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Assinale a alternativa em que a segunda expressão destacada denota, no contexto, um evento posterior ao designado pela primeira expressão destacada.
Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes. (1º parágrafo)
É preciso saber de tudo e entender de tudo. (2ºparágrafo)
O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. (2º parágrafo)
Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal-estar ainda não nomeado. (4º parágrafo)
O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? (5º parágrafo)
A palavra bastidores, no penúltimo parágrafo, sugere que na opinião do autor:
é notório para população brasileira o conflito de interesses envolvido na indicação de diretores do BC.
ninguém tem a mínima ideia de como se compõem as diretorias do Banco Central.
as regras para a indicação de diretores do Banco Central não são públicas, como deveriam ser.
não há relação entre a indicação de diretores e as decisões tomadas pela autoridade monetária.
O gênero discursivo do texto apresenta traços dominantes também encontrados
na notícia.
no manual de instrução.
no artigo de opinião.
na ata.
Levando em consideração o estudo dos gêneros e tipos textuais, é CORRETO afirmar, sobre o texto que:
É um texto instrucional.
É um texto de opinião.
É um texto informativo.
É um texto narrativo.
Quanto ao gênero textual desenvolvido, pode-se afirmar que o texto acima, considerando todos os elementos constitutivos de sua produção, é:
Um editorial.
Uma reportagem.
Um artigo de opinião.
Um discurso parlamentar.
Nesse artigo de opinião, a autora defende a seguinte tese:
Formar cidadãos mais conscientes, críticos e responsáveis, aptos a serem consumidores e produtores de conteúdo é uma exigência do atual contexto.
As novidades tecnológicas nos deixam perplexos e confirmam a complexidade do mundo em que vivemos.
A tecnologia mudou drasticamente a maneira como comunicamos.
No contexto da revolução tecnológica, educar a sociedade para o consumo de informação passou a ser uma prioridade.
Analisando as principais características do texto lido, podemos dizer que seu gênero predominante é:
Crônica.
Artigo.
Conto.
Relato.
O texto pertence ao gênero artigo de opinião. Acerca das características que marcam esse gênero e que estão presentes nesse texto, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
(_) O objetivo principal é, pela argumentação, persuadir o leitor a concordar com a opinião do articulista.
(_) A linguagem é objetiva e com expressões de cunho subjetivo.
(_) Esse gênero é normalmente assinado pelo autor e veiculado nos meios de comunicação.
(_) Os verbos são empregados, predominantemente, no pretérito perfeito do indicativo.
Assinale a sequência correta.
V, V, F, F
F, F, V, V
F, F, F, V
V, V, V, F
Analise as expressões usadas no início do texto “Meu gladiador baixou o escudo e criou asas.” O gênero em análise é um artigo de opinião, para marcar o seu ponto de vista, a articulista empregou a estratégia argumentativa para seduzir o leitor, construída
por indução, uma vez que apresenta o indício de que alguém criou asas e voou.
Por comoção, já que emprega recursos metafóricos para introduzir o referente no discurso,
por intimidação, ao fazer um comentário de que o referente seria alguém forte e poderoso.
por semelhança, pois apresenta expressões como escudo, que serve para proteção e asas, como libertação.
pelos recursos apelativos do discurso direto, em que há indícios de sequências dialogais entre os participantes.
Considerando as variações linguísticas, os sentidos das palavras e o gênero textual apresentados, assinale a alternativa correta.
No trecho “E, não, não estou falando que as pessoas precisam viver de forma rígida e azeda.”, o uso repetido do advérbio de negação “não” denuncia uma linguagem mais informal, próxima da oralidade, traço linguístico característico de textos de opinião.
A sequência “E errar. E acertar. E tentar outra vez, outra coisa, de outro jeito.” traz a repetição das palavras “E” e “outra”, o que é uma característica muito marcante da linguagem formal, repleta de rigidez gramatical, com foco exclusivo na transmissão de informações.
Em “Existe uma legião de perdidos num limbo da infância emocional eterna [...]”, o vocábulo destacado possui um sentido figurado, significando um espaço entre o certo e o errado.
