Questões de Concurso sobre Colocação dos pronomes oblíquos átonos

 
 
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Em “Podemos chamá-las também de palavras complicadas e palavras simples”, o pronome oblíquo em negrito substitui o termo:


A

“palavras comuns e palavras raras”.


B

“palavras difíceis.


C

“palavras complicadas e palavras simples”.


D

“palavras difíceis e palavras fáceis”.


E

“palavras fáceis”.

De acordo com os padrões da língua portuguesa, assinale a alternativa correta.



A

A frase: "Ela lhe ama" está correta visto que "amar" se classifica como verbo transitivo direto, pois quem ama, ama aIguém.



B

Em: "Sou te fiel", o pronome oblíquo átono desempenha função sintática de complemento nominal por complementar o sentido de adjetivos, advérbios ou substantivos abstratos, . além de constituir emprego de ênclise.



C

No exemplo: "Demos a ele todas as oportunidades", o termo em destaque pode ser substituído por "Demo lhes todas as oportunidades", tendo em vista o emprego do pronome oblíquo como complemento do verbo.



D

Em: "Não me incomodo com esse tipo de barulho", temos um clássico emprego de mesóclise.



E

Na frase: "Alunos, aquietem-se! ", o termo destacado exemplifica o uso de próclise.


Marque a opção contendo a justificativa correta para o caso referente à colocação do pronome oblíquo átono na frase a seguir.

“Realizar-se-á a Cerimônia na primeira quinzena do mês de dezembro.”


A

Próclise, pois se trata de uma palavra com valor negativo.


B

Mesóclise, pois se trata de verbo no futuro do presente.


C

Mesóclise, pois se trata de verbo no futuro do pretérito.


D

Ênclise, pois se trata de verbo no início da frase.

Na próclise, o pronome surge antes do verbo. Costuma ser empregada, EXCETO:


A

Nas orações iniciadas por pronomes e advérbios interrogativos;


B

Nas conjunções subordinativas;


C

Com gerúndio precedido de preposição "em";


D

Nas orações reduzidas de infinitivo.

Quanto à colocação pronominal, a alternativa incorreta é:


A

Anteontem o vi na escola.


B

Jamais lhe dê as costas.


C

Quem o maltratou?


D

Tudo transformou-se rapidamente.


E

Não se meta em confusão.

Considere o trecho: “Foi o que me disse meu amigo suíço Didier Marlier, quando falávamos sobre a melhor palavra para definir algo considerado perfeito, sem usar a palavra ‘perfeição’, uma vez que perfeição, na verdade, só existe no mundo das ideias.” (Linhas 2-4)


Em relação à colocação do pronome oblíquo átono negritado nesse trecho, é CORRETO afirmar:


A

Esse pronome poderia estar, com igual correção, enclítico ao verbo “disse”, uma vez que não se verifica uso de palavra atrativa.


B

O uso da próclise é facultativo, já que não se verifica, de acordo com a Gramática Normativa, regra que estabeleça a obrigatoriedade de uso desse pronome antes do verbo.


C

Ocorre próclise, posição obrigatória, conforme a Gramática Normativa, uma vez que o termo “que”, pronome relativo, é palavra atrativa.


D

Esse pronome poderia estar, com igual correção, em posição mesoclítica porque o tempo verbal em que foi empregado o verbo “disse” permite esse uso.

A colocação do pronome oblíquo é facultativa em:


A

Ele deixou de os levar para a escola.


B

Espero que nos vejamos em breve.


C

Não os julgue por isso.


D

Quem os chamou aqui?

A posição do pronome oblíquo destacado é facultativa em:


A

“[...] ou que, paradoxalmente, se sente na obrigação de estudar escondido e jactar-se de não fazê-lo.”


B

“Foi-lhe perguntado em quem se inspirava como piloto iniciante.”


C

“O cê-dê-efe é diminuído, menosprezado, é um pobre-diabo que só obtém bons resultados porque se mata de estudar.”


D

Se em seu modelo se inspirarem, vejo bons augúrios para nossa educação.”

Levando-se em conta o seguinte período “Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo” (linha 07) e o emprego dos pronomes oblíquos e átonos dele constantes, deve-se afirmar corretamente que:


A

apenas o pronome a pode apresentar a próclise.


B

os pronomes a e se foram colocados encliticamente.


C

somente o pronome se pode ter a colocação enclítica.


D

pode haver a colocação mesoclítica para os pronomes a e se.

De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, o pronome destacado está corretamente colocado na frase em:


A

Em tratando-se de estabelecer prioridades financeiras, a ida ao supermercado é boa estratégia.


B

Se publicam, atualmente, muitos livros que tratam de economia doméstica.


C

Muitas pessoas felizmente tornaram-se menos consumistas, evitando a compra de itens desnecessários.


D

As pessoas que se dispõem a pechinchar fazem negociações vantajosas e sempre economizam.


E

Alguns jovens dedicariam-se a usar bem a própria mesada, se não tivessem pais que atendem a todas as suas vontades.

A posição do pronome oblíquo é facultativa em:


A

“De modo que demos um jeito de subir logo até lá, não sem antes notar um detalhe ou outro a nos falar sobre a elegância de nossos avós.”


