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Dentre os trechos a seguir, é possível reconhecer o posicionamento do articulador do texto – uma das principais características do gênero textual apresentado – em:
“O desafio de uma evolução nacional passa necessariamente pela articulação federativa”, em que é apresentada uma premissa.
“No Brasil o ensino fundamental é primordialmente de responsabilidade dos municípios; o médio, dos Estados; e o superior, da União”, em que demonstra-se uma ideia para construção de um raciocínio.
“Em 2009, o Sistema Nacional de Educação foi inserido na Constituição para articular a cooperação federativa com vistas ao alcance das metas do Plano Nacional de Educação”, em que a inserção de um fato reflete o ponto de vista.
“[…] têm caráter protocolar, como a que discute os parâmetros do Fundo Nacional da Educação Básica (Fundeb), […]”, em que a citação de um órgão de autoridade no assunto tratado indica a subjetividade própria da opinião expressa pelo enunciador.
Associe os aspectos tipológicos com seus respectivos exemplos de gênero oral e escrito.
Coluna 1 Aspectos tipológicos
1. Argumentar
2. Narrar
3. Expor
4. Relatar
Coluna 2 Gêneros
( ) conto, fábula.
( ) biografia, curriculum vitae
( ) artigo de opinião, editorial
( ) seminário, palestra
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
1 • 3 • 4 • 2
2 • 3 • 4 • 1
2 • 4 • 1 • 3
3 • 1 • 2 • 4
4 • 2 • 3 • 1
Os gêneros textuais são caracterizados, dentre outros fatores, por seus objetivos. Esse texto é um(a):
artigo, pois é elaborado a partir de um tema que causa controvérsias com a opinião do autor.
relato, pois narra uma vivência pessoal sobre tecnologias na segurança pública.
resenha, pois é um gênero científico de produção de conhecimento sobre segurança.
notícia, pois divulga fatos importantes sobre as tecnologias na segurança pública.
reportagem, pois extrapola os limites de uma notícia sobre tecnologias na segurança.
Assinale a alternativa que indica a tipologia textual predominante no texto “O aluno computador” e o gênero textual a que ele pertence, respectivamente.
Relato – artigo de opinião.
Relato – crítica literária.
Argumentativa – conto de ficção científica.
Narrativa – fábula.
Narrativa – crônica narrativa.
O texto publicado no site da revista Superinteressante constitui-se como um(a)
artigo de opinião, uma vez que se defende o uso de embalagens biodegradáveis à base de plantas para alimentos.
crônica argumentativa, porque leva o leitor a refletir sobre seus hábitos em relação ao uso de embalagens pouco sustentáveis.
editorial, dado que se pode constatar marcas de opinião da revista, que em seus textos defende a sustentabilidade.
notícia, em que se apresenta de forma pontual a criação do revestimento biodegradável para alimentos.
reportagem, já que apresenta o revestimento biodegradável e traz informações mais detalhadas acerca da descoberta científica.
Devido às suas características, o texto configura-se, primordialmente, como
uma crônica reflexiva.
um artigo de opinião.
uma resenha crítica.
um relato subjetivo.
uma narrativa histórica.
O texto apresentado é um exemplo do gênero
notícia, uma vez que traz dados que informam o leitor.
artigo de opinião, porque busca expressar o que pensa o autor do texto.
infográfico, pois permite ao leitor uma rápida visualização da informação.
ilustração, já que utiliza elementos gráficos em sua composição.
Em relação à tipologia e ao gênero desse excerto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A percepção do campo como retrógrado é a tese desse excerto.
( ) Os argumentos apresentados devem ser relativizados pela presença da ironia, como se pode perceber neste trecho: “Trata-se de uma percepção reducionista e equivocada da realidade”.
( ) O excerto é um exemplo do gênero artigo de opinião, porque se trata de um texto de natureza dissertativo- -argumentativa, publicado numa coluna de opinião do jornal “O Estado de São Paulo”.
( ) Como estratégia discursiva, o texto foi redigido na terceira pessoa do discurso, a fim de garantir mais objetividade e menos pessoalidade aos fatos e opiniões selecionados para compor esse excerto.
A sequência está correta em
F, F, V, V.
V, V, F, F.
F, V, F, V.
