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“Se você cantasse,/ Se você gemesse,/ Se você dançasse a valsa vienense...” (Carlos Drummond de Andrade), os verbos destacados estão no:
Pretérito perfeito do modo indicativo.
Pretérito imperfeito do modo indicativo.
Pretérito mais-que-perfeito do modo indicativo.
Pretérito imperfeito do modo subjuntivo.
Futuro do pretérito do modo indicativo.
Nos trechos abaixo, as duas ocorrências do verbo ser encontram-se flexionadas, respectivamente, nos modos:
“Sejamos sensatos, leitor, tem cabimento ingerir uma droga que altera os reflexos motores...”
“Ainda que você não seja ridículo a ponto de afirmar que dirige melhor quando bebe...”
indicativo e subjuntivo.
subjuntivo e imperativo.
indicativo e imperativo.
imperativo e subjuntivo.
imperativo e indicativo.
Considere a forma verbal em destaque na sentença abaixo. “Todos os dados publicados no número de estreia foram conferidos e auditados por uma pequena empresa de banco de dados...” (l.36-38)
Qual das expressões verbais a seguir está no mesmo tempo e modo que a forma verbal em destaque?
O dono da cervejaria tinha pensado na publicação de um novo tipo de livro.
Os novos livros haviam feito muito sucesso por todo o mundo.
Os vencedores teriam recebido merecidos prêmios pelos seus feitos especiais.
Uma longa viagem foi realizada pelo espanhol para a avaliação de novos recordes.
Tinha havido muitas discussões para a elaboração de um livro sobre os mais diferentes recordes.
Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.
Fala, amendoeira
Este ofício de rabiscar sobre as coisas do tempo exige que prestemos alguma atenção à natureza – essa natureza que não presta atenção em nós. Abrindo a janela matinal, o cronista reparou no firmamento, que seria de uma safira impecável se não houvesse a longa barra de névoa a toldar a linha entre céu e chão – névoa baixa e seca, hostil aos aviões. Pousou a vista, depois, nas árvores que algum remoto prefeito deu à rua, e que ainda ninguém se lembrou de arrancar, talvez porque haja outras destruições mais urgentes. Estavam todas verdes menos uma. Uma que, precisamente, lá está plantada em frente à porta, companheira mais chegada de um homem e sua vida, espécie de anjo vegetal proposto ao seu destino.
Essa árvore de certo modo incorporada aos bens pessoais, alguns fios elétricos lhe atravessam a fronde, sem que a molestem, e a luz crua do projetor, a dois passos, a impediria talvez de dormir, se ela fosse mais nova. Às terças, pela manhã, o feirante nela encosta sua barraca, e, ao entardecer, cada dia, garotos procuram subir-lhe o tronco. Nenhum desses incômodos lhe afeta a placidez de árvore madura e magra, que já viu muita chuva, muito cortejo de casamento, muitos enterros, e serve há longos anos à necessidade de sombra que têm os amantes de rua, e mesmo a outras precisões mais humildes de cãezinhos transeuntes.
Todas estavam ainda verdes, mas essa ostentava algumas folhas amarelas e outras já estriadas de vermelho, numa gradação fantasista que chegava mesmo até o marrom – cor final de decomposição, depois da qual as folhas caem. Pequenas amêndoas atestavam o seu esforço, e também elas se preparavam para ganhar coloração dourada e, por sua vez, completado o ciclo, tombar sobre o meio-fio, se não as colhe algum moleque apreciador do seu azedinho. E como o cronista lhe perguntasse – fala, amendoeira – por que fugia ao rito de suas irmãs, adotando vestes assim particulares, a árvore pareceu explicar-lhe:
– Não vês? Começo a outonear. É 21 de março, data em que as folhinhas assinalam o equinócio do outono. Cumpro meu dever de árvore, embora minhas irmãs não respeitem as estações.
– E vais outoneando sozinha?
– Na medida do possível. Anda tudo muito desorganizado, e, como deves notar, trago comigo um resto de verão, uma antecipação de primavera e mesmo, se reparares bem neste ventinho que me fustiga pela madrugada, uma suspeita de inverno.
