Questões de Concurso sobre Arcaísmo

 
 
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A palavra “viralizou” é forma do verbo “viralizar”, que pode ser considerado um


A

estrangeirismo, pois deriva de vocábulo comum em língua estrangeira.


B

arcaísmo, pois sua origem remonta ao português antigo ou medieval.


C

neologismo, pois é criação recente com base em uso digital contemporâneo.


D

regionalismo, pois seu uso limita‑se a falantes de uma área específica.


E

barbarismo, pois apresenta desvio em relação à norma culta da língua.

Leia com atenção a afirmativa abaixo:


Matheus estava muito ancioso para saber o resultado.


Qual é o vício de linguagem presente na afirmativa lida?


A

Arcaísmo.


B

Barbarismo.


C

Cacofonia.


D

Solecismo.

Os vícios de linguagem referem-se a desvios não intencionais da norma-padrão da língua, resultando em dificuldades de compreensão do enunciado ou interferências na comunicação. Estão relacionados a desvios de sintaxe, erros no emprego de uma palavra, pleonasmo não intencional, ambiguidade de sentido, entre outros problemas de comunicação.


O desvio que envolve erros de sintaxe na construção de um trecho ou combinação de palavras, podendo ser de concordância, de regência, de colocação e de má estruturação é chamado de:


A

Barbarismo.


B

Cacofonia.


C

Solecismo.


D

Ambiguidade.


E

Arcaísmo.

Leia com atenção a afirmativa abaixo:


Chegou a hora de me despedir, vou-me já!


Qual é o vício de linguagem presente na afirmativa acima?


A

Barbarismo.


B

Pleonasmo.


C

Arcaísmo.


D

Cacofonia.

O estrangeirismo é um fenômeno linguístico que consiste no uso “emprestado” de uma palavra, expressão ou construção frasal estrangeira, em substituição de um termo na língua nativa. Por algumas gramáticas é considerado um método de composição de palavras, por outras é considerado como uma figura de linguagem e há, ainda, as gramáticas mais conservadoras que tratam o estrangeirismo como um vício de linguagem. De acordo com o contexto, a palavra “spillover” (14º§) deve classificada como


A

um arcaísmo, porque não é mais usada atualmente.


B

um barbarismo, porque foi utilizada em seu idioma original.


C

uma figura de linguagem, porque tem valor estilístico para o texto.


D

um vício de linguagem, porque foi utilizada de modo desnecessário e exagerado.

Em todas as frases a seguir há exemplos de um tipo de vocábulo. Assinale a frase em que esse tipo está corretamente identificado.


A

Latinismo: “A gente tava (sic) cansado de esperar o ônibus”.


B

Neologismo: “Estava todo mundo de cara amarrada”.


C

Estrangeirismo: “Os alemães não têm uma língua delicada”.


D

Arcaísmo: “Na Idade Média, tudo era religiosidade”.


E

Regionalismo: “Nunca tantos deveram tanto a tão poucos”.

Apesar de a palavra interser não se encontrar ainda no dicionário, se combinarmos o radical inter com o verbo ser, teremos um novo verbo: interser. Se examinarmos essa folha de livro com maior profundidade, poderemos ver nela o sol. Sem o sol não há floresta. Na verdade, sem o sol não há vida. Sabemos, assim, que o sol também está nesta folha. O papel e o sol intersão.


CORTEZ, Fe. Homo integralis. São Paulo: Leya Brasil, 2021. p. 81.


De acordo com a explicação dada, a palavra “interser” é um/a


A

arcaísmo.


B

hibridismo.


C

neologismo.


D

estrangeirismo.


E

derivação regressiva.

Analise a seguinte frase do texto e marque a figura de linguagem presente nela: “A vida continuou... com essa pergunta me alfinetando de vez em quando”.


A

arcaísmo.


B

prosopopeia.


C

antítese.


D

zeugma.

Os vícios de linguagem são desvios não intencionais da norma-padrão do idioma ou construções linguísticas inadequadas que geram problemas ou ruídos na comunicação. Pode-se afirmar, nesse sentido, que sair para fora e descer para baixo são exemplos de:


A

Ambiguidade.


B

Pleonasmo vicioso.


C

Arcaísmo.


D

Barbarismo.


E

Solecismo.

Observe as frases:


I. Mário beijou a boca dela.

II. Ela é a protagonista da peça.

III. Descer a ladeira para baixo com a carriola é mais fácil.

IV. Raisa recebeu rosas do rei.


Assinale a afirmativa correta:


A

Na I ocorre uma ambiguidade.


B

Na III ocorre um pleonasmo vicioso.


C

Na IV ocorre um cacófato.


D

Na II arcaísmo.