As referências mostradas no trecho “Vivemos cercados de pessoas acometidas por uma espécie de mistura de ‘Síndrome de Peter Pan’, com ‘Complexo de Cinderela’, mais uma pitada de ‘Jeito Pateta de ser’ e um tiquinho de ‘Meu sonho é morar na Disney.’” são inúteis para o entendimento do texto, isso é comum em textos muito formais.
Em “[...] o que era encantador certamente será ridículo.”, há a contraposição de ideias entre os adjetivos destacados. Tal característica não é bem-vista em textos opinativos como o apresentado.
Esse texto é uma manifestação do gênero:
reportagem.
entrevista.
notícia.
artigo de opinião.
Pelas características predominantes do texto, assinale a alternativa que melhor indica seu gênero:
Crônica.
Artigo.
Conto.
Notícia.
A necessidade da Interatividade entre a Polícia e a População
Por Archimedes Jose Melo Marques
Em um país em que a sociedade clama por uma segurança pública mais eficaz e mais presente, nota-se que o organismo estatal sente-se impotente e incapaz para debelar sozinho a crescente onda de violência que assola todos os lugares.
A Polícia como figura principal encarregada de manter a ordem pública para a consequente prestação da paz social precisa da conscientização e cooperação de toda a sociedade para alcançar os seus objetivos, entretanto, é fato presente que o povo, na sua maioria, ainda tem a polícia como se fosse então esta instituição a única responsável pelo assolamento da violência no país, a principal responsável pelo recrudescimento da criminalidade, como se fossem então os policiais seres Onipotentes e Onipresentes para estarem em todos os lugares, a todo o momento, a fim de evitar ou descobrir crimes como num passe de mágica.
A violência e o aumento da criminalidade que atingem o povo, atingem também a Polícia, o Governo. Atingem a toda a sociedade. Todos nós estamos na mesma aflição.
A paz é a aspiração e o desejo fundamental de todo ser humano, entretanto, só poderá ser atingida com a ordenação da potencialidade da sociedade e do poder público em torno do ideal comum de uma segurança justa, cooperativa e interativa.
A Lei entrega à Polícia o poder do uso da força. Essa exclusividade da violência legal visa tão somente ajudar a regular as interações sociais. Através desse poder legitimado e da função específica de manter a ordem pública, a sociedade espera da sua Polícia toda a proteção possível e até impossível, entretanto, pouco ou nada faz para ajudá-la.
O estudo das relações humanas constitui uma verdadeira ciência complementada por uma arte, a de se obter e conservar a cooperação e a confiança das partes envolvidas, por isso o presente apelo que visa uma verdadeira interatividade entre a Polícia e a sociedade para melhor se combater a violência e a criminalidade reinante no país.
Durante muito tempo, a sociedade pouco se incomodou com a questão da violência, da criminalidade e tinha a Polícia apenas como um mal necessário quando na verdade é esta valorosa instituição de defesa do cidadão, um bem essencial, um real instrumento da cidadania e da ordem pública. A Polícia é, antes de tudo, a guardiã das Leis Penais e o alicerce da Justiça. Sem a Polícia haveria o caos social absoluto.
O preceito constitucional de que a segurança pública é direito e responsabilidade de todos deve sempre crescer até ganhar apoio da maioria populacional e não apenas de uma parcela da sociedade. Os conselhos de segurança dos Estados, das cidades, dos bairros, dos povoados e as organizações não governamentais devem se fortalecer cada vez mais com a conscientização e a união ampla e irrestrita para ajudar a Polícia na sua árdua missão de combater o crime e resgatar a ordem ferida.
A sociedade brasileira precisa confiar mais na sua Polícia, no seu Ministério Público, na sua Justiça. Precisamos resgatar a confiança do povo nas suas instituições de combate ao crime, perdida através dos tempos.
Na mesma velocidade em que a criminalidade e a violência avançam no nosso país por motivos diversos, o crime organizado ganha forças principalmente com o tráfico de drogas que termina sendo a raiz de todos os outros crimes subsequentes, tais como: sequestros, homicídios, latrocínios, roubos, torturas, corrupções, extorsões, lesões corporais...
Precisamos, além de leis mais rígidas e menos burocráticas, da união de todos os segmentos da sociedade e em especial do poder público para formar uma Polícia verdadeiramente forte trabalhando sempre em interatividade com a população para enfim combatermos a marginalidade com mais presença, combate este que deve ter um maior investimento em ações preventivas para não sobrecarregar as ações repressivas como de fato vem ocorrendo no nosso país.
