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Com base unicamente no contexto em que as palavras e as expressões se inserem, isto é, no texto em análise, este apresenta algumas antíteses, entre as quais:
“passado” (l. 06) e “futuro” (l. 06).
“conceitos” (l. 03) e “teorias” (l. 03).
“coração” (l. 05) e “coragem” (l. 05).
“jogador” (l. 09) e “homem de negócios” (l. 09).
Leia:
“Na pressa de concluir, esqueceu-se de compreender.”
A antítese presente no período indica que:
Concluir e compreender são ações equivalentes, mas uma exige maior reflexão.
O texto sugere que a busca pela velocidade compromete a apreensão do sentido.
A frase afirma que concluir é impossível sem compreender previamente.
O autor defende que a compreensão independe do ato de concluir.
Leia as afirmativas a seguir, analisando o emprego de figuras de linguagem.
I. "Que ótimo, derrubei café na minha apresentação inteira minutos antes de começar!" → Ironia.
II. "Após muitos anos de dedicação, ele nos deixou no último outono." → Eufemismo.
III. "Naquela sala, havia risos e lágrimas, esperança e medo, tudo ao mesmo tempo." → Hipérbole.
IV. "Esperei uma eternidade naquela fila do banco." → Antítese.
Assinale a alternativa onde a figura de linguagem indicada está presente na afirmativa correlacionada:
I e II.
I e IV.
II e III.
III e IV.
Linguagem figurada e sentido. Na frase “o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar”, a figura de linguagem predominante e seu efeito são, respectivamente:
Metonímia, troca de “conhecimento” por “escola”, enfatizando a estrutura física do ensino.
Antítese, oposição entre “espanto” e “pensar”, gerando contraste lógico claro na ideia.
Catacrese, nome por falta de termo próprio, evidenciando marca técnica da expressão.
Metáfora com personificação, imagem de crescimento da aprendizagem, reforçando cuidado e acompanhamento.
O termo “matador de vacas” (linha 14) pode ser classificado por um recurso estilístico denominado:
Metáfora.
Comparação.
Onomatopeia.
Antítese.
Nos versos finais do poema de Ana Martins Marques, evidencia-se a presença da figura de linguagem
gradação, por citar exemplos que vão do vulcão à cicatriz.
antítese, por aproximar ideias de incerteza e certeza.
prosopopeia, por personificar um ser inanimado, como o poema.
metáfora, por usar imagens como a do vulcão para compará-lo ao poema.
oxímoro, por apresentar conceitos paradoxais, que invalidam o ponto de vista.
Assinale a alternativa que apresenta um exemplo de emprego da figura de linguagem conhecida como antítese.
“saber de antemão é congelar a vida” (l. 07-08).
“Pensar no que poderia ter acontecido [...] é ficar velando ossos” (l. 13-14).
“O tempo revira a vida todos os dias” (l. 14).
“trajetórias e trajetos que se fazem e desfazem e se refazem” (l. 30).
“Alimentamos fantasmas pela escuridão que projetamos” (l. 17-18).
Releia o trecho:
“Por causa de carros e pessoas, às vezes eles se tocavam, e ao toque – a sede é a graça, mas as águas são uma beleza de escuras – e ao toque brilhava o brilho da água deles, a boca ficando um pouco mais seca de admiração.”
O fragmento destacado é um exemplo de:
Metáfora.
Hipérbole.
Metonímia.
Antítese.
Prosopopeia.
Ainda considerando o verso “Sou a criatura do que vejo”, é CORRETO afirmar que se trata de uma:
antítese.
metonímia.
catacrese
comparação.
metáfora.
No trecho “Esses profissionais estão na linha de frente, lidando diretamente com as dificuldades e sofrimentos das pessoas vulneráveis.”, a expressão “linha de frente” é um exemplo de
metonímia, pois substitui o termo “profissionais” por uma expressão que indica proximidade e atuação direta.
hipérbole, já que exagera a atuação dos profissionais, comparando‑a a uma situação de guerra.
ironia, porque a expressão “linha de frente” é utilizada para sugerir, de forma oposta, que esses profissionais não enfrentam grandes desafios.
antítese, ao contrapor a ideia de “linha de frente” com a noção de atuação indireta e menos intensa.
metáfora, que compara a atuação dos profissionais de assistência social ao enfrentamento direto em uma batalha, ressaltando sua importância e os desafios que enfrentam.