V, F, V, F.
Assinale a alternativa que corretamente apresenta o gênero textual de "Monkeypox: histórico e chegada no Brasil":
Consiste em uma entrevista, pois apresenta as palavras de uma autoridade que fala a respeito do assunto abordado no texto.
Trata-se de uma notícia, pois tem o intuito de informar a respeito do tema abordado de forma neutra.
Consiste em um artigo de opinião, pois o autor apresenta seu posicionamento a respeito da temática abordada.
Trata-se de uma reportagem, que tem o intuito de informar e, ao mesmo tempo, criar uma opinião nos leitores.
Trata-se de um editorial, que serve para apresentar o posicionamento crítico de determinado grupo sobre os principais assuntos do momento de sua publicação.
No trabalho com o texto em sala de aula, a análise com foco na caracterização do gênero levará à conclusão de que se trata de
uma reportagem, com a apresentação de depoimentos comprobatórios das teses defendidas objetivamente pelo autor.
uma resenha crítica cujo objeto implícito é um texto científico, a partir do qual o autor desenvolve uma paráfrase explicativa.
um parecer técnico cujo objeto é o estado atual da educação no Brasil, com a finalidade de orientar tomada de decisões.
um artigo de opinião, com a exposição de argumentos baseados em dados objetivos e pontos de vista do autor acerca do tema.
uma crônica de costumes, apresentando ao leitor um quadro do estado atual da educação da sociedade brasileira.
Quanto ao gênero discursivo, as configurações do texto revelam que o texto constitui:
Um artigo informativo, cujo objeto de análise é a quantidade de pessoas que passam fome, no país e também no mundo.
Uma reportagem, cujo tema refere-se aos responsáveis pelo grande número de pessoas que vivem em situação de extrema pobreza.
Um artigo opinativo, cujo objeto de reflexão é o crescimento do número de pessoas atingidas pela insegurança alimentar grave.
Uma crônica, cujo objetivo é refletir sobre a relação entre a pandemia de COVID-19 e o aumento da fome no país.
No que tange aos traços estilísticos-composicionais, é correto afirmar que o texto indica, de forma predominante, características do gênero
notícia, por causa da informalidade da linguagem e da maneira como a reflexão relativa ao conceito de literatura é abordada.
artigo de divulgação cientifica, porque torna pública a problematização acerca do conceito de literatura, por meio de linguagem acessível, com discussão que se aproxima tanto da realidade dos professores em sala de aula quanto dos leitores que não têm formação específica.
artigo de opinião, porque o autor expõe seu posicionamento a respeito de tema de interesse público, com argumentos controversos referentes ao assunto abordado.
crônica de caráter subjetivo, visto que o narrador relata sua experiência em sala de aula.
prosa poética, em que o autor se utiliza de linguagem metafórica para corroborar as ideias citadas.
O texto pertence ao gênero “artigo de opinião”, uma vez que defende, a partir de argumentos, a tese de que os psicopatas não devem ser confundidos com os antissociais, devendo aqueles ser tratados de forma mais branda pelo sistema jurídico.
Certo
Errado
A respeito do Gênero textual de “A foto” podemos afirmar que é caracterizado por linguagem simples e que retrata os aspectos da vida cotidiana com toques de humor e ironia. A este gênero textual chamamos de:
Descriçāo.
Crônica.
Dissertação.
Artigo de Opinião.
Pelas características do texto lido, considera-se que ele pertence ao gênero:
notícia, pois informa o leitor sobre um fato atual e relevante.
crônica, pois narra um fato do cotidiano do mundo moderno.
depoimento, pois expõe uma preocupação do autor.
artigo, pois apresenta a posição do autor sobre um tema de relevância.
instrução, pois ensina algo por meio de explicações.
Considerando o fragmento de texto dado, assinale a alternativa CORRETA.
Trata-se de um artigo de opinião, em que os autores apresentam posicionamento neutro em relação aos argumentos apresentados pela bancada ruralista e pelos ambientalistas.
Trata-se de um texto informativo em que são apresentadas informações a respeito de um fato envolvendo questões políticas e ambientais.
Trata-se de um texto narrativo que tem por objetivo conscientizar a população sobre o potencial nocivo dos agrotóxicos tanto para a saúde humana quanto para o meio ambiente.