B

“E duraram. Mais até do que ela, que nos deixou em 2004.”


C

“Eles jogam bilhar, elas passeiam pelas boas-novas do jardim - a flor que se abriu, a árvore que se encheu de lichias.”


D

“Os quatro chegaram ao quarto dela minutos antes de mim. Encontrei-os sob o impacto do que ali viram.”

Assinale a opção em que os pronomes átonos estão colocados corretamente:


A

Poderia equivocar-se, mas não em coisa tão simples; ela nunca se descuidou do estudo.


B

Pois eu, desde que entendo-me por gente, sempre ouço falar em crise: crise moral, crise política, crise social, crise econômico-financeira...


C

Me explique uma coisa: como foi que você, tão esperto, deixou-se enganar por um semianalfabeto?


D

Se não tivesse acabado-se o tempo, eu teria saído-me bem melhor na prova.


E

Poderia-se dizer que esta é a pior crise de todos os tempos que nosso país enfrenta.

Tendo em vista a gramática normativa, assinale a alternativa em que a próclise é explicada pelo fato de o pronome oblíquo átono vir antecedido pelo pronome relativo, o qual funciona como palavra atrativa.


A

“Dilma também já se esqueceu de muitas canetadas nessa roda-viva de Petrobras, Casa Civil, Presidência da República.” (Linhas 30-32)


B

“Não existe nem espaço para o crédito moral, quando se vê Lula, o fiador de Dilma, acuado por delações [...]” (Linhas 45-46)


C

“A origem da palavra não se sabe ao certo, mas há quem jure que seria uma contração da palavra ziquizira.” (Linhas 2-3)


D

Cada fala da presidente Dilma Rousseff sobre a zika vira uma festa para humoristas e um constrangimento para a maioria da população – não, claro, para os militantes dilmistas, que a perdoam sempre [...]” (Linhas 8-10)

O contexto em que, segundo a norma-padrão, o pronome “se” pode ser colocado antes ou depois do verbo, é:


A

... como todas as repúblicas que se prezam...


B

Chamava-se o deputado Felixhimino ben Karpatoso.


C

... de cinquenta em cinquenta anos descobria-se nele um produto...


D

... não se sabia bem...


E

... embora nada se conhecesse dele.

Assinale a alternativa que apresenta o uso correto do pronome oblíquo.


A

( ) Nada houve entre eu e ele.


B

( ) Vou pôr ele a par do tema da poesia.


C

( ) Lê, dirigindo-se a si mesma, como quem está pensando em voz alta.


D

( ) Nunca refiro-me a ele com tom de ironia, ele é um poeta.


E

( ) “Quero falar consigo sobre o lançamento do livro de poesias”.

Assinale a alternativa em que a colocação do pronome oblíquo átono “me” está INCORRETA:


A

Ontem me disseram que a palestra foi adiada.


B

Me diga o que ela pensa sobre o assunto.


C

Não me renderei aos seus apelos.


D

Traga-me a encomenda, por favor.

Na escrita de um texto em que se exige o padrão culto da língua, o uso dos pronomes na charge acima não o seguiria. Isto porque


A

desobedece à norma de colocação pronominal quanto à sua posição nos enunciados.


B

não mantém a uniformidade de tratamento, usando, respectivamente, o “você” e o “te”.


C

é usado um pronome de tratamento (“você”) em vez de um pronome pessoal reto (“vós”).


D

não mantém uma relação de concordância com os respectivos verbos com os quais se relacionam.


E

segue o padrão informal típico da escrita, mais apropriado aos usos da fala mais formal.

Em “Nunca se falou tanto em liberdade” (2º§), ao observar a posição do pronome oblíquo em destaque, percebe-se que ela, em função da norma padrão,


A

poderia ser alterada para mesóclise.


B

relaciona-se com o vocábulo “tanto”.


C

obedece à flexão do verbo.


D

deveria ser alterada para ênclise.


E

se deve ao advérbio “nunca”.

Assinale a alternativa em que o termo destacado está corretamente substituído por um pronome com sua respectiva colocação.


A

Lobato ensinou o autor a amar o Brasil./ Lobato ensinou-lo a amar o Brasil.


B

Eram verdades que a Igreja impingia aos jovens./ Eram verdades que a Igreja lhes impingia.


C

As editoras não se lembram de reeditar a saga do Picapau Amarelo./ As editoras não se lembram de lhe reeditar.


D

Os pais do autor não condenavam as histórias em quadrinho./ Os pais do autor não condenavam-nas.


E

Uma pena que ainda publiquem as histórias infantis do folclore europeu./ Uma pena que ainda publiquem-as.

Assinale a alternativa em que a colocação pronominal não obedece à Norma Culta.


A

Deus nos dê muita saúde para que possamos assistir à nossa vitória em breve!


B

O Reitor não se lembra dos detalhes do projeto de leitura colocados pelos professores.


C

Em tratando-se de dúvidas sobre as normas da ABNT, procure o revisor do projeto.


D

Ainda nos faltam os argumentos necessários para que possamos conseguir recursos para nosso novo projeto.

   
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