de língua portuguesa a:


A

ensinar a língua materna como se ensinaria uma língua estrangeira.


B

centrar sua atenção no padrão culto, que norteará a produção linguística do aluno.


C

adequar-se à realidade sociocultural que se impõe ao contexto da região do ensino.


D

reprimir a espontaneidade da língua transmitida no convívio da comunidade linguística, quando precária.


E

valer-se de ação corretiva toda vez que estiver diante do erro de gramática cometido pelo aluno.