Trata-se de um texto informativo cujo objetivo central é apresentar a interpretação dos deputados da bancada ruralista em relação ao projeto de lei aprovado.
Pelas suas características de estrutura e de linguagem, o texto CG3A1 pode ser classificado como
resumo.
resenha.
artigo de opinião.
artigo acadêmico.
Leia o texto abaixo:
No ritmo atual da destruição, uma espécie se extingue a cada 20 minutos. Há muito para ser feito, mas o tempo é curto. Por onde começar, então? Muitos acreditam que bastam dados alarmantes para a conscientização das pessoas. Especialistas em comunicação advertem, no entanto, que pode acontecer o contrário: a grandiosidade do problema talvez provoque a imobilização e o conformismo nas pessoas. Segundo Michael Soulé, professor da Universidade de Recursos Naturais de Michigan, “a realidade mostra que as más notícias, quando apresentadas sem perspectivas de saída, criam uma repulsão pelo tema”.
As organizações não governamentais, que dependem do apoio público para sobreviver, há muito descobriram a importância de propor estímulos positivos enquanto denunciam a devastação. “É preferível o otimismo das ações ao pessimismo das ideias”, sustentam os militantes do Greenpeace, num dos seus slogans prediletos. Essas ideias são compartilhadas por Mário Mantovani, diretor da Fundação SOS Mata Atlântica, hoje com mais de 23.000 associados. “Reforçamos os fatos positivos. Mostrar uma área da Mata Atlântica que tenha se regenerado depois de praticamente destruída prova para as pessoas que a luta vale a pena.”
“Não conseguiremos ensinar às pessoas o amor à vida com argumentos econômicos e raciocínio lógico”, sentencia Michael Soulé. Para ele, a conscientização depende de um sentimento de comunhão com a natureza. Para amá-la, é preciso um contato direto, o pé na trilha, a caminhada na praia, o pôr do sol na praça. “Não há argumento que substitua a experiência direta com o mundo natural”, assegura.
“É quase uma experiência religiosa”, disse o biólogo Russel Mittermeier, presidente da organização Conservation International, à revista Time. Esses momentos podem ser precedidos por informações colhidas em livros, revistas, filmes ou mesmo exposições. Mittermeier conta que aprendeu a amar a natureza com os livros de Tarzan. Porém, esses contatos indiretos só são sedimentados nos momentos de real comunhão, ao vivo. “Se quiser convencer alguém da importância da biodiversidade, em vez dos números, tenha a coragem de contar uma experiência emocional concreta sua com a natureza”, sugere o professor Michael Soulé. O amor pela diversidade da vida continua sendo a nossa melhor arma.
ALVES, Liane Camargo de Almeida. Um mundo por conhecer e preservar. Terra, São Paulo, v.8, n. 5, p. 29, maio 1999, adaptação
Assinale a alternativa correta em relação ao texto.
O pronome la no terceiro parágrafo retoma a palavra conscientização.
Este seria um bom título, que sintetizaria o texto: Como sobrevivem as organizações não governamentais.
A palavra que, no primeiro período do segundo parágrafo, poderia ser substituída por nas quais sem prejuízos de significado e sem infração à norma culta.
Segundo o autor do texto, para conscientizar as pessoas sobre a preservação do meio, não adiantam argumentos econômicos.
O texto é um artigo de opinião que traz o ponto de vista de vários especialistas sobre as maneiras de sensibilizar as pessoas sobre as causas ambientais.
Quanto ao gênero discursivo, é CERTO classificar o texto acima como:
Artigo de opinião.
Editorial.
Reportagem.
Notícia.
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 8.
Os fora-fila
Todos os dias, milhões de brasileiros perdem horas preciosas em filas de ônibus, e reclamam corretamente dos oportunistas fura-fila. Poucos percebem os fora-fila: os que usam carros privados e os que não têm dinheiro nem vale-transporte. Há séculos, muitos brasileiros fazem fila para obter o que precisam, enquanto outros não têm direito nem mesmo de esperar em fila, por falta absoluta de dinheiro; enquanto outros não precisam se submeter a filas porque têm muito dinheiro.
