Questões de Concurso sobre Emprego dos modos verbais

 
 
Disciplina
Assunto 1
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
1.091 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

Quanto aos tempos e modos verbais de verbos presentes no texto, constata-se que Vês (l.14) e cruzava (l. 19) estão, respectivamente, no:


A

Presente do indicativo e pretérito perfeito do indicativo.


B

Presente do indicativo e pretérito imperfeito do indicativo.


C

Presente do subjuntivo e pretérito imperfeito do indicativo.


D

Presente do subjuntivo e pretérito perfeito do subjuntivo.


E

Presente do indicativo e pretérito imperfeito do subjuntivo.

Analise as afirmativas a seguir:


I. O modo indicativo é o modo verbal que expressa suposição, possibilidade ou dúvida para um fato que não é dado como real ainda ou que não pode ser dado como real.

II. O modo subjuntivo é o modo verbal que expressa certeza em relação ao fato, que é ou será dado como real.


Marque a alternativa CORRETA:


A

As duas afirmativas são verdadeiras.


B

A afirmativa I é verdadeira, e a II é falsa.


C

A afirmativa II é verdadeira, e a I é falsa.


D

As duas afirmativas são falsas.

Refugiados climáticos procuram abrigo enquanto aldeias de Bangladesh são varridas do mapa.

-

Transpondo o verbo 'procuram' para o pretérito imperfeito do indicativo e o verbo 'são' para o futuro do pretérito do indicativo, a nova frase é:


A

Refugiados climáticos procuraram abrigo enquanto aldeias de Bangladesh seriam varridas do mapa.


B

Refugiados climáticos procuraram abrigo enquanto aldeias de Bangladesh eram varridas do mapa.


C

Refugiados climáticos procuravam abrigo enquanto aldeias de Bangladesh seriam varridas do mapa.


D

Refugiados climáticos procurariam abrigo enquanto aldeias de Bangladesh foram varridas do mapa.

Considerando os mecanismos de coesão e o emprego dos tempos e modos verbais no texto CG2A1-II, assinale a opção correta.


A

A substituição do segmento verbal “estão a exigir” (terceiro período do primeiro parágrafo) por tem exigido manteria a correção gramatical e os sentidos do texto.


B

A substituição de “sob” (primeiro período do terceiro parágrafo) por em cima de manteria a coesão e a coerência das ideias do texto.


C

No trecho “para lidar com as próprias emoções” (segundo período do terceiro parágrafo), o emprego da preposição “para”, além de contribuir para a coesão sequencial do texto, introduz, no período, uma ideia de finalidade.


D

A forma verbal “há” (primeiro período do segundo parágrafo) poderia ser substituída por “existe”, sem prejuízo do sentido e da correção gramatical do texto.

Considere a frase:


O gerente levou um susto e perguntou.


O autor usou as formas verbais "levou" e "perguntou", que pertencem ao pretérito perfeito do indicativo, porque esse tempo verbal lhe permitiu apresentar, na narrativa, fatos:


A

Passados que se repetiam e eram habituais para as personagens.


B

Relacionados a um futuro incerto e imprevisível para as personagens.


C

Passados que ocorreram em um momento anterior ao atual e que foi totalmente terminado.


D

Passados que eram vistos como duvidosos e hipotéticos.

Observe o trecho:


“Por exemplo, se as raízes estiverem em dificuldade, a informação se espalhará pela árvore, que liberará uma substância especial pelas folhas.” (§5)


O verbo destacado no trecho acima está flexionado no mesmo modo de qual verbo destacado nas opções abaixo?


A

“E, mesmo que não usássemos, nosso odor transmite informações ao consciente e ao inconsciente de outras pessoas.” (§2)


B

“Segundo a ciência, os feromônios do suor são fundamentais até para decidirmos quem será nosso parceiro, ou seja, com quem queremos ter filhos.” (§2)


C

"Dessa forma, temos uma linguagem aromática secreta, que as árvores demonstraram também ter.” (§2)


D

“Para se livrar dos herbívoros, poucos minutos depois de as girafas aparecerem as acácias bombeiam toxinas para as folhas.” (§3)


E

"As girafas conhecem a tática e por isso avançam savana adentro até encontrarem árvores desavisadas." (§3)

Dentre as formas verbais destacadas a seguir, podem ser reconhecidos tempos e modos verbais equivalentes com EXCEÇÃO de:


A

“A lista de benefícios é longa”


B

“Escrever pode tornar a rotina”


C

“do melhor jeito que possa expressar”


D

“problemas que parecem um grande quebra-cabeça.”

