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Em “Podemos chamá-las também de palavras complicadas e palavras simples”, o pronome oblíquo em negrito substitui o termo:
“palavras comuns e palavras raras”.
“palavras difíceis.
“palavras complicadas e palavras simples”.
“palavras difíceis e palavras fáceis”.
“palavras fáceis”.
De acordo com os padrões da língua portuguesa, assinale a alternativa correta.
A frase: "Ela lhe ama" está correta visto que "amar" se classifica como verbo transitivo direto, pois quem ama, ama aIguém.
Em: "Sou te fiel", o pronome oblíquo átono desempenha função sintática de complemento nominal por complementar o sentido de adjetivos, advérbios ou substantivos abstratos, . além de constituir emprego de ênclise.
No exemplo: "Demos a ele todas as oportunidades", o termo em destaque pode ser substituído por "Demo lhes todas as oportunidades", tendo em vista o emprego do pronome oblíquo como complemento do verbo.
Em: "Não me incomodo com esse tipo de barulho", temos um clássico emprego de mesóclise.
Na frase: "Alunos, aquietem-se! ", o termo destacado exemplifica o uso de próclise.
Marque a opção contendo a justificativa correta para o caso referente à colocação do pronome oblíquo átono na frase a seguir.
“Realizar-se-á a Cerimônia na primeira quinzena do mês de dezembro.”
Próclise, pois se trata de uma palavra com valor negativo.
Mesóclise, pois se trata de verbo no futuro do presente.
Mesóclise, pois se trata de verbo no futuro do pretérito.
Ênclise, pois se trata de verbo no início da frase.
Na próclise, o pronome surge antes do verbo. Costuma ser empregada, EXCETO:
Nas orações iniciadas por pronomes e advérbios interrogativos;
Nas conjunções subordinativas;
Com gerúndio precedido de preposição "em";
Nas orações reduzidas de infinitivo.
Quanto à colocação pronominal, a alternativa incorreta é:
Anteontem o vi na escola.
Jamais lhe dê as costas.
Quem o maltratou?
Tudo transformou-se rapidamente.
Não se meta em confusão.
Considere o trecho: “Foi o que me disse meu amigo suíço Didier Marlier, quando falávamos sobre a melhor palavra para definir algo considerado perfeito, sem usar a palavra ‘perfeição’, uma vez que perfeição, na verdade, só existe no mundo das ideias.” (Linhas 2-4)
Em relação à colocação do pronome oblíquo átono negritado nesse trecho, é CORRETO afirmar:
Esse pronome poderia estar, com igual correção, enclítico ao verbo “disse”, uma vez que não se verifica uso de palavra atrativa.
O uso da próclise é facultativo, já que não se verifica, de acordo com a Gramática Normativa, regra que estabeleça a obrigatoriedade de uso desse pronome antes do verbo.
Ocorre próclise, posição obrigatória, conforme a Gramática Normativa, uma vez que o termo “que”, pronome relativo, é palavra atrativa.
Esse pronome poderia estar, com igual correção, em posição mesoclítica porque o tempo verbal em que foi empregado o verbo “disse” permite esse uso.
A colocação do pronome oblíquo é facultativa em:
Ele deixou de os levar para a escola.
Espero que nos vejamos em breve.
Não os julgue por isso.
Quem os chamou aqui?
A posição do pronome oblíquo destacado é facultativa em:
“[...] ou que, paradoxalmente, se sente na obrigação de estudar escondido e jactar-se de não fazê-lo.”
“Foi-lhe perguntado em quem se inspirava como piloto iniciante.”
“O cê-dê-efe é diminuído, menosprezado, é um pobre-diabo que só obtém bons resultados porque se mata de estudar.”
Se em seu modelo se inspirarem, vejo bons augúrios para nossa educação.”
Levando-se em conta o seguinte período “Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo” (linha 07) e o emprego dos pronomes oblíquos e átonos dele constantes, deve-se afirmar corretamente que:
apenas o pronome a pode apresentar a próclise.
os pronomes a e se foram colocados encliticamente.
somente o pronome se pode ter a colocação enclítica.
pode haver a colocação mesoclítica para os pronomes a e se.
De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, o pronome destacado está corretamente colocado na frase em:
Em tratando-se de estabelecer prioridades financeiras, a ida ao supermercado é boa estratégia.
Se publicam, atualmente, muitos livros que tratam de economia doméstica.
Muitas pessoas felizmente tornaram-se menos consumistas, evitando a compra de itens desnecessários.
As pessoas que se dispõem a pechinchar fazem negociações vantajosas e sempre economizam.
Alguns jovens dedicariam-se a usar bem a própria mesada, se não tivessem pais que atendem a todas as suas vontades.
A posição do pronome oblíquo é facultativa em:
“De modo que demos um jeito de subir logo até lá, não sem antes notar um detalhe ou outro a nos falar sobre a elegância de nossos avós.”