Por causa das ineficiências econômicas, a palavra "fila" caracteriza o dia a dia dos brasileiros, mas por causa da injustiça social não se percebe os que estão fora das filas, de um lado e outro da escala de rendas. Alguns porque não precisam se submeter a elas, graças a privilégios e dinheiro, outros porque não têm o direito de entrar nelas. No meio, imprensados, os da fila, ignorando os extremos. Nós nos acostumamos a ver com naturalidade os que não precisam e ainda mais os que não conseguem entrar nas filas, por tratá-los como invisíveis.
No setor da saúde, nos indignamos com os que tentam furar a fila para tomar vacina, mas não percebemos a injustiça quando furam a fila ao usar dinheiro para o atendimento médico de um pediatra para o filho, de um dentista e de profissionais de todas as outras especialidades que não estão disponíveis no SUS, com a urgência necessária. Apesar do nome, o sistema nacional de saúde não é único: de um lado, tem o SUS com suas filas; e, do outro, o SEP - Sistema Exclusivo de Saúde - sem fila para os que podem pagar.
Todos condenamos os fura-fila do SUS para tomar vacina, mas todos aceitamos que se fure a fila nas demais especialidades médicas, inclusive cirurgias, por meio do uso do dinheiro. Em alguns casos, há reclamação quando a fila se organiza por um pequeno papel numerado, mas não se protesta quando, perto dali, o atendimento é imediato, porque no lugar do papel com o número da fila usa-se papel moeda. Aceita-se furar fila graças ao dinheiro. Nem se considera como fura fila. São os fora-fila, aceitos por convenção de que o dinheiro pode comprar saúde.
Na moradia, alguns entram na fila do programa Minha Casa Minha Vida; outros não precisam, compram diretamente a casa que desejam e podem; outros também não entram na fila, porque não têm as mínimas condições de financiamento.
O mesmo vale para a educação. Em função do Coronavírus, o Brasil descobriu que algumas boas escolas, em geral pagas e caras, com ensino remoto, computadores e internet em casa, permitem que alguns cheguem ao ENEM com mais possibilidade de aprovação do que outros. Apesar de que a aprovação é conquistada pelo mérito do concorrente, os aprovados se beneficiaram da exclusão de muitos concorrentes ao longo da educação de base.
A desigualdade na qualidade da escola desiguala o preparo entre os candidatos, como uma forma de empurrar alguns para fora e outros para a frente da fila. De certa forma, alguns furaram a fila para ingresso na universidade, por pagarem uma boa escola ainda na educação de base. E não há reclamação porque os fora da fila são invisíveis, porque não concluíram o Ensino Médio, ou concluíram um Ensino Médio sem qualidade que não lhes deu condição sequer de sonhar fazer o ENEM.
Tanto quanto os que não podem pagar o transporte público não entram na fila do ônibus, os analfabetos (12 milhões de brasileiros) não entram na fila do ENEM para ingresso na universidade. Foram excluídos da formação, por falta de oportunidade para desenvolver o talento no momento oportuno da educação de base, e, por isso, ficam impedidos de disputar, por mérito, uma vaga na universidade.
Ninguém fura fila para chegar à seleção brasileira de futebol, porque todos tiveram a mesma chance. A seleção é pelo mérito, graças ao fato de que a bola é redonda para todos, independentemente da renda.
Temos a preocupação de assegurar os mesmos direitos para obter vacina, não o mesmo direito para a qualidade e a urgência no atendimento de saúde e de educação, independentemente da renda e do endereço da pessoa. Nem ao menos consideramos que há injustiça em furar fila usando dinheiro para ter acesso à educação e à saúde de qualidade. É como se fosse normal furar fila por se ter muito dinheiro e normal ficar fora da fila por falta total de dinheiro. No meio, ficam os que, por pouco dinheiro, ficam na fila e se indignam com os que tentam desrespeitar a ordem, sem atentar para os fora da fila nos carros, ou os fora da fila caminhando. Os primeiros aceitamos pelas leis do mercado, os outros tornamos invisíveis.
O texto de Cristóvam Buarque é um artigo de opinião. Com base no gênero apresentado, o texto "Os fora-fila", em termos de tipologia, é predominantemente:
argumentativo.
narrativo.
descritivo.
expositivo.