No trecho "É possível que chiasse um fiozinho de ironia, antenas alertas." [§3] o verbo em destaque encontra-se conjugado no mesmo modo e pessoa verbais que o destacado em:


A

Joãozinho, desenhe um gato em seu caderno.


B

Cantar é uma virtude dos homens.


C

Antes que a polícia chegasse, o criminoso já fugira às pressas.


D

Faça o que eu digo, não o que eu faço.


E

Na reforma da casa, espero que meu pai pinte as paredes de branco.

Marque a frase que não está escrita com um verbo no modo imperativo.


A

Busque um eco melhor!


B

"Pense como você é, e como pode melhorar".


C

Sua vida não é uma coincidência.


D

Meu filho, preste atenção!

“Muita coisa mudou desde então e, embora essa prática ainda persista, a adoção é hoje vista [...] direitos da criança e do adolescente de terem acesso a um meio familiar saudável onde disponham de oportunidades [...].” 1º§


É correto afirmar que os verbos destacados no período acima expressam:


A

tempo futuro e ação certa.


B

tempo presente no modo indicativo.


C

tempo futuro no modo indicativo.


D

tempo presente no modo subjuntivo.


E

aspecto durativo e contínuo.

“Nos demais subsistemas, as projeções mudaram para 107% da média histórica [...] (2º parágrafo). Nesse trecho, a forma verbal “mudaram” está no mesmo modo e tempo do verbo destacado em:


A

“Ele convenceu o pai a mudar de cidade.”


B

“Se eles mudarem de casa, eu não os seguirei.”


C

“Eles convenciam a cidade inteira quando discursavam.”


D

“Certamente todos mudarão com o passar do tempo.”

Há verbo no modo imperativo afirmativo em:


A

“... o direito das velhas tem um limite no direito das moças.” (5º§)


B

“— Oh! por mim não! respondeu a boa senhora...” (5º§)


C

“Vá, doutor, e mais tarde volte cá...” (5º§)


D

”... se o não agarrarem por aí...” (5º§)


E

“Valsava-se.” (6º§)

João Branco: O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho

ç

A história de Peter Parker com seu novo uniforme, que tem mais ferramentas que o parasita, é um alerta para o desequilíbrio no trabalho.

João Branco 18 de março de 2022

ç

Você recebeu uma proposta de trabalho. Vai continuar fazendo o mesmo tipo de função que sabe fazer, mas de uma nova forma: com ferramentas mais modernas e novos recursos que prometem aumentar muito a sua produtividade. Nessa nova vaga seria possível causar um impacto ainda maior, gerar mais resultados e, provavelmente, ter uma sensação maior de realização no seu emprego. Parece muito interessante. Se essa história fosse um filme, como você acha que seria o final?

Roteiristas profissionais sabem que um dos ingredientes mais importantes para uma bilheteria de sucesso é a criação de uma sensação de “eu me vejo nessa história” no público. As relações familiares da série “This is us”, as tramas da novela “Avenida Brasil” ou o desafio de criar uma criança cheia de energia do desenho “Masha e o Urso” são bons exemplos de roteiros que conseguem retratar situações que nos representam, ainda que através de personagens totalmente diferentes de nós. Repare que isso acontece em toda história que chamou a sua atenção. Existe muito mais esforço do que você imagina na criação de peças de comunicação, shows, entretenimento e até propagandas. Todos estão tentando, o tempo todo, criar um vínculo especial com você. E fazem isso intencionalmente mostrando um Bart Simpson que tenha um toque de rebeldia que talvez você gostaria de extravasar. Ou colocando na rainha Elsa, do filme Frozen, um peso de “responsabilidade” parecido com o que você sente no dia a dia.

É nesse contexto que os filmes recentes do Homem-Aranha me chamaram a atenção. Peter Parker descobriu um uniforme novo, uma versão preta, que traz vários benefícios. A nova versão é mais resistente e consegue se regenerar sozinha se for rasgada. Também produz a própria teia, economizando tempo com os fluidos e lançadores. Isso sem falar que esse novo uniforme é capaz de se transformar em qualquer roupa. É como a primeira situação desse texto. O personagem encontrou uma forma muito mais produtiva de realizar o seu trabalho. Parece legal, não? Mas a realidade foi bem diferente. Depois que virou o Homem-Aranha com a roupa preta, Peter ficou estafado. O tempo todo. Seu trabalho já era cansativo, mas agora estava muito pior. Algo mudou. E com o tempo ele descobriu que o uniforme tinha “vida própria”. À noite, mesmo dormindo, a roupa o fazia sair pela janela lançando teias por aí. E não o deixava descansar. Na ficção eles perceberam que a sua ferramenta de trabalho era um simbionte, uma espécie de parasita que começou a tomar controle sobre a pessoa.