Assim teremos uma força satisfeita, trabalhando todos como verdadeiros parceiros contra o crime em busca do ideal comum de uma segurança pública mais adequada e constante que a sofrida população brasileira bem merece.
Autor: Archimedes Marques (delegado de Polícia no Estado de Sergipe. Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Segurança Pública pela UFS) – adaptado da versão disponível em: <https://www.infoescola.com/.../a-necessidade-da-interatividade-entre-apolicia-e-a-pop...>. Acesso em: 05 fev. 2018.
O texto “A necessidade da Interatividade entre a Polícia e a População” quanto ao gênero pode ser classificado como um (a):
Crônica argumentativa.
Notícia.
Editorial.
Artigo de opinião.
A respeito da estrutura do artigo, é possível fazer os seguintes comentários:
I - O desenvolvimento do artigo revela a estratégia da comparação – entre as atitudes dos presidiários e dos políticos e executivos – e da ilustração, no caso a citação dos diálogos, utilizados pelo autor para comprovar o argumento de que a esbórnia nas prisões reflete a do planalto.
II- A ilustração dos diálogos, seja dos presidiários seja dos políticos, é um recurso empregado para atribuir mais veracidade aos argumentos em favor da tese apresentada.
III- A tese do artigo é a de que as investigações da polícia não resolvem o problema da criminalidade brasileira, apenas torna pública a baixaria nos altos e baixos escalões, sendo, pois, dispensáveis.
A alternativa que traz a CORRETA avaliação das asserções é:
Apenas I verdadeira.
II e III são verdadeiras.
I e II são verdadeiras.
Apenas II verdadeira.
Apenas III verdadeira.
Quanto à tipologia, o texto apresenta as características de um (a):
Carta.
Artigo de opinião.
Debate.
Crônica.
Afirma-se corretamente que o texto trata-se de um(a):
Denúncia.
Artigo de Opinião.
Artigo Científico.
Crônica.
Notícia.
[...]
4. Nada de exageros
Consumir dentro do limite das próprias economias é um bom exemplo para as crianças. “Endividar-se para consumir não está certo”, afirma a advogada Noemi Friske Momberger, autora do livro A publicidade dirigida a crianças e adolescentes, regulamentos e restrições. Isso vale tanto para as crianças como para os pais. É preciso dar exemplo. Não adianta inventar regras apenas para quem tem menos de 1 metro e meio. É preciso ajudar as crianças a entender o que cabe no orçamento familiar. “Explico para meus filhos que não podemos ter algumas coisas, mesmo que muitos na escola tenham três vezes mais”, diz a professora de Inglês Lucia Razeira, de 30 anos, mãe de Vitor, de 7, e Clara, de 10.
[...]
Disponível em: <http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI58402-15228,00-EU+QUERO+EU+QUERO+EU+QUERO.html>. Acesso em: 07 fev. 2017.
Considerando as características predominantes, o gênero textual
é delimitado pela esfera do campo opinativo, uma vez que defende o ponto de vista de que é preciso haver limites para o consumo, por meio de três argumentos básicos.
é uma notícia, já que narra um fato verídico, com informações sobre a necessidade de se ensinar os limites do consumo.
foi totalmente explicitado no recorte apresentado, já que diz respeito a um artigo de opinião.
se enquadra no tipo narrativo, uma vez que há predomínio de sequências descritivas.
é seguramente uma reportagem em que se observam argumentos do autor.
Trata-se de um texto argumentativo que se enquadra no gênero Artigo de Opinião, uma vez que tem a finalidade de defender uma opinião e convencer o interlocutor. Além disso, apresenta um tom pessoal da autora ao defender seu ponto de vista.
Certo
Errado
O texto lido pertence ao gênero artigo de opinião, pois apresenta as seguintes características, EXCETO:
apresentação da questão em discussão com a defesa do ponto de vista da autora de parágrafo a parágrafo.
apresentação de marcas de impessoalidade, de forma a dar maior credibilidade ao texto.
escrita em primeira pessoa, o que dá um pouco mais de autenticidade ao texto.
estruturado da seguinte forma: com introdução, desenvolvimento e conclusão.