“E duraram. Mais até do que ela, que nos deixou em 2004.”
“Eles jogam bilhar, elas passeiam pelas boas-novas do jardim - a flor que se abriu, a árvore que se encheu de lichias.”
“Os quatro chegaram ao quarto dela minutos antes de mim. Encontrei-os sob o impacto do que ali viram.”
Assinale a opção em que os pronomes átonos estão colocados corretamente:
Poderia equivocar-se, mas não em coisa tão simples; ela nunca se descuidou do estudo.
Pois eu, desde que entendo-me por gente, sempre ouço falar em crise: crise moral, crise política, crise social, crise econômico-financeira...
Me explique uma coisa: como foi que você, tão esperto, deixou-se enganar por um semianalfabeto?
Se não tivesse acabado-se o tempo, eu teria saído-me bem melhor na prova.
Poderia-se dizer que esta é a pior crise de todos os tempos que nosso país enfrenta.
Tendo em vista a gramática normativa, assinale a alternativa em que a próclise é explicada pelo fato de o pronome oblíquo átono vir antecedido pelo pronome relativo, o qual funciona como palavra atrativa.
“Dilma também já se esqueceu de muitas canetadas nessa roda-viva de Petrobras, Casa Civil, Presidência da República.” (Linhas 30-32)
“Não existe nem espaço para o crédito moral, quando se vê Lula, o fiador de Dilma, acuado por delações [...]” (Linhas 45-46)
“A origem da palavra não se sabe ao certo, mas há quem jure que seria uma contração da palavra ziquizira.” (Linhas 2-3)
Cada fala da presidente Dilma Rousseff sobre a zika vira uma festa para humoristas e um constrangimento para a maioria da população – não, claro, para os militantes dilmistas, que a perdoam sempre [...]” (Linhas 8-10)
O contexto em que, segundo a norma-padrão, o pronome “se” pode ser colocado antes ou depois do verbo, é:
... como todas as repúblicas que se prezam...
Chamava-se o deputado Felixhimino ben Karpatoso.
... de cinquenta em cinquenta anos descobria-se nele um produto...
... não se sabia bem...
... embora nada se conhecesse dele.
Assinale a alternativa que apresenta o uso correto do pronome oblíquo.
( ) Nada houve entre eu e ele.
( ) Vou pôr ele a par do tema da poesia.
( ) Lê, dirigindo-se a si mesma, como quem está pensando em voz alta.
( ) Nunca refiro-me a ele com tom de ironia, ele é um poeta.
( ) “Quero falar consigo sobre o lançamento do livro de poesias”.
Assinale a alternativa em que a colocação do pronome oblíquo átono “me” está INCORRETA:
Ontem me disseram que a palestra foi adiada.
Me diga o que ela pensa sobre o assunto.
Não me renderei aos seus apelos.
Traga-me a encomenda, por favor.
Na escrita de um texto em que se exige o padrão culto da língua, o uso dos pronomes na charge acima não o seguiria. Isto porque
desobedece à norma de colocação pronominal quanto à sua posição nos enunciados.
não mantém a uniformidade de tratamento, usando, respectivamente, o “você” e o “te”.
é usado um pronome de tratamento (“você”) em vez de um pronome pessoal reto (“vós”).
não mantém uma relação de concordância com os respectivos verbos com os quais se relacionam.
segue o padrão informal típico da escrita, mais apropriado aos usos da fala mais formal.
Em “Nunca se falou tanto em liberdade” (2º§), ao observar a posição do pronome oblíquo em destaque, percebe-se que ela, em função da norma padrão,
poderia ser alterada para mesóclise.
relaciona-se com o vocábulo “tanto”.
obedece à flexão do verbo.
deveria ser alterada para ênclise.
se deve ao advérbio “nunca”.
Assinale a alternativa em que o termo destacado está corretamente substituído por um pronome com sua respectiva colocação.
Lobato ensinou o autor a amar o Brasil./ Lobato ensinou-lo a amar o Brasil.
Eram verdades que a Igreja impingia aos jovens./ Eram verdades que a Igreja lhes impingia.
As editoras não se lembram de reeditar a saga do Picapau Amarelo./ As editoras não se lembram de lhe reeditar.
Os pais do autor não condenavam as histórias em quadrinho./ Os pais do autor não condenavam-nas.
Uma pena que ainda publiquem as histórias infantis do folclore europeu./ Uma pena que ainda publiquem-as.
Assinale a alternativa em que a colocação pronominal não obedece à Norma Culta.
Deus nos dê muita saúde para que possamos assistir à nossa vitória em breve!
O Reitor não se lembra dos detalhes do projeto de leitura colocados pelos professores.
Em tratando-se de dúvidas sobre as normas da ABNT, procure o revisor do projeto.
Ainda nos faltam os argumentos necessários para que possamos conseguir recursos para nosso novo projeto.