– Somos todos assim.
– Os homens, não. Em ti, por exemplo, o outono é manifesto e exclusivo. Acho-te bem outonal, meu filho, e teu trabalho é exatamente o que os autores chamam de outonada: são frutos colhidos numa hora da vida que já não é clara, mas ainda não se dilui em treva. Repara que o outono é mais estação da alma que da natureza.
– Não me entristeças
– Não, querido, sou tua árvore da guarda e simbolizo teu outono pessoal. Quero apenas que te outonizes com paciência e doçura. O dardo de luz fere menos, a chuva dá às frutas seu definitivo sabor. As folhas caem, é certo, e os cabelos também, mas há alguma coisa de gracioso em tudo isso: parábolas, ritmos, tons suaves... Outoniza-te com dignidade, meu velho.
(Carlos Drummond de Andrade)
Na última frase do texto, o verbo foi empregado no:
pretérito perfeito do indicativo.
presente do subjuntivo.
imperativo afirmativo.
futuro do subjuntivo
presente do indicativo.
O uso dos verbos, quanto à conjugação, tempo ou modo, está correto em qual das alternativas?
A empresa iria destinar mais recursos para problemas relacionados ao meio-ambiente se houver melhores incentivos financeiros.
A empresa destinará mais recursos para problemas relacionados ao meio-ambiente se houverem melhores incentivos financeiros.
A empresa irá destinar mais recursos para problemas relacionados ao meio-ambiente se haverem melhores incentivos financeiros.
A empresa destinará mais recursos para problemas relacionados ao meio-ambiente se houvessem melhores incentivos financeiros.
A empresa vai destinar mais recursos para problemas relacionados ao meio-ambiente se houver melhores incentivos financeiros.
Assinale a alternativa em que o verbo destacado esteja flexionado no pretérito perfeito composto do modo indicativo.
Por causa da violência policial na Grécia, protestos tinham-se voltado contra a política do primeiro-ministro Costas Karamanlis.
Se tivéssemos estudado com afinco, certamente o resultado do exame teria sido positivo.
Sob os efeitos da crise financeira mundial, a economia brasileira tem passado por novos ajustes.
Ninguém acredita que tenha iniciado um novo conflito naquele país.
Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao emprego dos tempos e modos verbais destacados.
Em “...do açougueiro ou do cervejeiro que eu espero que saia o meu jantar...”, o verbo está no pretérito imperfeito do modo subjuntivo e expressa um fato duvidoso, irreal.
Em “Eles agem de acordo com os misteriosos mecanismos mentais...”, o verbo está no presente do modo indicativo e indica um fato real, certo.
Em “...um mundo ordenado em que cada indivíduo agia sempre no interesse pessoal e da família...”, o verbo está no pretérito imperfeito do modo indicativo e expressa um fato passado não-concluído.
Em “Talvez a maioria das pessoas do século XVIII fossem mesmo seres racionais...”, o verbo está no pretérito imperfeito do modo subjuntivo e expressa um fato duvidoso, irreal.
Em “...que eu espero que saia o meu jantar...”, o verbo está no presente do modo subjuntivo e expressa um fato duvidoso, irreal.
Nas orações seguintes, o verbo aparece no imperativo
"Olhai os lírios dos campos ... Olhai as aves dos céus ... "
Mantendo-se o imperativo, porém alterando o número, a forma correta seria
olhei.
olha.
olhe.
olhas.
olhes.
Em todas as alternativas, a lacuna pode ser preenchida com o verbo indicado entre parênteses, no subjuntivo, EXCETO em:
Olhava para o jovem, enquanto esperava que ele _____ de falar. (terminar)
Por que aqueles jornalistas não _____ com franqueza? (proceder)
É preciso que alguém se ______ para que a situação mude. (posicionar)
Agora, penso eu, será o que Deus ______. ( querer)
Se isso me ____ possível, resolveria o problema. (ser)
“‘Mudar para vencer! Muda, Brasil!’, grita entusiasmado.” (L.8- 9)
Assinale a alternativa em que se tenha a correta passagem para o plural e para a negativa da forma verbal do trecho grifado acima.