Observe um pequeno trecho da carta de Pero Vaz Caminha, comunicando ao rei de Portugal a descoberta do Brasil:


“Dali avistamos homens que andavam pela praia, obra de sete ou oito, segundo disseram os navios pequenos, por chegarem primeiro. Então lançamos fora os batéis e esquifes, e vieram logo todos os capitães das naus a esta nau do Capitão-mor, onde falaram entre si. E o Capitão-mor mandou em terra no batel a Nicolau Coelho para ver aquele rio. E tanto que ele começou de ir para lá, acudiram pela praia homens, quando aos dois, quando aos três, de maneira que, ao chegar o batel à boca do rio, já ali havia dezoito ou vinte homens. Eram pardos, todos nus, sem coisa alguma que lhes cobrisse suas vergonhas. Nas mãos traziam arcos com suas setas. Vinham todos rijos sobre o batel; e Nicolau Coelho lhes fez sinal que pousassem os arcos. E eles os pousaram. Ali não pôde deles haver fala, nem entendimento de proveito, por o mar quebrar na costa. Somente deu-lhes um barrete vermelho e uma carapuça de linho que levava na cabeça e um sombreiro preto. Um deles deu-lhe um sombreiro de penas de ave, compridas, com uma copazinha de penas vermelhas e pardas como de papagaio; e outro deu-lhe um ramal grande de continhas brancas, miúdas, que querem parecer de aljaveira, as quais peças creio que o Capitão manda a Vossa Alteza, e com isto se volveu às naus por ser tarde e não poder haver deles mais fala, por causa do mar.”


Trata-se, como sabemos, de um texto do início do século XVI, mostrando uma variedade linguística diacrônica, ou seja, com marcas de seu tempo.


A observação sobre essa variedade que está inadequada, é:


A

“Vossa Alteza” é um tratamento da época, que hoje seria modificado para “Vossa Majestade”.


B

Na frase “Então lançamos fora os batéis e esquifes” há o emprego de um vocábulo fora de uso.


C

A expressão arcaica “obra de” seria hoje perfeitamente substituída por “cerca de”.


D

O vocábulo “aljaveira”, não dicionarizado no dicionário Houaiss, exemplifica um arcaísmo.


E

A frase “...vieram logo todos os capitães das naus a esta nau do Capitão-mor, onde falaram entre si.” apresenta uma estruturação sintática que mostra divergências em relação à atual.

Ainda sobre o Texto I, podemos afirmar que o autor se utilizou do:


A

registro dialético da língua.


B

registro regional da língua.


C

registro coloquial da língua.


D

registro arcaico da língua.


E

registro literário.

No trecho “Ao lado de estruturas de agressividade, temos capacidades de afetividade, compaixão, solidariedade e amorização”, do texto CG2A1, o termo “amorização” constitui um tipo de


A

neologismo.


B

arcaísmo.


C

barbarismo.


D

estrangeirismo.


E

eufemismo.

Como qualquer outra variedade linguística, a norma padrão tem suas particularidades. No texto, nota-se marcas da norma padrão que são determinadas pelo veículo em que ele circula, que é o jornal “O Estado de São Paulo”. Entre essas marcas, evidencia-se


A

o predomínio da linguagem figurada, como em “[...] ele diz logo à partida [...]”.


B

obediência às normas gramaticais, como a concordância em “[…] se há duas frases, a mais direta e simples é a melhor”.


C

a presença de vocabulário arcaico, como em “[…] a tradição bacharelesca associou rebuscamento à erudição e à inteligência”.


D

o uso de termos técnicos, como em “Alguns conselhos são gramaticais: advérbios e adjetivos são, com frequência, dispensáveis”.

No período “Soltamos alguns papers para orientá-las e um dos que aprofundamos trata de métricas e objetivos.”, a palavra sublinhada representa o uso da figura de linguagem:


A

Solecismo.


B

Estrangeirismo.


C

Ambiguidade.


D

Arcaísmo.

No âmbito dos vícios de linguagem, é o desvio envolvendo erros no emprego de uma palavra, tratando de questões fonéticas (de som e de pronúncia), morfológicas (de ortografia e de flexões) ou semânticas (de sentidos e de significados). Um exemplo é a pronúncia de rúbrica em vez de rubrica. Trata-se de:


A

Cacofonia.


B

Ambiguidade.


C

Barbarismo.


D

Pleonasmo vicioso.


E

Arcaísmo.

“... mais do que das pessoas que me criticam por meu arcaísmo, que declarei...” (l. 12-13). A palavra sublinhada, nesse contexto, pode ser compreendida como:


A

costume incomum de se utilizar a língua com foco popular, com o intuito de que se mantenha uma acessibilidade social maior


B

maneira respeitosa de se fazer referência à língua, no que tange às marcas fonológicas e lexicais advindas de regionalismos


C

modo negligente, no que diz respeito à língua, em virtude de usos coloquiais e não pertinentes ao ambiente de comunicação


D

forma de se referir à língua, em função de traços fonéticos, morfológicos, sintáticos e lexicais conservadores e antigos

Assinale a alternativa INCORRETA.


A

Quando a criança não fala mais, em uma geração a língua se perde, a elipse do objeto direto de “falar” é arcaísmo, na medida em que, no português do Brasil falado em nossos dias, essa função deve ser preenchida por um pronome.


B

Em trabalhando, fiando algodão, a concatenação de duas formas do gerúndio permite que se identifique uma ação geral e sua especificação.


C

Em foi ficando e namorando, ficando e namorando, o uso do gerúndio e da estrutura coordenada condensa as noções de continuidade e iteração do que se narra.


D

Em tiveram filhos, netos, bisnetos, os itens lexicais destacados implicam extensão temporal considerável.


E

A frase A língua era um espaço de liberdade sintetiza o que se declara anteriormente acerca do papel da Gira para a comunidade e justifica a preocupação relatada no segundo parágrafo.

 
 
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