Vamos tirar todo o efeito Hollywood dessa história por um instante? Estamos falando de uma situação em que alguém se sente “aprisionado” pelo seu emprego. Alguém que está muito cansado, que não se sente mais no controle. Parece que o trabalho tem os seus próprios propósitos e que nós estamos apenas seguindo o que ele nos manda fazer como se fôssemos zumbis. Essa metáfora não estaria em um longa-metragem da Marvel se não gerasse identificação em muita gente. E leva a uma reflexão importante: é você que tem o seu trabalho ou é o seu trabalho que tem você?

Trabalhar é algo necessário e ser produtivo traz sentimentos de satisfação. Buscar ferramentas e recursos que nos tornem mais eficientes pode dar um turbo positivo nisso tudo. Mas existe um limite onde a nossa atividade profissional deixa de ser algo que nos serve para se transformar em algo que recebeu uma prioridade maior do que deveria. Esse limite se percebe pelo cansaço excessivo, pelo desequilíbrio com as outras áreas da vida e pela sensação de piloto automático. E isso pode acontecer até mesmo em quem tem um trabalho tão importante quanto o de um super-herói.

Como está a sua relação com a sua carreira? É o seu emprego que está decidindo se você deve ou não ficar casado? É o trabalho que define se você pode ter filhos? É a sua profissão que te “obriga” a tomar remédios antidepressivos? Talvez você esteja usando o uniforme mais “moderno” do Peter Parker.

Para ajudar a “salvar o mundo” ou fazer qualquer outro tipo de trabalho bem-feito, primeiro é preciso estar bem. Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades. Mas não deixe que venha também uma grande dor de cabeça maior do que você pode suportar.

ç

João Branco é CMO do McDonald’s.

linkedin.com/in/falajoaobranco / Instagram @falajoaobranco


BRANCO, João. O que aprendemos com o Homem-Aranha

sobre trabalho? Forbes Brasil, 18 de março de 2022.

Colunas. Disponível em:

https://forbes.com.br/colunas/2022/03/joao-branco-o-que-

aprendemos-com-o-homem-aranha-sobre-trabalho/.


No trecho “Essa metáfora não estaria em um longa-metragem da Marvel se não gerasse identificação em muita gente.” (4º parágrafo), a combinação de tempos e de modos verbais sugere ao leitor que o autor elabora


A

uma comparação.


B

uma crítica.


C

uma oposição.


D

um contraste.


E

uma hipótese.

Os tempos e modos verbais estão adequadamente correlacionados na completude da frase: Se o livro “Como escrever bem” se difundisse entre os redatores no Brasil,


A

redigir textos deixará de ser uma tarefa complexa.


B

os textos jornalísticos se tornariam mais objetivos e precisos.


C

a mídia poderá se beneficiar, produzindo conteúdos de fácil compreensão.


D

o rebuscamento do texto escrito perde espaço para a simplicidade e precisão.

O tempo e o modo do verbo destacado estão corretamente identificados e explicados, entre parênteses, em:


A

“Em 2021 foram gerados 140 empregos diretos, [...]” (pretérito imperfeito do indicativo – exprime fatos totalmente concluídos no passado).


B

“2022 será de inovação e transformação no Parque Tecnológico Itaipu” (futuro do presente do indicativo – exprime um fato hipotético no futuro).


C

“[...] o respeito e a colaboração permaneçam sempre presentes nas ações do PTI [...]” (presente do subjuntivo – expressar uma suposição, um desejo).


D

“[…] o Parque Tecnológico Itaipu (PTI-BR) inicia o novo ano focado cada vez mais em seu propósito […]” (presente do indicativo – evidencia um fato atemporal, sem começo nem fim).

tratava-se de compreender suas regularidades


O verbo sublinhado acima está flexionado nos mesmos tempo e modo que o verbo sublinhado em:


A

A domesticação sistemática, em larga escala, de plantas e animais deu à humanidade maior segurança


B

nenhum conceito que deixe de dar o devido peso a essa mudança na relação homem-natureza poderá ser julgado completo.