Não mudas, Brasil!
Não mudais, Brasil!
Não mudai, Brasil!
Não mudeis, Brasil!
Não mudem, Brasil!
Na linha 14, em razão da idéia de condição introduzida pela conjunção “se”, seria gramaticalmente correto, em lugar da forma verbal indicativa “devem”, o emprego da forma verbal subjuntiva devam.
Certo
Errado
No trecho “[...]a falta de recursos para patrulhar e proteger as áreas contribuiu com o saque[...]” (3º parágrafo), o presente do indicativo é empregado para
indicar uma ação momentânea que ocorre nesse momento especial da observação do autor do texto.
expressar ação habitual atribuída a um fato constante.
designar ação independente e imperativa sob um ponto de vista isolado.
explicar uma ação fragmentada já ocorrida e concluída.
narrar de modo atenuado uma ação passível de acontecer somente pela amanhã.
Os verbos em negrito no primeiro parágrafo estão, respectivamente, no
futuro do pretérito, pretérito imperfeito do indicativo e pretérito imperfeito do indicativo.
pretérito mais-que-perfeito, pretérito imperfeito do indicativo e pretérito perfeito do indicativo.
futuro do subjuntivo, presente do indicativo e presente do indicativo.
pretérito imperfeito do indicativo, pretérito perfeito do indicativo e presente do indicativo.
pretérito mais-que-perfeito, pretérito imperfeito do indicativo e pretérito imperfeito do indicativo.
Assinale a alternativa em que o emprego do verbo no futuro do pretérito sugere dúvida ou incerteza.
Eu gostaria de trocar essa nota de cem por duas de cinqüenta, por favor.
Epicuro, pregando a calma felicidade, disse não temer a morte porque nunca iria encontrá-la.
Não estaria certo Fernando Pessoa ao sugerir que o humano é somente um cadáver adiado?
O delegado se diz seguro e insiste em que o acusado estaria mentindo quando diz não haver participado da chacina.
"Pense num bairro de periferia, (...) mas imagine uma vizinhança de gente simpática, (...) e você localiza em Rio Branco (...)" (L.1-5)
Assinale a alternativa em que, passando-se a forma você para vós, as alterações foram efetuadas seguindo a norma culta.
Pensais num bairro de periferia, (...) mas imaginais uma vizinhança de gente simpática, (...) e vós localizais em Rio Branco (...)
Pensai num bairro de periferia, (...) mas imaginai uma vizinhança de gente simpática, (...) e vós localizai em Rio Branco (...)
Penseis num bairro de periferia, (...) mas imagineis uma vizinhança de gente simpática, (...) e vós localizais em Rio Branco (...)
Penseis num bairro de periferia, (...) mas imagineis uma vizinhança de gente simpática, (...) e vós localizeis em Rio Branco (...)
Pensai num bairro de periferia, (...) mas imaginai uma vizinhança de gente simpática, (...) e vós localizais em Rio Branco (...)
O que você quer? (L.10) Passando-se o período acima para a forma de tratamento vós e para o futuro do pretérito do indicativo, obtém-se:
O que vós quererias?
O que vós quiserdes?
O que vós queríeis?
O que vós quereríeis?
O que vós querereis?
As formas verbais "Veja"e "vai", ambas na linha 2, estão conjugadas no mesmo tempo e modo verbal.
Em "E há sempre a possibilidade real de crescer no banco e vir a se tornar um sócio" (l. 24-25), existe a presença do verbo vir. Assinale a alternativa em que este verbo se encontra no futuro do pretérito.
O cliente será bem atendido se vier negociar com o banco.
O sucesso viria se ele se esforçasse um pouco mais.
Transcreva a frase abaixo no pretérito mais–que–perfeito do indicativo:
me envergonhara e me afligira.
me envergonhou e afligiu-me
me envergonharia e afligir-me-ia.
me envergonhara e me afligiu.