No sexto verso da canção, a figura de linguagem empregada é classificada como
antítese, sugerindo uma aproximação de ideias com sentidos opostos.
personificação, atribuindo um sentimento amoroso a um elemento natural.
comparação, estabelecendo uma relação de semelhança entre duas coisas.
metonímia, em que o chão do mar representa a imensidão do universo visível.
Os versos em negrito da letra da música a seguir contêm a seguinte figura de linguagem:
Nossas roupas comuns dependuradas
Na corda qual bandeiras agitadas
Pareciam um estranho festival
Festa dos nossos trapos coloridos
A mostrar que nos morros mal vestidos
É sempre feriado nacional
A porta do barraco era sem trinco
Mas a lua furando nosso zinco
Salpicava de estrelas nosso chão
Tu pisavas nos astros distraída
Sem saber que a alegria desta vida
É a cabrocha, o luar e o violão
Compositores: Orestes Barbosa, Silvio Caldas
metáfora.
personificação.
antítese.
eufemismo.
Dialética
“É claro que a vida é boa
E a alegria, a única indizível emoção
É claro que te acho linda
Em ti bendigo o amor das coisas simples
É claro que te amo
E tenho tudo para ser feliz
Mas acontece que eu sou triste...”
Vinicius de Moraes
Sobre o poema “Dialética” de Vinicius de Moraes, é CORRETO afirmar que há presença da:
prosopopeia porque explora no verso “É claro que a vida é boa...” atribuição de características humanas através da palavra “vida”.
aliteração porque expressa no verso “E a alegria, a única indizível emoção...” repetição de consoantes entre as palavras “alegria” e “indizível”.
metáfora porque expressa no verso “É claro que te acho linda...” uma comparação implícita entre as palavras “claro” e “linda”.
antítese porque expressa nos versos “E tenho tudo para ser feliz/Mas acontece que eu sou triste...” quando afirma que, mesmo que demonstre amor e felicidade, está triste.
hipérbole porque demonstra em “E tenho tudo para ser feliz...” um tom de exagero entre as palavras “tudo” e “feliz”.
Analisando as técnicas literárias empregadas por Manuel Bandeira no poema "Vou-me Embora pra Pasárgada", é possível identificar a presença de:
hipérbato, como recurso para enfatizar a ordem inversa da fuga para Pasárgada;
eufemismo, suavizando a gravidade do descontentamento com a realidade;
anáfora, na repetição de frases para reforçar a ideia de insatisfação e desejo de escapismo;
antítese, evidenciando o contraste entre a realidade vivida e o mundo idealizado de Pasárgada;
prosopopeia, dando características humanas a elementos da natureza presentes no texto,
Assinale a alternativa em que a figura de linguagem disposta é corretamente exemplificada.
Antítese → Morte e vida estão em suas mãos.
Sinestesia→Costumava ler Shakespeare.
Hipérbole→Embarcou há pouco no avião.
Metáfora→E um doce vento entrava pela janela.
Metonímia→Seus olhos são como jabuticabas.
Leia a tirinha abaixo, de Alexandre Beck:

O humor da tira é proveniente de qual figura de linguagem?
Antítese.
Eufemismo.
Metáfora.
Prosopopeia.
Em “O jejum intermitente – quando as pessoas comem apenas em certos horários do dia – explodiu em popularidade nos últimos anos” (1º parágrafo), o verbo destacado indica um uso exagerado ou intensificado de algo. Nesse caso, atesta-se o uso da figura de linguagem denominada:
antítese
hipérbole
metonímia
eufemismo
No verso em destaque desta primeira estrofe do poema de Augusto dos Anjos está presente a seguinte figura de linguagem:
Vês! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de sua última quimera.
Somente a Ingratidão – esta pantera –
Foi tua companheira inseparável!
Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema-versos-intimos-de-augusto-dos-anjos/. Acesso em: 26 abr. 2024.
Antítese
Comparação
Metáfora
Eufemismo
Identifique a figura de linguagem que se sobressai no texto a seguir

antítese
eufemismo
pleonasmo
gradação
No trecho retirado do texto “Ver a destruição dos animais ou de uma árvore é como ver a nossa própria destruição”, qual figura de linguagem é empregada?
Antítese.
Hipérbole.
Aliteração.
Pleonasmo.
Comparação.