C

Se a realidade designada pelo termo civilização não se deixa definir com facilidade


D

podiam se tornar inigualáveis aliados na luta pelo sustento diário.


E

nenhum conceito ou definição que deixe de dar o devido peso a essa mudança

Assinale a alternativa correta sobre o uso dos tempos e modos verbais.


A

No primeiro período do texto, o autor usa o presente e o futuro do presente do indicativo para iniciar a narrativa.


B

A frase: “a quem amou platonicamente”, se relacionada a dois poetas, ou seja, com sujeito plural, ficaria: “a quem amarão platonicamente”.


C

Na frase: “Um homem e uma mulher, num banco da Praça XV de Novembro, no coração da cidade, aproximaram os seus troncos”, o pretérito imperfeito marca a ação dos personagens.


D

Em: “Masquemos todos, homens e mulheres, essa doce e reparadora saliva do amor”, o subjuntivo no pretérito convoca o leitor à ação.


E

Em: “Ele estalou os beiços e atirou com desdém”, se tratado o interlocutor por “tu”, no imperativo afirmativo, teríamos: “Estale os beiços e atire com desdém!”

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 26.


Vivendo e Aprendendo


Um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades possuía alguns cavalos para ajudar nos trabalhos em sua pequena fazenda.

Um dia, seu capataz veio trazer a notícia de que um dos cavalos havia caído num velho poço abandonado.

O poço era muito profundo e seria extremamente difícil tirar o cavalo de lá.

O fazendeiro foi rapidamente até o local do acidente, avaliou a situação certificando-se que o animal não se machucara.

Mas, pela dificuldade e alto custo de retirá-lo do fundo do poço, achou que não valeria a pena investir numa operação de resgate.

Tomou então a difícil decisão: determinou ao capataz que sacrificasse o animal, jogando terra no poço até enterrá-lo ali mesmo.

E assim foi feito:

Os empregados, comandados pelo capataz, começaram a lançar terra para dentro do buraco de forma a cobrir o cavalo...

Mas, à medida que a terra caia em seu dorso, animal sacudia e ela ia se acumulando no fundo, possibilitando ao cavalo ir subindo.

Logo os homens perceberam que o cavalo não se deixava enterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra enchia o poço, até que finalmente conseguiu sair.

Sabendo do caso, o fazendeiro ficou muito satisfeito e o cavalo viveu ainda muitos anos servindo ao seu dono na fazenda.


https://www.contandohistorias.com.br/html/contandohistorias.html



A forma verbal destacada no trecho " O fazendeiro foi rapidamente até o local do acidente, avaliou a situação certificando-se que o animal não se MACHUCARA ", está conjugada no:


A

Pretérito Imperfeito do Subjuntivo para indicar uma ação passada que ocorreu antes de outra, também no passado.


B

Pretérito mais que perfeito do indicativo para indicar uma ação passada que ocorreu antes de outra, também no passado.


C

Pretérito Imperfeito do Indicativo para indicar uma ação anterior ao momento da fala e que, no tempo passado a que pertence, não foi finalizada.


D

Pretérito Perfeito do Indicativo para indicar que a ação verbal aconteceu num determinado momento do passado, tendo o seu início e o seu fim no passado.

Em relação aos tempos e modos verbais, analisar os itens abaixo:


I. No trecho “O processo de remoção da cola e do papelão exigirá um delicado trabalho de conservação.”, o verbo sublinhado está no futuro do presente do modo indicativo.

II. Em “A pintura mudou de mãos várias vezes até ir para a Escócia em 1951.”, o verbo sublinhado está no pretérito imperfeito do modo indicativo.

III. No trecho “Especialistas dizem que a obra de arte revelada era desconhecida até agora.”, o verbo sublinhado está no pretérito perfeito do subjuntivo.


Está(ão) CORRETO(S):


A

Somente o item I.


B

Somente o item II.


C

Somente o item III.


D

Somente os itens I e II.


E

Todos os itens.

Na modalidade escrita da língua, o uso adequado dos verbos no tempo presente do modo subjuntivo requer muita atenção. Assinale a única alternativa em que a reescritura do primeiro verso da canção de Lulu Santos está totalmente de acordo com a norma culta e padrão da língua, em se tratando da primeira pessoa do singular do presente do subjuntivo.


A

Vejamos a vida melhor no futuro.


B

Vir a vida melhor no futuro.


C

Visse a vida melhor no futuro.


D

Veje a vida melhor no futuro.


E

Veja a vida melhor no futuro.

   
Gerar simulado